Matriz foi visitada por empresários americanos
03/04/17
Quarta-feira dia 29/3 recebemos a visita dos empresários americanos Brett Wong e John Hussey na nossa matriz, em Ibirubá/RS. Registramos…
Quarta-feira dia 29/3 recebemos a visita dos empresários americanos Brett Wong e John Hussey na nossa matriz, em Ibirubá/RS. Registramos o momento!   Visita-de-Empresários-Americanos
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AgroDay: um novo evento de Agro tecnologias em Ibirubá
11/02/17
O AgroDay, um evento voltado ao Agronegócio na região do Alto Jacuí, acontece no município de Ibirubá, Noroeste do Rio…
O AgroDay, um evento voltado ao Agronegócio na região do Alto Jacuí, acontece no município de Ibirubá, Noroeste do Rio Grande do Sul, entre os dias 16 e 17 de fevereiro. A área escolhida para receber a feira fica localizada na RS 223, Km 79, na localidade da Esquina São Carlos e deverá atrair produtores de diversas partes do Estado gaúcho.
A feira, idealizada por Bruno Werlang, contará com ampla área de circulação, com mais de 5 hectares, estandes para os expositores, demonstração de técnicas, novas tecnologias genéticas, área experimental e exposição de grandes marcas.
Entre os expositores confirmados, estão: Agroeste, Bayer, Case, Dow, Fiat, Ford, Bio Soja, Helm, Indutar, John Deere, Nidera, Nufarm, Penergetic, Scania, UPL, Vence Tudo, Volvo, Werlang e Yara.
O evento é uma novidade na região do Alto Jacuí. A intenção é se aproximar mais da realidade dos produtores, apresentando produtos, soluções e tecnologias para o campo. "As grandes feiras da região são mais focadas em máquinas, o AgroDay quer mostrar a realidade que o produtor rural tem no campo, sendo uma oportunidade de escolher a próxima safra" argumenta Bruno Werlang, idealizador da feira.
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Agroday – Em breve !!!
17/01/17
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Safra do Rio do Grande do Sul está nas mãos do ‘La Niña’
08/12/16
A semeadura sofreu atrasos em algumas regiões por causa do excesso de umidade no solo e…
[caption id="attachment_768" align="aligncenter" width="600"]rio-grande-barao-de-cotegipe45daniel-castellano-kt8-id000002-1024x735agro-web A semeadura sofreu atrasos em algumas regiões por causa do excesso de umidade no solo e pela demora em colher o trigo. Daniel Castellano/GAZETA[/caption]  

Terceiro maior produtor de soja do país, o estado colheu uma safra excelente no ciclo passado; e espera repetir a dose, se o clima permitir

  O Rio Grande do Sul vive um excelente momento no agronegócio, especialmente quando se trata da soja. No ciclo passado, o estado colheu 16 milhões de toneladas, o maior volume da história. Nesta safra, os produtores querem repetir o desempenho, principalmente se o clima permitir, já que a área dedicada à oleaginosa é a mesma: 5,4 milhões de hectares. Quando a Expedição Safra visitou o estado, na semana passada, 70% das lavouras de soja estavam semeadas e os produtores animados. “As condições das lavouras estão muito boas, por enquanto, não há relato de danos ou pragas”, afirma o gerente adjunto da Emater em Erechim, no Noroeste do RS, Neri Montepó. Para a maioria dos produtores, o plantio começou em outubro. A semeadura sofreu atrasos em algumas regiões por causa do excesso de umidade no solo e pela demora em colher o trigo. “A janela de plantio é mais extensa por aqui. Esses atrasos não são preocupantes e foram pontuais”. A maior preocupação dos produtores é com o La Niña, evento climático caracterizado pelo resfriamento das águas do Oceano Pacífico, que provoca queda nas temperaturas e diminui as chuvas no Sul do Brasil. “Nós ainda não sabemos qual será a intensidade, mas é sempre um risco”, afirma o produtor de Cruz Alta, no Noroeste gaúcho, Tiago Rubert. Nesta safra, ele plantou 3,6 mil hectares de soja, 300 ha a mais que no ciclo passado. No entanto, espera uma produtividade menor: 53 sacas por hectare, 12 a menos do que na última safra. “Por enquanto, a nossa lavoura está se desenvolvendo muito bem. A semeadura foi boa. Vamos ficar atentos ao tempo”, diz. Em Erechim, o produtor Marcelo Marostika também espera que o tempo não atrapalhe. Neste ano, ele terminou de semear 22 hectares de soja no fim de novembro. “Se o tempo nos ajudar neste ciclo, espero colher 60 sacas por hectare, a mesma quantidade do ano passado. Mas o clima está dando alguns sustos na gente”. Segundo o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Luiz Renato Lazinski, o La Niña está configurado, no entanto, em baixa intensidade. Ele explica que, no momento, o fenômeno está provocando chuvas irregulares, períodos de seca mais extensos e ondas de frio. “A preocupação dos produtores do Rio Grande do Sul tem fundamento. Em anos de La Niña, o estado costuma sofrer com veranicos longos”, afirma.

Sem preço, trigo vira insumo

Os produtores gaúchos terminaram a colheita de trigo na última semana. Dados da Emater/RS estimam uma produção de 2,3 milhões de toneladas neste ano, 52% a mais que no ano passado, quando houve quebra. Embora satisfeitos com o rendimento (até 70 sacas/ha) e com a qualidade do cereal, os produtores reclamam do preço: R$ 28 por saca, bem abaixo do preço mínimo (R$ 38,65 ) estabelecido pelo governo. Em algumas regiões do estado, nem há cotação. Em vez de comprar o produto, cooperativas estão trocando trigo por insumos ou usando o cereal para quitar dívidas. Em Cruz Alta, no Noroeste do Rio Grande do Sul, o produtor Ajadir Machiavelli terminou a colheita no fim de novembro. Ele brinca que, por enquanto, era melhor ter ficado em casa sem fazer nada do que ter plantado. “Com esses preços eu não pago nem os meus custos de produção”, reclama. Sem preço, a saída foi estocar a produção em silos enquanto termina de semear seus 3 mil hectares de soja e 650 hectares de milho. O Rio Grande do Sul é o segundo maior produtor brasileiro do cereal, atrás do Paraná, que deve produzir 3,2 milhões de toneladas neste ano. Os preços estão em queda desde agosto, principalmente por causa da oferta mundial recorde. A situação motivou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a realizar leilões para garantir a produtores rurais o preço mínimo.

Expansão do milho

No Rio Grande do Sul, a área com cultivo de milho cresceu. Serão quase 900 mil hectares dedicados ao cereal nessa safra, 77 mil ha a mais do que no ciclo passado. Nas lavouras já semeadas, nas quais o milho está em estado vegetativo (80%), floração (20%) e enchimento de grãos (10%), produtores estão deslumbrados com a qualidade das plantas. Em Cruz Alta, o produtor Ajadir Machiavelli plantou 650 hectares de milho, 150 a mais do que na safra passada. Ele espera colher 160 sacas por ha. “O clima colaborou, mais algumas chuvas e não teremos mais preocupação”, conta. O estado gaúcho espera colher 5,1 milhões de toneladas nesta temporada.   Fonte: https://goo.gl/fDYjHo  
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Ministério da agricultura libera R$ 150 mi para garantir preço mínimo do trigo
21/11/16
Em pouco mais de quatro meses, o preço pago ao produtor caiu de R$ 45 para…
[caption id="attachment_766" align="aligncenter" width="600"]trigo-guarapuava-7jc-944-k7wb-u2011895210323kf-1024x683agro-web Em pouco mais de quatro meses, o preço pago ao produtor caiu de R$ 45 para menos de R$ 35/saca. JONATHAN CAMPOS/GAZETA D POVO[/caption]    

Produção nacional de 6,5 milhões de toneladas, somada a uma expectativa de importação de 3,5 milhões de toneladas, derruba os preços no mercado interno e deixa a atividade no vermelho.

  O governo federal, através do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), deve anunciar nesta segunda-feira (21) um apoio financeiro à comercialização do trigo. A produção nacional, em fase final de colheita, com 6,5 milhões de toneladas, somada a uma expectativa de importação de 3,5 milhões de toneladas, derruba os preços no mercado interno e deixa a atividade no vermelho. Segundo o que secretário de Política Agrícola do Mapa, Neri Geller, antecipou a lideranças do setor, serão liberados R$ 150 milhões, recurso suficiente para apoiar o escoamento de 1,2 milhão a 1,7 milhão de toneladas. O objetivo é tentar assegurar o preço mínimo ao cereal. Os produtores aguardam a publicação com expectativa. Em pouco mais de quatro meses o preço pago ao produtor caiu de R$ 45 para menos de R$ 35/saca. No caso do trigo classificado como pão tipo 1, abaixo do preço mínimo de R$ 38,65/saca. Ou seja, uma cotação pela qual o agricultor não cobre nem mesmo os custos de produção. Quem dirá remunerar a atividade. Uma realidade que se agrava, pelo menos do lado do produtor, com a demora na intervenção federal. As negociações de apoio à comercialização têm mais de dois meses. Apesar da urgência, o processo, que precisa de validação do Ministério da Fazenda, ficou travado, para não dizer parado, no Ministério da Agricultura. Se o assunto fosse tratado com a celeridade necessária, o mercado talvez não tivesse sido rebaixado com a intensidade e rapidez como ocorreu. No Paraná, maior produtor nacional, a sexta-feira registrou média de R$ 34,79 e mínima de R$ 30/saca. No valor menor, mais de 40% abaixo do preço mínimo. Contudo, o governo também precisava de tempo para ouvir e negociar com os moinhos. Representantes do Mapa, inclusive, estiveram em reunião exclusiva com o setor industrial aqui no estado. Encontro para o qual o setor produtivo não foi convocado. Talvez esteja aí o motivo da demora no encaminhamento do processo em Brasília. E também está aí um dos grandes entraves e desafios da cadeia produtiva do cereal. Por que não sentar juntos, discutir juntos e equacionar em conjunto as demandas que afetam e atendem as duas pontas? Afinal, trigo é dieta básica da população, motivo pelo qual deveria ser tratado como um tema de interesse público, quase que de utilidade pública. Um debate que também deveria envolver a sociedade organizada, o consumidor, que no final das contas é o maior impactado pelos interesses, apoios e subsídios, seja ao produtor ou à indústria.

Dependência

Sem falar da questão de soberania. Como é que um país como o Brasil, um dos maiores produtores mundiais, produz apenas 60% da sua necessidade de consumo? Isso mesmo. Para garantir o abastecimento interno o país precisa importar de 3 milhões a 4 milhões de toneladas por ano. No próximo ano, com o produtor desestimulado e uma área possivelmente menor, pode ser que a necessidade de importação fique acima de 5 milhões de toneladas. Mas ok. Para o momento é esperar e cobrar uma posição do governo em relação à política de apoio à comercialização. A publicação das normativas deve ocorrer entre esta segunda (21) e terça-feira (22). Os recursos serão disponibilizados nas modalidades PEP e PEPRO, Prêmio para Escoamento de Produto e Prêmio Equalizador Pago ao Produtor. No primeiro instrumento, o pagamento é feito ao comprador que deve comprovar a remuneração ao produtor pelo preço mínimo. Na segunda ferramenta, o pagamento é feito ao produtor rural ou as cooperativas.

Máquinas agrícolas

Outro setor que reivindica novos recursos à safra 2016/16 é o das indústrias de máquinas agrícolas. Na semana passada o Ministério da Agricultura garantiu em uma reunião com a Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp) que irá remanejar R$ 2,5 bilhões de outros programas de crédito rural para financiar aquisições através do Moderfrota, o programa de modernização da frota de tratores e colheitadeiras agrícolas. No ciclo atual, o Plano Agrícola prevê R$ 5,4 milhões para a compra de máquinas e equipamentos. Desse total, mais de 60% já teriam sido contratados, o que sugere que a destinação inicialmente prevista será insuficiente para atender tanto a demanda do campo como a expectativa de negócios da indústria.   Fonte: https://goo.gl/acX881
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Governo espera investir R$ 20 bilhões em portos até 2018, diz ministro
17/11/16
No Porto de Paranaguá, o governo espera colocar mais dois terminais em consulta pública: um de…
[caption id="attachment_763" align="aligncenter" width="600"]porto-de-paranagua-hugo-harada-122-kdle-u201165985269rse-1024x683agro-web No Porto de Paranaguá, o governo espera colocar mais dois terminais em consulta pública: um de celulose e outro para veículos. Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo[/caption]  

A expectativa é aplicar R$ 24 bilhões em 67 terminais privados e mais 20 antecipações de contrato, com investimentos adicionais de R$ 10 bilhões; mas nem tudo será concretizado até lá

  O governo prevê investimentos da ordem de R$ 20 bilhões em portos até o final de 2018, disse nesta quarta-feira (16) o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella Lessa. A carteira em análise no governo prevê R$ 24 bilhões em 67 terminais privados e mais 20 antecipações de contrato, com investimentos adicionais de R$ 10 bilhões. Mas nem tudo será concretizado até o final de 2018, reconheceu o ministro. No dia 5 de dezembro, ele pretende apresentar propostas para desburocratizar e acelerar a análise para autorização de investimentos no setor portuário. Além dos dois terminais autorizados hoje, que totalizam investimentos de R$ 850 milhões e gerarão perto de 1,3 mil empregos diretos, o governo já autorizou investimentos de R$ 155 milhões do terminal de celulose da Fibria, no porto de Santos, e de R$ 206 milhões no terminal de grãos da Cargill, no mesmo porto. Ambos os empreendimentos foram leiloados em dezembro de 2015. Até o dia 28 de novembro, serão publicados os editais de licitação de duas áreas para a construção de terminais de combustíveis em Santarém (PA), com investimentos estimados em R$ 30 milhões. E, em meados de dezembro, há expectativa de ser publicado o edital para o terminal de trigo no Rio de Janeiro. O governo espera colocar em consulta pública outros três terminais portuários: um de celulose e outro para veículos, ambos em Paranaguá (PR) e um para celulose em Itaqui.

Galeão

O governo ainda não decidiu se pagará ou não a parte da Infraero na concessão do aeroporto do Galeão, disse Maurício Quintella Lessa. “No caso do Galeão, tem risco se o governo permanecer ou se o governo sair.” Ele explicou que, se a Infraero sair do consórcio, realizará uma perda da ordem de R$ 1 bilhão. Isso tem de ser confrontado com a perspectiva futura da concessão. “Se ficarmos, vamos ter mais R$ 2 bilhões de prejuízo, mais R$ 3 bilhões, mais R$ 4 bilhões?”, questionou. O ministro espera receber nesta quarta uma “evaluation” do aeroporto, que servirá de base para discussões com o Ministério do Planejamento. “A perspectiva é que a evaluation venha pequena”, disse. Porém, esse valor pode mudar se, por exemplo, o Congresso Nacional decidir reincluir na Medida Provisória das Concessões o dispositivo que permitiria ao aeroporto reprogramar seus pagamentos da outorga - o que é uma peça fundamental para o reequilíbrio do negócio. A autorização para mudança no pagamento constou de algumas versões da MP, em seu artigo 26, mas foi retirada. “É uma situação que, se correr, o bicho pega, se ficar o bicho come”, resumiu o ministro. Diante da instabilidade do quadro, Quintella acha que o mais prudente seria pagar a outorga do Galeão este ano e deixar a decisão final para o ano que vem. Porém, disse ele, essa não é uma decisão de governo ainda. Embora o governo tenha decidido que não faz sentido a Infraero ser sócia em 49% de cinco aeroportos concedidos (Guarulhos, Viracopos, Brasília, Confins e Galeão), ainda está para ser decidida a saída da União desses negócios. Neste ano, a dúvida é apenas em relação ao Galeão. A Infraero vai pagar sua parte nos demais aeroportos, o que representa um gasto da ordem de R$ 1 bilhão. “Recursos, há”, afirmou o ministro.   Fonte: https://goo.gl/uCmHGT  
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Tecnologia brasileira garante análise de solo em apenas 30 segundos
01/11/16
Análises avaliam características e fertilidade do solo, fundamentais para uma boa produtividade; A expectativa é dobrar…
[caption id="attachment_752" align="aligncenter" width="600"]14101654-kdyd-u201075558854vtf-1024x722agro-web Análises avaliam características e fertilidade do solo, fundamentais para uma boa produtividade; A expectativa é dobrar o número de procedimentos: atualmente, são 4 milhões por ano, em todo o país. Foto: Christian Rizzi / Agência de Notícias Gazeta do Povo[/caption]  

Sistema usa inteligência artificial e banco de dados online para fazer a avaliação a jato; Hoje, segundo os desenvolvedores, o processo pode levar dias, além de gerar resíduos que poluem o meio ambiente

  Mal daria tempo de buscar um cafezinho e, pronto (!), lá estaria uma análise completa de solo, em 30 segundos, com dados sobre as características e fertilidade da terra, fundamentais para uma boa produtividade. É o que promete uma nova tecnologia, criada pela Embrapa em parceria com a iniciativa privada. O sistema, que foi chamado de SpecSolo, usa sensores que captam a vibração das moléculas na amostra de solo e cruza essa informação com um enorme banco de dados online para chegar ao resultado. Hoje, segundo os desenvolvedores, todo esse processo pode levar dias, além de gerar resíduos que poluem o meio ambiente. “A solução é uma das maiores inovações em análise de solos das últimas cinco décadas no Brasil” diz o chefe-geral da Embrapa Solos, Daniel Vidal Pérez. O projeto ainda conta com um sistema especialista para gerar recomendações de adubação e calagem, segundo os principais manuais disponíveis no país. A tecnologia atende a diferentes públicos, como laboratórios, cooperativas, usinas de açúcar e álcool, órgãos de pesquisa e extensão rural, empresas de agricultura de precisão e consultores. “Ela irá permitir a substituição, com rapidez e precisão, dos métodos tradicionais em análise de solos, muitos deles poluentes ao meio ambiente, mitigando os impactos ambientais e diminuindo os custos dos laboratórios com o tratamento e destinação correta de resíduos”, afirma André Marcelo de Souza, pesquisador da Embrapa responsável pelo SpecSolo Além disso, devido à sua versatilidade, produtores rurais que antes tinham dificuldade de conduzir as análises e, consequentemente, as recomendações de adubação e correção, passarão a ter fácil acesso ao novo sistema. Em consequência, espera-se um aumento de produtividade devido ao uso racional de corretivos e fertilizantes, com redução dos impactos ambientais e melhoria da qualidade de vida no meio rural. A expectativa é dobrar o número de análises: atualmente, são 4 milhões por ano, em todo o país. O procedimento é exigido, inclusive, para a liberação do crédito rural, pois possibilita a avaliação de riscos do negócio.   Fonte: https://goo.gl/H1KLwr      
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Com apoio da Emater, produtores de soja reduzem uso de agrotóxicos
01/11/16
  A…
[caption id="attachment_750" align="aligncenter" width="600"]nelson-harger-02 Embrapa/Soja, prefeituras, cooperativas, universidades e empresas de planejamento são parceiras do Instituto neste trabalho.[/caption]  

A Emater vai retomar neste início de novembro as ações do Programa de Manejo Integrado de Pragas na cultura da soja

  A Emater vai retomar neste início de novembro as ações do Programa de Manejo Integrado de Pragas na cultura da soja. A Iniciativa tem o objetivo de levar orientação técnica aos produtores, em 92 municípios, para diminuir o número de aplicações de venenos no controle de pragas, garantindo a produtividade, o aumento da renda e a preservação dos recursos naturais. Embrapa/Soja, prefeituras, cooperativas, universidades e empresas de planejamento são parceiras do Instituto neste trabalho. Para desenvolver o projeto, a Emater vai contar com a colaboração de cerca de 150 agricultores. Eles vão entregar suas plantações aos cuidados dos técnicos do Instituto que semanalmente vão visitá-las para monitoramento do que está acontecendo com a cultura. “Nesse monitoramento, junto com o produtor, usando um instrumento simples chamado pano de batida, é feita uma amostragem em pontos aleatórios dentro da plantação, identificando e contando todos os insetos”, explica o engenheiro agrônomo Nelson Harger, coordenador estadual do projeto Grãos, da Emater. Segundo ele, são essas informações e mais a análise de outros fatores como a previsão do clima, por exemplo, que orientam a decisão do técnico de receitar ou não uma pulverização com veneno. “A estratégia é retardar ao máximo o uso da ferramenta química. Isso dá tempo para que naquele ambiente se estabeleça um equilíbrio biológico, situação em que os inimigos naturais se encarregam de controlar as pragas indesejáveis”, explica Harger. Na última safra, na média, os produtores fizeram a primeira aplicação de venenos para o controle de pragas na cultura da soja aos 30 dias. Os agricultores que integram o projeto realizado pela Emater tomaram essa mesma decisão apenas aos 66 dias depois da germinação da cultura. “Com isso, foi possível reduzir em 55% o volume de agrotóxicos aplicados, comparado à média estadual que é de cinco aplicações. Tivemos o ganho ambiental e a diminuição do custo de produção equivalente a duas sacas de soja por hectare”, informa Harger. Levando em conta que o Paraná plantou 5,2 milhões de hectares com soja, contabiliza o técnico da Emater, se todos os produtores do Estado conseguissem esse resultado teriam embolsado na safra cerca de R$ 700 milhões a mais. As lavouras dos agricultores colaboradores orientados pela Emater são consideradas “unidades de referências”. Elas serão usadas pelos 92 extensionistas que integram a ação, até final de dezembro, para a capacitação de outros 3 mil produtores, por meio de 150 encontros técnicos que acontecem, de forma prática, junto às lavouras. Também até o final do ano, em parceria com a Embrapa, a Emater utiliza essas unidades de referência para promover outro evento chamado Giro Técnico, com a participação de aproximadamente 600 pessoas. Serão 15 iniciativas ao todo, que vão reunir, além de produtores, pesquisadores e técnicos da Emater, cooperativas, prefeituras e empresas da iniciativa privada. Nesta safra, graças a uma parceria com a Embrapa e a empresa catarinense Precisagro, um grupo formado por 21 profissionais vai adotar um aplicativo para smartfhone e tablet que vai facilitar a tarefa de monitoramento no campo. Com recurso de orientação por GPS, a tecnologia permite ao técnico, após a batida do pano em cada ponto de amostragem, lançar os dados imediatamente no aparelho que vai contabilizando e processando as informações. “Antes, eu anotava os números da amostragem numa planilha, voltava para o escritório para estudar a situação. Agora posso, na hora, ter esse resultado e junto com o produtor escolher qual o melhor caminho seguir. Decidir se fazemos alguma aplicação ou aguardamos um pouco mais”, detalha o engenheiro agrônomo Fernando Teixeira de Oliveira, da Emater de Andirá, que coordena o Programa de Manejo Integrado de Pragas da soja, em todo o Estado. O aplicativo, comenta o técnico, permite a criação de uma rede de comunicação entre todos os profissionais envolvidos na ação. “Isso é bom porque se alguém se depara com um inseto estranho, que ainda não conhece, pode tirar uma foto dele e pedir aos demais profissionais que estão conectados. Também, em tempo real, pode pedir ajuda a outro colega para auxiliar a sua tomada de decisão”. Fernando acredita que a novidade pode ser útil, ainda, para atrair o interesse de profissionais mais jovens para o projeto. “Estudantes de Agronomia têm acompanhado o nosso trabalho, em certos locais até auxiliando no monitoramento das lavouras, Eles são de uma geração bastante ligada às novas tecnologias de comunicação”, afirmou. O programa Manejo Integrado de Pragas da Soja integra as ações da Campanha Plante Seu Futuro, desenvolvida pela Secretaria de Estado da Agricultura com seus órgãos vinculados e diversas outras organizações que têm atuação no campo, entre elas Faep/Senar, Fetaep, Ocepar, prefeituras, cooperativas e empresas da iniciativa privada. A Campanha busca promover a adoção de boas práticas agrícolas e envolve, além do MIP, a conservação do solo e da água, controle de formigas cortadeiras e o manejo integrado de doenças e plantas invasoras.   Fonte: https://goo.gl/4VYiqX  
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Produtores rurais já contrataram R$ 33,4 bi de crédito para a safra 2016/17
24/10/16
Entretanto, as aplicações em custeio caíram 27,8%, de R$ 28,6 bilhões para R$ 20,6 bilhões. Foto:…
[caption id="attachment_747" align="aligncenter" width="600"]14999546-ksqf-u201060858504nhb-1024x683agro-web Entretanto, as aplicações em custeio caíram 27,8%, de R$ 28,6 bilhões para R$ 20,6 bilhões. Foto: BRUNNO COVELLO[/caption]  

Financiamentos para comercialização e investimento foram os que mais cresceram

  As contratações do crédito rural da agricultura empresarial na safra 2016/2017, entre julho e setembro, alcançaram R$ 33,4 bilhões. Do total, R$ 20,7 bilhões são para custeio, R$ 7,2 bilhões, para comercialização e R$ 5,6 bilhões, para investimento. Os desembolsos representam 18% dos R$ 183,9 bilhões programados para o ciclo agrícola 2016/17. A modalidade investimento cresceu 19,1% em comparação ao mesmo período do ano passado, saindo de R$ 4,7 bilhões para R$ 5,6 bilhões. O crédito para comercialização também teve uma elevação de 17%, saltando de R$ 6,12 bilhões para R$ 7,16 bilhões. Entretanto, as aplicações em custeio caíram 27,8%, de R$ 28,6 bilhões para R$ 20,6 bilhões. Segundo a Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a redução decorreu da antecipação das contratações realizadas nos meses de maio e junho de 2016, da ordem de R$ 10 bilhões, a título de pré-custeio. Três linhas de financiamento continuam se sobressaindo: Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota), Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro) e Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). Isso, de acordo com a SPA, sinaliza a almejada retomada dos investimentos no campo. A contratação de recursos destinados ao Moderfrota apresentou crescimento da ordem de 127%, chegando a R$ 2,3 bilhões contra R$ 997 milhões da safra passada. O programa de capitalização de cooperativas agropecuárias também teve bom desempenho. Foram aplicados nesta linha de financiamento R$ 733 milhões, aumento de 106%. Já os créditos de investimentos do programa de apoio ao médio produtor rural ficaram em R$ 331 milhões, o que corresponde a 62% a mais do que o aplicado no período de julho a setembro de 2015 (R$ 204 milhões) As contratações com recursos procedentes da emissão da Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) foram de R$ 4,5 bilhões. Deste total, R$ 2,1 bilhões são a juros controlados e R$ 2,4 bilhões a taxas de juros livres.   Fonte: https://goo.gl/GtJ4S4  
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Valor bruto da produção chega a R$ 518,1 bilhões em 2016
18/10/16
Na análise por região, o Sul permanece na liderança do valor bruto da produção agropecuária (R$…
[caption id="attachment_745" align="aligncenter" width="600"]colheita-soja-tupaciguara-hugo-harada-77-kvud-u201027426701zaf-1024x649agro-web Na análise por região, o Sul permanece na liderança do valor bruto da produção agropecuária (R$ 153,2 bilhões). Foto - Hugo Harada/Gazeta do Povo[/caption]  

Esse é o terceiro melhor resultado dos últimos 27 anos. Em relação a 2015, houve queda de 2,6%

  A Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento estima, com base em dados do mês passado, que o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) em 2016 chegue a R$ 518,1 bilhões. Na série iniciada em 1989, esse é o terceiro melhor resultado. No entanto, em relação ao ano passado, houve uma diminuição de 2,6%. “O principal motivo é uma queda de 21,2% na produção de milho por causa da seca”, diz o coordenador-geral de Estudos e Análises da SPA, José Garcia Gasques. A safra total do grão passou de 84,7 milhões de toneladas em 2015 para 66,7 milhões de toneladas este ano. O milho segunda safra foi o que mais contribuiu para essa diminuição. Por conta da queda na produção, o VBP do cereal caiu 7,1%. Outros produtos que seguiram o mesmo caminho foram o algodão (-15,2%), arroz (-15,4 %), cacau (-14,3%), laranja (-12,8 %) e tomate (-47,2%), por exemplo. “Isso também se deve à diminuição na quantidade, a preços menores ou aos dois fatores, dependendo da cultura”, analisa Gasques. Na pecuária, as maiores reduções foram da carne suína (-12,5 %), e leite (-12,1%). No caso desses dois produtos, a combinação preços mais baixos e produção menor levou à queda no faturamento.

Bons resultados

Mesmo com um VBP total 2,6% menor do que em 2015, o faturamento ainda é considerado elevado, segundo Gasques. Isso se deve a um grupo relativamente pequeno de produtos, mas que representam 54% do VBP total. São a soja (+2,9%), o café (+13,6 %), o feijão (+8,8%), o trigo (+26,6%), a banana (+40,8%); a batata-inglesa (+24,3%) e a maçã (+13,7%). O VBP médio dos últimos três anos, de R$ 524,8 bilhões, deve se manter até o fim do ano, porque a colheita da maioria dos produtos já ocorreu, restando apenas as lavouras de inverno, como o trigo. Na análise por região, o Sul permanece na liderança do valor bruto da produção agropecuária (R$ 153,2 bilhões), seguido do Centro-Oeste (R$ 142,7 bilhões), Sudeste (R$ 140,8 bilhões), Nordeste (R$ 42,3 bilhões) e Norte (R$ 31 bilhões). Entre os estados, São Paulo e Mato Grosso estão na frente. Depois vêm Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Estes cinco estados respondem por 63% do VBP brasileiro.   Fonte: https://goo.gl/mTr5zr  
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Presidente do Cosag, Jacyr Costa busca integração entre agricultura e indústria
04/10/16
O Conselho foi criado pelo Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, em 2006, tendo como presidente o…
[caption id="attachment_743" align="aligncenter" width="600"]lavoura-balsas-16jc-kppe-u20961832095fmc-1024x683agro-web O Conselho foi criado pelo Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, em 2006, tendo como presidente o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues. Foto: JONATHAN CAMPOS/GAZETA DO POVO[/caption]   O diretor da região Brasil da Tereos, Jacyr Costa Filho, afirmou que sua gestão à frente do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) “dará continuidade ao trabalho desenvolvido por Roberto Rodrigues e (ex-presidente do Cosag) João Sampaio, buscando uma integração cada vez maior entre a agricultura e a indústria”. O Conselho foi criado pelo Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, em 2006, tendo como presidente o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues. Em nota, Skaf disse que “o Cosag é muito importante porque agrega sindicatos e associações de produtores, fornecedores e representa o entrelaçamento da indústria com a agricultura, que define o agronegócio”. O presidente da Fiesp também afirmou que Costa Filho vai “aprimorar, aperfeiçoar e ter muitas novas iniciativas” à frente do Conselho. Também conselheiro da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) e presidente do Comitê de Agronegócio da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Costa Filho é engenheiro civil e administrador de empresas. Ele foi empossado como novo presidente do Cosag no dia 29 de setembro.   Fonte: https://goo.gl/kZrbF4  
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Produtores rurais atingidos por estiagem podem renegociar dívidas
29/09/16
Para quem contraiu dívida com o Banco do Nordeste, os descontos variam de 15% a 95%.…
[caption id="attachment_737" align="aligncenter" width="600"]14101647-kikb-u20940324154vfh-1024x683agro-web Para quem contraiu dívida com o Banco do Nordeste, os descontos variam de 15% a 95%. Para quem deve ao Banco da Amazônia, o percentual vai de 10% a 85%.[/caption]  

Os descontos serão aplicados em cinco faixas de valores da dívida atualizada segundo os montantes originais, que variam de R$ 15 mil a mais de R$ 500 mil

  Produtores rurais do Norte e Nordeste prejudicados pela seca são beneficiados por medida que dá desconto e facilita a renegociação de dívidas. Pela lei publicada no Diário Oficial de hoje (29), as dívidas poderão ser quitadas ou renegociadas até 29 de dezembro de 2017 se referentes “a uma ou mais operações do mesmo mutuário, contratadas até 31 de dezembro de 2011 com o Banco do Nordeste do Brasil ou o Banco da Amazônia. Os descontos serão aplicados em cinco faixas de valores da dívida atualizada segundo os montantes originais, que variam de R$ 15 mil a mais de R$ 500 mil. Para quem contraiu dívida com o Banco do Nordeste, os descontos variam de 15% a 95%. Para quem deve ao Banco da Amazônia, o percentual vai de 10% a 85%.O artigo que autorizava o governo federal a repactuar as dívidas de cooperativas agropecuárias com o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) adquiridas até 31 de dezembro de 2010 teve veto porque não traz definição precisa da abrangência da repactuação, tornando praticamente inviável a estimativa do impacto financeiro da medida para o Tesouro Nacional.   Fonte: https://goo.gl/DIwwI5  
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Bayer anuncia compra da Monsanto por 66 bilhões de dólares
15/09/16
    Grupo alemão teve de melhorar sua oferta em várias oportunidades desde maio antes de obter o consentimento da…
88029FPIG5-1205013-3132-ko7G-U20293473646O0D-1024x526@GP-Web    

Grupo alemão teve de melhorar sua oferta em várias oportunidades desde maio antes de obter o consentimento da empresa americana

  O grupo farmacêutico alemão Bayer anunciou nesta quarta-feira (14) ter fechado um acordo para a compra do líder mundial dos herbicidas e engenharia genética de sementes americano Monsanto. A transação foi fechada em 128 dólares por ação. Com isso, o valor final acertado foi de 66 bilhões de dólares, a fusão mais cara até agora de um grupo alemão. “Bayer e Monsanto assinaram nesta quarta-feira um acordo de fusão”, anunciou em comunicado o presidente da Bayer, Werner Baumann. “Nós estamos felizes em anunciar a combinação de duas grandes organizações. Isso representa um passo grande para os nossos negócios de ciência para lavouras e reforça a posição de liderança da Bayer como companhia de inovação global em ciência de vida, com posições de liderança em seus segmentos centrais, entregando valor substancial aos acionistas, consumidores, empregados e à sociedade”, disse. “A transição une duas atividades diferentes, mas fortemente complementares” em termos de sementes, fertilizantes e pesticidas, assinala o texto. “A operação representa um grande passo para nossa divisão agrícola e reforça a posição de liderança da Bayer em inovação e em seus principais segmentos, entregando substancial valor de mercado para seus acionistas, clientes, funcionários e sociedade em geral”, declarou a empresa. “Acreditamos que a combinação [dos nossos negócios] com a Bayer representa o mais atraente valor para nossos acionistas. O anúncio de hoje é a confirmação de tudo o que temos alcançado e do valor que temos criado para todos os públicos da Monsanto”, afirmou o CEO da Monsanto, Hugh Grant, em nota. Juntos, Bayer e Monsanto se converterão em um gigante mundial de 23 bilhões de euros (25,8 bilhões de dólares) de volume de negócios anual, com 140.000 funcionários.

Negociações

O grupo alemão teve de melhorar sua oferta em várias oportunidades desde maio antes de obter o consentimento da empresa americana. Esta, durante todo o tempo, sempre se mostrava aberta a negociar, mas sempre deixando claro que havia outras propostas sobre a mesa. Os misteriosos interessados, porém, jamais se revelaram. “Realmente, a Bayer está pagando muito, portanto deverá conseguir o maior benefício da fusão”, considerou o analista do DZ Bank, Peter Spengler. A união dos dois grupos, que deve se concluir antes de 2017, vai aumentar o lucro bruto para em terno de 1,3 bilhão de euros (1,5 bilhão de dólares) ao final de três anos.   Fonte: https://goo.gl/Q3mFP9  
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Governo corta subsídios agrícolas para reduzir rombo nas contas públicas
12/09/16
O rombo no Tesouro chegou a R$ 11,660 bilhões no ano passado e, entre janeiro e…
[caption id="attachment_727" align="aligncenter" width="600"]sidrolandia-11jc-kr1e-u20856632650cnc-1024x683agro-web O rombo no Tesouro chegou a R$ 11,660 bilhões no ano passado e, entre janeiro e julho de 2016, atingia R$ 2,73 bilhões. Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo[/caption]  

Entre janeiro de 2015 e julho de 2016, o Tesouro gastou R$ 14,302 bilhões somente para cobrir o déficit configurado pela postergação de repasses a bancos financiadores de operações do crédito rural

  Apesar do discurso de que a competitividade da agropecuária brasileira justificaria cortes de subsídios, na prática o governo tenta, com a diminuição desses benefícios, reduzir o rombo do setor nas contas públicas, no processo de ajuste fiscal. Relatório do Tesouro obtido pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, aponta que, entre janeiro de 2015 e julho de 2016, o Tesouro gastou R$ 14,302 bilhões somente para cobrir o déficit configurado pela postergação de repasses a bancos financiadores de operações do crédito rural - os chamados “restos a pagar” na rubrica orçamentária. O período coincide com as “despedaladas” fiscais e o acerto de contas com instituições financeiras feito pelo governo. O rombo no Tesouro chegou a R$ 11,660 bilhões no ano passado e, entre janeiro e julho de 2016, atingia R$ 2,73 bilhões. Em 2015, o governo registrou a execução de um orçamento de R$ 7,866 bilhões com subsídios. Os gastos com operações financeiras bancárias de subvenção ao setor agrícola, no entanto, somaram R$ 19,526 bilhões. Segundo o Tesouro, a diferença entre as cifras refere-se à quitação dos restos a pagar, ou seja, são de operações antigas. De janeiro a julho deste ano, R$ 8,669 bilhões estavam previstos no orçamento com subsídios. O que foi pago no total, porém, chegou a R$ 11,311 bilhões. Ou seja, o resultado foi um rombo de R$ 2,642 bilhões no período. O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, expõe abertamente que não há recursos em caixa que sustentem subsídios como os concedidos no passado. O Ministério da Fazenda não quis comentar mudanças na política adotada pelo governo nos últimos anos para estimular o setor. Mas, de acordo com fontes do governo, a revisão de programas agrícolas é necessária diante da recessão vivida pelo País, que apresenta déficit primário por anos consecutivos. Para o governo, a revisão de grande parte dos benefícios concedidos ocorre porque o setor agrícola, além de “caminhar sozinho”, é o que mais recebe ajuda. Além da competitividade ampliada com os subsídios, o governo cita o resultado positivo do setor entre os fatores que justificam este “caminhar sozinho” e a redução de benefícios, que já ocorre. A agricultura ainda é um dos poucos segmentos que segue contratando mais do que demitindo. No acumulado de 2016, o saldo do setor é positivo em 96 mil postos formais de trabalho, de acordo com dados do Ministério do Trabalho.   Fonte: http://goo.gl/NaJa5s  
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Preços de commodities registram queda de 2,6% em agosto
09/09/16
                               …
[caption id="attachment_725" align="aligncenter" width="600"]lavoura-balsas-8jc-kbt-u20844600007j1d-1024x683agro-web                                                                                                                              JONATHAN CAMPOS/GAZETA DO POVO[/caption]  

O segmento agropecuário (carne de boi, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz e carne de porco) registrou queda de 3,34%

  Os preços das commodities, produtos primários com cotação internacional, caíram em agosto. O Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado mensalmente pelo Banco Central (BC), apresentou queda de 2,60%, em agosto comparado a julho deste ano. Em 12 meses encerrados em agosto, o índice registrou queda 6,42% e no acumulado do ano, de 12,40%. As informações são da Agência Brasil. O IC-Br é calculado com base na variação em reais dos preços de produtos primários (commodities) brasileiros negociados no exterior. O BC observa os produtos que são relevantes para a dinâmica dos preços ao consumidor no Brasil. No mês passado, o segmento de energia (petróleo, gás natural e carvão) registrou queda de 1,32%, enquanto o de metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel) subiu 0,16%. O segmento agropecuário (carne de boi, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz e carne de porco) registrou queda de 3,34%. O índice internacional de preços de commodities CRB, calculado pelo Commodity Research Bureau, registrou queda de 2,52% em agosto e de 8,39%, em 12 meses.   Fonte: http://goo.gl/GIIqeD  
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Agricultor brasileiro deve investir em produtividade, diz Bayer
08/09/16
"Acho que o produtor brasileiro vai continuar a investir em tecnologia porque a única solução é…
[caption id="attachment_722" align="aligncenter" width="780"]publicaixa2 "Acho que o produtor brasileiro vai continuar a investir em tecnologia porque a única solução é garantir a produtividade nesta situação”, analisa Reichardt (Foto: Thinkstock)[/caption]  

Executivo da área agrícola acredita que situação financeira levará produtor a reforçar tecnologia em vez de elevar área

  A divisão de negócios agrícolas da Bayer acredita em manutenção da superfície plantada com grãos no Brasil na safra 2016/2017. Marc Reichardt, chefe global de operações comerciais da companhia neste segmento, acredita que depois de uma forte quebra registrada na temporada passada, além de restrições no crédito, o agricultor brasileiro deverá investir mais em rendimento no campo do que em área. Nesta semana, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) voltou a revisar para baixo sua estimativa para a safra 2015/2016 de grãos no Brasil. O relatório mensal de setembro (clique aqui para ler) apontou uma produção de 186,4 milhões de toneladas, uma redução de 10,3% em relação à temporada 2014/2015, em função de problemas climáticos em algumas das principais regiões. A Conab ainda não começou a divulgar suas projeções oficiais para o ciclo 2016/2017. O relatório com os primeiros números deve ser o de outubro. Mas, no Ministério da Agricultura, há uma expectativa de que a produção nacional de grãos chegue a 210 milhões de toneladas, como já afirmou anteriormente, por exemplo, o secretário de Política Agrícola, Neri Geller. “Possivelmente, vai ser uma safra em que a área não vai aumentar, mas acho que o produtor brasileiro vai continuar a investir em tecnologia porque a única solução é garantir a produtividade nesta situação”, analisa Reichardt, que tem no currículo 11 anos de atuação no mercado brasileiro como chefe da divisão Crop Science da Bayer para a América Latina.O Brasil é o principal mercado latino-americano para a companhia multinacional com sede em Leverkusen, na Alemanha. Marc Reichardt reconhece que a situação financeira dos agricultores brasileiros ficou pior, de um modo geral, em função do ocorrido na última safra. Há um alto nível de endividamento e os bancos são mais conservadores nos empréstimos. Mesmo assim, o chefe de operações agrícolas comerciais garante que a Bayer vai manter investimentos no mercado brasileiro. Uma das principais apostas da empresa no país para esta safra é a soja com a tecnologia Liberty Link (LL), apresentada comercialmente em março deste ano. O desenvolvimento da tecnologia, implantada em 11 cultivares, levou quase 10 anos. O plantio experimental foi feito em cerca de 600 propriedades de diversas regiões brasileiras. O lançamento dependia apenas da aprovação pelas autoridades nacionais do glufosinato de amônia, herbicida contra o qual a soja Liberty Link apresenta resistência.A Bayer não informa a expectativa de utilização das variedades LL nas lavouras brasileiras de soja. Com a tecnologia, a multinacional alemã busca ganhar espaço como opção para o produtor, especialmente em regiões onde há resistência aos herbicidas à base de glifosato. “O lançamento é muito promissor, a tecnologia encontrou boa aceitação por parte do produtor e o resultado tem sido acima do esperado”, garante Marc Reinchadt, sem dar mais detalhes, durante entrevista para jornalistas latino-americanos na sede da companhia. *O repórter viajou a convite da Bayer   Fonte: http://goo.gl/u1x285  
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Safra 2015/16 cai 10% e atinge 186,4 milhões de toneladas, diz Conab
06/09/16
A produção de soja encolheu 0,8%, passando de 96,2 para 95,4 milhões de toneladas. Hugo Harada/Gazeta…
[caption id="attachment_720" align="aligncenter" width="600"]COLHEITA SOJA JATAI - Hugo Harada (61)-kjWB-U20832108957YiG-1024x625@AGRO-Web A produção de soja encolheu 0,8%, passando de 96,2 para 95,4 milhões de toneladas. Hugo Harada/Gazeta do Povo.[/caption]  

A queda na produção de grãos se deve às adversidades climáticas, como estiagens prolongadas e altas temperaturas durante o ciclo

  Vilão da safra 2015/16, o clima foi responsável pela queda no rendimento das lavouras brasileiras. De acordo com último levantamento da temporada realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção de grãos deve ser de 186,4 milhões de toneladas, uma queda de 10,3% em relação à safra anterior (21,4 milhões de toneladas), quando os produtores colheram 207,8 milhões. A queda na produção de grãos se deve às adversidades climáticas, como estiagens prolongadas e altas temperaturas durante o ciclo. A produção da soja encolheu 0,8%, passando de 96,2 para 95,4 milhões de toneladas. A primeira safra de milho deve cair 14,1%, para 25,85 milhões de toneladas. Já a safrinha está estimada em 41,1 milhões de toneladas, queda de 24,7% ante a safra 2014/15. Com isso, o milho total deve apresentar redução de 20,9%, atingindo cerca de 66,98 milhões de toneladas ante período anterior (68,58 milhões de t). A safra de algodão em pluma deve alcançar 1,29 milhão de toneladas, o que corresponde a uma queda de 17,5% em relação à safra anterior. A produção de arroz deve registrar baixa de 14,8%, para 10,60 milhões de toneladas. A três safras de feijão cultivadas no Brasil também sofreram impacto do clima ruim e deve atingir 2,51 milhões de toneladas, queda de 21,6%. O trigo, principal cultura de inverno, deve manter o crescimento de produção, subindo 11,4% e alcançando 6,2 milhões de toneladas, mesmo com uma área 14,4% menor. Apesar da queda na produção, a área plantada na safra 2015/16 registrou um aumento de 0,7% frente a temporada passada e deve atingir 58,3 milhões de hectares. A soja, que responde por 57,12% da área cultivada do país, é a grande responsável por esse aumento. O acréscimo é de 3,6%, passando de 32,1 milhões de hectares para 33,2 milhões.

IBGE

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os produtores devem colher 186,1 milhões de toneladas na atual temporada, um recuo de 11,1% em relação à produção de 2015, quando totalizou 209,4 milhões de toneladas. O volume também é 1,5% menor do que o previsto em julho (189 milhões de toneladas). A estimativa da área a ser colhida pelos produtores agrícolas brasileiros em 2016 é de 57,4 milhões de hectares, uma queda de 0,4% em relação a 2015, quando foi de 57,6 milhões de hectares. Em relação à estimativa de julho, a área decresceu 226,8 mil hectares e a produção se reduziu em 1,5%. Arroz, milho e soja - os três principais produtos da safra nacional - responderam por 92,6% da estimativa de produção e por 87,8% da área a ser colhida. Em relação a 2015, houve acréscimo de 3,0% na área colhida da soja e reduções de 1,3% na área do milho e de 9,8% na área do arroz. Quanto à produção, a estimativa aponta quedas de 0,8% para a soja, 14,9% para o arroz e 23,4% para o milho.   Fonte: http://goo.gl/uDJSkC  
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Previsões para complexo soja no Brasil na safra mantêm-se inalteradas
06/09/16
A estimativa de produção de soja do Brasil na temporada permaneceu em 96,6 milhões de toneladas…
[caption id="attachment_717" align="aligncenter" width="780"]agricultura_soja_grao A estimativa de produção de soja do Brasil na temporada permaneceu em 96,6 milhões de toneladas (Foto: Ed. Globo)[/caption]  

As informações são da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove)

  A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) manteve nesta segunda-feira (5/9) todas as suas projeções para o complexo soja referentes à safra 2015/2016. A estimativa de produção de soja do Brasil na temporada permaneceu em 96,6 milhões de toneladas, assim como a de exportação do grão pelo País, em 53 milhões de toneladas. De forma semelhante, as projeções da associação continuam as mesmas para as importações da oleaginosa no atual ciclo (500 mil toneladas), processamento (40,7 milhões de toneladas), produção de farelo (30,9 milhões de toneladas), de óleo (8,05 milhões de toneladas) e para o estoque de passagem (2,231 milhões de toneladas). De janeiro a julho, as associadas da Abiove que, segundo o relatório, representam de 76% a 80% do setor, processaram 18,799 milhões de toneladas de soja e produziram 14,338 milhões de toneladas de farelo e 3,744 milhões de toneladas de óleo.A Abiove também manteve sua projeção de receita decorrente das exportações de soja em grão em 2016 em US$ 19,610 bilhões, assim como a referente às vendas externas de farelo no ano, em US$ 5,320 bilhões, e às de óleo, em US$ 1,020 bilhão.   Fonte: http://goo.gl/vlzShd  
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Coisas que você precisa saber sobre a agricultura BR
05/09/16
  Agronegócio tem importância fundamental na alimentação, geração de empregos e muito mais. Importância histórica A agricultura no Brasil é,…
topico_43440_www-agron-com-br_3989_coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-a-agricultura-br   Agronegócio tem importância fundamental na alimentação, geração de empregos e muito mais. Importância histórica A agricultura no Brasil é, historicamente, umas das principais bases da economia do país desde os primórdios da colonização até o século XXI. Evoluiu de extensas monoculturas para a diversificação da produção. Inicialmente produtora de cana-de-açúcar, passando pelo café, e chegando na alta produtividade de soja. Valor econômico O PIB do setor representou na última medição do Ministério da Agricultura 4,85% do total da economia brasileira, maior taxa de crescimento desde 1995, somando R$ 234,6 bilhões. A renda bruta da agricultura brasileira deve ter um crescimento de 1,5% em 2015, chegando a R$ 286,4 bilhões, segundo informa a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Vocação empregadora Agricultura familiar é uma das principais atividades geradoras de trabalho e renda na América latina, segundo relatório da ONU em parceria com FAO. Contudo, a agricultura familiar não é o maior produtor de alimento produzido como preconizado. Produz apenas 46% do milho, 38% do café, 34% do arroz, 21% do trigo do Brasil segundo o Censo Agropecuário de 2006. Contudo, juntamente com o agronegócio da qual também faz parte é uma atividade muito importante para a segurança alimentar mundial. Líder de mercado O Brasil é o principal produtor e exportador de café, açúcar, etanol de cana-de-açúcar e suco de laranja do mundo. Além disso, lidera o ranking das vendas externas do complexo soja (farelo, óleo e grão). O céu é o limite A projeção do Ministério da Agricultura é que, até 2030, um terço dos produtos agrícolas comercializados sejam do Brasil, em função da crescente demanda dos países asiáticos. Criando novas gerações desde o século 19 A primeira escola de profissionais agrônomos foi inaugurada ainda no Império. No ano de 1875 foi fundado, no povoado de São Bento das Lages, o primeiro curso de agronomia. Mas a profissão de engenheiro agrônomo só foi reconhecida em 1933 – atualmente, existem 288 cursos de agronomia regulares no país.   Fonte: http://goo.gl/14Qahi  
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Agronegócio se consolida como alavanca para retomada do crescimento econômico brasileiro
02/09/16
  A agricultura e o agronegócio constituem um dos setores mais dinâmicos da economia brasileira, cujos superávits na balança comercial…
harvest-1543064_1920   A agricultura e o agronegócio constituem um dos setores mais dinâmicos da economia brasileira, cujos superávits na balança comercial dão, há mais de 20 anos, estabilidade ao País. São sucessivos superávits de 100 bilhões de dólares ao ano que salvam a balança comercial. Em 2015, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) encolheu -3,8% e a indústria -6,5%, a agricultura cresceu +1,8%. A agropecuária ocupa 27% do território brasileiro e preserva 61% da vegetação, representa 23% do PIB, sustenta 25% dos empregos e responde por 46% das exportações – por isso, pode e deve influenciar o futuro do País. Essa realidade está particularmente presente em Santa Catarina, que tem uma das mais avançadas indústrias de processamento de carnes do mundo. Esse status resulta da associação de seis fatores essenciais: recursos naturais, disponibilidade de grãos, sistema de produção integrada indústria/criador, privilegiado e reconhecido status sanitário, flexibilidade e variedade de mercados e permanente investimento em tecnologia. Os produtores e as indústrias atingiram um saudável ponto de equilíbrio, resultado da aprendizagem – depois de décadas de erros – sobre os efeitos perversos da gangorra (picos de alta e de baixa produção na proporção inversa de altos e baixos ganhos). Entretanto, nem tudo são flores. Obstáculos à exportação continuarão sendo as deficiências logísticas. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, entre 148 países pesquisados, o Brasil está em 71o lugar em termos de infraestrutura, na educação e treinamento de mão de obra em 72a posição e, em eficiência de mão de obra, 92o lugar. A verdade é que as péssimas condições de infraestrutura destroçam a eficiência e competitividade obtida “dentro das porteiras” em face da inexistência e/ou das más condições das rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, comunicações e geração de energia. A ACIC tem atuado fortemente nas reivindicações de investimentos na infraestruturação regional, em especial nas áreas de ferrovias (Chapecó-Itajaí e Chapecó-Brasil central) e de rodovias (duplicação das BRs 282 e 470). O dólar elevado implica em aumento dos custos de produção no campo e na indústria porque grande parte dos insumos – especialmente milho e farelo de soja para nutrição animal, equipamentos, embalagens, aminoácidos etc – são cotados em dólar. É errôneo afirmar que a agricultura exportacionista e a agroindústria têm lucros automáticos com o aumento do dólar. O agronegócio é o orgulho de Santa Catarina e luta tenazmente para avançar no mercado mundial, dominado por gigantescos grupos econômicos. Essa concentração gera um dilema – como manter competitivos os pequenos e médios produtores rurais e pequenas e médias agroindústrias nesse mercado concorrente e hostil. Por isso, foi um erro da diplomacia brasileira não ter acompanhado, negociado ou participado das tratativas que resultaram na aprovação do acordo que criou o Mercado Comum do Pacífico. Teme-se, agora, que o Brasil perca mercado para suas carnes. Observe-se que 90% da carne de frango importada pelos japoneses são brasileira, mas esse mercado pode ser abastecido pelo frango norte-americano, pois Japão e Estados Unidos são, agora, parceiros do Acordo Transpacífico. O maior patrimônio da agropecuária catarinense é o seu status sanitário como área livre de febre aftosa e peste suína clássica sem vacinação. Essa é uma condição única no Brasil e vem assegurando a conquista de mercados internacionais. A manutenção desse status depende da ação conjunta dos criadores, das agroindústrias e do serviço de inspeção sanitária do governo estadual. Apesar das dificuldades que marcam o cenário econômico, o setor primário da economia tem um ano relativamente bom para as cadeias produtivas de suínos, aves e leite. O segmento de carnes vive um bom ano com crescentes exportações de carnes bovina, suína e de aves. A eclosão de epizootias em alguns países favorece o Brasil, que aproveita os resultados da conjugação de vários fatores: qualidade reconhecida, preço competitivo, capacidade de produção e relativa escassez de carne no mercado mundial. Novos mercados surgirão no continente asiático; a China voltará a crescer e a Índia caminha para se tornar grande parceiro comercial. As perspectivas e tendências para o consumo mundial de proteínas são alvissareiras. Não há mais dúvidas de que os países em desenvolvimento irão catapultar a demanda futura por carne. África e Ásia concentrarão cerca de 90% do crescimento demográfico até 2020. Em face desse quadro, a FAO e a OCDE projetam vigoroso crescimento no consumo mundial de alimentos para o horizonte de 2022: a demanda por carne suína crescerá 13%, de carne de aves 19% e de carne bovina 14%, de cereais 15%, de oleaginosas 20% e de lácteos 20%. Os Estados com maior participação no esforço exportacionista são Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Paraná, Minas Gerais, depois, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Mato Grosso. Os principais destinos são Rússia, Hong Kong, Angola, Singapura e Uruguai, além de outros mercados. Grande gerador de riquezas econômicas exportáveis, empregador intensivista de recursos humanos e detentor de elevador nível de sustentabilidade, a agricultura e o agronegócio continuarão exercendo, nas próximas décadas, os papéis de locomotivas do desenvolvimento de Santa Catarina e do Brasil.   Fonte: http://goo.gl/UZrGXT  
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PIB agropecuário cai 2% no segundo trimestre puxado por perdas na produção de grãos
01/09/16
Para o IBGE, a queda no PIB se deve pela redução dos índices de produtividade das…
[caption id="attachment_709" align="aligncenter" width="600"]NAVIRAI SOJA 3JC-1266-kIoD-U20808920588pJ-1024x683@AGRO-Web Para o IBGE, a queda no PIB se deve pela redução dos índices de produtividade das principais culturas agrícolas devido aos problemas climáticos durante a safra de verão (Jonathan Campos/Gazeta do Povo)[/caption]  

O setor também foi pressionado para baixo principalmente pela queda internacional dos preços das commodities e pelo câmbio menos atrativo

  Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária teve uma queda de 2% no segundo trimestre deste ano em relação ao primeiro. Na comparação com o segundo trimestre de 2015, o recuo foi de 3,1%. Apesar da queda, no acumulado dos seis primeiros meses do ano, a atividade agropecuária registrou uma retração de 3,4%, abaixo dos 4,6% de redução no PIB total do Brasil. O valor do PIB agropecuário atingiu R$ 90,76 bilhões ao final de junho. Na avaliação do IBGE, a queda na atividade agropecuária se deve pela redução dos índices de produtividade das principais culturas agrícolas devido aos problemas climáticos durante a safra de verão. Algumas áreas foram seriamente afetadas, em especial aquelas dos Cerrados do Centro-Oeste e Centro Nordeste. O milho teve uma perda de 20,5%, seguido pelo arroz (-14,7%), algodão (-11,9%), feijão (-9,1%) e soja (-0,9%). No primeiro levantamento da safra 2015/16, divulgado em outubro de 2015, a previsão de produção era de 213,4 milhões de toneladas, mas os últimos dados apontam para uma safra de 188,1 milhões de toneladas, redução de 11,9%. A soja tinha uma estimativa inicial de 101,9 milhões de toneladas, mas com os problemas climáticos a produção caiu para 95,4 milhões. O cereal iniciou a safra com uma expectativa de atingir 83,6 milhões de toneladas, mas os produtores devem colher 68,5 milhões na safra 2015/16.Para o presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Luiz Carlos Corrêa Carvalho, o setor foi pressionado para baixo principalmente pela queda internacional dos preços das commodities e pelo câmbio menos atrativo. “Houve um tombo no câmbio que não estimulou (o setor)”, destacou, referindo-se à depreciação do dólar. Para ele, a eventual concretização de medidas econômicas pelo governo de Michel Temer deve dar mais estabilidade ao setor no restante do ano.   Fonte: http://goo.gl/Zuaxlp  
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ANPROMIS alerta para constrangimentos e expectativas dos produtores nacionais de milho
26/08/16
  Num ano marcado por uma acentuada redução da cotação do milho no mercado mundial e nacional e por condições…
20160826085006-milhooo   Num ano marcado por uma acentuada redução da cotação do milho no mercado mundial e nacional e por condições de produção bastante adversas, que se fizeram sentir no nosso pais na altura da instalação desta cultura, a Direção da ANPROMIS – Associação Nacional dos Produtores de Milho e Sorgo esteve reunida esta semana com o Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Capoulas Santos, para lhe apresentar alguns dos principais constrangimentos e expectativas que se colocam aos produtores nacionais de milho. No seguimento dessa reunião, a ANPROMIS, em comunicado enviado às redações, salienta que "o milho é, de longe, a cultura arvense com maior expressão em Portugal, ocupando atualmente uma área que ronda os 120 mil hectares e estando presente em cerca de 64 mil explorações agrícolas distribuídas por todo o País". «No último quinquênio, os produtores nacionais de milho efetuaram um elevado esforço de investimento, que se traduziu no aumento do nosso grau de auto-aprovisionamento neste cereal e na instalação desta cultura nas novas áreas de regadio que foram surgindo, entre as quais se destaca Alqueva", informa. Por outro lado, "o importante investimento efetuado pelas Organizações de Produtores ao nível da modernização das suas instalações de secagem e de armazenagem é também de assinalar, pois contribuiu para que a boa qualidade do milho produzido no nosso país seja agora por todos reconhecida. No entanto, a acentuada e crescente volatilidade das cotações dos cereais no mercado internacional, levou a que no espaço de quatro campanhas agrícolas a cotação do milho tivesse sofrido uma acentuada quebra, que rondou os 30%. Esta situação penaliza muito seriamente o rendimento dos produtores nacionais, colocando em causa a competitividade desta cultura em vastas áreas do nosso território", alerta a ANPROMIS. Tendo em conta esta realidade, a ANPROMIS alerta para alguns dos principais constrangimentos e expectativas dos produtores nacionais de milho. Ao nível da Política Agrícola Comum (PAC): I. Regime de Pagamento Único (RPU): a decisão tomada pelo anterior Governo que passou pelo apoio, no âmbito do 1º pilar, a determinadas fileiras, em detrimento da do milho, constitui para a ANPROMIS "um motivo de grande apreensão, que coloca em causa a competitividade dos produtores nacionais e das suas Organizações".''Os produtores nacionais de milho não pretendem qualquer regime de exceção, mas tão-somente que esta fileira seja tratada com o mesmo cuidado com que outras fileiras o foram, atribuindo-lhe as ajudas diretas necessárias à sua competitividade. Recordamos, que o esforço de investimentos efetuado pelos produtores nacionais de milho nos últimos anos, permitiu aumentar de forma significativa o nosso grau de auto-aprovisionamento em cereais e como tal beneficiar a nossa balança comercial''. - Investimento nas Explorações Agrícolas: a ANPROMIS alerta ''para a necessidade do processo de aprovação de candidaturas no âmbito do PDR2020 dever ser mais expedito, não se criando entraves burocráticos desnecessários às intenções de investimento que forem surgindo''. - Medidas AgroAmbientais: a ANPROMIS congratula-se com a ''criação de uma medida que fomenta o uso eficiente da água, lamentando que não se tenha estendido esta ajuda ao uso eficiente da energia, como estava inicialmente previsto''. - Apoio aos agrupamentos de produtores: nos últimos anos, existiu por parte dos agrupamentos de produtores um elevado esforço de concentração da oferta e de modernização das suas instalações de secagem e armazenagem. ''O aumento da concentração da oferta foi muito incentivado pela existência de uma ajuda prevista no âmbito do artigo 68º da anterior PAC, que deixou de existir. A ANPROMIS defende assim, que para além das majorações previstas no atual PDR2020 para quem seja associado de uma Organização de Produtores, deverão ser criados apoios ao funcionamento dos Agrupamentos de Produtores já existentes, que lhes permitam fomentar o aumento da concentração da oferta e a qualidade do milho produzido no nosso país''. - Investigação agrícola: a ANPROMIS entende que ''a investigação agrícola é um fator fundamental para a necessária inovação e competitividade desta fileira. Os projetos que vierem a ser aprovados no âmbito dos Grupos Operacionais do PDR2020, deverão assim apoiar as reais lacunas da agricultura portuguesa, contribuído para a competitividade das suas fileiras mais dinâmicas''. II. No âmbito dos Custos de contexto nacionais: - Custos energéticos: ''a energia constitui para a agricultura de regadio um custo extremamente relevante, que importa aliviar». A ANPROMIS solicita ao Ministério da Agricultura que «interceda para que algumas medidas, que não implicam qualquer esforço adicional do Orçamento de Estado, sejam aplicadas em benefício da agricultura de regadio, nomeadamente a eliminação da taxa de audiovisuais, a revisão da potência contratada nos postos de transformação (PT) e a possibilidade de desligamento dos postos de transformação durante o período em que não existe consumo de energia (outubro a março)''. - Preço da água: o preço da água a ser aplicado nos regadios públicos e privados, nomeadamente em Alqueva, ''deverá ter em conta as atuais condições de mercado das culturas regadas, sob pena que o cultivo de uma vasta área deste território possa ficar colocado em causa''.Assim sendo, a ANPROMIS sugere que tal como já existe atualmente em certos regadios localizados em território espanhol, o preço da água seja variável, consoante a rentabilidade econômica da cultura a instalar. III. Ao nível dos Custos de contexto europeus: - Falta de matérias ativas e biotecnologia: ''a crescente exclusão de algumas matérias-primas fundamentais para a proteção das sementes e das culturas'', constitui para a ANPROMIS ''um motivo de enorme preocupação pois afeta muito seriamente a competitividade dos produtores europeus de milho''.Por outro lado e no que diz respeito à utilização da biotecnologia, ''a recente decisão do Parlamento Europeu de deixar que cada Estado-membro opte pelo cultivo ou não, de Organismos Geneticamente Modificados no seu território, constitui para a ANPROMIS um motivo de grande apreensão, que poderá colocar em causa a utilização desta importante tecnologia no nosso país''. - Acordos de livre comércio: ''os acordos de livre comércio, que podem ser positivos por um lado, têm o reverso da medalha para a maioria dos produtos agrícolas europeus. Numa altura em que a agricultura europeia vive uma das suas fases mais dramáticas, parece-nos muito pouco prudente fecharmos acordos que, reconhecidamente, penalizam muito seriamente a grande maioria dos agricultores europeus'' IV. Preocupações com os nossos principais clientes -  Setor do Leite: ''o milho silagem, representa cerca de 40% da área total de milho semeado no nosso país e é a base fundamental da alimentação do efetivo leiteiro nacional. A situação dramática, que o setor atravessa motivado por uma continuada redução do preço do leite pago aos produtores, assente em diversos fatores, na sua maioria alheios aos produtores nacionais, constitui para a ANPROMIS um motivo de enorme preocupação, que coloca em causa não só a competitividade económica e social, mas também ambiental de vastas áreas do nosso território, essencialmente de minifúndio, onde são escassas as alternativas a esta importante actividade agrícola''. - Setor da Pecuária: ''o momento dramático que vivem alguns dos nossos clientes, entre os quais destacamos a crise que viveu nos últimos anos a suinicultura nacional, constitui para a ANPROMIS um motivo de enorme apreensão. A obrigação de etiquetagem da carne produzida em Portugal é assim um passo muito positivo, sendo agora fundamental investir no controle da aplicação da legislação em vigor''.VI. Expectativas para a nova PAC pós 2020 - PAC pós 2020: ''a União Europeia necessita de garantir o rendimento dos seus agricultores e da sua agroindústria, sob pena de agricultores e pecuaristas serem forçados a desistirem desta sua atividade, tornando a UE ainda mais dependente de países terceiros. A UE tem assim de reorientar a sua Política Agrícola Comum pós 2020, criando seguros ao rendimento, que permitam garantir que todos os agricultores que exercem a sua atividade no espaço europeu, nomeadamente os do Centro e Sul da Europa, mantenham a sua atividade de forma digna e rentável''. Por último, ''os produtores nacionais de milho reafirmam que tal como no passado, saberão responder aos desafios que se lhes colocam e que tudo farão para continuar a contribuir para o necessário desenvolvimento socioeconómico das zonas rurais onde estão inseridos, estando certos que o Governo fará a sua parte de forma a apoiar esta importante fileira da agricultura nacional, aplicando as medidas de política que se encontram ao seu alcance''.   Fonte: http://goo.gl/N7IAqH  
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Importação de trigo dos EUA deve ficar próxima de 500 mil toneladas, diz Abitrigo
25/08/16
"Se confirmadas as projeções para a colheita no Brasil e na Argentina, das 5 milhões de…
[caption id="attachment_703" align="aligncenter" width="780"]trigo_rafale_tovar "Se confirmadas as projeções para a colheita no Brasil e na Argentina, das 5 milhões de toneladas que devem ser importadas pelo Brasil, 90% virá do Mercosul", disse Marcelo Vosnika (Foto: Rafale Tovar/CCommons)[/caption]  

Nos primeiros sete meses de 2016, os Estados Unidos enviaram ao Brasil 218 mil toneladas de trigo

    A importação de trigo dos Estados Unidos pela indústria moageira na safra 2016/2017 deve ser de aproximadamente 500 mil toneladas, disse nesta quinta-feira (25/8), o presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), Marcelo Vosnika. "Se confirmadas as projeções para a colheita no Brasil e na Argentina, das 5 milhões de toneladas que devem ser importadas pelo Brasil, 90% virá do Mercosul, especialmente Argentina, e dos Estados Unidos importaríamos umas 500 mil toneladas", disse Vosnika, momentos antes do início de evento promovido pela Abitrigo em São Paulo, para apresentação do 23º Congresso Internacional do Trigo, que ocorrerá entre os dias 16 a 18 de outubro, em Campinas (SP). Fontes da indústria relatam que a Argentina tem suprido o mercado brasileiro com trigo nestes meses que antecedem a entrada da safra brasileira do cereal e, por isso, o volume inicialmente previsto de importação dos EUA até o fim de 2016 poderia ser em torno de 700 mil t (considerando produto já desembarcado e o que foi negociado e ainda virá), menor que a faixa de 1 milhão a 1,5 milhão de t previstas há cerca de três meses. Nos primeiros sete meses de 2016, os Estados Unidos enviaram ao Brasil 218 mil toneladas de trigo, ante 230,5 mil toneladas em igual período de 2015, segundo o Ministério da Agricultura. No total, o Brasil já importou até o momento 3,369 milhões de t, 11,4% acima do adquirido em igual período do ano passado. O presidente do Conselho Deliberativo da Abitrigo estimou, ainda, que os moinhos devem encerrar o ano de 2016 com demanda semelhante ao registrado em 2015, quando foram moídas 10,425 milhões de toneladas de trigo em grão.   Fonte: http://goo.gl/wdL09k  
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Soja: De olho na safra dos EUA, mercado mantém tom negativo nesta 3ª feira em Chicago
23/08/16
  As cotações futuras da soja negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) reduziram as…
[caption id="attachment_699" align="aligncenter" width="650"]Sementes-soja-Arquivo-Embrapa-6 Foto: http://goo.gl/XL6JYh[/caption]   As cotações futuras da soja negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) reduziram as perdas ao longo do pregão desta terça-feira (23). Ainda assim, as principais posições da oleaginosa mantêm o tom negativo e, por volta das 12h32 (horário de Brasília), testavam perdas entre 3,00 e 4,50 pontos. O setembro/16 era cotado a US$ 10,31 por bushel, enquanto o novembro/16 trabalhava a US$ 10,11 por bushel. Segundo o consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, os preços passam por um ajuste técnico depois das recentes valorizações. "E o movimento também é um reflexo do boletim de acompanhamento de safras do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportado ontem mostrando boas condições das lavouras. Com isso, os participantes do mercado liquidam suas posições", pondera. Ainda no final desta segunda-feira, o departamento norte-americano manteve em 72% o índice de lavouras em boas ou excelentes condições. O USDA ainda reportou que cerca de 89% das plantações da oleaginosa estão em fase de formação de vagens. "E, de forma geral, o clima continua sendo favorável ao desenvolvimento das lavouras. Apesar das chuvas mais fortes, que ocasionaram inundações em algumas localidades como Louisiana e Arkansas e, do tempo mais seco mais ao Norte do Meio-Oeste dos EUA, a safra não registra grandes problemas", explica Brandalizze. De acordo com mapas atualizados do NOAA - Serviço Oficial de Meteorologia do país - entre os dias 30 de agosto a 5 de setembro, algumas partes do Meio-Oeste dos EUA ainda receberão chuvas acima da média. No mesmo período, as temperaturas deverão ficar acima da normalidade. Além disso, as agências internacionais já começam a mostrar os primeiros resultados do Crop Tour Pro Farmer, um renomado tour que acontece anualmente no Meio-Oeste americano. Em Ohio, a expedição indicou 1.055 vagens por amostragem, número abaixo do registrado em igual período do ano passado, de 1.125,3 vagens por amostragem. Já a média dos últimos três anos é de 1.250,4 vagens por amostragem. Para o estado de Dakota do Sul, o número ficou em 970,6 vagens por amostragem. A média do ano anterior é de 1.055 vagens por amostragem. Contudo, o consultor ainda sinaliza que a demanda continua sendo um fator importante de suporte aos preços da oleaginosa. "Acredito que novas vendas de soja para a China deverão ser anunciadas pelo USDA nos próximos dias", completa Brandalizze. Portos brasileiros Diante da queda em Chicago e da instabilidade registrada no câmbio, os preços trabalham em campo misto nos portos brasileiros. Em Paranaguá, a saca disponível recuava 0,59%, cotada a R$ 84,00 nesta terça-feira. Já o valor futuro está próximo de R$ 80,50 a saca, com queda de 0,62%. No terminal de Rio Grande, as cotações sobem nesta terça-feira. O disponível trabalha a R$ 82,50 a saca, com alta de 1,23%, já o preço futuro está próximo de R$ 80,50 a saca, com ganho de 0,63%.   Fonte: http://goo.gl/v13R45  
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Conab fixa preços de R$ 24,45 a R$ 28,62 a saca para leilão de milho na terça-feira
22/08/16
No pregão do último dia 9, também com oferta de 50 mil toneladas, houve demanda para…
[caption id="attachment_697" align="aligncenter" width="780"]ers0350 No pregão do último dia 9, também com oferta de 50 mil toneladas, houve demanda para apenas 16 mil toneladas (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)[/caption]  

Serão colocadas à venda 50 mil toneladas armazenadas em Mato Grosso, mais uma vez destinadas a criadores de aves e suínos

  A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) publicou os preços de abertura dos lotes de milho que serão colocados à venda no leilão de venda de estoques marcado para a próxima terça-feira (23/8). Serão colocadas à venda 50 mil toneladas armazenadas em Mato Grosso, mais uma vez destinadas a criadores de aves e suínos. Os valores de abertura para o produto variam conforme o município. Considerando o edital 128, os lotes de 1 a 4, localizados nos municípios de Sorriso, Lucas do Rio Verde e Ipiranga do Norte terão preço de abertura de R$ 24,45 por saca de 60 quilos. No caso do lote 5, de Várzea Grande, o valor inicial será de R$ 28,62/saca. Quanto ao edital 129, o grão dos lotes 1 e 2, do município de Pedra Preta, terá valor de abertura de R$ 28,62, enquanto o dos lotes 3 a 6, de Ipiranga do Norte, Sinop, Lucas do Rio Verde e Nova Ibiratã terá preço inicial de R$ 28,50. No pregão do último dia 9, também com oferta de 50 mil toneladas, houve demanda para apenas 16 mil toneladas.   Fonte: http://goo.gl/eEXXhE  
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Clima prejudica safra e diminui receita do agronegócio em 2016
17/08/16
Estimado em R$ 339,9 bilhões em 2016, o VBP da agricultura deve registrar uma queda de…
[caption id="attachment_657" align="aligncenter" width="600"]soja tocantins 16jc-kKbF-U20581283614s5-1024x663@AGRO-Web Estimado em R$ 339,9 bilhões em 2016, o VBP da agricultura deve registrar uma queda de 1,42% na comparação com o ano passado[/caption]  

De acordo com a CNA, o Valor Bruto da Produção (VBP) deve ser de R$ 540,8 bilhões, uma redução de 0,9% na comparação com 2015

  A queda na produção de grãos da safra 2015/16, afetada pelo clima adverso, terá reflexos sobre a receita do setor agropecuário em 2016. De acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Valor Bruto da Produção (VBP), que mede o faturamento bruto de 25 culturas “dentro da porteira” (20 agrícolas e 5 pecuárias), deve ser de R$ 540,8 bilhões, uma redução de 0,9% na comparação com 2015. Estimado em R$ 339,9 bilhões em 2016, o VBP da agricultura deve registrar uma queda de 1,42% na comparação com o ano passado. A soja, responsável por 24,3% do faturamento agrícola, terá retração de 2,1%, alcançando R$ 126,4 bilhões. Além do atraso no plantio, que impactou negativamente a produtividade e a produção, também houve redução dos preços médios em relação a 2015. O milho, que participa com 9,6% do VBP, terá alta de 13,7% na receita (R$ 51,7 bilhões), por conta das boas cotações, 40,6% superiores às de 2015. Para a pecuária, a projeção de receita é a mesma do ano passado, de R$ 200,8 bilhões. A carne bovina, responsável por 18,8% do VBP, terá faturamento estável em relação a 2015, de R$ 101,4 bilhões (-0,1%). A maior queda projetada é para os suínos, de 4,2%. Para o leite, a retração será de 1,2%. Apenas a avicultura terá alta na receita. O faturamento para o frango subirá 1,7%, por conta do aumento da produção, enquanto para os ovos a elevação estimada é de 4,6%.

Safra

A forte intensidade do fenômeno El Niño prejudicou o desempenho das lavouras de grãos da safra 2015/16. Chuvas acima da média e estiagem reduziram a produção que deve atingir 188,1 milhões de toneladas, uma redução de 9,5% em comparação à safra 2014/15, quando foram colhidos 207,7 milhões de toneladas, de acordo com o 11º levantamento divulgado na semana passada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A área plantada teve um aumento de 0,6% e está estimada em 58,2 milhões de hectares.   Fonte: http://goo.gl/nlQQBH  
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Londres vai conceder R$ 18,4 bilhões em subsídios à agricultura
15/08/16
O objetivo da medida é acalmar os temores destes setores após a votação favorável ao Brexit…
[caption id="attachment_692" align="aligncenter" width="600"]Reino Unido - Foto Daniel Castellano (1)-kxbD-U20720344273mAG-1024x683@AGRO-Web O objetivo da medida é acalmar os temores destes setores após a votação favorável ao Brexit em 23 de junho. Foto: Daniel Castellano/Gazeta do povo[/caption]  

Durante a campanha do referendo, os partidários da permanência do Reino Unido na UE ressaltaram precisamente os benefícios financeiros em setores chave como a agricultura e a pesquisa científica

  O governo britânico anunciou neste sábado (13) que planeja conceder aos agricultores, aos pesquisadores e aos projetos de infraestruturas os mesmos subsídios que os fornecidos pela União Europeia (UE). O objetivo da medida é acalmar os temores destes setores após a votação favorável ao Brexit em 23 de junho. O orçamento total pode alcançar 4,5 bilhões de libras (R$ 18,4 bilhões) anuais, segundo o ministro das Finanças, Philip Hammond, que anunciou a medida, que afeta o setor agrícola até 2020, projetos de infraestruturas e projetos de pesquisa universitária cobertos pelo programa europeu Horizonte 2020. Durante a campanha do referendo, os partidários da permanência do Reino Unido na UE ressaltaram precisamente os benefícios financeiros em setores chave como a agricultura e a pesquisa científica do pertencimento de seu país ao bloco. “Somos conscientes de que, em todo o Reino Unido, muitas organizações que se beneficiam de fundos europeus, ou se preparam para se beneficiar, desejam ter garantias a respeito do financiamento que vão contar”, declarou Hammond em um comunicado. “Estamos determinados a oferecer estabilidade e segurança à espera de nossa saída da UE”, acrescentou. Londres não planeja notificar sua saída da UE antes do fim do ano. Uma vez notificadas, as negociações devem terminar em um prazo de dois anos, razão pela qual o Reino Unido já pode estar fora do bloco em 2019. A associação CLA, que representa mais de 32.000 agricultores e proprietários rurais, classificou o anúncio do governo de “vital”, enquanto a Royal Society, a Academia Britânica de Ciências, também saudou esta medida, num momento em que a participação britânica em vários programas europeus já é afetada.   Fonte: http://goo.gl/OSmozF  
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Safras recordes nos EUA devem influenciar preços
15/08/16
    As notícias vindas dos Estados Unidos não são boas para os produtores brasileiros. A safra norte-americana de soja…
637x325     As notícias vindas dos Estados Unidos não são boas para os produtores brasileiros. A safra norte-americana de soja deverá atingir o recorde de 110,5 milhões de toneladas.   Já a de milho evolui ainda mais e vai a 385 milhões de toneladas, conforme dados do Usda (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Clima favorável e consequente aumento de produtividade são os responsáveis por esse incremento. No caso da soja, os preços podem não sofrer grandes reflexos, uma vez que o órgão norte-americano também elevou a demanda da safra 2015/16, que termina agora em final de agosto. Os brasileiros, que terão uma safra com custos mais elevados e provavelmente um dólar menos favorável na hora da venda, terão também uma maior concorrência externa. No caso da soja, a pressão sobre os preços poderá ser menor. O aumento de demanda diminui o estoque de passagem para a safra 2016/17. A relação estoque-consumo é de apenas 8,2%, segundo Daniele Siqueira, analista da AgRural. O mesmo não ocorre com o milho, cuja oferta cresce não apenas nos Estados Unidos mas também na Argentina, dois tradicionais exportadores do cereal. Com a isenção de impostos nas exportações, o cereal ganha a preferência dos argentinos no plantio. Após produzir 28 milhões de toneladas de milho nesta safra, os argentinos deverão colher 36,5 milhões na próxima, segundo o Usda. A relação entre estoque e consumo no milho será de 16,6%, uma margem que poderá influenciar os preços, segundo Siqueira. Os Estados Unidos terão produtividades recordes na safra 2016/17. A de soja sobe para 3.289 quilos por hectare — 54,8 sacas. Já a de milho chega a uma média de 11 mil quilos por hectare — 183 sacas.   Fonte: http://goo.gl/J0Sngk
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Safra de grãos 2015/16 registra queda e atinge 188,1 milhões de toneladas
09/08/16
Mesmo com um aumento da área plantada , a produção de soja deve registrar queda de…
[caption id="attachment_682" align="aligncenter" width="600"]PIRACANJUBA COLHEITA DE SOJA - Hugo Harada (4)-kNIB-U206885863988qF-1024x660@AGRO-Web Mesmo com um aumento da área plantada , a produção de soja deve registrar queda de 0,8%[/caption]

Clima ruim prejudica desempenho das lavouras de soja, milho e feijão e produção cai 9,5% na atual temporada

  A forte intensidade do fenômeno El Niño prejudicou o desempenho das lavouras de grãos da safra 2015/16. Chuvas acima da média e estiagem reduziram a produção que deve atingir 188,1 milhões de toneladas, uma redução de 9,5% em comparação à safra 2014/15, quando foram colhidos 207,7 milhões de toneladas, de acordo com o 11º levantamento divulgado nessa terça-feira (09) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A área plantada teve um aumento de 0,6% e está estimada em 58,2 milhões de hectares. Mesmo com um aumento da área plantada de 32,1 milhões de hectares para 33,2 milhões, a produção de soja deve registrar queda de 0,8%, passando de 96,2 milhões para 95,4 milhões de toneladas. As duas safras anuais de milho também terão redução de 19,1%, atingindo 68,47 milhões de toneladas, ante 84,67 milhões na temporada 2014/15. “Outras culturas também mantiveram queda produtiva por causa das adversidades climáticas, como estiagens prolongadas e altas temperaturas”, informam os técnicos da Conab, em comunicado. As três safras anuais de feijão devem render 2,59 milhões de toneladas, uma redução de 19,2% em comparação ao volume que foi colhido na safra passada, quando saíram dos campos 3,21 milhões de toneladas. Já o trigo, principal cultura de inverno, está em fase de desenvolvimento e deve manter o crescimento de 12,1%, saindo de 5,53 milhões de toneladas para 6,2 milhões, mesmo com uma área reduzida de 13,9%.   Fonte: http://goo.gl/znJHBu  
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Brasil precisa dobrar recursos para ter seguro agrícola razoável, aponta secretário
09/08/16
  Neri Geller,…
[caption id="attachment_680" align="aligncenter" width="600"]neri_geller_secretario_politica_agricola_ministerio_agricultura_mapa_divulgacao_faep_seguro_rural-U101709393109v6G-ID000002-1024x683@AGRO-Web No total, R$ 400 milhões estão garantidos para o seguro rural no ciclo 2016/17[/caption]  

Neri Geller, secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, aposta em parceria com a iniciativa privada para melhorar cobertura do seguro agrícola no país

    O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), disse que o Brasil precisa dobrar os recursos destinados ao seguro agrícola para ter um valor razoável de cobertura das lavouras no país. O seguro rural, que chegou a ter um orçamento de R$ R$ 700 milhões em 2014/15, vai contar com R$ 400 milhões no ciclo atual (2016/17). A declaração do secretário ocorreu nesta segunda-feira (8) durante o “Fórum Nacional ‘O Futuro do Seguro Rural no Brasil’”, em Curitiba, promovido pelo Sistema Faep, Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e Sistema Ocepar. Geller diz que nos primeiros 45 dias da sua gestão na secretaria do Mapa, todos os compromissos atrasados em relação a seguros foram cumpridos e que agora a pasta trabalha para manter a confiança do mercado. “Mesmo com a crise que enfrentamos, batemos duro e elegemos como prioridade com o Tesouro Nacional para que tudo fosse pago. Nós não vamos prometer que vamos voltar a ter R$ 700 milhões de seguro, mas o que temos no mercado vai ser pago na hora certa”, promete. O secretário diz que os R$ 400 milhões estão garantidos para esta safra e que há um grupo de trabalho formado por iniciativa do ministério que pretende elevar esse porcentual. “Para alcançarmos o valor ideal [de seguro], vamos trabalhar o orçamento e construir parcerias. Hoje, um valor que seria bastante razoável está na ordem de R$ 800 a R$ 900 milhões. Temos que chamar um pouco a responsabilidade e descentralizar as obrigações para a iniciativa privada também. Estamos com cooperativas fortes, com as revendas muito fortes, agentes financeiros ganhando dinheiro. Esse pessoal também pode ajudar o governo. O governo não tem perna para fazer tudo”, avalia. O secretário de Agricultura e Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara, diz que um dos passos para avançar na área é aumentar a cultura de que o seguro é necessário. “A agricultura ocorre 99% em ambiente natural, a céu aberto, sujeito a riscos biológicos, de praga e doença, risco climático [...]. Nós precisamos de fato proteger [por meio do seguro], não queremos tanta instabilidade de renda no meio rural. Queremos combinar as políticas de bom manejo de solo, bom manejo de água, usar recursos da química com parcimônia, mas também aí combinado com a política de seguro”, revela. Gustavo Ribas, produtor rural em Ponta Grossa, contrata seguro rural há quatro anos. Ele concorda que é preciso aumentar os recursos, mas é preciso também olhara para outros fatores que até agora não constam na abrangência da cobertura. “O seguro tem que contemplar a todos. Hoje, basicamente temos seguro que cobre questões financeiras bancárias. Não que isso não ajude, o agricultor não pode ficar com uma conta pendente no banco. Agora, você precisa pensar na rentabilidade do produtor, nos seus funcionários, na economia local, para que isso não pare o país”, alerta.   Veja notícia na íntegra: http://goo.gl/lk5bRx  
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Semana começa com chuvas no Sul e no Sudeste
08/08/16
A previsão para esta semana é que essas condições devem avançar pelo Estado do Paraná, onde…
[caption id="attachment_678" align="aligncenter" width="780"]453684353 A previsão para esta semana é que essas condições devem avançar pelo Estado do Paraná, onde provocarão chuvas de intensidade de moderada a forte (Foto: Thinkstock)[/caption]  

Condição climática favorece lavoura de trigo, mas atrasa o preparo do solo para o arroz; não há previsão de geadas na semana

  Neste último final de semana, uma frente fria começou a avançar pelo Sul do país provocando chuvas em várias cidades do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Segundo o agrometeorologista Marco Antonio dos Santos, o volume das chuvas variou bastante. E, embora tenha ajudado a manter os níveis de umidade do solo elevados, o que favorece as lavouras de inverno, como o trigo, as chuvas atrasaram ainda mais o preparo do solo para o plantio doarroz. A previsão para esta semana é que essas condições devem avançar pelo Estado do Paraná, onde provocarão chuvas de intensidade de moderada a forte, o que irá atrapalhar a colheita de milho, café e cana. "Essas chuvas devem chegar ao sul de São Paulo na terça-feira (9/8), mas em volumes baixos, não chegando a causar danos às lavouras", afirma Marco Antonio. Dessa maneira, o maior risco para as lavouras do Estado paulista está apenas na paralisação momentânea da colheita do café e da cana. Nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e no interior do Nordeste, o tempo seguirá aberto e sem previsões de chuvas. Essas condições climáticas favorecem a colheita de café, cana, algodão e milho safrinha. "As chuvas continuarão concentradas apenas sobre a região Sul, o que é normal para esse época do ano", diz Marco Antonio.   Fonte: http://goo.gl/H5hIaH  
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Índice de commodities do BC cai 5,71% em julho ante junho
04/08/16
    Recuo mensal visto em julho foi resultado direto de retração em dois segmentos que compõem o IC-BR: Agropecuária…
COLHEITA SOJA TUPACIGUARA - Hugo Harada (134)-1171-kGLF-U20660079183V0G-1024x684@AGRO-Web    

Recuo mensal visto em julho foi resultado direto de retração em dois segmentos que compõem o IC-BR: Agropecuária e Energia

  O Índice de Commodities do Banco Central (IC-Br) cedeu 5,71% em julho ante junho, informou a instituição nesta quarta-feira (3). De junho para o mês passado, o indicador passou de 173,08 pontos para 163,20 pontos. Para efeitos de comparação, o BC divulga ainda em seu documento que o indicador internacional de commodities, o CRB, caiu 5,51%. O recuo mensal visto em julho foi resultado direto de retração em dois segmentos que compõem o IC-BR: Agropecuária (-6,84%) e Energia (-7,57%). Em Agropecuária estão incluídos itens como carne de boi, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz e carne de porco. Já em Energia estão inclusos preços de gás natural, carvão e petróleo. No caso do segmento de Metal, que reúne alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel, houve leve alta de julho ante junho, de 0,88%. Nos primeiros sete meses do ano, o IC-Br exibe queda de 10,07%, com Agropecuária em baixa de 12,37%, Metal recuando 0,54% e Energia com baixa de 7,23%. O CRB no período recuou 8,05%. Já em 12 meses, o indicador do BC mostra alta de 0,33%, com Agropecuária em elevação de 0,38%, Metal subindo 5,93% e Energia com baixa de 10,21%. O CRB do mesmo período avançou 0,54%.   Fonte: http://goo.gl/2fCxvJ
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Paraná deve colher 35,9 milhões de toneladas de grãos na safra 2015/2016
03/08/16
Safra foi atingida por vários eventos climáticos negativos desde a primavera do ano passado até o…
[caption id="attachment_673" align="aligncenter" width="940"]mg_3979 Safra foi atingida por vários eventos climáticos negativos desde a primavera do ano passado até o inverno deste ano (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)[/caption]

Produção de soja ficou 10% abaixo do potencial e no caso do milho a redução foi 13% em relação à estimativa inicial

  A produção de grãos no Paraná do ano agrícola 2015/2016 caminha para o seu final, com a expectativa de colheita de 35,9 milhões de toneladas nas três safras (de verão, outono/inverno e inverno). O volume é 6% menor que o anterior (2014/2015), que rendeu 38 milhões de toneladas. “Este ano a safra foi atingida por vários eventos climáticos negativos desde a primavera do ano passado até o inverno deste ano”, informou o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento. No relatório de acompanhamento de safra do Deral, relativo ao mês de julho, o destaque é a finalização das lavouras de segunda safra demilho e de trigo. Segundo o relatório, houve redução na produção demilho, soja e feijão por conta do clima, que influenciou na queda de produtividade e perda da qualidade dos grãos. O secretário paranaense de Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, lembra que os produtores enfrentaram todas as variações possíveis de clima. “Desde a primavera de 2015, quando iniciou o plantio da safra, e o inverno que estamos atravessando neste momento, com chuvas no verão, calor e seca entre março e abril deste ano. E agora um frio intenso no início do inverno com cerca de seis geadas consecutivas que acabaram prejudicando especialmente a produção de milho segunda safra”, afirmou.O diretor do Deral, Francisco Carlos Simioni, observa que as variações constantes do clima contribuíram para reduzir a produtividade e a qualidade dos grãos, mas também contribuíram para a elevação dos preços dos principais produtos cultivados no Estado. “Esse fator não foi bom para os consumidores, mas está dando condições para os produtores se manterem capitalizados de maneira geral”, disse ele.
Soja
A colheita de soja no Paraná foi encerrada com um volume de 16,5 milhões de toneladas, cerca de 10% abaixo do potencial, que apontava para uma produção de 18,3 milhões de toneladas. Mesmo assim, a safra 2015/2016 é a segunda maior da história. Houve uma redução de 1,8 milhão de toneladas de soja. Com a redução da oferta, os preços se mantêm elevados, em parte impulsionados pelo câmbio, ainda atrativo para exportação. No mês de julho, o preço pago pela soja ao produtor esteve em média cotado a R$ 77,25 a saca com 60 quilos, valor 26% superior à média de comercialização no mesmo mês do ano passado, quando a saca foi vendida pelo produtor por R$ 61, em media. O ritmo de exportações de soja do Paraná está mais acelerado este ano. De janeiro a junho, o Estado exportou 6,1 milhões de toneladas do grão, volume 35% maior que no mesmo período do ano passado quando foram exportadas 4,5 milhões de toneladas. A segunda safra de soja, que foi a última plantada no período da entressafra, também apresentou quebra de 8% em relação ao potencial de produção que previa um volume de 351 mil toneladas. Após os eventos climáticos, a safra rendeu um volume de 323 mil toneladas, mesmo assim 6% maior que o colhido no ano passado que foi 304 mil toneladas.
Milho
A segunda safra paranaense de milho está com mais de dois terços da área cultivada (2,2 milhões de hectares) já colhidos. Segundo o economista do Deral, Marcelo Garrido, a safra tinha um potencial de produção de 12,9 milhões de toneladas, mas a colheita deve se encerrar com um volume ao redor de 11,3 milhões de toneladas, uma redução de 13% em relação à estimativa inicial. O milho no Paraná foi muito afetado por uma sequência de eventos climáticos negativos que incidiram sobre o atraso no plantio, seguido de um período de excesso de calor no mês de abril deste ano. Depois, vieram várias ocorrências de geadas, que influenciaram na perda de qualidade do grão. De acordo com Garrido, a perda do milho na quantidade foi influenciada pelo excesso de calor em abril e a perda de qualidade foi provocada pela sucessão de geadas. Esse quadro fez a comercialização do grão se manter sustentada em pleno período de colheita, diz ele. Garrido afirmou que, como o quadro é de escassez de oferta de milhono país, a tendência é que os preços se mantenham elevados no período de entressafra até a colheita da próxima safra (de verão) que vai acontecer a partir de fevereiro do ano que vem. No mês de julho, omilho foi comercializado pelo produtor, em média, por R$ 34,69 a saca com 60 quilos, um aumento de 67,26% no ano. No mesmo mês do ano passado a saca de milho era vendida pelo produtor por R$ 20,74 a saca. O diretor Francisco Simioni ressalta que o quadro de menor oferta é preocupante, principalmente para manutenção dos custos de produção das cadeias de produção de aves, suínos e bovinos de leite, que dependem do milho como principal insumo para a ração animal. Ele acredita que a elevação dos preços do milho, em especial no período de entressafra, poderá contribuir para novos aumentos nos preços na produção de alimentos oriundos dessas cadeias produtivas. Ele afirmou que há uma pressão de compra por parte de empresas integradoras e fabricantes de rações para formação de estoques de milho. “Há incerteza sobre como vai se comportar o mercado lá na frente, sendo esse um fator de sustentação de preços. Com a escassez, o milho virou um produto disputado e valioso”, acrescentou.
Trigo
Segundo o Deral, o trigo, um dos últimos produtos da safra de grãos do Paraná a permanecer em campo até o final doano agrícola, encontra-se 100% plantado, com uma área ocupada de 1,1 milhão de hectares. Até agora, a safra está com bom desenvolvimento e deverá ser 19% menor do que no ano passado, quando foram plantados 1,34 milhão de hectares. Apesar da redução de área, o Deral prevê uma produção maior este ano, de 3,35 milhões de toneladas, 2% a mais que no ano passado, quando foram colhidos 3,28 milhões de toneladas de trigo. Segundo o engenheiro agrônomo Carlos Hugo Godinho, a estimativa de produção de trigo no Paraná está mantida, “apesar de alguns sustos como seca em abril que atrasou o plantio”. Houve um período seco de quase um mês, que voltou à normalização com as chuvas. Mas depois houve a sequência de geadas que voltou a ameaçar, mas não ao ponto de refletir na produtividade esperada, salientou Godinho.
Feijão
O Paraná está concluindo a colheita da terceira safra de feijão plantada no Estado, que é pequena, mas que também apresentou quebra de produção como nas duas safras anteriores. No total, o Paraná está colhendo um volume de 595 mil toneladas entre as três safras plantadas no ano agrícola 2015/2016, que é 17% menor em relação ao volume colhido no ano anterior que somou 715 mil toneladas. Essa redução representa uma redução de 120 mil toneladas, que está fazendo falta no mercado, disse o engenheiro agrônomo Carlos Alberto Salvador. Este ano, explicou Salvador, a redução na produção de feijão ocorreu em todo o país, o que motivou a explosão de preços no mercado, com efeitos devastadores sobe o consumidor que viu o preço do grão subir até a R$ 18,00 ou R$ 19,00 o quilo no varejo. Ele cita os dados da Companhia Nacional de Alimentos (Conab), que estimou a safra brasileira de feijão em 2,7 milhões de toneladas, volume 16% menor que o ano anterior quando foram produzidas 3,2 milhões de toneladas. “Houve uma perda de 592 mil toneladas, que equivale a uma safra inteira do Paraná, que é o maior produtor do país”, comparou Salvador. Segundo ele, é como se o Paraná se retirasse do mercado durante um ano inteiro.   Fonte: http://goo.gl/3zRAAB  
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Tempo deve permanecer limpo em quase todo o Brasil esta semana
02/08/16
Até a próxima sexta-feira, colheitas de milho safrinha, café e cana-de-açúcar não devem sofrer com o…
[caption id="attachment_671" align="aligncenter" width="940"]milho_a_ceu_aberto_lucas_do_rio_verde_jm_0039 Até a próxima sexta-feira, colheitas de milho safrinha, café e cana-de-açúcar não devem sofrer com o clima (Foto: José Medeiros/Ed. Globo)[/caption]  

Condições climáticas favorecem as atividades de colheita e preparo do solo

  Esta terça-feira (2/8) amanheceu com poucas nuvens na maior parte do Brasil, por conta do afastamento para o Oceano Atlântico da frente fria que avançava pelo sul do país. E a previsão, segundo o agro meteorologista Marco Antonio dos Santos, é de que o tempo deve permanecer aberto e sem chuvas em quase todo o Brasil. No entanto, Santos diz que o país ainda apresenta algumas áreas de instabilidade, como a faixa leste de Santa Catarina, Paraná e São Paulo, onde há maior possibilidade de eventuais pancadas de chuvas. Mas, caso ocorram, as precipitações nesses locais devem ser de fraca intensidade e curta duração. Nas demais regiões do país, o tempo segue aberto, com temperaturas elevadas durante o dia e amenas durante as noites, que terão céu aberto. Assim, atividades como colheita e preparo da terra podem prosseguir sem maiores transtornos ao longo de toda a semana, “uma vez que não há previsões de chuvas para nenhuma região do Brasil nesta primeira semana de agosto”, afirma. Entre sexta-feira e sábado (5 e 6/8), uma nova frente fria deve avançar pelo sul do Brasil, o que aumenta a possibilidade de chuvas no fim de semana. “Esse sistema pode provocar chuvas em toda a região Sul, além de São Paulo, sul de Minas Gerais e extremo sul do Mato Grosso do Sul, mas elas não terão capacidade de prejudicar as lavouras e devem apenas elevar os níveis de umidade do solo”. O maior risco, portanto, é que essas chuvas apenas interrompam, momentaneamente, as colheitas de milho safrinha, café e cana.   Fonte: http://goo.gl/99k2H0  
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Proagro será obrigatório para crédito de custeio de até R$ 300 mil
01/08/16
Houve também aperfeiçoamento com a elevação da cobertura inicial, de 70% para 100%, reduzindo esse limite…
[caption id="attachment_669" align="aligncenter" width="600"]sdasdasd Houve também aperfeiçoamento com a elevação da cobertura inicial, de 70% para 100%, reduzindo esse limite em 10% para cada cobertura deferida nos últimos 36 meses, até o limite mínimo de 80%[/caption]   A Resolução 4.509, publicada no último dia 28, pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) do Banco Central, introduziu aperfeiçoamentos na regras do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) em lavouras com Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC). O empreendimento de custeio agrícola de até R$ 300 mil, cuja lavoura esteja compreendida no ZARC, financiado com participação de recursos controlados, deve ser integralmente enquadrado no Proagro. Acima desse valor não há obrigatoriedade. E caso o produtor contrate seguro agrícola, ficará desobrigado do Proagro. Houve também aperfeiçoamento com a elevação da cobertura inicial, de 70% para 100%, reduzindo esse limite em 10% para cada cobertura deferida nos últimos 36 meses, até o limite mínimo de 80%. Essa demanda tem sido solicitada pela FAEP e constava nas propostas de Plano Agrícola e Pecuário da entidade que eram encaminhadas ao MAPA desde 2013. Ainda na Resolução 4.509, de acordo com o Banco Central, fica vedado o enquadramento parcial de empreendimento de custeio agrícola, no caso de adesão voluntária do beneficiário ao Proagro, além do limite e condições estabelecidos no limite de R$ 300 mil. Além disso, introduziu um ajuste nos valores utilizados como parâmetro para remuneração do técnico responsável pela comprovação de perdas para fins de indenização do Proagro, elevando-se o limite mínimo de R$ 230 para R$ 290, e o limite máximo de R$ 940 para R$ 1,2 mil, além de remuneração complementar de R$ 80 nos casos em que for necessário realizar mais de uma visita ao imóvel. A Resolução 4.510, também de 28/08, introduziu, de acordo com o Banco Central, ajustes nas normas do Proagro (Tradicional e Mais), para desonerar o produtor de procedimentos que se tornaram desnecessários para o controle do Proagro, bem como para tornar mais claro o seu regulamento. Conforme o Banco Central, com a nova resolução passa a ser permitida a cobertura, pelo Proagro Tradicional, em razão de perdas em lavouras irrigadas causadas por seca, nos casos de esgotamento dos mananciais de irrigação em decorrência de seca ou de interdição de fontes de água para irrigação. Além disso, foi reduzida, de 3% para 2%, a alíquota do adicional do Proagro (“prêmio”) para lavouras cultivadas em sistema de produção de base agroecológica ou orgânica.

Obrigatoriedade e venda casada

Sobre a obrigatoriedade de Proagro, que não abrange as operações com valor acima de R$ 300 mil, vale lembrar que os agentes financeiros podem exigir ou não como garantia de operações de crédito de custeio o seguro agrícola para as operações acima de R$ 300 mil. Logo, os Bancos e Cooperativas de Crédito podem exigir apólice de seguro agrícola como garantia do crédito rural, faculdade prevista no MCR-2-3-2 (Manual de Crédito Rural (item 2 da Seção 3 (Garantias) do Capítulo 2). Vale lembrar que Lei 13.195/2015, que trata também da venda casada de seguro rural ainda não foi regulamentada. A regulamentação dessa lei vai definir as regras para as instituições financeiras ofertarem seguro rural. Uma das medidas prevê que o agente financeiro que exigir a contratação de apólice de seguro rural como garantia para a concessão de crédito rural fica obrigado a oferecer ao financiado a escolha entre, no mínimo, duas apólices de diferentes seguradoras, sendo que pelo menos uma delas não poderá ser de empresa controlada, coligada ou pertencente ao mesmo conglomerado econômico-financeiro da credora. Porém, essa lei não está em vigor ainda, aguardando a regulamentação pelo CMN.   Fonte: http://goo.gl/lQH8sY  
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Produtores de soja do Rio Grande do Sul podem renegociar dívidas
29/07/16
  O limite de compra…
[caption id="attachment_667" align="aligncenter" width="600"]noticias_1460059819 Medida beneficia agricultores que tiveram perdas na lavoura por problemas climáticos[/caption]   O limite de compra de milho, comercializado no Programa de Vendas em Balcão (PVB) da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), foi ampliado. Medida nesse sentido foi publicada pelo Conselho Interministerial de Estoques Públicos de Alimentos (CIEP), por meio da Resolução número 5, publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (29/7). Conforme a Conab, a resolução já está em vigor em todo o país e, a partir da próxima semana, a ampliação da cota estará disponível para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, permitindo aos produtores a aquisição por beneficiário cadastrado no PVB de até 14 mil kg por mês. Já para as regiões Norte e Nordeste, o limite máximo será de até 10 mil kg por mês por cliente. "Importante observar que os preços de referência da venda direta levam em conta as cotações do produto no mercado local", ressalta a Conab, em comunicado. Pela resolução anterior que vigorava desde 2014, o limite era de 6 mil kg por produtor em todas as regiões do País. O Programa de Vendas em Balcão tem como objetivo permitir que os criadores de animais e as agroindústrias de pequeno porte tenham acesso aos estoques oficiais do governo em igualdade de condições com os médios e grandes criadores, por meio de vendas diretas a preços compatíveis com os dos mercados atacadistas locais.   Fonte: http://goo.gl/wU0h1q  
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Mapa divulga zoneamento agrícola da safra 2016/17
27/07/16
O produtor deve observar as recomendações do zoneamento para ter direito ao Proagro, Proagro Mais e…
[caption id="attachment_665" align="aligncenter" width="600"]COLHEITA SOJA CAPINOPOLIS - Hugo Harada (30)-kpmB-U20621009347ING-1024x683@AGRO-Web O produtor deve observar as recomendações do zoneamento para ter direito ao Proagro, Proagro Mais e à subvenção federal ao prêmio do seguro rural[/caption]

Os produtos contemplados são o milho, soja, feijão, feijão caupi, arroz de sequeiro, arroz irrigado, algodão, girassol, mamona e sorgo

  A Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou nessa semana o zoneamento agrícola de risco climático para as culturas de verão da safra 2016/2017. A medida, publicada no Diário Oficial da União, contempla os seguintes produtos: milho, soja, feijão, feijão caupi, arroz de sequeiro, arroz irrigado, algodão, girassol, mamona e sorgo. A partir de uma metodologia validada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o zoneamento agrícola indica os tipos de solo aptos ao plantio, a época de semeadura e as cultivares recomendadas para cada município, O estudo é elaborado com o objetivo de atenuar os riscos relacionados aos fenômenos climáticos. É um instrumento de política agrícola e gestão de riscos da agricultura. O produtor deve observar as recomendações do zoneamento para ter direito ao Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), Proagro Mais (para a agricultura familiar) e à subvenção federal ao prêmio do seguro rural. Além disso, alguns agentes financeiros já estão condicionando a concessão do crédito rural ao zoneamento, que hoje contempla 40 culturas. No Paraná, o plantio de soja foi antecipado em 10 a 20 dias em vários municípios como Londrina e Guarapuava.   Veja a notícia na íntegra: http://goo.gl/zeXOgi  
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Produtores concluem plantio do trigo no Rio Grande do Sul
22/07/16
[caption id="attachment_663" align="aligncenter" width="780"]trigo_1 Preço do trigo gaúcho se manteve estável na semana, a R$ 40,39 a saca (Foto: Thinkstock)[/caption]  

Desenvolvimento das lavouras varia de acordo com as condições climáticas na época da semeadura

  As condições favoráveis de umidade do solo permitiram aos produtores do Rio Grande do Sul concluir o plantio do trigo. Segundo o informativo conjuntural divulgado nesta quinta-feira (21/7) pela Emater/RS-Ascar, órgão oficial de assistência técnica e extensão rural do governo gaúcho, apenas no Nordeste do Estado (Serra e Campos de Cima da Serra) ainda restam áreas a serem finalizadas. Os técnicos da Emater/RS comentam que o desenvolvimento da cultura apresenta “forma bastante diversa, dependendo da região e das condições climáticas à época da semeadura”. Segundo eles, algumas lavouras apresentam bom estande de plantas e iniciam o perfilhamento, enquanto outras mais tardias enfrentaram problemas de solo mais seco em seu processo de germinação e contam com menor população de plantas. Eles contataram que a expectativa dos produtores é que, a partir da ocorrência das chuvas, haja um bom perfilhamento das lavouras, o que pode compensar a menor quantidade de plantas nascidas. No geral a cultura se encontra na fase de desenvolvimento vegetativo, evoluindo satisfatoriamente, sendo que algumas lavouras plantadas mais cedo já estão em fase inicial de emissão da folha bandeira. Os técnicos observam que com a regularização das precipitações e aplicação das adubações nitrogenadas em cobertura, as lavouras recuperaram o desenvolvimento mais uniforme e vigoroso. Os produtores continuam com aplicações de adubo e controle de invasoras, “pois o período de implantação da cultura foi longo pela falta de chuvas”. Preço da saca de 60 quilos nesta semana no mercado gaúcho manteve-se praticamente estável na semana a R$ 40,39/saca.   Fonte: http://goo.gl/tg7Mj1  
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Acionistas da Dow Chemical e DuPont aprovam fusão entre companhias
20/07/16
[caption id="attachment_661" align="aligncenter" width="600"]7018704-kPCC-U20592285634Z4H-1024x683@AGRO-Web A fusão entre as companhias norte-americanas foi anunciada no dia 11 de dezembro do ano passado[/caption]  

A operação cria a DowDuPont, um gigante grupo no setor de químicos com valor de US$ 130 bilhões

  A Dow Chemical e a DuPont anunciaram nessa semana que os investidores de ambas as companhias aprovaram todas as propostas necessárias para completar a fusão entre elas. As empresas esperam que a operação seja concluída neste semestre, ainda sujeita às condições habituais, incluindo o recebimento de aprovações regulatórias. A fusão entre as companhias norte-americanas foi anunciada no dia 11 de dezembro do ano passado. A operação cria a DowDuPont, um gigante grupo no setor de químicos com valor de US$ 130 bilhões. Após isso, as duas companhias devem desmembrar a DowDuPont em três empresas independentes: uma de agricultura, outra de materiais e uma terceira de produtos especiais. “O apoio esmagador dos acionistas da Dow e DuPont para aprovar esta transação histórica é um testemunho claro sobre a proposição de valor que a DowDuPont representa. Estamos agora concentrados nas próximas etapas para a conclusão da operação de fusão, incluindo o trabalho com reguladores nas jurisdições apropriadas”, disse, em nota, o presidente e CEO da Dow. Ed Breen, presidente e executivo-chefe da DuPont, Andrew N. Liveris. O comunicado das empresas afirma que a separação subsequente em três companhias independentes de capital aberto deverá ser consumada logo que possível e não deve exceder um período de 18 a 24 meses após o encerramento fusão.   Fonte: http://goo.gl/cqaHPM  
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Preço da soja sobe, mas efeito no Brasil é limitado, diz Cepea
18/07/16
Soja colhida em Mato Grosso. Indicadores do grão registraram alta na semana passada (Foto: José Medeiros/Ed.…
[caption id="attachment_659" align="aligncenter" width="780"]soja-colheita-mato-grosso Soja colhida em Mato Grosso. Indicadores do grão registraram alta na semana passada (Foto: José Medeiros/Ed. Globo)[/caption]

Indicador do Cepea registra elevação na última semana, mas ainda não reverte baixa acumulada no mês de julho

Um mercado global mais aquecido e a expectativa de um consumo recorde nas safras 2015/2016 e 2016/2017 ditaram o ritmo dos preços internacionais da soja na última semana. É o que informa, nesta segunda-feira (18/7), o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). “Além disso, previsões de clima quente e baixo volume de chuva nos EUA para as próximas semanas, quando as lavouras entram em importante fase de desenvolvimento, também influenciaram as altas”, informam os pesquisadores. No mercado brasileiro, entre os dias 8 e 15 de julho, o indicador do Cepea, com base no Porto de Paranaguá (PR), teve alta de 1,7%, fechando R$ 89,17 a saca de 60 quilos. A referência com base na média de negócios no Paraná subiu 1,6% no período, chegando a R$ 84,42 a saca. No entanto, o efeito dessas altas da semana passada sobre os preços internos foi limitado, segundo a instituição. A desvalorização do dólar em relação ao real desfavorece as exportações do grão e inibe negócios. Vendedores estão retraídos e compradores demonstram certa apreensão com os preços, afirmam os pesquisadores. A elevação nos indicadores da última semana ainda não foi suficiente para reverter a baixa acumulada neste mês. Até a última sexta-feira, o indicador do Cepea base Paranaguá tinha queda de 3,09%. A referência baseada na média do Paraná caiu 2,72% até o dia 15. Ainda assim, as cotações se mantêm em nívels considerados elevados, variando entre R$ 84 e R$ 90 a saca de 60 quilos.   Fonte: http://goo.gl/onfVyQ  
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Safra brasileira de grãos deve crescer 30% na próxima década
18/07/16
A produtividade, aliada aos mercados interno e externo, continuará sendo o principal fator a impulsionar o…
[caption id="attachment_657" align="aligncenter" width="600"]soja tocantins 16jc-kKbF-U20581283614s5-1024x663@AGRO-Web A produtividade, aliada aos mercados interno e externo, continuará sendo o principal fator a impulsionar o crescimento da produção agrícola.[/caption]

Estimativas do Ministério da Agricultura apontam para uma safra de 255 milhões de toneladas em 2025/2026

  A agropecuária brasileira tem um cenário promissor nos próximos anos. Segundo o estudo Brasil – Projeções do Agronegócio 2015/16 a 2025/26, a safra de grãos deverá passar de 196,5 milhões de toneladas para 255,3 milhões de t neste período, com aumento de 58,8 milhões t (30%). Já a estimativa para a produção de carnes (bovina, suína e aves) é de um crescimento de 7,8 milhões de t (29,8%) na comparação com 2015/16. Entre os estados, Mato Grosso continuará sendo o principal polo agrícola do país. A expansão da agropecuária exigirá investimentos em infraestrutura, pesquisa e financiamento, afirma o estudo, feito por técnicos da Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). De acordo com a SPA, as projeções têm o objetivo de indicar possíveis direções de crescimento do setor e dar subsídios aos formuladores de políticas públicas sobre as tendências de produtos do agronegócio. Algodão em pluma, milho, leite, carne suína, frango, soja em grão, açúcar, manga, mamão papaya, uva e melão devem ser os produtos agrícolas mais dinâmicos entre 2015/16 e 2025/26. O frango deve ser o destaque no segmento de proteína animal, com aumento de 34,6% na produção. A previsão de crescimento para a carne suína é de 31,3% e de 21% para a bovina, conforme o prognóstico apresentado no estudo. A produtividade, aliada aos mercados interno e externo, continuará sendo o principal fator a impulsionar o crescimento da produção agrícola. Enquanto o aumento previsto para produção é de 30%, o prognóstico de expansão da área plantada é 12,7%. Ou seja, o rendimento das lavouras será maior mesmo que o espaço cultivado avance em ritmo menor.

Soja, cana-de-açúcar e milho

A projeção é que a área passe de 72,1 milhões de hectares em 2015/16 para 83,1 milhões em 2025/2026, um acréscimo de 11 milhões de hectares. Essa expansão está concentrada em soja (10 milhões de ha), cana-de-açúcar (1,8 milhão ha), trigo (456 mil ha) e milho (698,0 mil ha). Algumas lavouras devem perder área, como o arroz, batata-inglesa, café, feijão e laranja. No entanto, observa o estudo, a redução de área deve ser compensada por ganhos de produtividade. Trata-se de um aumento de rendimento baseado em tecnologias relacionadas à terra e também aos incrementos na produtividade do trabalho e do capital, destaca a Secretaria de Política Agrícola. No contexto internacional, o Brasil deve continuar sendo, junto com os Estados Unidos, um dos maiores produtores e exportadores de alimentos. A projeção indica também que o mercado interno se mantenha com a mais importante fonte de crescimento, devido às elevadas proporções de grãos e carnes consumidas no país. O trabalho apresenta ainda projeções regionais para o setor rural. Mato Grosso deve continuar liderando a expansão da produção de milho e soja no país, com aumentos de 41,5% e 37,1%, respectivamente. A safra da oleaginosa também terá forte expansão na Região Norte, principalmente em Tocantins, Rondônia e Pará. O milho terá crescimento acentuado na Bahia e de Tocantins.   Fonte: http://goo.gl/Aex0eH  
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Bayer eleva oferta pela Monsanto para US$ 64 bilhões
15/07/16
O aumento da oferta afetou a Bolsa de Nova York, onde a ação da Monsanto chegou…
[caption id="attachment_655" align="aligncenter" width="600"]88029FPIG5-1205013-3132-ko7G-U20293473646O0D-1024x526@GP-Web O aumento da oferta afetou a Bolsa de Nova York, onde a ação da Monsanto chegou a subir mais de 3%, a US$ 104.[/caption]  

Empresa alemã pagaria US$ 125 por ação ante proposta de US$ 122 por papel

  O grupo alemão de produtos químicos Bayer anunciou nesta quinta-feira (14) detalhes de uma nova e mais atraente oferta de US$ 64 bilhões pela Monsanto, em uma tentativa de colocar a companhia de sementes sob pressão para aceitar a proposta. O movimento mostra que as duas companhias fizeram pouco progresso em suas negociações desde que a Monsanto rejeitou um lance anterior da Bayer dizendo que ainda estava aberta a “conversas contínuas e construtivas”. A Bayer disse nesta quinta-feira que também elevou sua oferta para US$ 125 por ação em dinheiro, ante US$ 122 anteriormente (em um total estimado de US$ 62 bilhões), e ofereceu à Monsanto um pagamento de US$ 1,5 bilhão caso a transação não seja aceita pelos órgãos antitruste, “reafirmando sua confiança em uma conclusão com sucesso”. “A oferta em dinheiro pela Monsanto foi aumentada até US$ 125 por ação após informações suplementares obtidas em negociações de caráter privado”, indicou a Bayer em comunicado. O aumento da oferta afetou a Bolsa de Nova York, onde a ação da Monsanto chegou a subir mais de 3%, a US$ 104. O presidente executivo da Monsanto, Hugh Grant, disse no mês passado que a companhia estava em negociações com a Bayer e outras companhias do setor sobre “opções estratégicas alternativas”. Ele não nomeou essas companhias, mas houve relatos de que a Monsanto havia discutido uma combinação de seus negócios com a Basf. Nesta quinta-feira, fontes reafirmaram que a Monsanto também está negociando com a Basf, rival da Bayer, sobre uma possível fusão das respectivas divisões de produtos agroquímicos, indicou a agência de notícias Bloomberg. “As negociações estão em sua primeira fase”, disse a fonte. A Bayer também disse que respondeu questões da Monsanto sobre temas regulatórios e financeiros e que está preparada para assumir certos compromissos junto aos reguladores, se necessário, para fechar o acordo. O anúncio da possibilidade de fusão entre as duas companhias levantou preocupações no mundo agrícola pelo possível impacto no preço de pesticidas ou na expansão de cultivos transgênicos. “Estamos convencidos de que esta transação é a melhor oportunidade para proporcionar aos acionistas da Monsanto um valor altamente atrativo, imediato e seguro”, afirmou Wener Baumann, que integra o conselho da empresa alemã. A Bayer está totalmente comprometida a levar a sério essa operação. A Monsanto disse que seu conselho irá reavaliar a última proposta da Bayer, em consulta junto a seus assessores legais e financeiros. A empresa pode responder ainda nesta semana, segundo pessoas com conhecimento do assunto, que pediram para não serem identificadas porque as decisões são confidenciais.   Fonte: http://goo.gl/PNgqSu  
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Exportação de soja gera receita 24% maior em 2016
14/07/16
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[caption id="attachment_652" align="aligncenter" width="600"]39020-k7MI-U20562880671HsH-1024x683@AGRO-Web A China, principal destino das exportações paranaenses, aumentou em 29,9% as encomendas no primeiro semestre[/caption]  

As vendas de cereais, com destaque para o milho, tiveram acréscimo de 40,2% em relação ao mesmo período do ano passado

  A boa safra agrícola, o câmbio e a retomada das vendas externas de automóveis fizeram o Paraná fechar o primeiro semestre com um crescimento de 7,1% nas exportações. As receitas somaram US$ 7,87 bilhões nos primeiros seis meses de 2016, contra US$ 7,34 bilhões no mesmo período do ano passado, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exerior (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.No Paraná, a soja se manteve na liderança das exportações no primeiro semestre, com uma participação de 27,5% do total exportado. As vendas externas do grão geraram uma receita de US$ 2,17 bilhões, um aumento de 24,2% sobre o valor registrado no mesmo período do ano passado (US$ 1,74 bilhão). As vendas de cereais, com destaque para o milho, geraram renda de US$ 224,3 milhões, um acréscimo de 40,2% em relação a 2015. A China, principal destino das exportações paranaenses, aumentou em 29,9% as encomendas no primeiro semestre na comparação com o mesmo período de 2015, alcançando US$ 2,41 bilhões. Argentina comprou 31% mais, com importações de US$ 671,7 milhões. Os Estados Unidos, por sua vez, importaram US$ 377,6 milhões, 4% mais do que no mesmo período do ano passado. O resultado paranaense contrastou com o desempenho das exportações brasileiras. No mesmo período, o Brasil registrou uma queda de 4,3%, passando de US$ 94,3 bilhões para US$ 90,3 bilhões, impactado pelo recuo das vendas de minério de ferro e derivados de petróleo. Para o diretor presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), Julio Suzuki Júnior, a tendência é que o Paraná feche o ano com resultado positivo nas exportações, rompendo dois anos seguidos de queda. “Ainda que não tenhamos o impacto das exportações da soja no segundo semestre, já que os embarques se concentram na primeira metade do ano e a valorização recente do real possa trazer um pouco de preocupação, o Paraná deve fechar no azul as exportações de 2016”, afirma.

Importação

A valorização do dólar, por outro lado, derrubou as importações nos últimos meses. No primeiro semestre, as receitas caíram 22,6%, de US$ 6,6 bilhões para 5,09 bilhões. A queda atingiu a maioria dos produtos. Entre os maiores recuos nas importações ficaram automóveis, com retração de 62,1% (de US$ 354, 2 milhões para US$ 134,2 milhões); óleo bruto de petróleo, com 64,9% (US$ 363,6 milhões para US$ 127,6 milhões). Com o aumento das exportações e diminuição das importações, a balança comercial do Paraná fechou os primeiros seis meses com saldo positivo de US$ 2,78 bilhões. O valor registrado no semestre equivale a quase todo o superávit registrado no ano passado, de US$ 2,46 bilhões.   Fonte: http://goo.gl/49BMwj  
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Estoque de soja cresce em 2015, mas milho registra maior volume
10/06/16
    Apesar de uma redução de 9,5% em comparação a 2014, cereal fecha ano com o maior volume de…
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Apesar de uma redução de 9,5% em comparação a 2014, cereal fecha ano com o maior volume de grãos em estoque

  De acordo com dados da Pesquisa de Estoques divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (09), a soja em grão alcançou um volume estocado de 3,2 milhões de toneladas no Brasil em 31 de dezembro de 2015, um aumento de 2,6% na comparação com o mesmo período de 2014. O volume é pequeno frente à produção nacional de 97 milhões de toneladas do ano passado, mas a oleaginosa foi o único produto que teve crescimento em volume estocado. No entanto, o milho em grão foi o produto com maior volume estocado, de 10,1 milhões de toneladas, apesar de uma redução de 9,5% em comparação a 31 de dezembro de 2014. Segundo o IBGE, a queda do estoque está relacionada ao aumento das exportações do produto, impulsionadas por problemas climáticos em áreas produtoras no mundo. “A soja teve safra recorde e o produtor optou por deixar o produto estocado até o preço melhorar”, explica o gerente da Coordenação de Agropecuária do IBGE, Mauro Andreazzi. Percentualmente, o trigo em grão teve a maior queda de estoque, de 25,1%, para 4,4 milhões de toneladas. O comportamento é explicado pelo efeito da chuva excessiva sobre as lavouras da região Sul, que concentra 90% da produção nacional. O volume estocado de arroz em casca também recuou 9,5%, para 1,9 milhão de toneladas. Já o café em grão teve uma redução de 16,7% em seus estoques, que passaram a 1,1 milhão de toneladas. A queda dos estoques é explicada pela seca que afetou a produção brasileira de café nos últimos anos. Segundo Andreazzi, o Brasil tem uma capacidade de armazenagem satisfatória. Levando em conta a estimativa de safra de grãos no Brasil este ano (195,9 milhões de toneladas) mais a produção de café prevista (3 milhões de toneladas), seria possível armazenar 83,5% desse volume nos estabelecimentos ativos. Somados os inativos esse porcentual subiria a 92,7%. “Temos boa capacidade de armazenagem, o problema é a distribuição da produção”, conclui.   Fonte: http://goo.gl/SjJ8GA
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IBGE estima safra de 2016 de 195,9 mi de toneladas, com queda de 6,5% ante 2015
10/06/16
Pela…
[caption id="attachment_646" align="aligncenter" width="780"]soja-colheita-mato-grosso Desde 2013 a produção de soja vinha batendo recordes no país (Foto: José Medeiros/Ed. Globo)[/caption]

Pela primeira vez no ano estimativa de produção de soja não é recorde, diz Instituto

  O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de maio estima uma safra de 195,9 milhões de toneladas em 2016, um recuo de 6,5% em relação à produção de 2015, quando totalizou 209,4 milhões de toneladas, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (9/6). A nova projeção é ainda 4,6% menor do que o previsto em abril, com 9,5 milhões de toneladas a menos. Se confirmada, será a maior queda em volume (13,5 milhões de toneladas) da série histórica iniciada em 1975.
Área colhida
A estimativa da área a ser colhida pelos produtores agrícolas brasileiros em 2016 é de 57,7 milhões de hectares, um crescimento de 0,2% em relação a 2015, quando foi de 57,6 milhões de hectares. Em relação à estimativa de abril, a área recuou 1,4%. O arroz, o milho e a soja - os três principais produtos da safra nacional - responderam por 87,4% da área a ser colhida e 92,5% da estimativa da produção. Na comparação com 2015, houve acréscimo de 2,7% na área da soja e redução de 0,4% na do milho. A área de arroz teve redução de 9,1%. Quanto à produção, houve recuo de 0,4% para a soja, de 11,6% para o arroz e queda de 14,1 % para o milho, quando comparadas a 2015.
Soja
Um dos destaques  do Levantamento é que pela primeira vez no ano a estimativa para a produção de soja em 2016 não foi recorde, de acordo com o IBGE. Desde 2013 a produção de soja vinha batendo recordes no país. Segundo o gerente da Coordenação de Agropecuária do Instituto, Carlos Antonio Barradas, apesar do aumento de 2,7% da área plantada de soja, o produtor vai colher menos soja por causa da seca. O rendimento médio caiu 1,6% em decorrência das longas estiagens enfrentadas em vários Estados e, em especial, na região do cerrado."Os problemas climáticos estão afetando a produtividade", disse Barradas. A redução nas previsões de produção para a soja e o milho, em especial da 2ª safra, cuja estimativa caiu 11,1%, foram as principais influências na redução da estimativa de produção de grãos para o País em 2016. Em relação à estimativa de abril, a previsão para a soja caiu 1,7%, somando 96,8 milhões de toneladas para o ano. Já a do milho foi 9,6% menor que a estimada de abril, para 73,5 milhões de toneladas. No caso do milho, Mato Grosso, Paraná e Goiás são os Estados que mais provocaram impacto nos dados nacionais no levantamento de maio. Além desses produtos, o trigo terá produção 13,2% maior em 2016 do que a estimada em abril. De acordo com Barradas, isso reflete a previsão de aumento de 75,8% do rendimento médio do produto no Rio Grande do Sul, após dois anos de queda de produção. Com isso, cresce a disposição dos produtores em investir em tecnologia para a safra. No caso do arroz, houve muita chuva no Rio Grande do Sul, responsável por 71,9% da produção. Isso atrasou o plantio e dificultou o desenvolvimento da safra. Com isso, a produção de arroz será 4,3% menor que a estimada em abril.   Fonte: http://goo.gl/k5Gbtp  
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Com redução de 13,5 mi de toneladas, safra 2015/16 pode registrar maior queda em volume desde 1975
09/06/16
    Estimativa do IBGE trouxe uma redução na produção da atual temporada de 6,5% e safra pode atingir 195,9…
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Estimativa do IBGE trouxe uma redução na produção da atual temporada de 6,5% e safra pode atingir 195,9 milhões de toneladas

  De acordo com o mais recente levantamento de safra divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (09) trouxe uma redução na produção da safra 2015/16 de 6,5% em comparação à safra passada, chegando a 195,9 milhões de toneladas. A nova projeção é ainda 4,6% menor do que o previsto em abril, com 9,5 milhões de toneladas a menos. Se confirmada, será a maior queda em volume (13,5 milhões de toneladas) da série histórica iniciada em 1975. “Os problemas climáticos estão afetando a produtividade”, disse o gerente da Coordenação de Agropecuária do IBGE, Carlos Antonio Barradas. A redução nas previsões de produção para a soja e o milho, em especial da segunda safra, cuja estimativa caiu 11,1%, foram as principais influências na redução da estimativa de produção de grãos para o País em 2016. A estimativa da área a ser colhida este ano é de 57,7 milhões de hectares, um crescimento de 0,2% em relação a 2015, quando foi de 57,6 milhões de hectares, e 1,4% menor do que a área estimada em abril. O arroz, o milho e a soja , os três principais produtos da safra nacional, responderam por 87,4% da área a ser colhida e 92,5% da estimativa da produção. Na comparação com 2015, houve acréscimo de 2,7% na área da soja e redução de 0,4% na do milho. A área de arroz teve redução de 9,1%. Além da redução no volume total produzido no Brasil, pela primeira vez no ano a estimativa para a produção de soja não foi recorde. Segundo o IBGE, desde 2013 a produção de soja vinha batendo recordes no país. Quanto à produção, houve recuo de 0,4% para a soja, de 11,6% para o arroz e queda de 14,1 % para o milho, quando comparadas a 2015. De acordo com Barradas, apesar do aumento de 2,7% da área plantada de soja, o produtor vai colher menos por causa da seca. O rendimento médio caiu 1,6% em decorrência das longas estiagens enfrentadas em vários estados e, em especial, na região do cerrado. Em relação à estimativa de abril, a previsão para a soja caiu 1,7%, somando 96,8 milhões de toneladas para o ano. Já a do milho foi 9,6% menor que a estimada de abril, para 73,5 milhões de toneladas. No caso do milho, Mato Grosso, Paraná e Goiás são os Estados que mais provocaram impacto nos dados nacionais no levantamento de maio.   Fonte: http://goo.gl/p4NBhZ
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Geada causa danos pontuais, mas produtores ficam alerta para frio ainda mais intenso
08/06/16
  50% da área de…
[caption id="attachment_642" align="aligncenter" width="600"]3525957 Quinta-feira será de temperaturas ainda mais baixas em todo o Estado[/caption]  

50% da área de milho safrinha está suscetível às geadas, com destaque para o cereal mais atrasado do norte do Estado

  A quarta-feira (08) amanheceu bem gelada em praticamente todo o Paraná, com focos de geada em diversas regiões do estado. De acordo o Simepar, a região sudoeste registrou geada mais significativa. Já no oeste paranaense, Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba, a intensidade da geada não foi tão forte, apesar das temperaturas bastante baixas. A mínima do dia foi registrada em General Carneiro, com 4,5ºC negativos, Palmas (-3,4ºC), Guarapuava (-2,5ºC) e Entre Rios (-1,6ºC).“Desde 2000 não tínhamos uma massa de ar frio tão forte no Paraná. Tão frio que vai atingir até algumas áreas do norte, especialmente no domingo, que será o dia mais gelado da semana. Mas a semana de tempo firme vai ser favorável à colheita da safrinha do oeste”, afirma o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Luiz Renato Lazinski. Mas a onda de frio no estado está apenas no começo, com previsão de temperaturas ainda mais baixas nos próximos dias e previsão de formação de geadas em todo o estado, inclusive no norte do Paraná. A ocorrência de geadas mais intensas será registrada em boa parte do centro-sul, sudoeste, parte da região oeste e Campos Gerais na quinta-feira (09). Curitiba e Região Metropolitana devem registrar geadas moderadas e de intensidade fraca no norte do estado. “Até o início da semana que vem teremos uma massa de ar seco forte atuando sobre o estado, favorecendo a ocorrência de geadas, com reforço no frio do final de semana”, explica o meteorologista do Simepar, Samuel Braun.Com 50% do milho em frutificação e 45% em maturação, segundo o analista do Departamento de Economia Rural (Deral), Edmar Gervásio, ainda é muito cedo para avaliar os impactos das temperaturas tão baixas. “A geada desta quarta foi forte no sul e centro-sul, mas o milho está praticamente todo pronto para a colheita. No oeste, onde a geada foi moderada, pode ter algum reflexo, mas nada significativo. Podemos afirmar que 50% do milho safrinha é suscetível, o que responde por pouco mais de 1 milhão de hectares. Deste volume, mais da metade está no norte. Excluindo essa região, 26% da área tem risco moderado de perdas”, explica Gervásio. Em Cascavel, no oeste, as geadas ocorreram em áreas bastante localizadas. Segundo o secretário do Sindicato Rural de Cascavel, Paulo Cézar Vallini, se houver estragos eles foram muito pontuais. “A grande maioria do nosso milho já passou da fase de risco. O que nós ainda não temos é sol suficiente para diminuir a umidade do solo, secar as plantas e retomar a colheita”, diz Vallini. Em Guarapuava, no centro-sul do estado, a geada foi forte, o risco para a lavoura de milho safrinha é pequeno já que a área não é significativa. “Temos muito pouco milho safrinha. Já o feijão plantado mais tarde pode ser sido afetado”, explica o vice-presidente do Sindicato Rural de Guarapuava, Anton Gora. Em Pato Branco, no sudoeste, segundo o presidente do Sindicato Rural, Oradi Francisco Caldato, foi a maior geada já registrada no ano. “O impacto por enquanto foi mínimo, especialmente para os produtores que plantaram em fevereiro. Quem plantou dentro da janela de janeiro o cereal já está maduro e pronto para colher”, explica. Para as hortaliças produzidas na Região Metropolitana de Curitiba, conforme o engenheiro agrônomo do Deral, Carlos Alberto Salvador, os prejuízos podem ser menores já que 80% da produção é protegida (estufas). “A geada foi forte, mas precisamos esperar para ver os eventuais impactos”, explica.   Veja na integra: http://goo.gl/bjHkdw  
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Vendedores chegam a pedir R$ 1 mil por tonelada de trigo, diz Cepea
08/06/16
[caption id="attachment_639" align="aligncenter" width="780"]trigo_1 Segundo o Cepea, há escassez tanto no trigo pão quanto nos de qualidade inferior (Foto: Thinkstock)[/caption]  

Preços se mantêm sustentados pela baixa oferta do cereal

  A menor oferta de trigo no mercado interno mantém os preços em níveis elevados. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), Em São Paulo e algumas regiões do Paraná, como Ponta Grossa, vendedores chegam a pedir até R$ 1 mil por tonelada do cereal. “Esse elevado patamar está alicerçado na baixa disponibilidade do cereal no mercado brasileiro, tanto de boaqualidade quanto de baixo padrão para panificação, e na forte demanda por parte de indústrias de ração, que se deparam com os preços elevados do milho”, dizem os pesquisadores. Em nota divulgada nesta terça-feira (7/6), eles acrescentam que a semeadura da safra nova de trigo tem sido dificultada pelo excesso de chuvas, especialmente no sul do Brasil. No entanto, pelo menos por enquanto, não há preocupações com efeitos sobre a qualidade do grão. Em meio a este cenário, o indicador do Cepea com base no Estado do Paraná acumula alta de 4,38% até a segunda-feira (6/6), quando a média ficou em R$ 871,25 a tonelada. A referência baseada no Rio Grande do Sul tem aumento de 1,53%. Na segunda, fechou em R$ 790,27 a tonelada.   Fonte: http://goo.gl/XnU6PR  
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Adapar mantém suspensão de produtos ineficientes no combate à ferrugem asiática
07/06/16
As marcas suspensas não poderão ser receitadas para o controle da ferrugem da soja, porém outras…
[caption id="attachment_637" align="aligncenter" width="600"]2505390-kCzD-U20363904844OLC-1024x684@AGRO-Web As marcas suspensas não poderão ser receitadas para o controle da ferrugem da soja, porém outras 24 marcas permanecem aptas para recomendação[/caption]  

Adapar suspendeu a autorização de 67 marcas comerciais de agrotóxicos que apresentaram eficiência abaixo da média

  Na segunda metade de maio a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) suspendeu a autorização de 67 marcas comerciais de agrotóxicos que apresentaram eficiência abaixo da média dos produtos cadastrados. As marcas suspensas não poderão ser receitadas para o controle da ferrugem da soja, porém outras 24 marcas permanecem aptas para recomendação e serão reavaliadas na safra 2016/17. Apesar da reação negativa das empresas fabricantes e preocupação do setor produtivo, a entidade manteve a suspensão dos produtos. A preocupação é para preservar a eficiência dos produtos que ainda apresentam eficiência (ainda restam 26 produtos no mercado) e pela ausência de registro de moléculas novas para os próximos 10 anos. Em reunião no final da semana passada, representantes de entidades do setor produtivo, das indústrias e do setor público manifestaram suas posições e foi consenso que a Adapar adotou a medida correta, utilizando por fundamento os resultados de testes de eficiência agronômica apresentados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que é o órgão federal e oficial de pesquisa agronômica. Segundo o representante do Ministério da Agricultura no Paraná, Marcelo Bressan, essa metodologia da empresa de pesquisa sobre a eficiência dos agrotóxicos está sendo adotada inicialmente para a soja e posteriormente será ampliada para outros produtos. Ele citou também o Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) como órgão de pesquisa oficial indicado para ampliar os estudos de manejo para conter o avanço da ferrugem da soja sobre as lavouras. Esta medida, juntamente com a fiscalização do vazio sanitário e da calendarização da semeadura, tem por objetivo proteger a cultura da soja do ataque da ferrugem asiática e preservar os ingredientes ativos que ainda a controlam. A Portaria Adapar nº 91, de 21 de maio de 2015, determina que, para um agrotóxico ser cadastrado no Paraná, um dos requisitos é que apresente eficiência de 80% de controle para a praga ou doença, ou no mínimo que tenha eficiência superior à média dos agrotóxicos já cadastrados para aquela praga ou doença. “Com isso, avançamos nos entendimentos e balizamento das posições que para combater a ferrugem asiática não podemos nos restringir apenas à aplicação de produtos químicos, mas sim adotar um conjunto de medidas de manejo que requer mais uso de assistência técnica e mais conscientização dos agricultores”, disse o diretor presidente da Adapar, Inácio Afonso Kroetz. Segundo ele, essa preocupação é fundamental para o futuro da soja, visto que essa cultura é grande geradora de empregos e riqueza e vem sustentando a balança comercial do estado e do país. Só no Paraná, a soja movimentou em torno de R$ 18 bilhões no ano passado, segundo estimativas da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento.

Opinião

A posição é que se houver um fato novo por parte da pesquisa, ou do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Adapar pode reavaliar sua posição. “Mas até agora fica tudo como está”, ressaltou Kroetz. Para o representante da Associação dos Produtores de Soja - Paraná (Aprosoja), José Eduardo Sismeiro, produto que não funciona tem que ser retirado do mercado. “Nossa preocupação é com os produtos que já foram comprados pelos produtores e que não temos mais como devolver, porque as revendas não vão aceitar mais”, disse. De acordo com as últimas publicações da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a maioria dos agrotóxicos registrados para controle da ferrugem asiática da soja (doença causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi) estão com baixa eficiência. A causa é a resistência do fungo aos princípios ativos dos agrotóxicos usados repetidas vezes ao longo dos anos. Avaliando as informações geradas pelo Sistema de Monitoramento de Comércio e Uso de Agrotóxicos no Estado do Paraná (SIAGRO), a Adapar confirmou que produtos ineficientes permanecem sendo utilizados em grande escala pelos agricultores, fato que gera elevação dos custos de produção, riscos de contaminação aos aplicadores e poluição, pois o agricultor terá que fazer repetidas aplicações se houver condições ambientais favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Os dirigentes das indústrias também concordaram com a medida da Adapar, mas questionaram a metodologia aplicada pela Embrapa e também a falta de informação sobre os testes realizados nos produtos. “Queremos ser informados dos testes, em quais caraterísticas eles estão sendo aplicados, mesmo porque temos consciência que hoje não se fala num produto único para o controle da ferrugem asiática e sim de um conjunto de técnicas para o controle, que vem a ser o manejo”, disse um dos representantes da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef).

Testes

Na safra 2013/14, os testes realizados nos produtos recomendados para o controle da ferrugem asiática apresentaram eficiência de 40%, e na safra 2014/15, eficiência de 47%. Os produtos que ficaram no mercado serão reavaliados na safra 2016/17. Ainda segundo a Adapar, 24 empresas tiveram produtos com restrição de venda no Paraná, mas ainda permaneceram 11 empresas com produtos liberados para o controle da doença. Kroetz informou que a Adapar participa de todas as discussões e reuniões sobre o assunto, constatando o consenso de que é preciso aplicar agrotóxicos nas lavouras com mais precisão e menos agressão. “Não podemos expor as cadeias produtivas da soja, do frango e outras, que representam os principais produtos de exportação agropecuária do Paraná, para que sofram restrições de desembarque em seus destinos finais e também para o consumidor brasileiro. O papel da Adapar é justamente o de promover a sanidade e qualidade dos produtos paranaenses e a segurança alimentar”, acrescentou. O gerente de Sanidade Vegetal da Adapar, Marcílio Martins Araújo, salientou que a suspensão de produtos agrotóxicos para o combate da ferrugem asiática não representa ato isolado. Ela está embutida numa estratégia de manejo que inclui a adoção de calendário para a semeadura e prazo para colheita ou dessecação das lavouras, visando coibir o cultivo da soja safrinha a partir da safra 2016/2017. “Precisamos evitar a ocorrência de hospedeiros na safrinha para preservar a safra principal que é o principal patrimônio dos produtores e do Estado”, justificou. Os produtos suspensos estão relacionados para pesquisa de interessados na página da Adapar pelo link http://goo.gl/4yTwb6 e na página do SIAGRO, disponível apenas para Engenheiros Agrônomos habilitados a prescrever receitas de uso de agrotóxicos.   Fonte: http://goo.gl/EIZJuQ  
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Soja renova recordes no mercado brasileiro, diz Cepea
06/06/16
  Demanda aquecida e quebra de safra na Argentina…
[caption id="attachment_631" align="aligncenter" width="780"]colheita_soja_23jc colheita-soja-grao-LUIS-EDUARDO-MAGALHAES-MATOPIBA (Foto: Jonathan Campos/Ag. Gazeta do Povo)[/caption]  

Demanda aquecida e quebra de safra na Argentina dão sustentação aos preços

  Os preços da soja vêm atingindo novos recordes nominais no mercado brasileiro. É o que indicam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), de acordo com seu indicador baseado no corredor de exportação de Paranaguá (PR). “A firme demanda mundial por soja e derivados tem impulsionado os valores internos. A forte quebra na produção da Argentina e o menor processamento do grão naquele país deslocaram compradores de soja para os Estados Unidos e para o Brasil”, destacam os pesquisadores, em nota. Diante da situação, a referência do Cepea baseada em Paranaguá acumulou alta de 6,23% na última semana, chegando a R$ 96,26 a saca na sexta-feira (3/6). Nesta segunda-feira (9/6), os preços internacionais da soja mantêm o movimento de alta. Na bolsa de Chicago, os principais contratos registravam altas entre US$ 0,22 e US$ 0,26 por bushel. Por volta de 11h40, julho operava a US$ 11,54 por bushel e agosto a US$ 11,48.   Fonte: http://goo.gl/1YJgtf  
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Governo espera injetar R$ 21 bilhões no setor agrícola com LCA
01/06/16
Pela nova norma, 35% de todo o saldo proveniente de LCAs emitidas a partir de 1º…
[caption id="attachment_628" align="aligncenter" width="600"]14783546 Pela nova norma, 35% de todo o saldo proveniente de LCAs emitidas a partir de 1º de junho deste ano será destinado a operações de crédito rural.[/caption]  

Segundo nova norma do CMN, saldo emitido com títulos a partir de amanhã irá para crédito rural

  O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma resolução que altera o direcionamento dos recursos captados com Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) para o crédito rural. Com isso, o Banco Central espera que sejam injetados no setor agrícola R$ 21 bilhões, metade do estimado da presidente afastada Dilma Rousseff, que esperava que as letras de crédito rendessem R$ 40 bilhões para o crédito rural. “Estamos tentando ser o mais realista possível tomando por base o que ocorreu nos períodos anteriores. A primeira estimativa, até onde me consta, não foi feita pelo Banco Central, essa estimativa foi feita com base em trabalho realizado pelo departamento do BC que trata dessas questões”, explica o chefe de gabinete do diretor de organização do sistema financeiro, José Reynaldo de Almeida Furlani. Pela nova norma, 35% de todo o saldo proveniente de LCAs emitidas a partir de 1º de junho deste ano será destinado a operações de crédito rural. Desse total, R$ 9 bilhões (40%) para operações com taxas controladas de até 12,75% e R$ 12 bilhões (60%) para operações com taxas livres. O CMN também decidiu introduzir o conceito de “garantia de renda mínima” no âmbito do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária da Agricultura Familiar (Proagro Mais). Dessa forma, fica incluído dentro do programa norma para assegurar ao agricultor familiar “meios para manter sua subsistência em caso de perdas de receitas em consequência de fenômenos naturais que atinjam negativamente a lavoura, limitado a R$ 20 mil”. A resolução também alterou o modo de cálculo de indenizações, que deverão ser proporcionais à efetiva aplicação das parcelas de crédito.   Fonte: http://goo.gl/T7u5ky  
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2º Encontro do Agronegócio
31/05/16
    Atenção produtores! Nosso 2º Encontro do Agronegócio será nessa quinta-feira, dia 2 de junho. Esperamos por vocês!
001 - Encontro do Agronegócio     Atenção produtores! Nosso 2º Encontro do Agronegócio será nessa quinta-feira, dia 2 de junho. Esperamos por vocês!
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Soja chega ao maior nível desde 2012 e supera R$ 81, diz Cepea
16/05/16
Clima desfavorável à cultura no principal período de desenvolvimento do grão foi o principal motivo da…
[caption id="attachment_621" align="aligncenter" width="780"]colheita_soja_18jc Clima desfavorável à cultura no principal período de desenvolvimento do grão foi o principal motivo da alta de preços, diz o Cepea (Foto: Jonathan Campos/Ag. Gazeta do Povo)[/caption]

Vendedores brasileiros estão negociando poucos lotes, em meio a revisões da expectativa de produção brasileira

  A soja no mercado brasileiro chegou ao maior nível de preço desde setembro de 2012, de acordo com o indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Na última sexta-feira (13/5), a referência baseada no corredor de exportação de Paranaguá (PR) atingiu R$ 81,57 por saca de 60 quilos em termos nominais (sem descontar a inflação). “O clima desfavorável à cultura no principal período de desenvolvimento do grão foi o principal motivo para esse cenário. Nesse contexto, vendedores brasileiros estão retraídos, negociando apenas lotes pontuais e no aguardo de valores ainda maiores no segundo semestre”, informa o Cepea, em nota divulgada nesta segunda-feira (16/5), lembrando que a produção brasileira teve expectativas revisadas. O preço do farelo de soja acompanhou o movimento do grão e registrou alta de 5,6% entre os dias 6 e 13 de maio, de acordo com os pesquisadores. “Os compradores de farelo também passaram a adquirir o produto em pequenos volumes, à espera de um recuo nos valores para voltar a negociar quantidades maiores”, diz a nota.   Fonte: http://goo.gl/DU9YgT  
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Agricultura e meio ambiente vão trabalhar juntos”, diz Blairo Maggi
13/05/16
Blairo Maggi, novo ministro da agricultura: "Agricultura e Meio Ambiente têm metas em comum" (Foto: Fernando…
[caption id="attachment_619" align="aligncenter" width="780"]ep833990 Blairo Maggi, novo ministro da agricultura: "Agricultura e Meio Ambiente têm metas em comum" (Foto: Fernando Vilarin / Editora Globo)[/caption]

Senador e ex-governador de Mato Grosso é um dos maiores produtores de soja do mundo

  O novo ministro da Agricultura, Blairo Maggi, empossado na tarde desta quinta-feira(12/5), em Brasília (DF), disse à revista GLOBO RURAL que conversou com seu colega Sarney Filho, novo ministro do Meio Ambiente, para que as duas pastas trabalhem juntas, principalmente em questões polêmicas como o Código Florestal. “Temos metas em comum”, disse. Senador pelo PP-MT e ex-governador de Mato Grosso (2003-2007 e 2007-2010), Maggi pretende mostrar que os produtores rurais são pessoas preocupadas com a preservação da natureza, ao contrário do que apregoam as organizações ambientalistas. “Quando deixei o governo de Mato Grosso, o índice de desmatamento do Estado havia caído 90% em relação à gestão anterior”, declarou o ministro. Maggi, que figura entre os maiores produtores de soja do mundo, já foi considerado uma das pessoas mais influentes do mundo pela revista Forbes. Ele também recebeu o prêmio Motosserra do Ano pela ONG ambientalista Greenpeace. “A minha maior preocupação é com a queda da renda do produtor rural. Não podemos deixar que o agronegócio, o setor mais dinâmico da economia, entre na espiral da crise brasileira, devido à quebra de safra”, acrescentou Maggi. Segundo dados da Conab, a produção brasileira de grãos na safra 2015/2016, de 202 milhões de toneladas, é 5 milhões de toneladas inferior à da safra 2014/2015. Gaúcho de Torres, Maggi completa 60 anos no próximo dia 26. É engenheiro agrônomo formado pela Universidade Federal do Paraná.   Fonte: http://goo.gl/yDSqm1  
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Portos do Norte firmam-se como opção para exportação de grãos
12/05/16
    Somente no ano passado, as exportações totais pelo chamado Arco Norte foram de 20 milhões de toneladas, 54%…
5709588     Somente no ano passado, as exportações totais pelo chamado Arco Norte foram de 20 milhões de toneladas, 54% superiores às de 2014   Do município de Barcarena, no Pará, saem navios carregados com toneladas de soja rumo à África, Ásia e Europa, em uma operação quase silenciosa. O Porto de Vila do Conde, na cidade, em nada lembra a balbúrdia dos portos brasileiros. A calmaria observada em meados de abril é reflexo de uma série de fatores, como a forte mecanização, o transporte fluvial, com comboios de barcaça, e o atraso na colheita da soja. Se estendendo de Rondônia até a Bahia, a nova rota de escoamento da produção agrícola tem seus principais portos e investimentos no Pará, firmando-se como opção viável aos tradicionais terminais do Sul e Sudeste, que ainda embarcam 80% da soja. Somente no ano passado, as exportações totais pelo chamado Arco Norte foram de 20 milhões de toneladas, 54% superiores às de 2014, segundo o Ministério da Agricultura. Para 2016, a previsão é de novo crescimento, mas não sem um atraso nos embarques. O tempo seco no Centro-Oeste no segundo semestre de 2015 atrasou o plantio, e a chuva, em fevereiro, prejudicou a colheita e o transporte de soja pela BR-163, principal eixo rodoviário do Arco Norte. A atratividade do escoamento pela região - o custo mais barato em relação aos Portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR) - só não é maior justamente porque as ligações entre as áreas produtoras e terminais nos rios amazônicos apresentam graves deficiências. A BR-163 tem mais de 200 km sem pavimentação. Já o projeto da Ferrogrão, elaborado por tradings e que prevê ferrovia de 1 mil km entre o médio-norte de Mato Grosso e Miritituba, distrito de Itaituba no sudoeste do Pará, às margens do Rio Tapajós, ainda não saiu do papel, apesar de promessas do governo federal. Solucionados esses entraves, a expansão na movimentação de grãos pelo Arco Norte pode ser ainda maior. Com todos os investimentos que vêm sendo feitos na região, 20% da soja exportada pelo Brasil passa por ali. Mas a estimativa é de que toda a produção de soja e milho de regiões acima do paralelo 16, que passa pelo Mato Grosso, possa ser escoada pelo Arco Norte com maior vantagem competitiva à medida que investimentos em áreas públicas e privadas se concretizarem, segundo o consultor em infraestrutura e logística da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Luiz Antônio Fayet. Esta produção, em 2014, representou 57,9% da safra nacional dos dois grãos.

Custo

Mesmo com as dificuldades e eventuais atrasos no transporte, pelas estimativas do governo do Pará, Estado que concentra o maior número de portos da região, o custo logístico para o produtor do Centro-Oeste exportar por Vila do Conde, em Barcarena, ou Santarém é de US$ 20 a US$ 30 por tonelada menor do que enviar a produção para Santos e Paranaguá. De olho nesses cálculos, as principais tradings com operações no País estão investindo na região há pelo menos três anos. Por ali, elas teriam, também, uma rota mais curta para chegar ao canal do Panamá e, de lá, até o principal comprador da oleaginosa brasileira, a China. Miritituba tornou-se um grande polo de Estações de Transbordo de Cargas (ETCs), nas quais toda a carga que chega do Centro-Oeste por caminhões é transferida para barcaças que rumam em comboios por rio para os portos do Norte. Lá, a Cargill finaliza sua própria ETC e a Bunge já conta com estação em atividade. ADM e Glencore utilizam os serviços da Transportes Bertolini, enquanto Multigrain, Cofco Agri e Nidera fazem os grãos chegarem a Barcarena por meio da empresa de logística Hidrovias do Brasil. A Amaggi também escoa parte de sua produção pelo Pará, por meio de parceria com a Bunge, e a Louis Dreyfus Commodities tem interesse em instalar estruturas próprias para movimentação de grãos em Barcarena e em Rurópolis. Para chegar a Miritituba, porém, a carga proveniente do Centro-Oeste precisa percorrer um longo caminho pelas rodovias 163 e 230 (a chamada Transamazônica), ambas com diversos trechos sem pavimentação.

Dificuldade de acesso

O governo do Pará discute com tradings estímulos para que parte da soja escoada pelos portos locais seja processada no Estado. “O Pará não quer ser só um corredor de passagem; precisamos agregar valor ao produto”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia paraense, Adnan Demachki. Para atrair as empresas, diz que a verticalização da produção será uma condicionante para licenças ambientais de futuras concessões portuárias. O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiepa), José Maria Mendonça, reforça: “Queremos que 5% da soja exportada pelo Pará seja processada aqui.” Nos cálculos de Demachki, para cada 1 milhão de toneladas de soja esmagadas são gerados 7,5 mil empregos. O secretário de Transportes do Pará, Kleber Menezes, admite que há obstáculos a transpor. Além dos trechos mal conservados da BR-163 ele aponta outros dois eixos rodoviários que compõem o Arco Norte: a BR-364, que liga o oeste mato-grossense a Porto Velho (RO); e a BR-158, entre o leste de Mato Grosso e o sul do Pará. Segundo Menezes, contornados esses obstáculos, os terminais do Arco Norte poderiam superar a movimentação nos terminais do Sul e Sudeste até 2025, com capacidade para 35 milhões de toneladas por ano.   Fonte: http://goo.gl/LnbN3y
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Balança do agronegócio tem saldo positivo de US$ 7,1 bilhões em abril
09/05/16
O grande destaques para o período entre janeiro e abril foi a soja com um aumento…
[caption id="attachment_615" align="aligncenter" width="600"]10975848 O grande destaques para o período entre janeiro e abril foi a soja com um aumento de 43% no valor e de 63% em quantidade[/caption]  

As importações apresentaram queda de US$ 1,12 bilhão para US$ 972,63 milhões entre março de 2015 e abril de 2016: uma queda de 12,9%

  As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram um total de US$ 8,08 bilhões, valor que representou 52,5% de todo o valor exportado pelo Brasil no mês passado, um aumento de 14,3% em abril deste ano, na comparação com o mesmo mês de 2015. Como os preços internacionais dos produtos agropecuários têm registrado queda, o resultado só foi obtido graças ao aumento na quantidade de produtos exportados, informou o Ministério da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento (Mapa). De acordo com o Balanço Comercial do Agronegócio, divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Mapa, o saldo positivo das exportações subiu de US$ 5,95 bilhões para US$ 7,1 bilhões, na comparação entre abril de 2015 e abril de 2016. Já as importações apresentaram queda de US$ 1,12 bilhão para US$ 972,63 milhões entre março de 2015 e abril de 2016: uma queda de 12,9%. “As vendas externas contribuíram para termos superávit, enquanto as exportações de produtos dos demais setores apresentaram déficit de US$ 2,2 bilhões”, disse a secretária de Relações Internacionais do Agronegócio, Tatiana Palermo. “Nos primeiros quatro meses, o crescimento foi 10,2% na comparação com 2015, com um saldo de US$ 24 bilhões no agronegócio. Já os demais foram deficitários em US10,9 bilhões. Com isso, o superávit total da balança ficou em US$ 13,2 bilhões”, acrescentou. Os destaques para o período entre janeiro e abril, segundo a secretária, foram a soja, com um aumento de 43% no valor e de 63% em quantidade; o sucroalcooleiro, que aumentou em 8,3% o valor e em 23,4% a quantidade; o milho, com um aumento de 109,5% no valor e de 137,8% na quantidade exportada. Os produtos florestais apresentaram uma alta de preço de 2,6%, e de 16,4% na quantidade exportada; o algodão aumentou, em valor, 34,7%, e em quantidade 41,9%. O cacau também mereceu destaque e, com um aumento de 9,2% em seu valor registrou aumento de 13,4% na quantidade exportada. “Tivemos um resultado muito bom também nos produtos de proteína animal exportado”, acrescentou. Com preço praticamente estável, as carnes em geral aumentaram 17,9% em termos de quantidade exportada. O frango in natura aumentou em 16,6%. A carne bovina in natura teve aumento de 7,4% no valor de mercado, e, em quantidade vendida, aumentou em 18,5%. A carne suína in natura aumentou em 22,5% seu valor, e em 71,4% a quantidade. “Também merecem destaque os pescados. Exportamos 27,9% a mais em valor, e 29,7% a mais em quantidade.” Segundo o Mapa, os cinco principais setores exportadores em abril foram o de soja, que exportou US$ 4,04 bilhões, valor 30,6% superior ao registrado em abril do ano passado; carnes, que totalizaram US$ 1,2 bilhão (4,4% a mais); produtos florestais, que exportou US$820 milhões (queda de 2,7% na comparação com o mesmo mês). O complexo sucroalcooleiro exportou US$ 526,28 milhões. Na comparação com abril do ano passado o crescimento da exportação fica em 64,9%. “Esses cinco complexos foram responsáveis 78,2% do exportado pelo agronegócio. Temos concentração muito grande nesses cinco complexos. A soja representa 32,6% do total exportado pelo agronegócio. As carnes, 15,7%; os produtos florestais (papel, celulose e madeiras) representa 12% do exportado; o sucroalcooleiro 9,6%; e o de cereais 8,2%.” O café registrou queda em termos percentuais (-29,3%), e exportou US$ 371,49 milhões. Palermo explicou que essa queda no café é momentânea. “Estamos na entressafra, mas deveremos anunciar ainda uma safra recorde.”   Fonte: http://goo.gl/WJTTPj  
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Crédito contratado pelos produtores cresce 4% neste ano
03/05/16
Algumas entidades do setor cogitam boicotar o evento de lançamento do Plano Safra (Foto: United Soybean…
[caption id="attachment_613" align="aligncenter" width="1024"]14438012-k7nC-U20171547929yaD-1024x681@AGRO-Web Algumas entidades do setor cogitam boicotar o evento de lançamento do Plano Safra (Foto: United Soybean Board/CCommons)[/caption]  

Liberação antecipada ajuda produtores a começar fazer os investimentos necessários para o próximo período de plantio

  Os médios e grandes produtores rurais tomaram financiamentos agrícolas de R$ 100 bilhões de julho de 2015 até março de 2016. Isto representa um aumento de 4% em relação ao período anterior. O resultado mostra que os agricultores continuam apostando no setor, contribuindo para a economia brasileira. O volume, referente a créditos de custeio, comercialização e investimento, representa 53% dos recursos programados para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2015/2016, de R$ 187,7 bilhões. Nos nove primeiros meses da safra atual, as operações de custeio e comercialização na agricultura empresarial totalizaram R$ 82 bilhões, sendo R$ 69,5 bilhões a juros controlados (entre 8,75% e 7,75%). Os financiamentos com juros livres tiveram aumento expressivo, passando de R$ 6,7 bilhões para R$ 12,4 bilhões. Deste total, R$ 6,6 bilhões são provenientes da emissão de Letra de Crédito do Agronegócio (LCA). Merece destaque o dispêndio a juros controlados nas operações de crédito de custeio e comercialização de R$ 69,5 bilhões, que corresponde a 72% do montante programado para a atual temporada (R$ 96,5 bilhões). De R$ 64,1 bilhões em crédito de custeio, 80,6% foram contratados por grandes produtores e 19,4% por produtores beneficiários do Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural). Segundo o Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central, os financiamentos de custeio da safra tiveram alta de 22,4%, levando-se em conta as aplicações a juros controlados e juros livres. Esse aumento foi liderado pelos bancos públicos, que ampliaram suas aplicações em 42%, enquanto os bancos privados tiveram redução de 7%. As operações a juros livres somaram R$ 6,7 bilhões, enquanto as de juros controlados chegaram a R$ 57,4 bilhões (90% do total). Os bancos públicos aumentaram em 42% os financiamentos de custeio destinados aos beneficiários do Pronamp, enquanto os bancos privados tiveram alta de 29%. A procura pela linha de investimento, no acumulado do período, somou R$ 18 bilhões, contra R$ 27 bilhões da temporada passada. De acordo com a Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a redução dos investimentos já havia sido prevista por ocasião do lançamento do PAP. Com a incertezas no atual cenário econômico, os produtores estão mais prudentes na hora de tomar empréstimos. Os agricultores só estão pegando dinheiro para investimentos quando a falta de infraestrutura na propriedade e a necessidade de renovação de máquinas agrícolas, por exemplo, interferem nos ganhos de produtividade.   Fonte: http://goo.gl/NCZl7C  
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Anúncio de Plano Safra agora é positivo para o setor, diz executivo da AMA Brasil
03/05/16
Algumas entidades do setor cogitam boicotar o evento de lançamento do Plano Safra (Foto: United Soybean…
[caption id="attachment_610" align="aligncenter" width="780"]soja_para_colher_united_soybean_board Algumas entidades do setor cogitam boicotar o evento de lançamento do Plano Safra (Foto: United Soybean Board/CCommons)[/caption]  

Liberação antecipada ajuda produtores a começar fazer os investimentos necessários para o próximo período de plantio

  O diretor executivo da Associação dos Misturadores de Adubos do Brasil (Ama Brasil), Carlos Eduardo Florence, avaliou como positivo o anúncio do Plano Agrícola e Pecuário 2016/2017 marcado para esta quarta-feira (4/5), pelo Ministério da Agricultura. "Lógico que tem o jogo político, mas temos que tomar cuidado e separar as questões. É positivo que o anúncio ocorra agora, porque no ano passado tivemos problemas muito sérios e o financiamento atrasou demais", afirmou Florence. Em 2015, o Ministério da Agricultura tornou público o Plano Safra 2015/2016 no começo de junho e foi criticado por não ter feito o anúncio antes. A demora levou a atrasos na aquisição de insumos para a safra que seria cultivada. Algumas entidades do setor cogitam boicotar o evento de lançamento do Plano Safra. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), entidade da qual a ministra Kátia Abreu é presidente licenciada, informou nesta semana que não vai à cerimônia nem enviará representantes. Nos bastidores, integrantes da confederação dizem que a decisão foi tomada porque o plano é considerado casuístico e as entidades do setor não foram consultadas. "A ministra Kátia Abreu é uma pessoa dedicada e muito competente. Não precisamos misturar as coisas", complementou. Para Florence, existe grande possibilidade de as taxas de juros subsidiadas pelo governo aumentarem, já que a taxa Selic também subiu no período. Há rumores no setor, segundo o diretor executivo da Ama Brasil, de que o montante a ser ofertado também pode aumentar, acompanhando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), um dos índices que medem a inflação. "Com a inflação alta, a taxa de juros vai ser mais alta mesmo. Mas o pior dinheiro é o que não existe; mesmo caro, é melhor ter algum recurso", disse Florence. Outra vantagem da liberação antecipada, apontou, é que com ela os produtores poderão antecipar suas compras de fertilizantes, o que evitaria problemas logísticos decorrentes da concentração das compras em um período mais curto.   Fonte: http://goo.gl/9Avftv
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Consultor estima safra brasileira de soja em 98,1 milhões de toneladas
02/05/16
Colheita da soja na safra 2015/2016 chagou a 95% da área no Brasil, estima Flávio França…
[caption id="attachment_608" align="aligncenter" width="780"]dsc7303 Colheita da soja na safra 2015/2016 chagou a 95% da área no Brasil, estima Flávio França Junior (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)[/caption]  

Flávio França Junior considerou “nova realidade de produtividade” e revisou estimativas para baixo

  A safra brasileira de soja deve totalizar 98,1 milhões de toneladas no ciclo 2015/2016. A avaliação é do consultor Flávio França Junior, diretor da França Júnior Consultoria. O número representa uma revisão para baixo nas expectativas do especialista que, em março, acreditava em um volume de 99,47 milhões de toneladas. Os estados que tiveram corte na estimativa de produção foram Mato Grosso, Paraná, Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins. De outro lado, houve revisão para cima nos números de Goiás, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo (veja tabela abaixo). Em relatório divulgado nesta sexta-feira (29/4), o consultor explica que sua avaliação levou em conta uma “nova realidade de produtividade” em função deproblemas climáticos ocorridos nos últimos 30 dias. “Especialmente pelo clima predominantemente seco na região Nordeste, atingindo as safras de soja e milho (verão e inverno), e a estiagem observada na região central, atingindo a safra de inverno de milho, incluindo parte do Paraná, a região Sudeste e a boa parte da região Centro-Oeste”, diz ele, no relatório. No milho, a estimativa para a produção no Brasil foi revisada de 87,13 milhões para 79,53 milhões de toneladas, somadas as culturas de verão e a safrinha. Em relação à tempotrada 2014/2015, o número representa uma queda de 9%. A projeção para a safra de verão foi revisada de 27,63 milhões de toneladas para 26,46 milhões. E a safra de inverno foi revisada de 59,50 milhões 53,08 milhões de toneladas.
Colheita da soja
De acordo com o consultor Flávio França Junior, a colheita da nova safra brasileira atingiu 95% da área esperada até 29 de abril. Um pequeno avanço em relação à semana passada, quando a proporção era de 93% da semana anterior. “O fluxo lento foi provocado pelas fortes chuvas que finalmente atingiram a região centro-sul e boa parte do centro do país”, avalia o consultor.     Confira na íntegra: http://goo.gl/oTxf9X  
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Governo do Paraná suspende safrinha de soja
29/04/16
Soja cultivada na época da safrinha é mais afetadas pelo fungo causador da ferrugem asiática, conforme…
[caption id="attachment_606" align="aligncenter" width="600"]13865823-kVCH-U20151810914W0D-1024x680@AGRO-Web Soja cultivada na época da safrinha é mais afetadas pelo fungo causador da ferrugem asiática, conforme a Adapar.[/caption]

Fungo causador da doença tem desenvolvido resistência a fungicidas e segunda safra de soja no estado é agravante para o problema. Conheça o cronograma de plantio permitido

    O Paraná suspende a partir deste ano a plantação de uma segunda safra de soja – conhecida como safrinha – em um único período produtivo. A medida, anunciada em portaria pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), visa amenizar os efeitos da ferrugem asiática. O fungo causador da doença que atinge a oleaginosa tem criado resistência aos defensivos agrícolas atuais. Uma segunda safra piora o quadro e coloca em risco toda a produção do estado, conforme divulgou a agência estadual. Adriano Riesemberg, diretor de defesa agropecuária da entidade, explica que há vários anos a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) lidera estudos que apontam para perda de eficiência de agroquímicos sobre o fungo causador da ferrugem na soja. Os próprios fabricantes desses produtos químicos relatam que não há previsão, em menos de dez anos, para novos lançamentos de defensivos mais potentes contra o microorganismo. “A medida foi tomada para que os cinco milhões de hectares da safra normal de soja não sejam prejudicados por 130 mil hectares de safrinha”, sintetizou Riesemberg. A proibição é necessária, conforme Riesemberg, porque durante a safrinha a área cultivada é muito menor. Mas, como o estado é um grande produtor da oleaginosa, os fungos que estavam nas lavouras da safra normal começam a atacar as plantas da safrinha desde o início do seu desenvolvimento. Com um período sem a presença da soja no estado, o solo tem um tempo de descanso da cultura até que novas plantas da oleaginosas comecem a se desenvolver novamente pelas terras paranaenses. Riesemberg diz que já está previsto no zoneamento agrícola do estado que a plantação da soja deve acontecer entre setembro e dezembro. Os altos preços da commodoty, no entanto, tem incentivado agricultores do estado a se arriscarem cada vez mais em uma segunda safra do grão. “É uma prática de alto risco para o produtor, pois, como sabemos, as geadas podem ocorrer antes do inverno e pegar a lavoura. Mesmo tendo que tratar com mais fungicidas, os agricultores têm adotado essa prática, o que no momento pode colocar em risco a produção principal do estado”, relata.

Calendário de plantio

Os produtores rurais estão autorizados a plantar a soja do dia 16 de setembro a 31 de dezembro. A colheita e o encerramento do ciclo, independentemente de ser necessário realizar a dessecagem da planta, deve acontecer impreterivelmente até o dia 15 de maio. Quem desrespeitar o cronograma, conforme Riesember, ficam sujeitos às sanções previstas na Lei Estadual de Defesa Sanitária Vegetal (Lei 11.200 de 1995). As punições previstas são advertência, multa, proibição de comércio, interdição da propriedade agrícola e vedação do crédito rural.   Fonte: http://goo.gl/F7lHDB  
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RS projeta faturamento de R$ 19,3 bilhões com safra de soja
28/04/16
  Grão é uma das principais culturais agrícolas do Rio Grande do Sul.…
[caption id="attachment_604" align="aligncenter" width="600"]Ricardo Stohlirk Foto: Ricardo Stohlirk[/caption]  

Grão é uma das principais culturais agrícolas do Rio Grande do Sul. Série do RBS Notícias mostra a rota da soja, das lavouras ao comércio.

 
A soja é uma das principais culturas agrícolas do Rio Grande do Sul. O grão que alivia as contas de pequenos municípios, gera empregos e movimenta o comércio também tem um peso importante para a economia do estado. Prova disso é a boa safra recente, que deve gerar um faturamento de R$ 19,3 bilhões ao estado. É o que mostra a terceira reportagem da série de reportagens Caminhos da Soja, veiculada no RBS Notícias, que mostra a mostra a rota do grão, das lavouras ao comércio. Foi em Santa Rosa, na Região Noroeste, que as primeiras sementes de soja foram plantadas no país, em 1914. Mais de 100 anos depois, esses grãos são os responsáveis por garantir o sustento do agricultor José Helmuth Steffen e de mais três funcionários que trabalham na propriedade dele, perto de onde tudo começou. "Isso aqui tem cor de ouro, é o ouro que hoje sustenta o Brasil", diz o agrônomo. A soja é uma das principais culturas agrícolas do estado, e pode amenizar as consequências de outros fatores para a economia gaúcha. "Num ano de frustração climática, a economia do estado cai, diminui consideravelmente, atinge o PIB de forma muito sensível e no interior então, para tudo, né?", analisa o economista Argemiro Luis Brum. Os anos de seca são os mais prejudiciais para a economia gaúcha. É em períodos como esse que há queda no Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas que o estado produz, na agropecuária, indústria e serviços. Em 2005, o índice caiu 2,8%, e em 2012, encolheu 1,5%. São as maiores retrações registradas no século XXI no estado. No ano passado, a queda foi ainda maior. O PIB do Rio Grande do Sul caiu 3,4%, e esse resultado só não foi pior graças ao bom desempenho do setor agropecuário, que apresentou alta de 13,6%. A safra neste ano, porém, surpreendeu. A expectativa é um faturamento bruto de R$ 19,3 bilhões.   Leia a notícia na íntegra: http://goo.gl/375ye5
 
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Governo lança Plano de Safra 2016/2017 no dia 4 de maio
27/04/16
Ministra Kátia Abreu diz que os recursos são estratégicos para o crescimento da produção de alimentos   [caption id="attachment_602" align="aligncenter"…

Ministra Kátia Abreu diz que os recursos são estratégicos para o crescimento da produção de alimentos

  [caption id="attachment_602" align="aligncenter" width="780"]sorriso Recursos serão destinados ao custeio da próxima safra de verão, cujo plantio começa em setembro (Foto: Rogério Albuquerque / Editora Globo)[/caption]   A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, anunciou nesta terça-feira (26) que o Plano Agrícola e Pecuário (PAP)para a safra 2016/2017 deve ser lançado na próxima quarta-feira (4/5). Normalmente o Plano de Safra é anunciado em meados de junho, pouco antes do início do ano agrícola, que no próximo ciclo vai de julho/2016 a junho/2017. Em nota divulgada no site do Ministério da Agricultura, a Kátia afirma que o investimento é estratégico para que o país continue aumentando sua produção e garanta a oferta de alimentos de qualidade e com preço justo. Kátia Abreu afirmou que, apesar da crise política atual, o Ministério da Agricultura continua trabalhando. “Assim como os trabalhadores, os patrões e os empresários, nós ministros também trabalhamos durante a crise. Então, essa é nossa função e obrigação. Temos que deixar um Plano Safra pronto, adequado para o momento do país, e tenho certeza que será um ótimo plano”, ressaltou. Ela lembrou que recursos do Plano Safra cresceram 75% nos últimos quatro anos. A ministra destacou ainda que, no governo da presidente Dilma Rousseff, o plano teve saltos significativos. Da safra 2011/2012 à atual, o volume de recursos disponibilizados cresceu de R$ 107,24 bilhões para R$ 187,7 bilhões, aumento de 75%. “Tenho certeza absoluta de que, mais uma vez, a presidente Dilma não vai decepcionar os produtores do país. Os melhores planos safra que tivemos foram nesses últimos três anos de governo”, afirmou Kátia.   Fonte: http://goo.gl/KaNr4P  
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Agricultores do PR esperam a chegada do frio para iniciar plantio de trigo
26/04/16
( Deral estima que atraso no plantio não deve afetar área cultivada com o cereal no…
[caption id="attachment_600" align="aligncenter" width="600"]Trigo ( Deral estima que atraso no plantio não deve afetar área cultivada com o cereal no estado.  Foto: http://goo.gl/Rc77DF )[/caption]   Calor das últimas semanas atrasou início da semeadura em lavouras das regiões Norte, Oeste e Sudoeste do Paraná, de acordo com o Deral   Os agricultores do Paraná aguardam a chegada do frio nessa semana para compensar o atraso no plantio de trigo no estado. Nas regiões Norte, Oeste e Sudoeste, a plantação começa anualmente no mês de março. O prazo para plantio, no entanto, é grande e vai até maio. Por isso não deve haver prejuízos sobre a área inicialmente destinada à cultura do trigo no estado, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab). Carlos Hugo Godinho, analista do Deral, relata que hoje os produtores do Paraná possuem boa capacidade de plantio. Por mais que haja atraso no início da plantação, segundo ele, há tempo hábil para compensar. “Maringá, por exemplo, conseguiu plantar 30% do trigo esperado em uma semana, já na expectativa da chuva que caiu ontem”, exemplifica. Ele prevê que na quinta-feira (28) o Deral terá uma estimativa de quanto trigo já foi plantado no estado. O especialista explica que há um mapeamento por município com prazos estimados para plantio do trigo em cada cidade. “Não acredito que esse atraso no plantio vá interferir na área, de fazer o produtor deixar de plantar por não ter conseguido fazer o plantio no tempo adequado.”

Estimativa de produção

O Deral espera para este ano uma diminuição de 11% na área plantada de trigo. Em 2016, devem ser cultivados 1,2 milhão de hectare do cereal e a produção deve ficar em torno de 3,6 milhões de toneladas se tudo correr dentro do esperado.   Fonte: http://goo.gl/O6siuK  
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Soja dispara em Chicago e sobe mais de 30 pontos ainda de olho no adverso clima da América do Sul
25/04/16
    O mercado internacional da soja começou o dia testando uma nova…
[caption id="attachment_596" align="aligncenter" width="600"]branding-design-semente-soja ( Foto: http://goo.gl/WqpXjV )[/caption]     O mercado internacional da soja começou o dia testando uma nova realização de lucros na sessão desta segunda-feira (25) na Bolsa de Chicago, porém, logo voltou a atuar em campo positivo. Os futuros da oleaginosa, por volta de 12h50 (horário de Brasília), subiam quase 30 pontos, levando as posições julho e agosto/16 de volta aos US$ 10,20 por bushel, e as demais a superarem os US$ 10,00. Segundo explicam analistas, os preços ainda têm suporte entre seus fundamentos para buscar novos patamares e mais ganhos, porém, a forte participação dos fundos de investimento no mercado internacional da soja traz de volta a volatilidade aos negócios que, há tempos, não vinha sendo registrada. "O clima na América do Sul está deixando os mercados loucos nesta segunda-feira", dizem analistas internacionais ouvidos pela agência de notícias Bloomberg. O foco permanece no excesso de chuvas na Argentina e na seca em determinados pontos do Brasil. No primeiro caso, inundações seguem deteriorando as lavouras, enquanto no segundo, a conclusão em estados da região Matopiba vêm perdendo produtividade com a falta d'água. Dessa forma, as incertezas climáticas, mais uma vez, vêm motivando a movimentação dos fundos de investimento à ponta compradora do mercado, apostando em altas ainda mais significativas. E esse movimento, ainda de acordo com analistas internacionais, é o mais intenso entre as commodities agrícolas desde julho do ano passado. "Eles estão comprando massivamente", diz Arnaud Saulai, um corretor da internacional Starsupply Commodity Brokers. O clima nos Estados Unidos complementa o quadro. Como explica o anlista de mercado Glauco Monte, da FCStone, "neste período de pré plantio, o mercado coloca um prêmio des risco climático até que se tenha uma melhor definição da nova safra, isso também ajuda a puxar os preços e a volta dos fundos". Dessa forma, ele acredita que o período que se segue para o mercado internacional da soja deve ser marcado, a partir de agora, por intensa volatilidade. No Brasil, o dólar recua nesta segunda-feira e, assim, os preços acabam ficando limitados. A moeda norte-americana, por volta das 13h, perdia 0,58%, sendo cotada a R$ 3,554. Ao mesmo tempo, em Rio Grande, a soja disponível valia R$ 79,80 por saca, subindo 0,385, enquanto o futuro valia R$ 86,00, no embarque maio/2017, com um pequeno ganho de 0,58%.   Fonte: http://goo.gl/9RBQN2  
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Colheita da soja atinge 75% da área no Rio Grande do Sul
22/04/16
(Avanço na colheita de soja no Rio Grande do Sul foi de 20 pontos percentuais nesta…
[caption id="attachment_594" align="aligncenter" width="600"]Airton Weimer, (Avanço na colheita de soja no Rio Grande do Sul foi de 20 pontos percentuais nesta semana. Foto: Airton Weimer)[/caption]  

Os trabalhos também avançaram no milho e alcançaram 85%do total plantado, enquanto no arroz o percentual é de 65%

  As boas condições climáticas favoreceram o avanço de 20 pontos percentuais na colheita da soja nesta semana no Rio Grande do Sul, que atingiu 75% da área cultivada, segundo o boletim semanal do serviço de assistência técnica e extensão rural do governo gaúcho (Emater/RS). Os técnicos comentam que apesar da intensidade de alguns focos de ferrugem asiática e das chuvas em áreas da região Sul e Campanha, neste final de ciclo, a cultura conseguiu manter as produtividades em níveis satisfatórios. Eles preveem que a atual estimativa de 2.938 kg/ha deve ser revista ligeiramente para cima. Em relação à comercialização, os técnicos comentam que os produtores estão vendendo pequenos lotes para saldar dívidas urgentes e retendo o produto à espera de melhor definição do mercado. Nesta semana a soja foi cotada em média ao produtor a R$ 67,75/saca, em alta de 0,34% na semana e 5,9% acima da média de abril nos últimos cinco anos.
Milho
A colheita do milho avançou 5 pontos percentuais para 85% do total plantado. A Emater/ES estima que 10% das lavouras estão em po9nto de colheita e 5% em fase final de formação de grãos. “Estes 5% se referem às lavouras semeadas após a colheita do fumo, devendo ser colhidas até o mês de maio”, dizem os técnicos. Eles comentam que as produtividades se mantiveram em níveis elevados durante todo o processo de retirada dos grãos, “com raras exceções”. O rendimento médio previsto atualmente é de 6,3 mil kg/ha. No milho destinado à silagem, a colheita ultrapassa os 90%, restando poucas áreas a serem colhidas. Os analisas observam que os preços do milho permanecem firmes no mercado gaúcho, diante da escassez de oferta e da demanda em alta, principalmente pelo consumo das aves e suínos. O preço médio ao produtor nesta semana fechou em R$ 41,87/saca, em alta de 1,9% na semana e 40,8% acima da média par abril nos últimos cinco anos.
Arroz
O avanço na colheita de arroz nesta semana foi de 13 pontos percentuais, impulsionada pelo tempo mais seco registrado em boa parte do território gaúcho. Os trabalhos atingiram 65% da área e 35% das lavouras estão em fase final de maturação. Os técnicos observam que mesmo com o adiantamento desta semana, os trabalhos de colheita continuam com o atraso. Na mesma época do ano passado percentual ultrapassava os 90%, dizem eles. Segundo eles, mesmo com os problemas enfrentados pelos produtores com o excesso de chuvas que causaram atraso no plantio e a insolação insuficiente durante a fase de floração, a produtividade média obtida até aqui até pode ser considerada bastante satisfatória: 7,5 mil kg/ha com boa qualidade de grãos. Eles observam que a expectativa dos produtores não é animadora, “uma vez que a cada nova retirada de grãos as produtividades são menores”. Em relação à comercialização, os preços se mantém estáveis, com a saca de 50 kg ao produtor valendo cotada a R$ 40,39. A variação foi positiva em 0,02% na semana e em relação a média de abril nos últimos cinco anos a alta é de 15,4%.   Foto: http://goo.gl/jb1q41  
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Cai o imposto de importação de milho
20/04/16
Importação do cereal tinha alíquota de 8%; medida vale por seis meses (Foto: Ernesto de Souza…
[caption id="attachment_592" align="aligncenter" width="780"]ers0350 Importação do cereal tinha alíquota de 8%; medida vale por seis meses (Foto: Ernesto de Souza / Ed. Globo)[/caption]  

A medida vale por seis meses para um volume de 1 milhão de toneladas

  O Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex), vinculado à Câmara de Gestão de Comércio Exterior (Camex), aprovou na terça-feira (19/4) a isenção do imposto de importação de milho, que tinha alíquota de 8%. A medida valerá para uma cota de até 1 milhão de toneladas de milho e terá prazo de seis meses. De acordo com o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, André Nassar, a resolução do Gecex atende à demanda dos criadores de aves, suínos e produtores de leite, que reclamavam dos preços altos do produto no mercado. “A importação do grão, que serve de base para a alimentação animal, terá impacto positivo na cotação do milho no mercado interno.” A desoneração do milho foi encaminhada pela ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), na semana passada, à Camex. O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frangoe um dos principais exportadores de carne suína. Com a decisão, o governo não prejudica os produtores brasileiros que plantam e vendem milho, destaca Nassar. “Como a isenção do imposto valerá entre maio e outubro, a comercialização do milho safrinha não causará prejuízo aos agricultores.” A importação de milho do Mercosul já é isenta de impostos. A medida do Gecex estimulará a compra do grão produzido em outros países, como os Estados Unidos. A medida será publicada no Diário Oficial da União na próxima semana.   Fonte: http://goo.gl/WKX4lQ  
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Agronegócio do país crê no andamento do Plano Safra apesar de crise política
19/04/16
      Por Roberto Samora SÃO PAULO (Reuters) - O processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff avança em…
17848926       Por Roberto Samora SÃO PAULO (Reuters) - O processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff avança em um momento crucial de definição governamental dos recursos e juros de financiamento do Plano Safra 2016/17, mas representantes do agronegócio avaliaram nesta segunda-feira que o programa terá encaminhamento dentro do governo federal, apesar das incertezas geradas pela crise política. O setor do agronegócio, de maneira geral, posicionou-se a favor do impeachment da presidente. Independente disso, diante dos problemas políticos e das dificuldades do governo para equilibrar as suas contas, não há grandes expectativas de aumento nos recursos ou de juros mais favoráveis. "A nossa visão é a seguinte: o Brasil não é uma república de bananas... disseram que estamos fazendo golpe, mas tem um processo institucional... Do mesmo modo, o Estado está aí, tem uma série de regramentos que não mudam da noite para o dia", afirmou o presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Gustavo Junqueira, em entrevista à Reuters. O plano anterior teve volumes recordes de 187,7 bilhões de reais, anunciados em junho do ano passado, mas com uma maior oferta de financiamentos a juros livres de mercado. Incertezas sobre aquele plano, ao longo do primeiro semestre de 2015, além de atrasos na antecipação de recursos, travaram muitos negócios de aquisição de máquinas e insumos para a nova safra, numa prova da grande relevância das linhas de crédito oficiais para a agricultura do Brasil. Segundo Junqueira, os compromissos são estabelecidos com o Banco do Brasil, o principal financiador do agronegócio, e com os ministérios do Planejamento e da Fazenda, enquanto a pasta da Agricultura aponta as necessidades de recursos ou eventual mudança na alocação. "Entendo que esse processo já está encaminhado, então todas as discussões já estão sendo feitas. Imagino que ninguém vai jogar tudo isso para cima, assumindo que a ministra (Katia Abreu) é senadora e que a bancada do agronegócio tem bastante força", acrescentou. Ele ressaltou ainda que, na atual condição econômica, não há expectativa de um juro controlado mais baixo em 2016/17. CONFIANÇA EM KATIA Já o presidente da Sociedade Nacional de Agricultura, Antonio Alvarenga, teme pelas consequências de uma presidente "desalojada do poder", caso Dilma venha a ser afastada do cargo enquanto o processo de impeachment se desenrola, mas ele acredita a ministra Katia Abreu deve garantir a liberação do plano. "É uma situação complicada para o agronegócio, para toda a economia, mas para o agronegócio é mais ainda, porque tem um calendário (de plantio). A gente tem esperanças de que a ministra Katia, comprometida com o agronegócio, vai conseguir liberar o plano safra dentro de determinados parâmetros", disse Alvarenga, lembrando que Katia Abreu está apoiando Dilma Rousseff. Já a Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) avalia que, considerando que o assunto é de grande importância para o país, terá encaminhamento satisfatório. "É um tema exclusivamente técnico, esperamos que seja priorizado... É lógico que depende de negociações políticas, mas tem 90 por cento do plano que é possível tocar no âmbito técnico", afirmou o superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi, lembrando que o presidente da instituição, que se posicionou também a favor do impeachment, pediu para que todas demandas sigam sendo enviadas ao governo. Na semana que vem, a CNA espera apresentar todas as demandas ao Ministério da Agricultura. Lucchi não entrou em detalhes sobre os valores. Já a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) avalia que, apesar do "vazio" que pode acometer o governo durante a crise política, o setor contou este ano com uma espécie de colchão dos recursos do pré-custeio, que somaram 10 bilhões de reais, liberados em fevereiro. "Este ano tem um atenuante que foi o pré-custeio... Tanto que a compra de insumos foi bem, em março foi bem, pelo menos o insumo está sendo comprado", disse o diretor-executivo da Abag, Luiz Cornacchioni. Ele afirmou ainda que há esperança de que, por ter havido o pré-custeio, o agricultor chegue com um pouco mais de caixa para feiras de equipamentos agrícolas como a Agrishow, de Ribeirão preto, no final deste mês, apesar da crise.     Fonte: http://goo.gl/c9Qnbd
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Produtores atingidos pela seca podem prorrogar dívidas diretamente no banco
15/04/16
  Negociação não precisa passar…
[caption id="attachment_583" align="aligncenter" width="600"]12552891-kYwC-U2086435323yGG-1024x610@AGRO-Web Somente no Tocantins, estima-se perda de 30% na safra de grãos[/caption]  

Negociação não precisa passar pelo Ministério da Fazenda nem por consulta ao BC

  Produtores rurais prejudicados pela forte seca que atinge a região do Matopiba (formada pelo Tocantins e partes do Maranhão, Piauí e Bahia) podem solicitar prorrogação das suas operações de crédito diretamente ao banco, sem necessidade de autorização do Ministério da Fazenda ou de consulta ao Banco Central. O Manual de Crédito Rural prevê condições especiais para casos de frustração de safra devido a fatores adversos, como a estiagem, geada ou excesso de chuva. Os produtores de todo país que estão nessa condição podem prorrogar suas dívidas de custeio e de investimento com os mesmos encargos financeiros pactuados com o banco no momento da contratação. Esse instrumento independe de consulta ao Banco Central ou de negociação coletiva com o Ministério da Fazenda e vale para qualquer cultura. Basta comprovar incapacidade de pagamento. Os débitos poderão ser pagos ao final do contrato ou parcelados em cinco prestações anuais, conforme prevê o manual. De acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), apesar de as chuvas em março terem sido mais regulares que no mês anterior, mantiveram-se com volumes abaixo da média histórica, resultando em redução de produtividade da soja e do milho primeira safra. Somente no Tocantins, estima-se perda de 30% na safra de grãos, podendo ser maior no caso da soja, com previsão de perda de 40% a 50% para a cultura. De acordo com a Secretaria de Agricultura do estado, a estiagem durante a safra 2015/16 provocou perda de 670 mil toneladas de soja e 420 mil toneladas de milho.   fonte: http://goo.gl/2g2sWa  
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Programa de pontos Bayer
15/04/16
  A Bayer…
[caption id="attachment_568" align="alignnone" width="600"]Sem Título-1 sr Antoninho Rubin recebendo uma TV 32'' das mãos do RTV Eduardo Flores.[/caption]   A Bayer CropScience desenvolveu um Programa de Pontos para fidelização de clientes. A partir da compra de produtos, o agricultor pode resgatar produtos e serviços focados no aumento produtivo e na melhoria da gestão das propriedades. Para participar, os agricultores podem se cadastrar no portal https://goo.gl/exS1Bf   https://goo.gl/mD8zpb      <<<< VIDEO      
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Asiáticos ampliam compra de soja, e preço dispara
14/04/16
O primeiro contrato da soja terminou o dia em US$ 9,56 por bushel (27,2 quilos) na…
[caption id="attachment_564" align="aligncenter" width="600"]soja O primeiro contrato da soja terminou o dia em US$ 9,56 por bushel (27,2 quilos) na Bolsa de Chicago, principal formadora de preço da commodity. A alta desta quarta em Chicago tem, porém, outros fundamentos.[/caption]  

Sem o atrativo de outras aplicações, os investidores voltaram às commodities agrícolas, elevando os preços.

  Numa boa notícia para o produtor brasileiro, a soja voltou a subir com força na Bolsa de Chicago. Essa alta ocorre desde fevereiro, mas nesta quarta (13) a evolução foi de 2,1% no primeiro contrato, uma das maiores do ano. O avanço nos preços se deve a “uma lua de mel do mercado financeiro com as commodities”, segundo Fernando Muraro, da Agência Rural de Curitiba. Sem o atrativo de outras aplicações, os investidores voltaram às commodities agrícolas, elevando os preços. O primeiro contrato da soja terminou o dia em US$ 9,56 por bushel (27,2 quilos) na Bolsa de Chicago, principal formadora de preço da commodity. A alta desta quarta em Chicago tem, porém, outros fundamentos. A China divulgou os dados preliminares de importação de soja de março. As compras somaram o volume recorde de 6,1 milhões para o mês, superando em 36% as de igual período do ano anterior. No primeiro trimestre, as importações, também recordes, atingiram 16,3 milhões, 4% mais do que as de janeiro a março de 2015. Os chineses ainda não divulgaram a origem da soja que compararam, mas esse aumento tem a ver com a retomada das exportações brasileiras, que somaram 8,4 milhões de toneladas no mês passado. Desse volume, 6,6 milhões tiveram como destino a China, segundo a Secex. Nem todo esse produto já foi desembarcado nos portos chineses devido à demora no transporte. O Brasil, no entanto, está de volta ao mercado da China com maior intensidade, de acordo com Daniele Siqueira, da AgRural. De janeiro e fevereiro, quando as máquinas não estavam no campo para a colheita no Brasil, os chineses fizeram as compras nos EUA. Outro fator de pressão nos preços foi a nova estimativa de importação de soja pela China neste ano. O Usda (Departamento de Agricultura dos EUA) prevê que os chineses vão comprar 83 milhões de toneladas de soja na safra 2015/16, 1 milhão a mais do que se previa antes.   Fonte: http://goo.gl/6BWs5O  
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Câmbio tem mais importância do que números da safra neste momento, diz consultor
13/04/16
Dólar será determinante para os produtores de soja porque eleva a competitividade das exportações. Foto: Vinicios…
[caption id="attachment_562" align="aligncenter" width="600"]Vinicios Knob Dólar será determinante para os produtores de soja porque eleva a competitividade das exportações. Foto: Vinicios Knob[/caption]

Glauco Monte, da FC Stone, falou sobre as perspectivas para o mercado de grãos, em palestra durante a Tecnoshow

    A volatilidade da taxa de câmbio tem afetado a dinâmica do mercado brasileiro de grãos no Brasil de uma maneira mais brusca do que os números de safra. Foi o que afirmou o diretor de commodities da consultoria INTL FCStone, Glauco Monte, que deu uma palestra para os participantes da Tecnoshow Comigo, em Rio Verde (GO). “O câmbio mudou a dinâmica do mercado. Eu estou olhando mais para o noticiário econômico do que para asperspectivas de safra neste momento”, disse o consultor, destacando a influência do atual momento político e econômico do Brasil sobre a cotação do dólar. “Mais importante do que saber se a safra de soja vai ser 100 (milhões de toneladas) ou 95 (milhões de toneladas), é importante saber se o câmbio vai estar R$ 4,20 ou R$ 3,20”, acrescentou. O consultor explicou que o dólar é determinante porque eleva a competitividade das exportações brasileiras. Falando especificamente da soja, em suas simulações, uma cotação de R$ 3,10 poderia representar uma redução de 4 a 5 milhões de toneladas nos embarques. Bem diferente do que poderia ocorrer, por exemplo, com o dólar valendo R$ 4,10, por exemplo. “O câmbio define competitividade. Melhor seria se ela não ficasse concentrada no câmbio, mas fosse também pela eficiência logísticado país”, opinou Monte. E se, em curto prazo, a cotação do dólar está relacionada ao desempenho das exportações, no médio prazo, influencia a decisão de produção, já que interfere nos custos e nos preços de venda. Monte destacou que os preços internacionais da oleaginosa estão nos atuais níveis em função de ganhos de área e de produtividade no mundo nos últimos anos. Esse movimento alargou estoques, mesmo com a crescente demanda da China. De acordo com o consultor, em 2015, a necessidade do mercado chinês era estimada em 82 milhões de toneladas do grão e pode aumentar ainda mais nos próximos anos. “Não tem problema de demanda na China. O que fez o preço internacional trabalhar a patamares abaixo de outros anos foi o excesso de oferta nos Estados Unidos e no Brasil, que levou a um estoque mais alto. Nos Estados Unidos foi onde efetivamente se recompôs o estoque”, analisou Monte. Com base em dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), ele disse que, na safra 2013/2014, a relação estoque/uso de soja no mercado norte-americano estava em 2,3%. No ciclo 2014/2015, passou para 4,9% e na temporada 2015/2016 deve chegar a 12,1%. No Brasil, na safra 2015/2016, as reservas finais podem ser de apenas 1,21 milhão de toneladas, estima o diretor da INTLFCStone. “Se a Bolsa de Chicago fosse em São Paulo, a soja não teria baixado de US$ 14 por bushel”, disse ele. No entanto, na situação atual, “sem uma quebra de safra nos Estados Unidos, não há como ter preço acima da média”, disse ele, usando como patamar médio US$ 10 por bushel. Milho O diretor da INTL FCStone destacou que a variação cambial também foi determinante para o mercado de milho. Segundo ele, o Brasil passou a ter o cereal mais barato no porto, com a variação cambial estimulando as exportações. No ano passado, as vendas externas do produto superaram os 29 milhões de toneladas, reduzindo estoques internos e fazendo, de acordo com o consultor, com que fosse perdida a referência de preços do produto. Para exemplificar a competitividade trazida pelo dólar, com base em cotações no município de Sorriso (MT), Monte disse que, enquanto o valor do milho chegou a dobrar em um ano, o frete aumentou pouco mais de 7%. Assim, enquanto em março de 2015 o transporte representava 50,45% do preço do grão, em março deste ano, representava 35,29%. Com uma taxa de câmbio a R$ 3,10, o frete passaria a ser 63,22% do preço do milho em Sorriso e, com a moeda americana a R$ 4,10, a proporção cairia para R$ 47,8%. “O Brasil não tem  competitividade no milho com câmbio a R$ 3,50”, acrescentou, destacando o risco de redução de exportações do cereal, com consequente queda dos preços internos. “Não dá para falar de milho a R$ 40 a saca por muito tempo”, acrescentou. Na avaliação dele, a segunda safra de milho pode ajudar a realinhar os preços internos, mas não resolve a situação do mercado. “O câmbio será crucial para o preço do milho mais do que a quebra da safrinha de Goiás”, disse ele, em referência aos problemas de clima que tem afetado o desenvolvimento da cultura no estado e preocupado agricultores locais. Assim como na soja, ele acredita que só uma quebra de safra nos Estados Unidos pode colocar os preços do cereal em nível acima das médias, podendo superar os US$ 4 por bushel. Consolidada a produção norte-americana, ele considera que as cotações internacionais devem ficar em torno dos R$ 3,50 por bushel. Se este cenário vier aliado a uma queda do dólar, o grão fica menos competitivo.   Fonte: http://goo.gl/11T84B    
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Real ditará tendências para commodities agrícolas
13/04/16
  A moeda brasileira deve seguir como um fator determinante para a trajetória das…
[caption id="attachment_560" align="aligncenter" width="600"]Different kinds of bean seeds, lentil, peas in dish on wooden ta Fonte: http://goo.gl/vwfjN6[/caption]   A moeda brasileira deve seguir como um fator determinante para a trajetória das principais commodities agrícolas produzidas no Brasil no segundo trimestre de 2016 As crises política e econômica no Brasil escalaram a tal nível que o trimestre que se inicia impõe um grande desafio àqueles que necessitam de um pouco de previsibilidade para variáveis-chave da economia. Em relação aos principais produtos agrícolas, esse contexto fez com que as atenções voltadas ao clima cedessem lugar à cotação do real, que se coloca, hoje, no radar das commodities. Em estudo especial, “Perspectivas para Commodities - 2º trimestre de 2016”, a consultoria INTL FCStone analisou a moeda brasileira e suas implicações na agricultura, considerando dois desfechos possíveis para o processo de impeachment. “Enxergamos dois cenários básicos que implicam em patamares bem diferentes para a cotação do real – ao redor de R$ 3,10 no caso do impeachment e R$ 4,20 caso a presidente Dilma Rousseff se mantenha no cargo”, explica o Diretor de Inteligência de Mercado, Thadeu Silva. Para o setor sucroalcooleiro, os diferentes cenários terão papel decisivo na determinação do mix de produção. Com uma safra recorde a caminho e um déficit global de açúcar, uma valorização cambial pode reduzir a larga vantagem na rentabilidade que o açúcar apresenta no momento e estimular a produção de etanol. “Nos próximos meses provavelmente se observarão os menores níveis de preços para o biocombustível em toda a safra, o que deve incentivar um aumento na demanda, enquanto o mercado de açúcar aponta que oferecerá suporte ao álcool combustível”, aposta o Analista de Mercado da INTL FCStone, João Paulo Botelho. O nível de preços da soja também deve se manter pressionado. Ainda de acordo com relatório, as perspectivas para as exportações brasileiras a partir de abril podem ser revistas para baixo no caso do afastamento da presidente, principalmente se for considerada a grande disponibilidade de produto nos Estados Unidos, que por sua vez pode se beneficiar da perda de competitividade do produto brasileiro. Já o milho vive um momento bastante particular de escassez do produto no Brasil. Com novas desvalorizações cambiais, o cenário de preços domésticos altos pode ser mantido por mais tempo. Da mesma forma, uma valorização pode levar a importações expressivas do grão no primeiro semestre deste ano, inviabilizando a exportação do produto do Centro-Oeste. Com relação aos fertilizantes, que vivem um cenário de estoques elevados, podem ver seu contexto mudar, ao passo que paralisações de unidades produtoras e demanda crescente contribuiriam para uma interrupção da tendência de queda dos preços dos principais fertilizantes no mercado internacional nos próximos meses. “A demanda brasileira por fosfatados e, principalmente, potássicos, será um importante fator para que esse piso nos preços seja estabelecido no segundo trimestre e as perspectivas são positivas em relação a ela”, resume Fábio Rezende, Analista de Mercado da consultoria.   Fonte: http://goo.gl/PWa4Ot    
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Fenômeno climático La Niña vai ditar o ritmo da próxima safra
12/04/16
O evento climático é marcado por tempo seco e chuvas irregulares, principalmente na região Centro-Sul do…
[caption id="attachment_558" align="aligncenter" width="600"]equipe matopiba 7jc-858-kMdB-U2065836845RdF-1024x683@AGRO-Web O evento climático é marcado por tempo seco e chuvas irregulares, principalmente na região Centro-Sul do país[/caption]   Ao contrário da safra 2015/16, que sofreu (e ainda sofre) os impactos de uma das mais fortes ocorrências de El Niño das últimas duas décadas, o ciclo 2016/17 será marcado pela La Niña. Embora não haja um consenso em relação à intensidade do fenômeno, provocado pelo esfriamento das águas do oceano Pacífico, os meteorologistas afirmam que ele deve começar entre agosto e setembro deste ano, época de plantio do milho e da soja e de colheita do trigo. Segundo o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Luiz Renato Lazinski, o El Niño perde intensidade entre o fim de maio e o começo de junho e cede espaço para um inverno regular, com tempo seco e temperaturas mais amenas. “O La Niña deve começar em setembro, com a possibilidade de geadas tardias, o que pode impactar na colheita do trigo. Na região Centro-Sul do país, o fenômeno será marcado por uma distribuição mais irregular de chuvas e por precipitações abaixo da média”, explica. De acordo com o agrometeorologista Marco Antônio dos Santos, da Somar Meteorologia, o La Niña deve atingir o pico no verão de 2017. “Dependendo da intensidade, isso significa estiagem na região Sul do país e mais chuvas na região Centro-Norte, incluindo o Matopiba”, afirma. O último La Niña aconteceu na safra 2011/12. O cenário climático da próxima safra exige cautela para os produtores, principalmente na região Sul. No caso do trigo, por exemplo, o excesso de chuvas provocado pelo El Niño quebrou parte da safra do Rio Grande Sul e do Paraná. Com o La Niña, a situação inverte. “Quem não perder por causa das geadas, vai conseguir colher trigo de uma ótima qualidade por causa do tempo mais seco”, diz Lazinski. No caso das culturas de verão, como soja e milho, a falta de chuva pode influenciar diretamente no plantio e no desenvolvimento das plantas. “No La Niña é muito comum a ocorrência de veranicos ao longo da safra, alguns com mais de 20 dias, o que pode atrapalhar bastante”, afirma o meteorologista do Inmet. No entanto, em outras regiões, como o Norte do Mato Grosso e o Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), que há três anos sofre com estiagem, haverá um clima mais favorável, com uma incidência maior de chuvas.   Fonte: http://goo.gl/hsuSY7  
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Colheita de grão será recorde na temporada 2015/2016, afirma Expedição Safra
11/04/16
  A soja…
[caption id="attachment_556" align="aligncenter" width="600"]Weimer O resultado é considerado positivo em ano de crise econômica. Foto: Airton Weimer.[/caption]  

A soja e o milho juntos devem superar o valor de 185 milhões de toneladas

  Os efeitos climáticos causados pelo El Niño não devem afetar as projeções para uma colheita recorde de grãos para a temporada 2015/2016, segundo indicadores divulgados pela Expedição Safra. De acordo com os dados, a o volume colhido deve ser de 215 milhões de toneladas. A soja e o milho representam a maior parte do total, e devem superar 185 milhões de toneladas. O resultado é considerado muito favorável em um ano de instabilidade climática e crise econômica. Segundo o indicador, a produção de soja cresceu 3,7% em comparação à temporada passada. O país ganhou em área plantada, com aumento de 4,6%, mas perdeu em produtividade, com um recuo de 0,8%. Áreas da região sul e do Matopiba foram às principais afetadas, principalmente por conta do excesso de chuva e da seca intensa, respectivamente. Ainda de acordo com a Expedição Safra, o milho verão seguiu o ritmo dos últimos anos e sofreu queda na produção de 6,3%, chegando ao valor de 29,96 milhões de toneladas.   Fonte: http://goo.gl/ygZrUR  
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Clima: Semana começa com chuvas no Mato Grosso e no Rio Grande do Sul
11/04/16
  Muitas áreas de instabilidade podem ser observadas sobre a metade norte do Mato Grosso…
[caption id="attachment_553" align="aligncenter" width="636"]54033bf30e79b789aed657b02cf0a85f Ilustração[/caption]   Muitas áreas de instabilidade podem ser observadas sobre a metade norte do Mato Grosso nessa manhã de segunda-feira, com isso, chuvas fortes já são registradas sobre a áreas, beneficiando muito lavouras de milho e algodão safrinha. Há registros de chuvas também sobre o Pará e faixa leste do Rio Grande do Sul. Além disso, áreas de instabilidade estão conseguindo se propagar sobre toda a região Sul do Brasil, o que poderá trazer pancadas de chuvas isoladas para os Estados de Santa Catarina e Paraná durante o dia, em especial à tarde, por conta do calor. Essas chuvas também irão beneficiar muito lavouras de segunda safra e até mesmo o plantio das lavouras de inverno, como  trigo. Na faixa sul e leste de São Paulo e sul de Minas Gerais também poderão ocorrer pancadas de chuvas isoladas entre a tarde e noite dessa segunda-feira, devido a associação das áreas de instabilidade associadas ao forte calor. Porém, no interior de São Paulo e em, praticamente toda Minas Gerais o tempo seguirá firme, sem previsões para chuvas e muito calor. O que está afetando muito lavouras de milho safrinha e demais culturas. Mato Grosso do Sul e Goiás seguem com tempo firme e sem previsões para chuvas nessa segunda-feira. No Matopiba há previsões para pancadas de chuvas isoladas sobre toda a região nessa segunda-feira. E esse deverá ser o padrão do tempo ao longo da semana. Chuvas mais concentradas sobre o Sul e Norte do Brasil, com possibilidades para pancadas de chuvas sobre a faixa oeste de Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul. Nas demais regiões do Brasil, o tempo seguirá firme e temperaturas bem acima da média para essa época do ano. A partir de amanhã as chuvas também diminuem e até cessam sobre a região do Matopiba. E tais condições meteorológicas estão agravando o desenvolvimento do milho e algodão segunda safra. Onde já começam a aparecer reduções mais significativas de produtividade, uma vez que grande parte do milho das principais regiões produtoras estão em fase de pendoamento e granação. Para a colheita da cana de açúcar esse tempo firme vem ajudando muito. As chuvas só deverão retornar às regiões produtoras do Mato Grosso do Sul, Goiás, cerrado mineiro e interior de São Paulo somente no final da próxima semana. No Mato Grosso, apesar das chuvas desse começo de semana, chuvas generalizadas sobre todo o Estado somente no final do mês. E no Matopiba, as chuvas só deverão retornar entre o final de abril e começo de maio.   Fonte: http://goo.gl/XZkM6D  
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IBGE estima produção brasileira em 210 milhões de toneladas em 2016
07/04/16
IBGE estima menor produção de milho na safra de verão e na safrinha (Foto: Ernesto de…
[caption id="attachment_548" align="aligncenter" width="780"]dsc_0687 IBGE estima menor produção de milho na safra de verão e na safrinha (Foto: Ernesto de Souza/ Editora Globo)[/caption]   O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou suas estimativas e passou a considerar um crescimento de 0,5% na produção de cereais, leguminosas e oleaginosas neste ano em relação a 2015. O volume pode chegar a 210 milhões de tonadas, de acordo com relatório mensal com os dados referentes ao mês de março, divulgados nesta quinta-feira (7/4). O volume estimado representa uma revisão para baixo em comparação com o relatório anterior, que estimava uma produção de 211,3 milhões de toneladas. “houve aumento de 3,2% para a soja e reduções de 7,8% para o arroz e de 2,2% para o milho.”, comentam os pesquisadores em nota, fazendo referência às três culturas que, somadas, representam 93% do volume produzido no país. Na comparação com 2015, dos 26 produtos analisados pelo IBGE, 13 apresentaram variação positiva nas estimativas de produção: amendoim 1ª safra (19,5%), amendoim 2ª safra (0,1%), aveia (6,9%), batata-inglesa 1ª safra (4,6%), batata-inglesa 2ª safra (2,2%), café arábica (18,1%), café robusta (0,8%), cevada (44,8%), feijão 1ª safra (12,4%), feijão 2ª safra (4,4%), mamona (14,7%), soja (3,2%) e trigo (6%). Já outros 13 produtos agrícolas devem ter redução quando é feita a relação com o ano passado: algodão em caroço (4%), batata-inglesa 3ª safra (24,1%), arroz em casca (7,8%), cana-de-açúcar (3,9%), cacau (0,3%), cebola (4,8%), feijão 3ª safra (21,3%), laranja (2,7%), mandioca (0,2%), milho 1ª safra (5,8%), milho 2ª safra (0,3%), sorgo (13,5%) e triticale (35,2%).
Área
A estimativa da área a ser colhida é estimada pelo IBGE em 58,4 milhões de hectares, um acréscimo de 1,1% em relação a 2015 (57,7 milhões de hectares). Em relação ao relatório divulgado no mês passado, com os dados referentes a janeiro, há uma revisão para baixo em 0,6%. “Em relação ao ano anterior, houve acréscimo de 3,1% na área da soja e de 0,4% na área do milho; na área de arroz houve redução de 7,9%”, comenta o Instituto. Juntas, as três culturas representam 86,9% da área a ser colhida no país.   Fonte: http://goo.gl/dBh7Ho  
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Indústria de ração acredita em milho caro mesmo com safra cheia
07/04/16
[caption id="attachment_541" align="aligncenter" width="780"]colheita_de_milho_idaho_national_laboratory Safra de milho de inverno tem potencial para 55,2 milhões de toneladas (Foto: Idaho National Laboratory/CCommons)[/caption]  

Cenário internacional e impasse político brasileiro podem continuar afetando a cadeia produtiva e mantendo preços em alta.

  A pressão da entrada no mercado do milho de segunda safra, cuja colheita começa em meados de maio, pode não ser suficiente para baixar os preços do cereal aos patamares esperados pelos criadores de aves e suínos.A perspectiva é do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), que tem observado uma desaceleração nas vendas do setor neste ano, por causa da forte valorização do grão no mercado interno. O preço do milho, principal ingrediente usado na alimentação dos animais, subiu quase 60% no último ano. Devido à alta do custo de aquisição do cereal, criadores têm entregue os animais para o abate com prejuízo de até R$ 100 por cabeça, conforme Ariovaldo Zani, vice-presidente do Sindirações. Para o executivo, a situação de aperto no quadro de oferta e demanda do milho deve continuar mesmo se a safra brasileira for boa, devido a diversos fatores. No cenário externo pode haver quebra na produção da Ucrânia. Se a nossa moeda continuar desvalorizada continuaremos competitivos no mercado internacional e a tendência é de que as exportações continuem aquecidas. Não há saída. Ou o criador brasileiro paga o preço ou o exportador vende para fora [do país], que é mais lucrativo para ele”, afirma. Ele observa que o impasse político no Brasil, que influencia diretamente o comportamento da cotação do dólar, também impacta o setor produtivo. "Se o processo de impeachment se arrastar muito, o que é mais provável, os analistas acreditam que moeda deve continuar perto de R$ 4", afirma. O dólar tem dado sustentação aos preçosinternos do milho. Atualmente, a saca de 60 quilos do produto vale em torno de R$ 50 em São Paulo, conforme levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).   Fonte: http://goo.gl/jfL200    
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Preços do milho subiram 59,1% em relação a 2015
06/04/16
[caption id="attachment_537" align="aligncenter" width="780"]milho-colheita A menor produção na safra de verão e as exportações aquecidas encareceram o grão (Foto: Thinkstock)[/caption]  

A expectativa é de que a pressão de alta perca força com o início da colheita da safrinha

  Os estoques enxutos de milho têm ocasionado às valorizações no mercado interno e os preços do grão já são 59,1% maiores que o mesmo período de 2015. A menor produção na safra de verão e as exportações aquecidas colaboraram com este cenário. Segundo levantamento da Scot Consultoria, em março desse ano o milho ficou cotado, em média, em R$47,82 por saca de 60 quilos na região de Campinas, em São Paulo. A expectativa é de que a pressão de alta perca força com o início da colheita da segunda safra.     Fonte: http://goo.gl/kqXLVB  
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Fim de subsídios ao milho gera debandada para a soja na China
05/04/16
Aumento da área de soja na China vai afetar vendas de países como o Brasil para…
[caption id="attachment_535" align="aligncenter" width="600"]soja tocantins 16jc-904-kDMI-U2037242648ylD-1024x663@AGRO-Web Aumento da área de soja na China vai afetar vendas de países como o Brasil para a nação asiática.[/caption]  

Fim de política de incentivo ao cereal motiva produtores a apostarem na soja, em movimento que deve reduzir o apetite do gigante asiático por commodities importadas de outros países.

A desregulamentação do mercado doméstico de milho, anunciada pelo governo chinês na semana passada, pode pesar negativamente sobre as cotações internacionais da soja. A decisão de Pequim de desmontar seu dispendioso programa de suporte de preços e armazenagem estatal deve levar os produtores a migrar para culturas mais lucrativas, como soja, arroz e amendoim. “Muitos agricultores planejam mudar para o cultivo de arroz e amendoim e cerca de 10% das terras agrícolas seriam deslocado para a soja”, disse à agência Reuters Wang Fuqing, presidente de uma cooperativa agrícola chinesa. A política governamental de apoio ao milho provocou um salto de 60% no plantio do cereal nos últimos anos. De acordo com dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a área dedicada ao grão saltou de 23 milhões de hectares em 2001 para 37 milhões de hectares no ano passado. Em contraste, a soja foi cultivada em 6,8 milhões de hectares em 2015, abaixo dos 9,3 milhões de hectares de 15 anos atrás. “Sabemos que soja e milho competem por área, e o apoio do governo tornou o cereal mais lucrativo, empurrando todos aqueles hectares de soja para o milho”, explicou à Reuters Adam Davis, diretor de commodities da Merricks Capital, de um fundo de investimento baseado em Melbourn, na Austrália. Abrindo o mercado de milho, Pequim segue o roteiro traçado 20 anos atrás para a soja e que fez com que as importações da oleaginosa saltassem de praticamente nada no início da década de 90 para mais de 70 milhões de toneladas no ano passado. Trajetória semelhante poderia ser tomada pelo cereal no médio e longo prazo, depois que os estoques governamentais forem totalmente absorvidos pelo mercado doméstico. No curto prazo, porém, o maior impacto deve ser sentido no mercado da soja, com repercussões no Brasil, Estados Unidos e Argentina, trio que o liderou o boom da oleaginosa, fazendo a produção mundial do grão praticamente dobrar em um período de 15 anos. Uma migração de um a dois milhões de hectares de milho para a soja daria ao país produção extra equivalente a um mês de importações, comparou Ken Morrison, ex-executivo da Cargill, em entrevista à Reuters. “Acho que a atenção para o impacto [da mudança no programa estoques da China] sobre o mercado global de milho é exagerada, e que a atenção para as implicações do que isso significará para a produção de soja chinesa está sub apreciada”, declarou Morrison. A política chinesa de comprar milho a preços mínimos determinados pelo governo até 50% superiores aos praticados no mercado internacional deixou o país com estoques suficientes para mais de um ano de consumo doméstico. Segundo estimativas do mercado, Pequim teria em armazéns estatais cerca de 250 milhões de toneladas do cereal. Analistas avaliam que, por serem de baixa qualidade, os grãos seriam usados para a fabricação de etanol, retomando um programa que havia sido suspenso no final de 2006 por preocupações sobre a segurança alimentar, quando os preços do cereal estavam mais altos no mercado interno. A China, desde então, passou a usar o sorgo, mandioca e outros grãos para produzir o biocombustível, mas a expansão foi limitada pela escassez de matérias-primas não alimentícias. No ano passado, governos locais haviam apresentado a Pequim propostas para construir mais de um milhão de toneladas em capacidade anual de produção de etanol à base de milho, principalmente nas províncias de Heilongjiang, Jilin e Liaoning, no nordeste do país. Segundo Roy Huckabay, trader da corretora Linn, de Chicago, um movimento de liquidação dos estoques de milho e o retorno da indústria de etanol ao cereal poderia a esfriar a chinesa por farelo de soja e óleos vegetais, malém de inundar o mercado doméstico com substitutos do cereal como o sorgo ou o DDG.   Fonte: http://goo.gl/I8R7dl  
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Clima deve favorecer culturas de inverno
05/04/16
    O inverno deste ano deve ser mais frio e menos chuvoso que o do ano passado, que…
  [caption id="attachment_533" align="aligncenter" width="600"]Cacequi-RS Fonte: http://goo.gl/8S9PlN[/caption]   O inverno deste ano deve ser mais frio e menos chuvoso que o do ano passado, que teve a influência direta do El Niño. O indicativo é que neste ano tenhamos uma estação  mais próxima do padrão normal, ou seja, com ondas defrio e episódios de chuvas mais intercalados. Isso se deve ao enfraquecimento do El Niño e, na sequência, possivelmente, ao início de uma fase de resfriamento das águas do Pacífico a partir da parte leste. Esse padrão, mesmo sem garantir condições ideais, deve beneficiar as culturas agrícolas de inverno do sul do Brasil, como trigo, cevada e as frutas de clima temperado. Vale lembrar que na safra passada as lavouras de inverno foram fortemente castigadas, ora pelo excesso de chuva, ora pelo calor efrio fora de época, ora por tempestades de vento e granizo. Sem dúvida, a estação neste ano deve ser mais fresca que a do ano passado, inclusive com maior número de ondas de frio e episódios degeadas, muito embora sem previsão de inverno rigoroso. Em contrapartida, o indicativo de um inverno mais frio e com geadas representa uma condição não muito favorável às pastagens no Sul, podendo afetar a pecuária, que nos últimos invernos foi beneficiada pelo clima. Para as regiões Sudeste e Centro-oeste, tanto o outono como o inverno devem apresentar condições climáticasmuito próximas das médias climatológicas, ou seja, sem previsões de extremos, o que, em geral, beneficia as culturas de café, cana-de-açúcar e laranja. Porém, deve se ressaltar que o fato de vir a ter um inverno mais seco neste ano no Sudeste e Centro-Oeste, diferentemente do ano passado, pode prejudicar o desenvolvimento das pastagens, com riscos para os setores de produção de carne, leite e também para o setor de hortifrútis. Temperaturas mais baixas no outono A principal mudança no comportamento do clima que devemos sentir neste ano se refere à redução da temperatura e da chuva. No sul do Brasil, o outono de 2016 deve ter temperaturas mais baixas que no outono passado, que foi anormalmente quente, por causa do El Niño. Inclusive neste ano, a partir de maio, já se pode esperar algumas ondas de frio, aumentando o risco de geadas em junho.   Fonte: http://goo.gl/0h9YQc  
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Maior oferta pressiona preços da soja no Brasil, diz Cepea
04/04/16
Preços acumularam queda de mais de 3% no mês de março, mas altas em Chicago e liquidez no mercado interno…

Preços acumularam queda de mais de 3% no mês de março, mas altas em Chicago e liquidez no mercado interno limitam desvalorização

[caption id="attachment_530" align="aligncenter" width="780"]l1140043 Negócios com soja no Brasil têm liquidez, informa o Cepea (Foto: Manoel Marques/Ed. Globo)[/caption]   A maior oferta de soja no Brasil e a recente desvalorização do dólar frente ao Real seguem pressionando as cotações internas do grão. No entanto, a queda de preços foi limitada pela correção dos valores internacionais do grão naBolsa de Chicago, principal referência internacional de preços para o produto. É o que informa, nesta segunda-feira (4/4) o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). De acordo com os pesquisadores, os preços da oleaginosa na bolsa norte-americana foram influenciados pelo clima desfavorável ao início do cultivo da safra 2016/2017 nos Estados Unidos. “Além disso, as estimativas de estoques e da área a ser cultivada com soja naquele país ficaram abaixo do aguardado pelo mercado, fatores que levaram traders a aumentar as aquisições”, informa o Cepea, em nota.
No mercado brasileiro, dizem os pesquisadores, os negócios com soja estiveram movimentados na semana passada, “apesar de incertezas quanto à qualidade da safra brasileira”. A expectativa do Cepea é de que a liquidez seja ainda maior nas próximas semanas. Em meio a este cenário, o indicador medido pela instituição, com base no corredor de exportação de Paranaguá (PR) iniciou este mês subindo 0,89%, chegando a R$ 75 a saca de 60 quilos na última sexta-feira (1/4). Em março, a referência havia acumulado baixa de 3,09%. Situação semelhante ocorreu no indicador do Cepea com base na média dos negócios no estado do Paraná. No dia primeiro de abril, houve alta de 0,65%, com a cotação a R$ 70,20. Em março, os pesquisadores registraram baixa acumulada de 3,18%.
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Brasil registra exportação recorde de soja em março
04/04/16
Embarques totalizaram o equivalente a meia safra de soja do Paraná em 2015/16. Portos receberam enxurrada…
[caption id="attachment_528" align="aligncenter" width="600"]14637841-kTAD-U209383208IvH-1024x683@AGRO-Web Embarques totalizaram o equivalente a meia safra de soja do Paraná em 2015/16. Portos receberam enxurrada de grãos nos primeiros meses de 2016.[/caption]   O avanço da colheita nacional de grãos amplia a pressão sobre os portos brasileiros. Balanço divulgado nesta sexta-feira (01) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) indica que o país exportou um volume recorde de 8,3 milhões de toneladas de soja em março, praticamente quadruplicando a movimentação em relação a fevereiro e consolidando um saldo de 50% nos embarques ante o mesmo período de 2015. O volume exportado equivale a praticamente metade da safra de soja estimada para o Paraná em 2015/16 (18,3 milhões de toneladas). Na média o país direcionou para exterior 380 mil toneladas de soja por dia. A movimentação total no mês gerou uma receita de US$ 2,9 bilhões, influenciada em grande parte pelo cenário cambial favorável aos negócios no Brasil. Na mesma esteira da oleaginosa, o milho também segue com fluxo intenso de vendas. O MDIC indica 2 milhões de toneladas embarcadas em março, mais que o triplo do registrado no mesmo período do ano passado.

Balança total

A forte movimentação de grãos gerou efeito positivo no saldo comercial do país. O resultado foi o maior já registrado desde o início da série histórica, iniciada em 1989, atingindo US$ 4,4 bilhões. Também pesou favoravelmente a queda das importações, que somaram US$ 11,6 bilhões, uma redução de 30% em relação a março do ano anterior. As exportações totais do país caíram, mas apenas 5,8%, e somaram US$ 16 bilhões. No primeiro trimestre do ano, o saldo alcança US$ 8,4 bilhões positivos -- diferença entre US$ 40,6 bilhões em exportações e US$ 32,2 bilhões em importações. Para os três primeiros meses do ano, o saldo alcançado é o melhor desde 2007, quando a balança alcançou superávit para US$ 8,7 bilhões.   Fonte: http://goo.gl/geI0lF  
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Clima: Semana de tempo firme em grande parte do Brasil
04/04/16
    A primeira semana de abril será marcada pelos baixos volumes e principalmente, pela ausência de chuvas em grande…
42b4830cc72074294729d3a7ab0ff65c     A primeira semana de abril será marcada pelos baixos volumes e principalmente, pela ausência de chuvas em grande parte do Brasil. Sendo que há previsão de chuvas para essa segunda-feira apenas sobre a faixa de fronteira entre o Rio Grande do Sul e Uruguai e sobre a região Norte do Brasil, incluindo o norte do Mato Grosso. Nas demais localidades do País, o tempo será de céu com poucas nuvens e muito calor. E esse será o padrão do tempo ao longo de toda a semana. Chuvas apenas sobre o Rio Grande do Sul e partes do Mato Grosso, Rondônia e região Norte. Tais condições poderão trazer problemas sérios ao desenvolvimento das lavouras de 2ª safra, como milho e algodão, bem como para as culturas perenes, como café, cana-de-açúcar, citros e pastagens. Apenas irá favorecer à realização da colheita da cana, soja entre outras. Além disso, esse padrão meteorológico de poucas chuvas sobre o Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e em boa parte do Matopiba deverá se manter inalterado ao longo de todo o mês de abril. Ou seja, o mês de abril deverá ser com pouquíssimos episódios de chuvas e quando ocorrerem, serão de baixa intensidade e irregulares. E isso poderá trazer perdas significativas às culturas de 2ª safra, onde a grande maioria das lavouras encontram-se em fases reprodutivas e com forte demanda d’água. Mesmo no Rio Grande do Sul, onde há previsão de chuvas mais frequentes e em bons volumes, esse padrão não será de todo vantajoso, pois, poderá atrapalhar o pleno andamento da colheita do arroz e da soja, principalmente sobre a metade sul do Estado, onde tais atividades estão em forte andamento. A única mudança que deverá ocorrer ao longo do mês de abril será em relação as temperaturas, pois segundo os modelos de previsão meteorológico, a segunda quinzena do mês deverá ser com temperaturas muito mais baixas. Mas, por enquanto, sem riscos para ocorrência de geadas.   Fonte: http://goo.gl/S4A9vC
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Chuvas dificultam avanço da colheita da soja gaúcha
01/04/16
Os trabalhos atingiram 25% da área, com aumento de apenas cinco pontos percentuais em relação à semana passada [caption id="attachment_524"…

Os trabalhos atingiram 25% da área, com aumento de apenas cinco pontos percentuais em relação à semana passada

[caption id="attachment_524" align="aligncenter" width="600"]ApQf1cGCHjNhJ8eeuwOOxSv90FcncinZYDOhXvgzTaQd Produtividades alcançadas nas lavouars de soja gaúchas confirmam as expectativas iniciais, diz Emater. Foto Eduardo Viana - Eng. Agrônomo - Cereais Werlang[/caption]   A umidade elevada prejudicou o avanço da colheita da soja no Rio Grande do Sul, segundo o informativo conjuntural divulgado nesta sexta-feira (1/4) pela Emater/RS-Ascar, órgão oficial de assistência técnica e extensão rural do governo gaúcho.  A evolução foi de apenas cinco pontos percentuais em relação a semana passada, atingindo 25% da área plantada. Os técnicos da Emater/RS observam que se as chuvas retardam a maturação das lavouras, mas em contrapartida propiciam que plantas com desenvolvimento desuniforme consigam se recuperar, mantendo a produtividade em bons níveis. Eles comentam que as produtividades alcançadas confirmam as expectativas iniciais, embora se observem variações entre lavouras. Foram constatadas produtividades variando entre 30 e 85 sacas de soja por hectare. Na média geral os produtores têm conseguido 50 sacas (3 mil kg). Os preços da soja no mercado gaúcho estão entre R$ 66,50 e R$ 72,30 por saca de 60 kg, com média em R$ 68,92.
Milho
O informativo da Emater relata que a colheita segue em ritmo lento devido à prioridade no deslocamento das máquinas e de estruturas de beneficiamento para a cultura da soja. Os técnicos ressaltam que mesmo assim 68% da área de milho já foi colhida. “Nas demais áreas, seguem os trabalhos de monitoramento de pragas e moléstias, além do controle de invasoras”, dizem eles. Eles avaliam que, devido ao clima chuvoso e as temperaturas amenas, as lavouras plantadas tardiamente apresentam bom padrão, expressando o mesmo potencial produtivo daquelas semeadas no período recomendado. Os preços do milho seguem atrativos, com a saca de 60 kg variando de R$ 35 a R$ 52. O preço médio ficou em R$ 38,53.
Arroz
No caso do arroz a colheita atingiu nesta semana 34% da área cultivada, desempenho inferior à média de 60% observada nesta época nos últimos cinco anos. Os técnicos observam que as chuvas intensas no período de Páscoa interromperam a colheita em várias regiões. Segundo os técnicos a região sul (Pelotas e municípios próximos) foi a mais prejudicada. Algumas áreas sofreram inundação, o que paralisou a colheita, dizem eles. Eles destacam que apesar dos contratempos observados desde o período da implantação das lavouras, as produtividades médias seguem em níveis satisfatórios, ficando entre 7,5 mil e 8 mil kg/ha, dependendo da região. O preço médio da saca de 50 kg foi de R$ 40,40, na semana.     Fonte: http://goo.gl/sJRMVq  
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Exportação de grãos aos países árabes bate novo recorde
31/03/16
Embarques nos dois primeiros meses do ano somaram 1,72 milhões de toneladas. Boa parte das vendas…
[caption id="attachment_520" align="aligncenter" width="600"]10975849 Embarques nos dois primeiros meses do ano somaram 1,72 milhões de toneladas. Boa parte das vendas teve como destino o Egito.[/caption]   As vendas brasileiras de grãos aos países árabes deram um salto de 181% no acumulado dos dois primeiros meses de 2016, motivadas pela recomposição de estoques, e chegaram a 1,72 milhão de toneladas. De acordo com dados da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB), os valores totalizaram US$ 282,86 milhões, aumento de 137% em receita em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo o relatório da entidade organizado a partir de dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações de açúcar para os 22 membros da Liga de Estados Árabes voltaram a crescer. No acumulado de janeiro e fevereiro, os volumes somaram 1,56 milhão de toneladas, avanço de 32,13%. As receitas somaram US$ 448,09 milhões, alta de 8,94% em relação ao mesmo período de 2015. Boa parte das vendas teve como destino o Egito, que no período tornou-se o principal parceiro comercial do Brasil no mundo árabe, superando até mesmo o tradicional líder do ranking, a Arábia Saudita. Apenas para o país africano, as exportações totalizaram US$ 380,55 milhões, alta de 54,73%. O Iraque também pulou da décima para a quinta posição entre os principais destinos dos produtos brasileiros, com exportações de US$ 62,44 milhões (alta de 147,59%) no período. Para o secretário-geral da CCAB, Michel Alaby, o avanço nas exportações de grãos e açúcar, mesmo num cenário de baixa no preço internacional das commodities e considerando um novo possível recorde na produção brasileira de grãos, demonstra a força dos árabes como mercado consumidor. “Há nesses mercados uma demanda significativa por alimentos e produtos básicos que precisa ser considerada em todas as situações”, analisa. No cômputo geral, as vendas brasileiras aos árabes somaram US$ 1,693 bilhão. O resultado é 3,59% abaixo do alcançado nos meses de janeiro e fevereiro de 2015. Em volume, as vendas totalizaram 5,65 milhões de toneladas, redução de 10,77% na mesma comparação. O Brasil também importou mais dos árabes no período, pelo menos em volume: 2,26 milhão de toneladas, alta de 8,75%. Mas, em valores, as compras brasileiras tiveram queda de 30,63% e totalizaram US$ 782,34 milhões.   Fonte: http://goo.gl/XoCFfM    
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Estados Unidos devem reduzir área de soja e ampliar a de milho na safra 2016/2017
31/03/16
Projeções de intenção de plantio de commodities agrícolas foram divulgadas pelo USDA A área plantada com…

Projeções de intenção de plantio de commodities agrícolas foram divulgadas pelo USDA

[caption id="attachment_518" align="aligncenter" width="780"]colheita_de_soja_united_soybean_board_4_1 A área plantada com soja é menor ou estável em 23 dos 31 maiores Estados produtores (Foto: United Soybean Board/CCommons)[/caption]   Os Estados Unidos devem cultivar uma área de 82,236 milhões de acres (33,28 milhões de hectares) com soja no ano-safra 2016/2017, 0,50% abaixo dos 82,650 milhões de acres (33,45 milhões de ha) semeados em 2015/2016, informou nesta quinta-feira (31/03) o Departamento de Agricultura do país (USDA) em um relatório sobre as intenções de plantio. O número fica ligeiramente abaixo da expectativa média de analistas consultados pela agência de notícias Dow Jones, de 82,946 milhões de acres (33,57 milhões de ha). As previsões variavam entre 81,6 milhões de acres (33,02 milhões de ha) e 84,2 milhões de acres (34,07 milhões de ha). Na comparação com a temporada anterior, a área plantada com soja é menor ou estável em 23 dos 31 maiores Estados produtores.
Milho
Com relação ao milho, os Estados Unidos devem cultivar 93,6 milhões de acres (37,88 milhões de ha) no ano-safra 2016/17, um incremento de 6,4% na comparação com os 87,99 milhões de acres (35,61 milhões de ha) semeados em 2015/2016. O número ficou acima da expectativa média de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, de 90,047 milhões de acres (36,44 milhões de ha). Se concretizada a projeção do USDA, esta será a maior área semeada com milho nos Estados Unidos desde 2013. A estimativa representa aterceira maior área reportada no país desde 1944.   Fonte: http://goo.gl/QwnA7A  
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Exportações do agronegócio em março somam US$ 5,667 bilhões até a 4ª semana
29/03/16
Desempenho foi puxado pelo complexo soja, com volume exportado 40,83% maior que o registrado até a terceira semana do mês…

Desempenho foi puxado pelo complexo soja, com volume exportado 40,83% maior que o registrado até a terceira semana do mês

[caption id="attachment_515" align="aligncenter" width="780"]gr025034 O complexo soja foi o destaque, com exportações de 7,871 milhões de toneladas (Foto: Ernesto de Souza / Editora Globo)[/caption]   As exportações brasileiras das principais commodities agrícolas somaram 15,436 bilhões de toneladas no acumulado do mês até a quarta semana de março (18 dias úteis), com receita equivalente a US$ 5,667 bilhões. Na comparação com a semana anterior, houve um forte avanço. O volume cresceu 30,68% e a receita, 32,53%. Os cálculos feitos pelo Broadcast Agro têm como base informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgadas na última segunda-feira (28/3). Na média do período, o Brasil exportou por dia, em produtos agrícolas e pecuários, 857,6 mil toneladas, volume 28,42% maior do que a média de março de 2015 (considerados 22 dias úteis). Na comparação com a média de fevereiro 2016, houve um aumento de 0,32%. Em faturamento, a média diária ficou em US$ 314,9 milhões, cifra 8,35% maior que a de fevereiro de 2016 e 7,9% superior à registrada em março do ano passado. O complexo soja foi o destaque, com exportações de 7,871 milhões de toneladas, volume 40,83% maior que o registrado até a terceira semana do mês, quando estava em 5,589 milhões de toneladas. Apenas em soja em grão foram embarcadas ao exterior 6,606 milhões de toneladas; em farelo foram 1,167 milhão de toneladas e, em óleo bruto, 97,5 mil toneladas. Esses números podem crescer ainda mais, já que a data de corte do Ministério foi 27 de março e ainda restam quatro dias úteis. Os resultados observados para o complexo soja até o momento mostram que as exportações do segmento já são 17,65% superiores que as observadas em março do ano passado. Os embarques de café no período totalizaram 2,378 milhões de toneladas. O número é 28,47% maior que as 1,851 milhão de toneladas registradas até a terceira semana do mês. Na comparação com março de 2014, porém, houve um recuo de 16,85%. O milho, que ocupa a terceira posição na lista dos mais exportados, registrou vendas de 1,832 milhão de toneladas, volume 3,74% maior que o da semana anterior. Esse grão, no entanto, tem apresentado uma expansão robusta frente a março do ano passado - segundo os dados do MDIC, o incremento foi de 171,29% frente o terceiro mês de 2014. A receita, no mesmo período, cresceu 120,32%. A lista de exportações acumuladas até a quarta semana do mês segue com suco de laranja (161,1 mil t), açúcar em bruto (1,293 milhão de toneladas), açúcar refinado (372,4 mil t), celulose (806,6 mil t), carne suína in natura (44,2 mil t), carne bovina in natura (93,3 mil t), carne de frango in natura (317,3 mil t), couro (33,9 mil t), fumo em folhas (34,4 mil t) e algodão (70,9 mil t). As exportações de etanol somaram 127,5 mil toneladas.   Fonte: http://goo.gl/xZEVUL
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Colheita da soja atinge 20% da área no Rio Grande do Sul
28/03/16
No caso do milho até agora foram colhidas 63% das lavouras destinadas à produção de grãos e 65% na área…
No caso do milho até agora foram colhidas 63% das lavouras destinadas à produção de grãos e 65% na área de silagem.   [caption id="attachment_512" align="aligncenter" width="780"]dsc_2642 ”Se as condições meteorológicas permitirem, a colheita deverá acelerar ainda mais", dizem os técnicos da Emater/RS (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)[/caption]   O clima seco dos últimos dias, com baixa umidade do ar e temperaturas noturnas amenas, acelerou a maturação da soja no Rio Grande do Sul, cuja colheita atingiu nesta semana 20% da área plantada, com produtividades oscilando ao redor dos 3.000 kg/ha. A afirmação consta do Informativo Conjuntural elaborado pelos técnicos da Emater/RS-Ascar, órgão oficial de assistência técnica e extensão rural. Segundo os técnicos, ”se as condições meteorológicas permitirem, a colheita deverá acelerar ainda mais, tendo em vista que 40% da área já estão em fase final de maturação, podendo ser colhidos imediatamente”. Em relação à sanidade da soja, eles afirmam que algumas lavouras ainda apresentam ocorrência de doenças foliares, incluindo a ferrugem. “Observa-se também a presença de percevejos e ácaros nesta época crítica, o que sugere aplicações para o controle, assim que atingir o nível de dano econômico”, dizem os técnicos. Os técnicos observam que algumas áreas de soja apresentam maturação desuniforme, contendo plantas com vagens verdes e folhas. Eles explicam que a volta das chuvas seria muito importante para uniformizar a maturação das plantas e, assim, manter a perspectiva de uma boa produtividade.
Milho
No caso da cultura do milho, os técnicos informam que as áreas plantadas no início do período recomendado foram colhidas, com rendimento acima da expectativa inicial, tanto na produção de grãos, como na produção de silagem. Segundo eles, até agora foram colhidas 63% das lavouras destinadas à produção de grãos e 65% na área destinada à obtenção de silagem. “O percentual de área colhida nos grãos poderia ser maior não fosse a preferência pela colheita da soja”, dizem eles. As lavouras da chamada safrinha estão nas fases de desenvolvimento vegetativo e floração. As condições climáticas para o desenvolvimento da cultura continuam favoráveis, mantendo a expectativa de boa produtividade também para essas lavouras. O clima também favorece os trabalhos nas lavouras de arroz e a colheita atingiu 27% da área, sendo que 32% da área total está em ponto de maturação. Nas áreas colhidas, a produtividade oscila entre 7,5 mil e 8 mil quilos por hectare. “Nas demais áreas, os produtores seguem com o manejo da irrigação, bem como o monitoramento de eventuais focos de pragas e moléstias”, dizem os técnicos.   Fonte: http://goo.gl/yiTZAs  
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Cai participação de bancos no financiamento da safra
24/03/16
  Para custear a…
[caption id="attachment_510" align="aligncenter" width="600"]soja tocantins 17jc-707-k8zE-U102710191873BQF-1024x683@AGRO-Web As participações do capital próprio aumentaram de 35% para 41% em 2014/15[/caption]   Para custear a safra 2015/16, os produtores rurais diminuíram a parcela de crédito obtido com instituições financeiras. Em compensação, utilizaram mais capital próprio e de fontes de financiamento como cooperativas, revendas e indústrias. É o que mostra uma pesquisa elaborada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e Organização de Cooperativas Brasileiras (OCB). Em comparação com os dados coletados no segundo trimestre de 2015, relativos à safra 2014/15, a parcela de financiamento obtida com os bancos para custear a safra atual caiu de 51% para 42%. Em contrapartida, as participações do capital próprio aumentaram de 35% para 41% e o crédito fornecido pelas cooperativas passou de 8% para 10%. De acordo com a sondagem, durante o quarto trimestre de 2015 revendas também registraram aumento, de um ponto percentual, passando de 2% para 3%. Já a fatia financiada pelas indústrias atingiu 2%, o dobro do índice registrado da última vez. Em contrapartida, a única fonte de funding que apresentou retração, além dos bancos, foram as tradings (de 3% para 2%). As restrições na liberação do crédito de custeio (também chamado de “pré-custeio”), explica o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, podem ser consideradas o principal fator da redução da participação dos bancos no mix de financiamentos dos agricultores. Segundo dados do Banco Central, foram liberados pouco mais de R$ 50 bilhões em crédito rural para custeio de lavouras no acumulado do ano passado. Praticamente o mesmo valor do que o registrado em 2014. É justamente neste momento em que as fontes alternativas devem surgir, e o crescimento da participação das cooperativas mostra que o setor está estruturado para aumentar sua participação de forma sustentável neste processo, a benefício da produção agropecuária. “Em função do aumento dos custos de produção da atual safra, observados principalmente pela desvalorização do câmbio, o produtor se viu obrigado a recorrer a outras fontes para financiar suas necessidades de custeio”, explica Freitas. “Neste cenário, as cooperativas - pelo relacionamento direto com seus associados - possibilitaram que os produtores mantivessem os níveis de investimento e expansão dos seus negócios, via operações de troca e compra direta de insumos com prazos adequados, servindo como uma importante opção para financiamento de suas operações.” Além disso, o gerente do Departamento do Agronegócio da Fiesp, Antonio Carlos Costa, comenta que a memória do que ocorreu no ano passado está viva na cabeça dos produtores, tanto que 60% dos produtores entrevistados se mostraram preocupados ou muito preocupados com o crédito de pré-custeio para a próxima safra, 2016/17. “A preocupação se justifica a partir do momento em que a pesquisa mostra que a maior parte dos agricultores concentra a compra de insumos para a safra de verão entre os meses de março a maio”, completa Costa. “Com o atraso da liberação dos recursos do crédito rural no ano passado, muitos produtores se viram forçados a revisar o planejamento das compras.” Neste caso, mostra a pesquisa, a situação influenciou negativamente os resultados de vendas dos principais insumos agropecuários, que registraram quedas expressivas em 2015. Os percentuais da sondagem foram calculados pela média simples das respostas dos produtores entrevistados. Como não foi adotada nenhuma ponderação pelo tamanho de cada produtor, os dados relativos ao funding fornecem uma indicação do grau de importância dos diferentes agentes no financiamento do custeio agrícola, mas não representam o volume de crédito negociado no Brasil.

Distribuição de insumos

Ainda de acordo com a pesquisa, as cooperativas são o principal canal de distribuição de defensivos, corretivos, fertilizantes e sementes para os produtores. Na hora de comprar fertilizantes, 48% dos entrevistados disseram recorrer a essas entidades, seguida pelas revendas, com 35%, e 30% afirmaram negociar diretamente com as indústrias. Negociações com tradings e cerealistas foram indicadas por 5% dos entrevistados. Quanto às aquisições de defensivos, 47% compram das cooperativas, 45% através de revendas e 22% diretamente com as indústrias. Já 3% dizem negociar com as tradings e cerealistas. A proporção também se mantém equilibrada na obtenção de sementes: 41% as adquirem nas cooperativas, 39% nas revendas, 26% nas indústrias e 7% nas tradings e cerealistas. A sondagem aponta ainda que a maior parte das aquisições de insumos é paga pelos produtores à vista ou em até 180 dias, independentemente do fornecedor ou do insumo adquirido. A exceção fica por conta das aquisições de defensivos com as tradings, para as quais os mais comuns são o pagamento efetuado até o final da colheita (prazo safra ou mais de 180 dias) e operações barter (troca de insumos pelo produto agrícola).   Fonte: http://goo.gl/djjJSY  
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Governo muda regras de contrato coletivo de seguro da soja
22/03/16
Colheita da soja em Luiz Eduardo Magalhães (BA). Verba para o seguro coletivo de soja passou…
[caption id="attachment_508" align="aligncenter" width="780"]colheita_soja_7jc Colheita da soja em Luiz Eduardo Magalhães (BA). Verba para o seguro coletivo de soja passou de R$ 30 milhões para R$ 32 milhões(Foto: Jonathan Campos/Ag. Gazeta do Povo[/caption]   O Ministério da Agricultura (Mapa) anunciou nesta semana as novas condições para a contratação coletiva de seguro rural para a soja. O volume de recursos passou de R$ 30 milhões em 2015 para R$ 32 milhões neste ano e o número de listas de beneficiários da modalidade passou de seis para 40 de um ano para outro. “Houve mudança no valor máximo por lista de produtores, que agora é de R$ 800 mil, com exigência de no mínimo 200 produtores ou 20 mil hectares para cada lista. Já no modelo anterior de contratação, o limite máximo de subvenção era de R$ 2,5 milhões por lista, com ao menos 500 produtores ou 50 mil hectares em cada”, informa o Mapa, em nota. O Diário Oficial da União também publicou a resolução nº 49 do Comitê Gestor do Seguro Rural (CGSR), que regulamenta os procedimentos a serem adotados pelas seguradoras nos casos de devolução da subvenção federal. Esse tipo de situação ocorre em casos de cancelamentos ou alterações nas apólices contratadas. “O texto determina que quaisquer valores que venham a ser devolvidos ao segurado – por recebimento indevido, recebimento maior, cancelamento da apólice, redução da cobertura ou por qualquer outro motivo – devem ter o percentual correspondente à subvenção recolhido à União”, diz a nota do Ministério.   Fonte: http://goo.gl/bz4ppJ  
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Programa de pontos Bayer + Connectere
15/02/16
  Connectere Sistema +Gestão O Sistema +Gestão é uma inovadora ferramenta –…
[caption id="attachment_505" align="aligncenter" width="600"]..Connectere Connectere Sistema + Gestão[/caption]   Connectere

Sistema +Gestão

O Sistema +Gestão é uma inovadora ferramenta – desenvolvida com a utilização de tecnologias de última geração e disponibilizada através do modelo “SaaS” (“Software as a Service”- sistema como serviço) – projetada e construida a partir da diversificada e complementar experiência dos integrantes da Connectere AgroGestão. O sistema é voltado para a análise gerencial e possui interface intuitiva e amigável. Além de atender as necessidades dos produtores nas questões relacionadas ao planejamento e controle da produção, possui características de multi-empresa, multi-idioma, com rigoroso controle de acesso e permissão, garantindo ampla utilização e sigilo das informações. O conceito utilizado é o de uma agenda de campo eletrônica, formando um banco de dados que permitirá o cruzamento de informações envolvendo as áreas (centros de resultado) e os diversos grupos de custo e despesas associados aos processos produtivos (físico e financeiro). Permite, ainda, o planejamento, execução e acompanhamento de todo o processo produtivo (manejo), gerando as informações necessárias para uma boa tomada de decisão, bem como para a rastreabilidade da produção. Programa de pontos Bayer Veja como é fácil acumular pontos com a Bayer e trocar por benefícios para o seu negócio e para você.
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AgRural estima que colheita da soja atingiu 1,5%
25/01/16
O ritmo está abaixo dos 3,5% registrados na mesma época no ano passado e dos 2%…
[caption id="attachment_503" align="aligncenter" width="780"]dsc7303 O ritmo está abaixo dos 3,5% registrados na mesma época no ano passado e dos 2% da média dos últimos cinco anos.Região Sul teve outra semana de tempo seco, mas nas outras regiões do país as chuvas acima da média seguiram atrapalhando a colheita da soja (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)[/caption]  
A consultoria AgRural divulgou nesta sexta-feira (22/1) seu levantamento sobre o avanço da colheita da soja e estima que 1,5% da área foi colhida até esta semana. O desempenho está abaixo dos 3,5% registrados na mesma época no ano passado e dos 2% da média dos últimos cinco anos para o período. O analista Fernando Muraro, sócio diretor da AgRural, comenta que enquanto o Sul teve outra semana de tempo seco, nas outras regiões do país as chuvas acima da média seguiram atrapalhando a colheita da soja. Ele observa que no Centro-Oeste, além da defasagem natural no ritmo dos trabalhos por conta do atraso no plantio, a alta umidade das lavouras também torna a colheita mais lenta. O levantamento da AgRural mostra que em Mato Grosso, o sol apareceu durante parte da semana, mas as chuvas continuam frequentes. Até agora, 3,6% da área está colhida, ante 7,4% no ano passado. Em Nova Mutum, no médio norte de Mato Grosso, a produtividade da soja precoce oscila entre 25 sacas a 40 sacas por hectare, mas Muraro acredita que áreas tardias devem compensar parte das perdas provocadas pela estiagem. A AgRural constatou que em Goiás a colheita esta em 0,3%, abaixo dos 3% de um ano atrás. Em Jataí, no sudoeste, 12% da soja já está em maturação e a colheita ainda é pontual devido às chuvas. Em Mato Grosso do Sul a colheita atingiu 0,6% da área colhida, ante 2% há um ano. “A alta umidade no início de janeiro tem feito alguns lotes saírem com até 12% de avariados em Dourados”, diz Muraro. Chuvas no Sul A AgRural estima que 2,3% da área foi colhida no Paraná, contra 5% em 2015. Com o tempo firme e previsão de chuva para a próxima semana, a colheita começou a ganhar ritmo no oeste. Em Ponta Grossa, 10% da soja está em maturação e a colheita deve começar na próxima semana. No norte, as chuvas da primeira quinzena causaram apenas estragos isolados. Muraro informa que No Rio Grande do Sul os produtores estão ansiosos pela chuva prevista para a semana que vem. Em Passo Fundo, a soja mais precoce está em formação de vagem e os dias de sol são favoráveis à cultura depois de toda a umidade do início da safra. Em São Paulo 2% da área foi colhida. No sul, dias de sol possibilitaram a colheita em áreas dessecadas. No norte, os primeiros lotes em áreas de pivô saíram com até 18% de umidade. Em Minas Gerais, a umidade impediu a colheita em áreas de pivô do Triângulo. Em Unaí, há casos pontuais de grãos brotados. Segundo Muraro, a região do Matopiba (confluência de áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) continua recebendo grandes volumes de chuva. No oeste baiano, há soja em ponto de colheita em alguns pivôs e os produtores estão preocupados com perdas na qualidade por excesso de umidade. Há relatos de soja brotando nas vagens. Em Balsas (MA), algumas fazendas receberam 100 mm no início da semana. No sul do estado, as primeiras áreas serão colhidas na primeira quinzena de fevereiro. No sul de Tocantins, não se espera que as áreas mais afetadas pela estiagem se recuperem mesmo após a volta das precipitações. No Piauí, 10% da área ainda precisa ser plantada. Os primeiros talhões estão iniciando a floração e têm problemas de stand.
 
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Pescaria Cereais Werlang em Ituzaingo / Argentina
11/01/16
  Neste dia 08/01/2015, a equipe da Cereais Werlang…
[caption id="attachment_501" align="aligncenter" width="600"]pescaria Equipe da Cereais Werlang e Primu's Turismo.[/caption]   Neste dia 08/01/2015, a equipe da Cereais Werlang foi com a Primu's Turismo para uma pescaria no Rio Paraná na Argentina. Essa pescaria foi oferecida pela nossa parceira Dow Agrosciences.    
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Paraná inicia colheita da soja mesmo com umidade excessiva
06/01/16
Segundo boletim da Secretaria da Agricultura do Estado, 1.560 hectares do grão foram colhidos na região…
[caption id="attachment_499" align="aligncenter" width="780"]dsc7303 Segundo boletim da Secretaria da Agricultura do Estado, 1.560 hectares do grão foram colhidos na região Sudoeste. Produtores aproveitam qualquer brecha do clima para colocar máquina no campo (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)[/caption]   Os trabalhos de colheita da soja começaram timidamente ao Sudoeste do Paraná. O Estado é o segundo maior produtor nacional de grãos. Boletim divulgado pela Secretaria da Agricultura e Abastecimento local (Seab) informa que Pato Branco foi o município que deu início à retirada do grão das lavouras. Até a última terça-feira (5/1), 1.560 hectares foram colhidos, conforme a Seab. Pato Branco tradicionalmente planta e colhe soja mais cedo devido ao período das chuvas. Neste ano, o município cultivou 312 mil hectares da oleaginosa, 5% da área total plantada no Paraná. Apesar da temporada chuvosa em todo o Sul do Brasil, influenciada pelo fenômeno El Niño, o número atual de colheita está à frente do registrado nesta época do ano passado, quando somente 197 hectares haviam sido colhidos no município.
De acordo com o técnico da Seab, Marcelo Garrido, a colheita tende a avançar nas próximas semanas para o Oeste do Paraná, uma das mais importantes do Estado. O problema é que a chuva continua caindo quase que ininterruptamente em toda a região produtora, dificultando a entrada das máquinas em campo. A umidade excessiva pode, inclusive, resultar em perdas. “Ainda é muito cedo para falarmos em quebra, pois a colheita é incipiente. Mas a probabilidade de não atingirmos o máximo do potencial produtivo é grande”, afirma Garrido. Com 5,26 milhões de hectares cultivados, o Paraná espera retirar do campo 18,1 milhões de toneladas do produto, um novo recorde. No fim de janeiro, a Seab divulga uma nova estimativa de produção para o Estado.
Previsão
Na próxima semana, poucas regiões paranaenses devem ter trégua das chuvas e permitir a entrada das colhedoras no campo. De acordo com a Somar Meterologia, precipitações leves a moderadas continuarão a cair em toda a região produtora, especialmente ao norte, oeste e sudoeste do Estado.
 
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Redução no seguro rural preocupa a Faesc
05/01/16
    A decisão do governo de alterar as regras do Programa de Subvenção…
  [caption id="attachment_497" align="aligncenter" width="732"]blog-segurorural Foto: http://a2gseguros.com.br/blog/[/caption]   A decisão do governo de alterar as regras do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural para o triênio 2016/2018, reduzindo os percentuais de subvenção por cultura e oferecendo subvenção a produtos de baixo nível de cobertura, gerou críticas da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O presidente da Faesc e vice-presidente de secretaria da CNA, José Zeferino Pedrozo, assinalou que a redução dos percentuais de subvenção ao prêmio do seguro rural implicam elevação expressiva dos custos de produção. Na avaliação do dirigente, os recursos previstos pelo governo para o seguro rural são claramente insuficientes para atender às demandas dos produtores e podem ameaçar as metas e prioridades da agropecuária brasileira no decorrer dos próximos anos. A CNA e a FAESC reivindicam ao governo a mudança dos limites fixados, seja tentando alterar o que está previsto no Orçamento da União de 2016 ou por meio da realocação de verbas de outras áreas que possam reforçar a subvenção do seguro rural. Os recursos financeiros para o segmento deveriam ser de até R$ 1,2 bilhão para o decorrer do próximo ano. Ou seja, mais do que o dobro do fixado pelo governo federal. A verba prevista até agora para as operações do seguro rural é de R$ 400 milhões. Para Pedrozo, “essa é uma notícia ruim depois de um ano difícil como 2015, cujo PIB deve apresentar queda expressiva de 3,5% em razão das incertezas políticas que acabaram provocando falta de confiança do setor empresarial e suspensão de investimentos”. Nota Técnica elaborada pela Comissão Nacional de Política Agrícola, da CNA, destaca que as mudanças nas normas do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), para o triênio 2016/2018, são prejudiciais aos produtores.  O texto mostra que as alterações impactam negativamente o mercado de seguros agrícolas, pois “impedirão que muitos produtores rurais de trigo, milho segunda safra, feijão e frutas tenham acesso ao seguro agrícola”. Para essas culturas, a taxa do seguro é bastante elevada, e, com a redução da subvenção, a contratação das apólices se tornará praticamente inviável, destaca o documento. A Resolução 42, do Conselho Gestor Interministerial do Seguro Rural, define percentuais inferiores de subvenção ao prêmio de seguro rural por atividade e cultura em comparação aos níveis praticados no PSR desde 2005. A subvenção, que até este ano variava entre 40% e 70% do valor do prêmio, será reduzida, a partir de 2016, para um intervalo entre 30% e 45%. O PROBLEMA Com esse modelo, alertam a Faesc e a CNA, o produtor será obrigado a arcar com muito mais recursos financeiros para conseguir adquirir o seguro rural, e, em muitos casos, ficará inviável a contratação das apólices. A Nota Técnica mostra que, no caso das frutas, houve redução para 45%, no triênio 2016/2018, na subvenção, contra um percentual de 60% que vigorou em 2015. Os produtores de grãos também foram prejudicados. Estes, que até 2015 contratavam o seguro agrícola com subvenção de 70%, nas operações com o trigo, e de 60%, para o milho safrinha e o feijão, tiveram a subvenção redefinida para limites entre o mínimo de 30% até o máximo de 45%. São percentuais incompatíveis e incapazes de dar segurança ao produtor rural. Diante dessa proposta, segundo ainda a Nota Técnica da CNA, o produtor que contratar o seguro rural nessas condições terá de desembolsar de 70% a 55% da taxa total do prêmio, quando antes pagava 30% do prêmio total, ficando a subvenção em 70%.   Fonte: http://goo.gl/EFECuf  
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El Niño faz focos de ferrugem dispararem no Sul do Brasil
17/12/15
  Os casos registrados de ferrugem asiática em lavouras de soja no Brasil mais…
[caption id="attachment_493" align="aligncenter" width="960"]3 DIA EXPEDIÇÃO - EDITADAS (7)-klkB-U102233266036MdB-1024x683@AGRO-Web SOJA AMEAÇADA[/caption]   Os casos registrados de ferrugem asiática em lavouras de soja no Brasil mais do que dobraram no último mês, com os focos concentrados no Sul do país, onde as chuvas têm sido acima da média histórica em função do fenômeno El Niño. A doença provocada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi já causou grandes prejuízos ao setor produtivo nos momentos em que não foi combatida adequadamente no país. Os relatos de ferrugem desde o início de junho até o momento totalizam 136 casos no Brasil, sendo 63 no Paraná e 43 no Rio Grande do Sul, conforme o Consórcio Antiferrugem, uma parceria público-privada criada há mais de uma década para monitorar a presença da doença fúngica. Um mês atrás, os registros no Brasil totalizavam 66 casos. Um ano atrás, na safra 2014/15, eram 60 casos relatados. A ferrugem, que prejudica o desenvolvimento das plantas, pode ser controlada com a aplicação de fungicidas. Especialistas dizem que os produtores brasileiros têm experiência em controlar a doença, mas as aplicações de defensivos tendem a elevar os custos de operação das fazendas. “Há relatos, mas nada que não esteja sob controle”, disse o economista Marcelo Garrido, do Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). “Se as previsões se confirmarem, de El Niño forte até março, a situação não vai ser confortável, vai dar trabalho, vai aumentar o custo do produtor”, complementou. Além de favorecer a manifestação da doença, o excesso de água também inibe seu controle. “A situação é preocupante por não ter condições de entrar com aplicação de agrotóxicos nas lavouras, em função das chuvas”, relataram os técnicos da Seab em Francisco Beltrão, no Sudoeste do Paraná, em relatório no início da semana.   Fonte: http://goo.gl/TSH91G  
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Na contramão dos cortes, agricultura projeta mais recursos para o seguro rural
16/12/15
Além dos R$ 400 mi garantidos, restante do recurso serão deslocados de outra área, de emendas…
[caption id="attachment_491" align="aligncenter" width="960"]expedicao safra 31 albari rosa Além dos R$ 400 mi garantidos, restante do recurso serão deslocados de outra área, de emendas parlamentares e da venda de estoques de café e milho.Caso os R$ 1 bilhão sejam viabilizados, 20 milhões de hectares estariam protegidos.[/caption]   O agronegócio brasileiro torce para que os cortes realizados pelo governo federal no orçamento 2016 não atinjam drasticamente o setor. Diante da previsão inicial de R$ 400 milhões para o seguro rural, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) tentar viabilizar mais recursos, para chegar ao montante de R$ 1 bilhão, suficiente para cobrir 20 milhões de hectares. Do contrário, as culturas que mais exigem proteção, como soja, feijão, trigo e milho safrinha, estarão ameaçadas de ficarem descobertas a partir do ano que vem. O Plano Trienal do Seguro Rural (PTSR) 2016-18, anunciado no final de novembro, prevê até R$ 400 milhões para o benefício em 2016, contra os R$ 800 milhões previstos em 2015. O valor avança em 2017 e 2018, chegando a R$ 425 mi e R$ 455 milhões, respectivamente. Para a Comissão Nacional de Política Agrícola Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), as mudanças nas normas do programa são prejudiciais aos produtores. A nova versão do PTSR impacta negativamente o mercado de seguros agrícolas, pois “impedirão que muitos produtores rurais de trigo, milho segunda safra, feijão e frutas tenham acesso ao seguro agrícola”, diz o documento da entidade.

Origem dos recursos

Mas a tarefa do Mapa para inflar substancialmente o montante do seguro rural no próximo ano não será fácil, principalmente diante da política de ajuste fiscal do governo federal. O órgão realizando remanejamentos para aumentar a verba. Além do dinheiro já garantido no orçamento, R$ 350 milhões serão deslocados de outra área da pasta e mais R$ 100 milhões de emendas parlamentares. Nas contas do Mapa, os outros R$ 150 milhões terão origem da venda de estoques de café e milho da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Segundo o órgão, apesar de não estarem definidos os volumes a serem comercializados, esses estoques não são necessários no país. Dados da Conab mostram que o governo mantém estoques de cerca de 1,5 milhão de toneladas de milho e cerca de 1,6 milhão de sacas de 60 kg de café. Os preços de referência do milho no mercado brasileiro atingiram esta semana o maior patamar em três anos, em meio à forte demanda para exportação e à elevada cotação do dólar frente o real. O café arábica acumula alta de 5% em 12 meses, mas quase duas vezes mais valorizado que no fim de 2013. A União tem despesa anual de 200 milhões de reais para manter os estoques.   Fonte: http://goo.gl/QtR3RQ  
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Dólar terá impacto ainda maior na safra 2016/2017, alerta CESB
15/12/15
Moeda norte-americana ainda estará valorizada quando o produtor for adquirir insumos para a safra 2016/2017.Dólar valorizado…
[caption id="attachment_489" align="aligncenter" width="780"]fertilizante_insumos_agricolas Moeda norte-americana ainda estará valorizada quando o produtor for adquirir insumos para a safra 2016/2017.Dólar valorizado ainda deve atingir as compras de insumos da safra 2016/2017, acredita Cesb (Foto: Thinkstock)[/caption]   Com o dólar próximo de R$ 3,90, alto custo de produção e insegurança na política econômica brasileira, agricultores diminuíram o ritmo dos projetos de expansão da produção na safra de soja, mas o impacto será ainda maior na temporada que vem (2016/2017), aponta o Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb). A entidade considera que a moeda norte-americana ainda estará em alta quando os produtores rurais forem comprar os insumos. O que deve fechar as contas do segmento são as exportações, devido ao sentido inverso do real, que torna mais competitiva a soja brasileira. Leonardo Sologuren, vice-presidente do Cesb, diz que a burocracia para a liberação de créditos na atua safra também terá reflexos na próxima. "O cenáriodiminui o apetite de investimentos e, os créditos burocráticos, vinculados aos juros elevados, agravam a situação”, afirma. “Para este ano o agricultor adquiriu insumos a preço suportável, mas a alavancada ainda virá, e reduzirá a margem de lucro, diante dos custos com insumos, cuja valorização deve ultrapassar os atuais 40%”, diz. A valoriação do dólar e a instabilidade econômica também foram responsáveis por diminuir o ritmo dos investimentos. Na região de Dourados (MS), o presidente do Sindicato Rural, Lúcio Damália, alertou para as consequências da valorização do dólar e a necessidade de se produzir continuamente. “Essa alta beneficia as exportações, mas prejudica aqueles que não estão organizados financeiramente, que acabam por não vender os grãos no momento certo e comprando os insumos em momento de alta”, esclarece.  "A crise assusta o produtor, mas ele não tem como fugir, acaba sendo obrigado a plantar para estimular sua receita na próxima colheita”. Para aqueles que pretendiam aumentar a área na região de Dourados, Damália recomendou cautela. “Os que já plantavam determinada área, não diminuiram, mas quem pretendia aumentar, recuou no ritmo e se atentaram ao mercado futuro”. Sologuren diz, ainda que mesmo com o cenário incerto para a safra 2016/2017, a situação poderia ser pior com  dólar em baixa. "Com dólar a R$ 2,50, as cotações em Chicago poderiam levar a saca de 60 quilos de soja na casa dos R$ 40 no Centro-Oeste, o que seria muito pior”, diz.   Fonte:  
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Um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo a Todos.
15/12/15
https://www.youtube.com/watch?v=Dszp6Zd-RSU
https://www.youtube.com/watch?v=Dszp6Zd-RSU
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Argentina reduz impostos dos cereais e trigo pode chegar mais barato ao Brasil
14/12/15
  Logo…
[caption id="attachment_484" align="aligncenter" width="960"]EXPEDIÇÃO SAFRA 2014 32 ALBARI ROSA Atualmente, Argentina, junto com Estados Unidos e Paraguai, abastece o mercado brasileiro com trigo.[/caption]   Logo na primeira semana de mandato, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, cumpriu uma das suas principais promessas de campanha. Nesta segunda-feira (14), Macri irá suspender os impostos para as exportações dos produtos agrícolas como trigo, milho e sorgo. Na soja, produto que a Argentina é o terceiro maior exportador do mundo, atrás dos Estados Unidos e Brasil, a redução será de cinco pontos, passando para 30%. “Hoje vou assinar o decreto de retenção (imposto às exportações) zero para as economias regionais”, disse Macri. A medida tem por objetivo estimular a produção agrícola, mas a curto prazo busca que os produtores e exportadores liquidem o estoque retido, como uma maneira de permitir a entrada de divisas nas combalidas reservas do Banco Central. “Confio em vocês que podemos duplicar a produção de alimentos na Argentina”, declarou o presidente, durante evento com produtores em Pergamino, município distante 220 quilômetros de Buenos Aires, uma das regiões agrícolas mais ricas do país.

Trigo

A medida adotada por Macri também terá impacto sobre o Brasil, principalmente no trigo. Na semana passada, os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que concentram mais de 90% da safra nacional, confirmaram prejuízos nas lavouras do cereal do pão. No total, de acordo com os órgãos estaduais de agricultura, a quebra ultrapassa 1 milhão de toneladas, reflexo do excesso de chuva nos últimos meses na região Sul do país. A redução na safra nacional aumenta a importação de trigo, principalmente da Argentina, para atender as industrias de pães, massas e biscoitos. A expectativa é de que o produto do país vizinho chegue ao Brasil mais barato. “No curto prazo, o preço deve cair porque o produtor argentino não precisa mais esconder quanto de trigo tem. Com um número mais real da safra, a oferta aumenta e o preço deve cair”, avalia Hugo Godinho, técnico da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab). “No longo prazo, com o lucro 30% maior, os produtores devem plantar mais nas próximas safras, também elevando a oferta”, complementa. Sem a possibilidade de colher mais de 7 milhões de toneladas de trigo nesta safra, conforme estimativa inicial, o Brasil terá que comprar no mercado internacional perto da metade do consumo interno de trigo, estimado em 11 milhões de toneladas.   Fonte: http://goo.gl/XsTikU  
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Produção de grãos deve chegar a 211 milhões de toneladas para safra 2015/16, diz Conab
11/12/15
      De acordo com a terceira previsão de estimativa para a safra de grãos 2015/16, a soja apresenta…
soybeans-182295_640       De acordo com a terceira previsão de estimativa para a safra de grãos 2015/16, a soja apresenta o maior crescimento absoluto, com estimativa de aumento de 6,2 milhões de toneladas, totalizando 102,5 milhões de t. Os ganhos de área e produtividade da cultura refletem num aumento de 6,5% na produção total do país. O estudo, divulgado nesta sexta-feira (11) pela Companhia Nacional de Abastecimento, indica que a produção estimada para a safra 2015/16 é 211 milhões de t, aumento de 1,5%. Esse resultado representa um aumento na produção de 3,2 milhões de t em relação à safra 2014/15 (207,8 milhões de t). Apenas as culturas de primeira safra tiveram o plantio iniciado, que se estenderá até dezembro. As culturas de inverno, referentes a safra 2015, estão na fase final de colheita. Para as culturas de segunda safra, o plantio se iniciará a partir de janeiro. Para o milho primeira safra e o algodão a estimativa é de queda na produção total, impulsionada pela redução na área plantada. A recuperação da produtividade de feijão resulta em aumento da produção, apesar da queda na área plantada. Área – De acordo com este levantamento, a área plantada com grãos deverá alcançar 58,6 milhões de hectares, o que representa crescimento de 1,1% em relação à área cultivada na safra 2014/15, que totalizou 57,9 milhões de ha. Vale ressaltar que essa área equivale à primeira, segunda e terceira safras, além das culturas de inverno. Se levarmos em consideração apenas a área efetivamente cultivada, a estimativa é de 43,3 milhões de ha, visto que os demais 15,2 milhões de ha equivalem a culturas sobrepostas à área de total. A cultura da soja, responsável por mais de 56% da área cultivada do país, permanece como principal responsável pelo aumento de área. A estimativa é de crescimento de 3,4% (1,1 milhão de ha), alcançando 33,2 milhões de ha na área cultivada com a oleaginosa. O algodão apresenta redução de 1,6% (15,6 mil ha), o que representa 960,6 mil ha. Isto é reflexo da opção pelo plantio de soja na Bahia, segundo maior produtor do país. Para o milho primeira safra, a exemplo do que ocorreu na safra passada, a expectativa é de redução de 6,7% na área (413,6 mil hectares) a ser cultivada com soja, ficando em 5,7 milhões de ha. O feijão primeira safra apresenta redução de 2,1% (21,9 mil hectares), o que corresponde a 1 milhão de ha no total.   Fonte: http://goo.gl/enkfVc
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CNA: safra agrícola cresce 325% em 40 anos; área plantada aumenta 53%
10/12/15
Instituição afirma que desenvolvimento e aplicação de tecnologias sustentáveis para a agricultura foram os aspectos responsáveis…
[caption id="attachment_473" align="alignnone" width="780"]emi_9507 Instituição afirma que desenvolvimento e aplicação de tecnologias sustentáveis para a agricultura foram os aspectos responsáveis pela evolução do setor. Produtividade do setor passou de 1.258 kg por hectare para 3.486 kg por hectare em 39 anos (Foto: Emiliano Capozoli/Ed. Globo)[/caption]   Nos últimos 40 anos, a produção brasileira de grãos e fibras cresceu 325%, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Na safra 1976/1977, a produção era de 46,9 milhões de toneladas e a previsão para o ciclo 2014/2015 é de 202,2 milhões de toneladas. "A área dedicada a esse cultivo cresceu apenas 53% no mesmo período. Isso ilustra o aumento de 181% na produtividade brasileira, resultado do desenvolvimento de tecnologias sustentáveis e de ponta", afirma o material de apresentação distribuído a jornalistas que chegam para evento de fim de ano da instituição. A CNA apresenta nesta quinta-feira (10/12) o balanço de 2015 e as perspectivas para 2016 do setor agropecuário brasileiro, em entrevista coletiva com o presidente da instituição, João Martins. No encontro, serão apresentados os resultados e as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB), o Valor Bruto da Produção (VBP) e as exportações da atividade agropecuária, além de um cenário sobre a atual conjuntura econômica e o panorama das principais atividades do setor. O material informativo traz, ainda, que a produtividade do setor passou de 1.258 kg por hectare para 3.486 kg por hectare em 39 anos. O Brasil tem 851 milhões de hectares, dos quais 329,9 milhões são ocupados por propriedades rurais (38,7% do país).   Fonte: http://goo.gl/jGUg26  
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Atraso da soja coloca milho “safrinha” em risco, aponta FCStone
04/12/15
    Os atrasos do ciclo da soja, que devem resultar em parte da safra de inverno de milho plantada…
soy-964324_640     Os atrasos do ciclo da soja, que devem resultar em parte da safra de inverno de milho plantada fora da janela ideal, trazem preocupações quanto ao potencial produtivo do milho de inverno na safra 2015/16 que, de acordo com a estimativa da consultoria INTL FCStone, ficará em 53,27 milhões de toneladas. Esse é o primeiro número estimado pela consultoria para a segunda safra do cereal. Apesar do aumento da expectativa para a área plantada, a queda da produção frente a 2014/15 considera os impactos de um clima menos favorável para o grão que será semeado mais tardiamente. “A segunda safra de milho está sujeita a um maior risco climático, uma vez que as chuvas tendem a diminuir a partir de abril e maio e as temperaturas mais baixas podem contribuir para a ocorrência de geadas, por exemplo”, avalia Ana Luiza Lodi, analista da consultoria. Safra de verão Em sua revisão de dezembro, a INTL FCStone trouxe uma leve redução da estimativa de área plantada para a primeira safra 2015/16 de milho, em 27,86 milhões de toneladas, com os produtores dando cada vez mais preferência à soja no verão, concentrando o cultivo do milho no inverno. O rendimento médio esperado para a primeira safra, no entanto, não sofreu ajustes, em linha com as expectativas favoráveis. 100 milhões de toneladas de soja por água abaixo A produção brasileira de soja deve ser de 98,8 milhões de toneladas na safra 2015/16, segundo calcula a INTL FCStone em sua revisão de dezembro. No mês anterior a consultoria havia apontado uma tendência de queda no potencial produtivo da oleaginosa, devido a irregularidade climática nas regiões produtoras, que vem se confirmando. “No Matopiba [Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia], a preocupação com o clima é ainda maior do que no Centro-Oeste, pois, ao contrário do que ocorre nesta última região (onde o volume de precipitação normal para a época é muito alto e além do necessário para o desenvolvimento da soja), se as chuvas são menos abundantes do que o esperado, isso provavelmente resultará em prejuízos para a produtividade”, explica a analista de soja, Natália Orlovicin, da INTL FCStone. Apesar de o número romper com a expectativa inicial, de 100 milhões de toneladas, a produção é maior do que a atingida no ciclo anterior, em especial por conta do contínuo aumento na área plantada. No sul do país, as precipitações continuam acima do normal, beneficiando as lavouras de soja e trazendo perspectivas positivas para os produtores.   Fonte: http://goo.gl/RErd2T
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Corte de verba expõe culturas de alto risco
03/12/15
Plano Trienal estabelece diretrizes até 2018, mas reduz valor total e participação no custeio das apólices.…
[caption id="attachment_469" align="aligncenter" width="640"]soy-964327_640 Plano Trienal estabelece diretrizes até 2018, mas reduz valor total e participação no custeio das apólices. (Soja é uma das culturas que ficará “desprotegida” com o corte.)[/caption]   Com o corte orçamentário por parte do governo federal, as culturas que mais exigem proteção do seguro rural, como a soja, feijão, trigo e milho safrinha, estão ameaçadas de ficarem descobertas a partir do ano que vem. O Plano Trienal do Seguro Rural (PTSR) 2016-18, anunciado semana passada, traça novas diretrizes de acesso e prevê disponibilizar até R$ 400 milhões para o benefício em 2016, contra os R$ 800 milhões previstos em 2015. O valor total avança em 2017 e 2018, mas a partir de uma base menor, chegando a R$ 425 mi e R$ 455 milhões respectivamente. A redução do montante foi recebida com pessimismo pelo mercado, que crítica à falta de diálogo do governo e afirma que o quadro ameaça as principais culturas. “Um produtor de grãos que antes contratava o seguro agrícola com subvenção de 70%, em cultivos de alto risco, teve o subsídio reduzido a 35% para coberturas de riscos nomeados (granizo e geada). Ou seja, terá que desembolsar muito mais para adquirir o seguro”, analisa o economista da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) Pedro Loyola. A opinião quanto a redução equivocada do montante é compartilhada pelo gerente técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) Flávio Turra. “Gostaríamos que o programa fosse fortalecido com mais recursos, mas ocorre o contrário: corte econômico em um dos programas que mais deveria receber investimentos.” No total, agora cada produtor poderá ter acesso a R$ 144 mil para a subvenção, distribuído metade para a modalidade agrícola e a outra metade para as produções pecuária, florestais e aquícolas (R$ 24 mil cada). No ano passado, o valor máximo subvencionável era de R$ 192 mil. Para o cultivo de grãos, a participação do governo no custeio das apólices varia de 30 a 45%, de acordo com o nível de cobertura e de riscos, enquanto que para as demais modalidades produtivas é fixa em 45%.     Fonte: http://goo.gl/k4KCmL  
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Colheita do trigo gaúcho chega ao final e confirma quebra de safra
27/11/15
Segundo levantamento da Emater/RS, a qualidade do grão também está abaixo dos níveis aceitáveis para valorização…
[caption id="attachment_466" align="aligncenter" width="698"]20141011113056394429187_g Segundo levantamento da Emater/RS, a qualidade do grão também está abaixo dos níveis aceitáveis para valorização do produto. (Foto: http://goo.gl/QGlcZ1)[/caption]   A colheita do trigo no Rio Grande do Sul atingiu 867,35 mil hectares, que correspondem a 95% dos 913 mil hectares previsto para esta safra pelo serviço de extensão rural do governo gaúcho (Emater/RS). Segundo levantamento da organização, nas áreas restante, localizadas em zonas mais frias a colheita deverá ser finalizada nos próximos dias, uma vez que as lavouras já se encontram maduras e aptas para tanto. Os técnicos da Emater/RS comentam no informe semanal que as produtividades obtidas recentemente não modificaram o quadro de quebra em relação ao que era esperado inicialmente como razoável, “mesmo com as boas produtividades registradas nas regiões da Serra e nos Campos de Cima da Serra, onde foram retiradas cargas médias ao redor dos três mil quilos”. Eles lembram que a exemplo do ano passado, a qualidade das lavouras nesta safra foi prejudica pelas geadas eexcesso de chuvas, ficando bem aquém do aceitável para a valorização do produto. A Emater/RS espera finalizar os números da safra gaúcha de trigo 2015 na próxima semana. As estimativas indicam quebra de safra de 50% em relação às 2,2 milhões de toneladas previstas inicialmente.   Fonte: http://goo.gl/gSxmGp  
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Grão de má qualidade torna a safra de trigo a pior dos últimos 10 anos no RS
23/11/15
      Os agricultores gaúchos colhem as últimas lavouras de trigo e os…
  [caption id="attachment_464" align="aligncenter" width="632"]21768-632x0-4 Foto: http://goo.gl/ah92mV[/caption]     Os agricultores gaúchos colhem as últimas lavouras de trigo e os resultados não são satisfatórios. De acordo com a Emater, a má qualidade do grão faz desta a pior safra dos últimos dez anos no estado. A previsão era de que o Rio Grande do Sul produzisse dois milhões de toneladas de trigo nesta safra, mas pelo segundo ano consecutivo, os produtores acumularam perdas. Cerca de 90% das lavouras já foram colhidas. Com a colheita chegando ao fim, as previsões de quebra na safra se confirmam. É que a geada e o grande volume de chuva nesse inverno prejudicaram o desenvolvimento do grão. Por isso, a quantidade e a qualidade exigidas no mercado não foram atingidas. “Provavelmente ele vai ter uma queda de peso, consequentemente a qualidade industrial para a panificação, que é o que dá o preço do trigo, vai ser bem prejudicada”, explica Adriano Nunes de Almeida, engenheiro agrônomo. Teve muito agricultor, como Ângelo Becari, que não conseguiu vender a produção. O pouco que colheu, estocou em casa.  O cereal, que deveria trazer lucro, virou um farelo que, depois de misturado com milho e aveia, serve de alimento para o gado. “É a única alternativa agora. Porque os cerealistas não receberam, porque não deu PH suficiente. Eles disseram que nem para a ração, mas para minha ração tendo volume já satisfaz”.     Fonte: http://goo.gl/qqQxIA  
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Milho tem recuo global histórico
20/11/15
  Com a…
[caption id="attachment_460" align="aligncenter" width="960"]EXPEDICAO SAFRA ABELARDO LUZ E OURO VERDE - BRUNNO COVELLO-59-k0i-U102075748078HtB-1024x683@AGRO-Web Cotação de apenas US$ 3,7 por bushel dá prejuízo inclusive nos Estados Unidos.[/caption]   Com a cotação do milho reduzida a US$ 3,7 por bushel –no contrato com vencimento em março de 2016, na Bolsa de Chicago –, os países que lideram produção e exportação de grãos refutam o cereal. Nesta quinta, foi a vez de o Conselho Internacional de Grãos (IGC, na sigla em inglês) apontar essa tendência. O IGC reduziu sua previsão para a produção global de milho na temporada 2015/16 em 3 milhões de toneladas (para 967 milhões de toneladas), refletindo corte relacionados à seca em lavouras na China, Etiópia e África do Sul. Estados Unidos, Brasil e Argentina vem confirmando corte na produção. A redução nas colheitas de 2015/16 deve ser de 18,5 milhões de toneladas nos três países. O trio deve exportar 8,5 milhões de toneladas a menos. Isso considerando dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, o USDA. Um órgão intergovernamental, o IGC disse que os cortes na Ásia e África são maiores que os reajustes (para cima) que têm sido feitos em relação à colheita dos Estados Unidos. O IGC reduziu a previsão para a safra da China em 7 milhões de toneladas (para 220 milhões), embora a produção continue ligeiramente acima da colheita anterior, de 215,6 milhões de toneladas. Por outro lado, o IGC elevou sua previsão para a safra dos EUA para 346,8 milhões de toneladas, ante projeção anterior de 342,3 milhões de toneladas. O USDA prevê 346,8 milhões – 14,3 milhões abaixo do volume de 2014/15. O recuo do milho ocorre muito em função da comparação que os produtores fazem entre o cereal e a soja. Em muitas regiões produtivas, incluindo zonas dos Estados Unidos, alega-se prejuízo com o milho.     Fonte: http://goo.gl/2E6NHo  
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Fertilizantes ficam ligeiramente mais baratos
19/11/15
Neste final de ano e começo de 2016 espera-se menor movimentação no mercado de adubos, o…
[caption id="attachment_457" align="aligncenter" width="780"]522802135 Neste final de ano e começo de 2016 espera-se menor movimentação no mercado de adubos, o que pode gerar oportunidades de compras a preços menores.A estimativa para este ano é de um volume próximo de 30 milhões de toneladas comercializadas (Foto: Thinkstock)[/caption]   Bom momento para o produtor comprar fertilizantes. Segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), em outubro foram entregues 3,38 milhões de toneladas de adubos ao consumidor final no país. O volume diminuiu 9,9% em relação a setembro deste ano. Frente a outubro do ano passado, foram entregues 8,7% menos adubos este ano. No acumulado de janeiro a outubro de 2015 foram entregues 25,68 milhões de toneladas de fertilizantes no Brasil, 6,4% menos que em igual período do ano passado. A estimativa para este ano é de um volume próximo de 30 milhões de toneladas comercializadas, frente ao recorde de 2014, de 32,21 milhões de toneladas vendidas. Em curto e médio prazos espera-se menor movimentação no mercado de fertilizantes, o que pode gerar oportunidades de compras a preços menores.   Fonte: http://goo.gl/3ZFq14  
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Qualidade do trigo ainda preocupa produtores no fim da colheita
17/11/15
A tendência da safra é aumentar a importação do cereal para atender à demanda interna.Há também…
[caption id="attachment_449" align="aligncenter" width="780"]trigo_2 A tendência da safra é aumentar a importação do cereal para atender à demanda interna.Há também moinhos devolvendo o produto comprado para análises (Foto: Thinkstock)[/caption]   O pãozinho deve ficar mais caro para o brasileiro. Com a queda significativa da qualidade do trigo que está sendo colhido na safra 2014/2015, a tendência é aumentar as importações para atender à demanda interna. Com isso, deve encarecer os produtos derivados, já que as negociações acontecem com o dólar valorizado. A quebra na qualidade do produto causa prejuízos ao triticultor que, segundo estima o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), deve optar por outros culturas como solução para as próximas temporadas de plantio. Segundo o levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção nacional de trigo deve totalizar 6,23 milhões de toneladas, 6% inferior ao volume indicado pelo órgão em outubro. "Quanto à comercialização, produtores paranaenses continuam vendendo somente o necessário para pagamentos de despesas de curto prazo, no aguardo de novas altas nos preços. Já no Rio Grande do Sul, há pouco interesse de compra por parte dos moinhos, devido às dificuldades de encontrar o produto com as características exigidas para panificação", informa o Cepea. Há também moinhos devolvendo o produto comprado para análises.   Fonte: http://goo.gl/axdzpO    
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Reforço aos produtos sistêmicos da cultura de soja
16/11/15
    Em desenvolvimento desde 2011, a trajetória do defensivo agrícola Unizeb Gold…
  [caption id="attachment_445" align="aligncenter" width="780"]156371890 Foto: Thinkstock http://goo.gl/plwghM[/caption]   Em desenvolvimento desde 2011, a trajetória do defensivo agrícola Unizeb Gold o transforma em uma das principais criações da multinacional indiana UPL. Ele inaugura uma nova classe de produtos para o controle de doenças - a de produtos protetores. Este fungicida tem uma ação “multi-site”, ou seja, atua em inúmeros pontos do metabolismo do fungo. Além disso, seus agentes antistress ajudam a aumentar a produtividade da lavoura, pois garantem maior proteção de fotossíntese nas plantas, garantindo um destacado tom verde. E quando associado aos fungicidas sistêmicos, aumenta a penetração destes produtos e reduz a fitotoxicidade. O Unizeb Gold chegou numa época em que o uso contínuo e indiscriminado de fungicidas trouxe problemas às grandes culturas da soja no Brasil. O aparecimento de fungos resistentes ao tratamento prejudicava o controle efetivo das doenças no campo. Cálculos preliminares registram uma perda de cerca de cinco sacas, no caso da cultura de soja, por conta da baixa eficiência dos atuais protetores sistêmicos existentes no mercado. Isso representava cerca de 10% de redução na produção nacional. No início do ano, a UPL apresentou o produto em um dia de campo realizado na Universidade de Passo Fundo (UPF), no Rio Grande do Sul. Cerca de 150 produtores, profissionais de cooperativas e fornecedores puderam conhecer as vantagens do Unizeb Gold. À época, foram apresentados os resultados obtidos a partir do acompanhamento das safras 2012/13 e 2013/14. Registrou-se um aumento médio de produtividade na casa de sete sacas por hectare. A recomendação de utilização consorciada com outros fungicidas sistêmicos em pelo menos duas aplicações ao longo do ciclo gera um custo equivalente a uma saca por hectare. Apesar de ser mais um produto na longa lista de defensivos adotada pelo agricultor, os executivos da UPL reforçam que o aumento de produtividade acabará incentivando seu consumo. O produto surgiu quando a empresa reuniu um grupo de 21 fitopatologistas brasileiros, conhecidos como eagle team, para debater alternativas de programas de manejo de resistência. Na reunião do eagle team de 2014, o encontro quis entender as particularidades do desenvolvimento dos fungos em cada região do Brasil, e discutir estratégias para que causasse o menor dano possível nos grandes cultivos como soja, milho, trigo e algodão. A expectativa é trabalhar com as informações levantadas da melhor maneira possível, mapeando o cenário regional brasileiro, a fim de possibilitar ao produtor menores índices de doenças nas culturas e proporcionar o aumento do rendimento de grãos. De olho no crescimento da soja no País, a multinacional busca alavancar a produtividade da oleaginosa. Na cultura do milho, a empresa diz que esse aumento pode chegar até 20% e no algodão, um pouco acima de 10%. O investimento para desenvolvimento do Unizeb Gold foi na ordem de US$ 80 milhões. Para que o produto tenha o efeito desejado, a recomendação da empresa é de, no mínimo, duas aplicações por ciclo da cultura O potencial das vendas é grande, 90 mil toneladas/safra no Brasil. Para atender a demanda, foram feitos investimentos também na ampliação da capacidade de produção da fábrica que fica em Ituverava/SP e a empresa também inaugurou, em agosto último, um moderno centro de pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e embalagens. O Unizeb Gold teve seu registro liberado em outubro de 2014 e já está disponível no mercado desde a safra 2014/15.   Fonte: http://goo.gl/u9btnl  
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Com foco no safra da América do Sul, soja inicia sessão desta 6ª feira com leves quedas
13/11/15
      As cotações da soja negociadas na Bolsa de…
  [caption id="attachment_442" align="aligncenter" width="600"]1337661400 Foto: Bruno Casagrande - http://goo.gl/yYWjt5[/caption]     As cotações da soja negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o pregão desta sexta-feira (13) do lado negativo da tabela. As principais posições da commodity exibiam quedas entre 3,75 e 4,75 pontos, por volta das 8h04 (horário de Brasília). O vencimento novembro/15 estava estável em US$ 8,69 por bushel, já o contrato março/16 era cotado a US$ 8,59 por bushel. O mercado voltou a cair depois de fechar o dia anterior com leves altas. Nesta quinta-feira, as cotações encontraram suporte no anúncio da venda de 300 mil toneladas de soja americana para a China. O volume negociado deverá ser entregue na temporada 2015/16. Com isso, os traders aproveitaram para recomprar posições. Diante da finalização da colheita norte-americana, o foco do mercado se volta ao plantio do grão na América do Sul. Até o dia 6 de novembro, a semeadura do grão já estava completa em 49% da área projetada para o Brasil. "Acreditamos que o mercado ainda não tenha precificado esse início de temporada no Brasil. Ainda temos alguns problemas com o clima adverso no norte de Minas Gerais, parte de Goiás, no Tocantins e nos estados do Nordeste, como Maranhão, Piauí e Bahia. Porém, temos lavouras excelentes no Paraná, Mato Grosso do Sul, sul de MG, São Paulo. Já no Mato Grosso, o cultivo do grão evoluiu bem", explica o consultor de mercado França Junior Consultoria, Flávio França Jr. Confira como fechou o mercado nesta quinta-feira: Soja: Demanda dá suporte e mercado fecha sessão desta 5ª feira com leves ganhos na CBOT Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros da soja fecharam o pregão desta quinta-feira (12) com ligeiras altas. Depois de testar os dois lados da tabela, as principais posições da commodity finalizaram o dia com ganhos entre 0,75 e 3,50 pontos. O contrato novembro/15 era cotado a US$ 8,69 por bushel, já o vencimento março/16 era negociado a US$ 8,64 por bushel. De acordo com informações das agências internacionais, as cotações da oleaginosa acabaram encontrando suporte no anúncio da venda de 300 mil toneladas de soja norte-americana para a China. O volume comprometido será entregue na temporada 2015/16. Os dados foram reportados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta quinta-feira. Frente à conclusão da safra americana, cerca de 95% da área já foi colhida, o consultor de mercado da França Junior Consultoria, Flávio França Jr., destaca que o principal foco dos investidores  é o andamento do plantio da soja na América do Sul, principalmente no Brasil. Ainda segundo levantamento realizado pela consultoria, até o dia 6 de novembro, a semeadura do grão já estava completa em 49% da área projetada para o país. "Acreditamos que o mercado ainda não tenha precificado esse início de temporada no Brasil. Ainda temos alguns problemas com o clima adverso no norte de Minas Gerais, parte de Goiás, no Tocantins e nos estados do Nordeste, como Maranhão, Piauí e Bahia. Porém, temos lavouras excelentes no Paraná, Mato Grosso do Sul, sul de MG, São Paulo. Já no Mato Grosso, o cultivo do grão evoluiu bem", explica o consultor de mercado. Contudo, o agrometeorologista da Somar Meteorologia, Marco Antônio dos Santos, alerta que em São Paulo, Mato Grosso do Sul, metade sul de Minas Gerais, extremo sul de Goiás e partes de Mato Grosso a perspectiva é de somente eventuais pancadas de chuvas para essa semana. O que pode manter as condições desfavoráveis para a continuidade dos trabalhos nos campos. "E para as lavouras já estabelecidas a ausência de chuvas já vem causando preocupações, uma vez que existem propriedades no Centro-Oeste e também em Minas Gerais que estão a mais de 20 dias sem registro de se quer, uma gota de chuva. Mas a boa notícia é que os modelos de previsão continuam prevendo o retorno delas já no começo da semana que vem. Sendo que maiores volumes e maior abrangência deverão ocorrer somente em meados da semana", disse o agrometeorologista. Paralelamente, o consultor ainda ressalta que os boletins de vendas, embarques e exportações semanais nos EUA devem ser acompanhados e podem influenciar positivamente os preços no mercado internacional. "Assim como aconteceu nesta quinta-feira com o anúncio de uma nova venda do grão para a China", afirma França. Além disso, a retenção das vendas por parte dos produtores norte-americanos também contribuem para a sustentação das cotações e evitam quedas mais expressivas, conforme ressalta o consultor. Esse inclusive foi um dos fatores que fez com que as cotações não quebrassem o suporte de US$ 8,50 por bushel, segundo dizem os analistas. "E para compor esse cenário, ainda temos os impactos do El Niño no restante da produção mundial de grãos. Temos perdas já consolidadas na Ucrânia, Austrália e China, informações que seguem no radar dos investidores", relata o consultor. Devido ao feriado do Dia dos Veteranos, comemorado nesta quarta-feira (11) nos Estados Unidos), o boletim de vendas para exportação será divulgado nesta sexta-feira (13). Mercado interno As cotações da soja nos portos brasileiros registraram leves altas nesta quinta-feira (12). A saca do grão no Porto de Rio Grande terminou o dia a R$ 82,00, com ganho de 1,23%. Já a saca para entrega em maio/16 encerrou estável a R$ 77,00. No terminal de Paranaguá, a cotação do grão disponível ficou em R$ 82,00 e o preço da saca para entrega maio/16 a R$ 74,50, com valorização de 0,68%. Apesar dos leves ganhos no mercado internacional, o dólar recuou e fechou o pregão a R$ 3,7672 na venda, com queda de 0,06%. Durante o dia, a moeda chegou a subir mais de 1% e chegou a R$ 3,8270 na máxima da sessão. Os cenários político e econômico no Brasil permanecem em foco. Conforme dados da agência Reuters, o mercado reagiu às dúvidas sobre a possibilidade do aumento da taxa de juros nos EUA em dezembro. Por outro lado, a Comissão Mista do Orçamento (CMO) do Congresso impediu o abatimento na meta de superávit fiscal em 2016, o que acabou aumentando a rigidez fiscal frente às intensas desconfianças sobre as contas públicas. Ainda na visão do consultor, no caso da soja, as vendas acontecem de maneira bem pontual no Brasil. "Até porque tivemos um recuo nos preços, depois da acomodação do dólar. Da safra 2015/16, faz cerca de duas semanas que as negociações acontecem pontualmente. Mas, os produtores já venderam boa parte da safra e agora estão focados no plantio e na garantia de boa produtividade", completa. Até o dia 6 de novembro, em torno de 43% da safra brasileira já havia sido comprometida, ainda conforme levantamento da França Junior Consultoria. No mesmo período do ano anterior, cerca de 16% da safra 2014/15 havia sido negociada e a média dos últimos cinco anos é de 31%. Para essa temporada, a perspectiva é que sejam colhidas mais de 100 milhões de toneladas do grão no país.   Fonte: http://goo.gl/BfRp2l  
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Valor da produção agrícola brasileira cresceu 8,1% em 2014, aponta IBGE
09/11/15
    O valor da produção…
[caption id="attachment_438" align="aligncenter" width="960"]mato grosso 121 albari rosa-ktyE-U1019937843687VF-1024x683@AGRO-Web Soja permaneceu sendo o motor da economia rural em 2014.[/caption]     O valor da produção agrícola brasileira chegou a R$ 251,2 bilhões em 2014, 8,1% a mais do que em 2013, informa o boletim da Produção Agrícola Municipal de Culturas Temporárias e Permanentes 2014, divulgado nesta quinta (05) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As principais culturas responsáveis pelo aumento foram a soja, com acréscimo de 22,4% no valor de produção comparado a 2013, o café arábica (22,6%) e o algodão herbáceo (17,4%). A soja teve recorde de 86,8 milhões de toneladas em 2014, 5 milhões a mais do que no ano anterior, com crescimento da produção nacional de 6,2% e rendimento médio de 2.866 quilos por hectare (kg/ha), 2,1% menor que o da safra anterior. Também apresentaram aumento de produção a mandioca (1,8 milhão de toneladas), o algodão herbáceo (820 mil) e o trigo (523,4 mil), entre outros produtos. Foram cultivados 76,2 milhões de hectares no país, 3,8 milhões a mais que em 2013, reflexo da expansão da soja, que teve aumento de área cultivada de 2,4 milhões de hectares. De acordo com a pesquisa, os bons resultados da soja devem-se aos bons preços praticados no mercado.

Concentração

As lavouras temporárias tiveram participação de 83,2% na produção agrícola de 2014 e as permanentes, de 16,8%. “A soja é o principal produto dentro do valor de produção da agricultura do país, seguida pela cana de açúcar e pelo milho. Juntos, os três respondem por 60,7% de todo o valor produzido”, disse Mauro Andreazzi, coordenador de Agropecuária do IBGE. A Região Sudeste tem maior participação nas culturas permanentes (9,7%), e a Região Sul detém 26,3% das culturas temporárias.

Frutas

O valor total da produção das 22 espécies de frutas investigadas cresceu 9,3% em relação a 2013, totalizando R$ 25,4 bilhões. A banana, com participação de 21,8% no total das frutas, e a laranja, com 21,7%, foram as espécies com maior valor da produção nacional. Petrolina (PE) continua em primeiro lugar no valor da produção de frutas, com R$ 470,3 milhões, apesar da redução de 48,8% em relação a 2013, devido à queda do preço médio da uva, sua principal cultura. O município conta também com produções de manga, goiaba, banana e coco-da-Bahia.

Regiões

O Sul respondeu por 28,5% do valor total da produção agrícola do ano passado, com valor de R$ 71,5 bilhões), seguido do Sudeste (27,5% e R$ 69,2 bilhões), Centro-Oeste (25,5% e R$ 64,2 bilhões), Nordeste (13,3% e R$ 33,3 bilhões) e do Norte (5,2% e R$ 13 bilhões). Em comparação com 2013, houve aumento de 19,5% na Região Nordeste, 11,7% na Região Norte, 12,4% no Centro-Oeste, 4,2% no Sul e 3,1% no Sudeste. O estudo mostra também que São Paulo continua sendo o estado que mantém o maior valor da produção, mas perdeu participação entre 2013 e 2014 (de 16% do total, para 14,8%), devido principalmente às altas temperaturas e baixas precipitações, com destaque para a cana-de-açúcar. A produção de São Paulo alcançou valor de R$37,2 bilhões. Na segunda posição, Mato Grosso representou 13,5% do total do valor da produção agrícola brasileira, seguido do Paraná (12,9%), Rio Grande do Sul (12,2%) e de Minas Gerais (10,3%). Entre os 50 municípios com maiores valores de produção agrícola, a soja era o principal produto em 41 no ano passado. Em Sorriso (MT), a participação da soja atingiu 74,9% de toda a produção agrícola da cidade. O município de São Desidério, na Bahia, lidera o ranking nacional do valor da produção de 2014, cujo principal produto é o algodão herbáceo (53,4%).   Fonte: http://goo.gl/OKtbI7
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Paraquate pode ser proibido no Brasil
06/11/15
  A…
[caption id="attachment_435" align="aligncenter" width="780"]herbicida_1 A paraquate começou a ser utilizada no início da década de 1970 (Foto: Thinkstock)[/caption]   A paraquate, substância usada em herbicidas e amplamente usada na agricultura brasileira, está sob o risco de ser proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A decisão está na fase de consulta pública até dia 16 de novembro. Após esse período, deve ter a decisão divulgada em 120 dias. O possível banimento foi debatido em audiência pública da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (4/11) em Brasília (DF), que contou com participação de deputados da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), representantes da Anvisa, pesquisadores e representantes de entidades como Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho),Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Associação Brasileira dos Produtores de Soja do Brasil (Aprosoja/Brasil), entre outras. O deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC) participou da audiência e saiu em defesa da paraquate. Ele destacou que o produto é usado no Brasil desde a década de 1970, quando o plantio direto iniciou sua consolidação, ajudando a mudar práticas como as queimadas e opreparo do solo com mecanização intensiva que causam o selamento superficial, a redução da infiltração da água, a erosão, as inundações, bem como a contaminação e o assoreamento dos corpos d’água. “O plantio direto traz benefícios como a proteção do solo, a construção de matéria orgânica e estimula a atividade biológica no solo”, argumentou. O coordenador do programa de Atenção à Saúde de Populações Expostas a Agrotóxicos da Unicamp, Dr. Angelo Zanaga Trapé também defendeu a substância, contando que a paraquate atualmente é registrada e utilizada em 90 países, inclusive em países como Estados Unidos, Japão e Austrália. O pesquisador disse ainda que “com base em análise de milhares deagricultores com contato com o produto há décadas através do uso na agricultura, os quais não apresentam efeitos adversos, é possível afirmar que a paraquate é um produto com baixo risco para a saúde pública do Brasil”.
A representante da Anvisa, a superintendente de toxicologia Sílvia de Oliveira Santos Cazenave, explicou que o processo de reavaliação da paraquate faz parte do RDC 10/2008 junto com outros 13 ingredientes ativos dedefensivos usados na agricultura. “Temos que passar por oito procedimentos administrativos até finalizar a reavaliação. Até o dia 16 de novembro, estamos recebendo contribuições para a consulta pública e a decisão final deve sair em 120 dias”, explicou.
A substância
A paraquate foi registrada em 1962 na Inglaterra e em 1964 nos Estados Unidos. No Brasil, começou a ser utilizada no início da década de 1970. Age no combate a mais de 40 plantas daninhas. Segundo estimativas da Embrapa, se o produto fosse banido, haveria um aumento de 129% nos custos de produção. O herbicida é amplamente utilizado em lavouras de soja, milho, algodão, cana-de-açúcar, entre outras. Ajuda no plantio direto, técnica que reduz os processos de erosão e protege as bacias hidrográficas. Também diminui os custos de produção, quando permite a antecipação da colheita e o plantio da segunda safra na melhor época, resultando em maior produtividade e aumento da renda do agricultor. Segundo a FPA, há estudos científicos confirmam que o paraquate é ambientalmente seguro.   Fonte: http://goo.gl/SbW9yq
 
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Brasil exporta 5,5 milhões de toneladas de milho em outubro, aponta Secex
04/11/15
    O Brasil exportou um volume recorde…
[caption id="attachment_432" align="aligncenter" width="700"] Fluxo do cereal segue intenso nos portos brasileiros.[/caption]     O Brasil exportou um volume recorde de 5,55 milhões de toneladas de milho em outubro, superando em 40% a marca histórica anterior, registrada dois anos antes, em um momento em que o câmbio desvalorizado favorece a competitividade dos produtos agrícolas brasileiros. Os embarques de café também foram recordes no mês passado, mostraram os dados mais recentes da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Na comparação com o mês de setembro, os embarques de milho subiram 61%, com as exportações brasileiras do cereal caminhando para níveis históricos na temporada. O Brasil é o segundo exportador global do produto, atrás dos Estados Unidos. A escala recente de navios previstos para carregar o cereal nos portos brasileiros em novembro mostrava que o ritmo forte deverá continuar, com carregamentos previstos de 5,3 milhões de toneladas do cereal este mês, 148% acima do previsto um ano atrás para novembro de 2014. “O preço recebido pelo milho exportado segue superior aos registrados atualmente no mercado spot [físico no interior do país], que se encontra em alta”, destacou a Esalq em relatório semanal, ressaltando os efeitos do câmbio para a atratividade das vendas nos portos. O dólar foi negociado perto de R$ 4 ao longo de todo o mês de outubro, após romper R$ 4,20 no fim de setembro, marcando o maior patamar já registrado. A competitividade do milho brasileiro é apontada como um dos fatores que têm prejudicado as exportações de grãos dos Estados Unidos atualmente, apesar de uma colheita quase recorde em andamento. Nesta terça-feira (03), a gigante norte-americana ADM disse que seu resultado financeiro no último trimestre foi prejudicado pela forte competição imposta pelos grãos brasileiros aos produtores dos EUA.

Soja

Os embarques de soja recuaram 30% em outubro ante setembro, como é habitual nessa época do ano em que o pico da oferta da safra já está distante. Ainda assim, os embarques do mês passado foram os maiores para um mês de outubro na série histórica do Secex. O volume de 2,6 milhões de toneladas representou um crescimento de 250% na exportação da oleaginosa em outubro na comparação com um ano antes.

Café

Os embarques de café verde também registraram recorde em outubro, favorecidos pelo câmbio. As exportações do Brasil, maior produtor e exportador da commodity, somaram 3,31 milhões de sacas, alta de 13% ante setembro. Também excederam em 7% os embarques de outubro de 2014, quando o recorde anterior havia sido registrado. “A desvalorização da nossa moeda torna bastante rentável o café brasileiro para o importador”, destacou o sócio-diretor da corretora Escritório Carvalhaes, Sérgio Carvalhaes, em Santos (SP). Segundo ele, as desvalorizações do real ante o dólar tendem a pressionar as cotações do café na bolsa de Nova York, mas não reduzem os preços para o consumidor final ao redor do mundo, o que indica boas margens para os importadores e forte interesse de compra do produto brasileiro. “O Brasil vem sempre trabalhando com embarques grandes nesse último ano... Para nós (esse recorde no registro da Secex) não surpreende”, disse o analista.     Fonte: http://goo.gl/ZHJxvW  
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Crédito rural a juros livres para empresas dispara em setembro
28/10/15
Crédito rural para empresas aumentou 50,1% na comparação entre agosto e setembro enquanto as concessões para…
[caption id="attachment_429" align="aligncenter" width="780"] Crédito rural para empresas aumentou 50,1% na comparação entre agosto e setembro enquanto as concessões para pessoas físicas caiu 12,2% (Foto: Rodrigo Denúbila/Flickr)[/caption]   As empresas ligadas ao agronegócio aumentaram de forma significativa a contratação de crédito rural a taxas de mercado (mais caras que as controladas) na comparação entre setembro e agosto deste ano. A informação está em relatório divulgado nesta terça-feira (27/10) pelo Banco Central. O volume de um mês para o outro saltou de R$ 700 milhões para R$ 4,830 bilhões. Ao mesmo tempo, as contratações a juros controlados caíram 16,2% de R$ 5,695 bilhões para R$ 4,770 bilhões. Ao todo, somados os contratos a juros livres e controlados, as empresas contrataram em setembro financiamentos de R$ 9,6 bilhões, um aumento de 50,1% em relação a agosto. No primeiro trimestre da safra 2015/2016, os empréstimos cresceram 8,2% e no acumulado do ano, houve um aumento de 9,3%. Já nas pessoas físicas, houve queda das contratações de crédito rural nas duas modalidades de taxação. De agosto para setembro, o valor dos empréstimos tomados a juros de mercado passou de R$ 440 milhões para R$ 435 milhões (-1,1%). O montante a taxas controladas caiu de R$ 7,797 bilhões para R$ 6,795 bilhões (-12,9%) Ao todo, somados os contratos a juros livres e controlados, as pessoas físicas contrataram em setembro financiamentos de R$ 7,230 bilhões, queda de 12,2% em relação a agosto. No primeiro trimestre da safra, houve alta de 56,8% e no acumulado do ano, redução de 12%. O prazo médio de concessões de empréstimos para pessoas jurídicas em setembro foi de 54,1 meses. Para pessoas físicas, de 24,5 meses. Nos dois casos, houve aumento em relação aos prazos concedidos em agosto.
Estoque
Com os resultados de setembro, o estoque da carteira de crédito rural nas instituições financeiras chegou ao mês de setembro em R$ 229,198 bilhões, de acordo com o relatório do Banco Central. Em relação a agosto (R$ 222,245 bilhões) o montante representa um crescimento de 3,1%. No primeiro trimestre da safra 2015/2016, a autoridade monetária registra um crescimento de 3,5% e no acumulado do ano, alta de 4,3%. A parte carteira relacionada a operações de crédito rural com empresas acumula R$ 78,650 bilhões. Em relação a agosto (R$ 73,471) o montante representa um crescimento de 7%. No primeiro trimestre da safra 2015/2016, a autoridade monetária registra uma elevação de 7,9% e no acumulado do ano, alta de 5,9%. Já a parte da carteira relacionada a operações de crédito rural com pessoas físicas acumula R$ 150,548 bilhões. Em relação a agosto (R$ 148,774 bilhões), representa um crescimento de 1,2%. No primeiro trimestre da safra 2015/2016, a autoridade monetária registra uma elevação de 1,4% e no acumulado do ano, alta de 3,4%.
Juros e inadimplência
A taxa média de juros do crédito rural para pessoas físicas ficou em 9,9% ao ano em setembro. No mesmo mês em 2014, os empréstimos eram corrigidos a 7,6% ao ano. Nas pessoas físicas, a taxa média foi de 8,1% ao ano em setembro. No mesmo mês do ano passado, estava em 5,4% anuais. A inadimplência (atrasos entre 15 e 90 dias nos pagamentos) se manteve estável em 0,3% no crédito rural para empresas e caiu de 1,3% para 1,2% nas operações com pessoas físicas entre agosto e setembro.   Fonte: http://goo.gl/T39kGj
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Economia leva sojicultor a ser mais conservador no plantio, avalia Agroconsult
22/10/15
  Consultoria espera crescimento de 3,3% na área plantada de soja, um ritmo de expansão menor…
  [caption id="attachment_426" align="aligncenter" width="780"] Consultoria espera crescimento de 3,3% na área plantada de soja, um ritmo de expansão menor que o registrado em anos anteriores.Apesar de preços baixos em relação aos patamares históricos, soja brasileira está competitiva e produtor deve ter safra de rentabilidade (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)[/caption]   A área plantada de soja deve crescer 3,3% na safra 2015/2016 e chegar a 33,1 milhões de hectares no Brasil. A estimativa foi divulgada nesta quarta-feira (21/10) pela consultoria Agrocunsult, durante uma entrevista concedida pela internet. A estimativa sinaliza um ritmo de crescimento menor que o dos últimos anos. Ao mesmo tempo que há um cenário de preços favoráveis e mercado positivo, as incertezas na economia do país devem levar o agricultor a investir menos nesta temporada. "Quando olhamos para a rentabilidade do produtor, claramente ele poderia ter uma intenção maior", afirma o analista da Agroconsult, Marcos Rubin. No entanto, pondera, "por mais que ele tenha renda e capacidade de investimento, essa decisão é afetada pelo ambiente econômico que a gente está vivendo", acrescentam destacando a volatilidade cambial e o aumento dos custos de produção. De acordo com a Agroconsult, os sojicultores já semearam 14% da área prevista até o final da última semana. O ritmo é 3 pontos percentuais maior que o da mesma época do ano passado, quando o período seco foi mais extenso. Em comparação com a mesma época na safra 2013/2014, o trabalho atual é seis pontos percentuais mais lentoA expectativa, segundo Rubin, é de que a semeadura da safra nova de soja ganhe ritmo nas próiximas semanas, em função da possibilidade de chuvas sobre importantes regiões produtoras. O analista descarta neste momento impactos da situação climática sobre a produtividade das lavouras. Nem mesmo a menor utilização de fertilizantes deve prejudicar o rendimento, De acordo com a Associação Nacional para a Difusão de Adubos (ANDA), a entrega de adubo caiu 5,9% no intervalo de janeiro a setembro, em comparação com o mesmo período no ano passado. "Na nossa avaliação, existe uma poupança no solo. Os produtores investiram (nos últimos anos) e essa queda na entrega de fertilizantes não é fator preponderante para a produtividade da safra. Se houver eventuais quebras ou redução de potencial, isso deve estar mais ligado a clima e manejo de pragas e doenças do que à adubação média", diz. A consultoria considera que as lavouras brasileiras devem render, em média, 50,6 sacas por hectare, praticamente estável em relação à safra 2014/2015. Marcos Rubin destaca, no entanto, que ainda não há dados de campo que embasem esse número e que a estimativa foi feita com base em linhas de tendência histórica. A se confirmarem esses números, a safra brasileira de soja deve ser de 110,6 milhões de toneladas, 4,5% a mais que no ciclo anteriro (96,2 milhões de toneladas). "Os próximos 30 dias serão decisivos para o plantio da soja no Brasil. E a partir dos próximos meses a gente deve rever esses números com base no que a gente vê no campo e nas nossas pesquisas", afirma o analista.
Mercado
A Agroconsult tem uma visão relativamente otimista do mercado de soja. A consultoria trabalha com uma cotação média internacional de US$ 9 por bushel (27,2 quilos), já considerando uma produção acima de 100 milhões de toneladas no Brasil. Apesar de baixo em relação a patamares históricos, o preço ainda é considerado favorável para o agricultor brasileiro, especialmente por causa do efeito da taxa de câmbio - que, para a Agroconsult, deve se manter em R$ 4 por dólar - sobre os preços em reais da oleaginosa. De acordo com o especialista, comparando com o que era praticado nesta mesma época no ano passado, a cotação atual da soja em reais está entre 8% e 10% maior. Enquanto isso, nos Estados Unidos, no mesmo período, houve uma queda próxima de 20%, deixando, de acordo com ele, o agricultor norte-americano em uma situação limite. "Claro que temos um aumento de custo (no Brasil) que deve ser ponderado, mas US$ 9 por bushel remuneram o produtor brasileiro e deixam margem em casa. O produtor norte-americano sente mais uma queda de preços. Mas precisão acompanhar o andamento da safra para saber se não vamos ter suspresas", avalia Marcos Rubin. O risco para o sojicultor brasileiro é o "descasamento" de moedas no momento da compra de insumos e a venda do produtor. Está mais seguro, afirma o consultor, quem compra e vende em dólar faz as duas operações em reais. Se usar moedas diferentes, é maior a possibilidade de prejuízo. "Vai acontecer, mas não creio que seja generalizado", diz. A considerar o cenário atual, de maior competitividade para a soja brasileira, ele acredita que o Brasil pode superar os Estados Unidos em vendas para o mercado externo. Os exportadores brasileiros devem superar os 54 milhões de toneladas embarcados e os norte-americanos não devem superar os 50 milhões.   Fonte: http://goo.gl/sh7Fz3    
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Entrega de fertilizantes está menor neste ano no Brasil
21/10/15
Anda registrou entrega de 22,33 milhões de toneladas de adubo de janeiro a setembro de 2015…
[caption id="attachment_422" align="aligncenter" width="780"] Anda registrou entrega de 22,33 milhões de toneladas de adubo de janeiro a setembro de 2015 (Foto: Thinkstock)[/caption]     Mesmo com a expectativa de safra recorde no Brasil no ciclo 2015/2016 e intenção de plantio de área maior de soja até novembro, o setor de fertilizantes se mantém com um desempenho pior que o do ano passado. É o que mostram os números da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), que mostram uma queda de 5,9% nas entregas ao consumidor final de janeiro a setembro deste ano. De acordo com a entidade, foram entregues 22,33 milhões e toneladas no período. No intervalo dos primeiros nove meses de 2014, tinham sido destinados 23,74 milhões de toneladas. Só em setembro de 2015, foram 3,77 milhões, uma redução de 3,6% em relação a 2014 (3,91 milhões d toneladas). Já a produção de fertilizantes está maior neste ano. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, foram 6,76 milhões de toneladas, 3,2% a mais que de janeiro a setembro de 2014 (6,51 milhões de toneladas). Mesmo com a queda registrada no mês passado, de 6,1% em comparação som setembro de 2014, com produção interna de 774 mil toneladas de adubo. Bastante dependente do produto importado, o Brasil comprou menos de outros países em setembro, reforçando um cenário verificado também no acumulado de um ano em que o dólar em patamares elevados desfavorece as importações. De janeiro a setembro, foram importados 16,02 milhões de toneladas (-11,3%), 1,72 milhão (-20,5%) só no mês passado.   Fonte: http://goo.gl/H1Vhx4  
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Dificuldades no plantio da safra nova pressionam preços da soja, diz Cepea
19/10/15
  O excesso…
[caption id="attachment_419" align="aligncenter" width="780"] Clima seco no Centro-oeste dificulta plantio da safra nova (Foto: José Medeiros/Ed. Globo)[/caption]   O excesso de chuvas na região Sul e a falta de umidade no Centro-Oeste têm retardado a semeadura de soja em importantes regiões produtoras. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (19/10) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). “Esse cenário tem elevado os preços atuais e também para 2016 da soja no mercado spot nacional e influenciado, ainda, as cotações de curto prazo nos Estados Unidos, onde a colheita do grão está intensa. Diante das preocupações com o cultivo da safra 2015/16, os preços da soja no mercado spot avançam e produtores limitam as vendas”, diz a instituição, em nota. O indicador ESALQ/BM&FBovespa, subiu 2,8% entre 9 e 16 de outubro, a R$ 81,72 a saca de 60 quilos. Mas no acumulado do mês de outubro, a referência para o grão acumula queda de 3%, revertendo, em parte, a situação registrada em setembro, quando registrou alta de 8,72% e chegou a valer R$ 84,25 a saca.
Milho
Já no mercado de milho, a situação foi diferente nos últimos dias, informa o Cepea, em função da maiordisponibilidade do cereal no mercado interno. Ainda de acordo com os pesquisadores, apesar do bom ritmo das exportações neste mês, os preços domésticos se enfraqueceram na maioria das regiões pesquisadas, sensíveis às variações do câmbio. “Além da queda na paridade de exportação, compradores nacionais se retraíram, apostando em recuo nos preços. Vendedores, por sua vez, seguem priorizando a comercialização com o mercado externo, que ainda remunera mais que o doméstico”, diz o Cepea, em nota. Nos cálculos da instituição, em outubro, o dólar acumula queda de 3,4%, tendo fechado em R$ 3,84 na sexta-feira (16/10). No mercado disponível, os preços do milho caíram tanto no mercado de balcão (preço recebido pelo produtor) quanto no de lotes (negociação entre empresas). No mês, o indicador medido pelo Cepea, com base em Campinas, acumula baixa de 4,78% até a última sexta-feira. A saca chegou a R$ 32,08.   Fonte: http://goo.gl/BKnBcU  
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Plantio de soja em Mato Grosso recupera atraso, mas clima preocupa produtores
16/10/15
  SÃO PAULO (Reuters) - O plantio da safra 2015/16 de soja em Mato…
[caption id="attachment_414" align="aligncenter" width="620"] (Foto: http://goo.gl/LicGRr)[/caption]   SÃO PAULO (Reuters) - O plantio da safra 2015/16 de soja em Mato Grosso, que até semana passada estava atrasado ante 2014/15, avançou com bom ritmo na última semana para 14,3 por cento da área prevista, ante 9,3 por cento no mesmo estágio de 2014, informou nesta sexta-feira o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). Até o final da semana passada, produtores tinham semeado apenas 6,1 por cento da área estimada em um recorde de 9,2 milhões de hectares no Estado, o maior produtor brasileiro da oleaginosa. O avanço semanal ocorreu apesar do clima irregular, com alguns agricultores realizando o plantio nas áreas que receberam bons volumes de chuvas isoladas. Além disso, alguns produtores arriscam visando garantir uma janela de plantio adequada ao algodão, após a colheita da soja. Todo o Centro-Oeste do Brasil tem sofrido com irregularidade nas chuvas devido ao fenômeno climático El Niño. Em geral, os agricultores costumam aguardar bons volumes de precipitações para garantir umidade no solo e um bom desenvolvimento das novas plantas. A região oeste de Mato Grosso é a mais avançada, segundo o Imea, com 21,5 por cento da área semeada. Mas isso não significa que as chuvas na região estejam normalizadas. "Hoje faz dez dias que não tem uma gota de chuva na minha lavoura", relatou o presidente do Sindicato Rural de Sapezal, principal município produtor do oeste de Mato Grosso, José Guarino. "Eu particularmente não coloquei nenhum grão no chão... Não quero arriscar." Segundo Guarino, o avanço registrado ocorreu em áreas isoladas onde choveu bastante e também nas fazendas de grandes produtores que almejam plantar algodão após a soja e precisam acelerar o cronograma de cultivo. "Eles estão arriscando e muito. Ano passado plantaram (antecipadamente em meio à seca) e colheram menos de 30 sacos (por hectare)", disse Guarino, comparando o resultado com uma média estadual de 52 sacos por hectare. Segundo a Somar Meteorologia, a região central de Mato Grosso, que concentra a maior parte das lavouras, acumula 52 milímetros de chuvas até o momento no mês de outubro, faltando ainda muito para alcançar a média histórica para o mês inteiro, que é de 155 milímetros. O serviço Agriculture Weather Dashboard, da Thomson Reuters, aponta um período seco mais prolongado na média do Estado entre esta sexta-feira até o dia 24 de outubro. Produtores dizem estar preocupados não só com a falta de chuvas no curto prazo, mas também com a irregularidade das precipitações que virão. "Estamos sem chuva desde o dia 6 (de outubro)", relatou a produtora Cleia Tomé, que já plantou cerca de metade da soja em sua área de 2.600 hectares, em Campos de Júlio, também no oeste de Mato Grosso. "O calor está extremo. Se não chover, a partir do dia 22 tem áreas de replante." Mato Grosso deverá colher mais uma safra recorde de soja em 2015/16, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que estimou produção de até 29,2 milhões de toneladas, cerca de 30 por cento da safra nacional.   Fonte: http://goo.gl/MnKvak  
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Mato Grosso deve plantar mais e colher menos na safra 2015/2016
15/10/15
Comercialização do milho disponível chegou a 90,3% da produção de Mato Grosso (Foto: Ernesto de Souza/…
[caption id="attachment_411" align="aligncenter" width="680"]dsc_0687 Comercialização do milho disponível chegou a 90,3% da produção de Mato Grosso (Foto: Ernesto de Souza/ Editora Globo)[/caption]   O estado de Mato Grosso deve colher 20,42 milhões de toneladas de milho nos 3,39 milhões de hectares a serem plantados com o cereal na safra 2015/2016, uma produtividade média de 100,2 sacas por hectare. A informação é do instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), que divulgou novos números sobre a safra no estado nesta semana. Os números do Imea apontam que os agricultores do estado vão plantar uma área 2,7% maior na safra nova. No entanto, o rendimento das lavouras deve ser 6,2% menor, resultando em um volume colhido 3,7% inferior ao registrado na safra 2014/2015. No ciclo passado, os 3,30 milhões de hectares semeados renderam 21,20 milhões de toneladas, de acordo com os cálculos do instituto. As exportações do cereal devem atingir 14,24 milhões de toneladas. Na avaliação do Imea, os embarques serão estimulados pela manutenção do dólar em patamar elevado em relação ao real. Amoeda americana valorizada torna o milho brasileiro mais competitivo em relação ao dos Estados Unidos, com o qual há maior concorrência. “Para a temporada 15/16, o cenário se mantém animador no que se refere à demanda, já que a perspectiva do Bacen (Banco Central) é de que o dólar fique na casa dos R$ 4,00, e isso mantém a competitividade do cereal mato-grossense em alta no quadro externo”, informa o instituto, em seu boletim semanal para a cultura.
Comercialização
Ainda de acordo com o relatório do Imea, a comercialização do milho disponível já atingiu 90,3% do que foi colhido na safra 2014/2015. A proporção equivale a 19,08 milhões de toneladas até o final da semana passada. A última semana foi de preço mais alto para o cereal em Mato Grosso, apesar da baixa da moeda americana no período. O indicador do Imea registrou valorização de 1,03%, média de R$ 18,14 a saca de 60 quilos. A situação acabou influenciando a referência de exportação para julho de 2016. Enquanto o contrato para este vencimento na bolsa de Chicago subiu 0,54% e chegou a US$ 4,13 por bushel, a paridade caiu 4,94% na semana, para R$ 19,01 por saca. No caso da colheita futura, as vendas já superam os 40% do volume a ser colhido, de acordo com as estimativas do instituto. O dólar valorizado também tem influenciado esse movimento por parte dos produtores mato-grossenses. “Entretanto, cabe ressaltar que grande parte dos insumos da safra 15/16 ainda nem foi adquirida, e com mais de 40% da sua produção futura já negociada, os riscos aumentam consideravelmente, já que o dólar pode pesar mais forte nos custos”, alerta.   Fonte: http://goo.gl/iQ8YpK  
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Chuva em excesso traz perdas para o campo no RS
13/10/15
  A cada novo dia de chuva, produtores…
[caption id="attachment_408" align="aligncenter" width="630"] (Produtores reclamam prejuízo nas lavouras de trigo.Foto: http://goo.gl/ffgvPp)[/caption]   A cada novo dia de chuva, produtores gaúchos recalculam as perdas nas lavouras de trigo — atingidas em cheio pelo excesso de umidade. A situação que já preocupava devido a uma forte geada em setembro é agravada agora com precipitações às vésperas da colheita. — A combinação de umidade e temperaturas altas facilita o surgimento de doenças, que nessas alturas o produtor não consegue mais atacar — lamenta Claudio Dóro, gerente regional adjunto da Emater de Passo Fundo. E não é somente o volume a ser colhido que deverá ser reduzido, mas a qualidade do grão. Se não tiver qualidade mínima, o trigo não é aproveitado para moagem, podendo ser destinado apenas para ração animal. Dessa forma, o preço cai quase pela metade. — As perdas são irreversíveis. Há produtores que não irão nem colher, irão apenas limpar a área para plantar a soja — completa Dóro. O excesso de chuva preocupa também os arrozeiros, que já semearam 20% da área prevista para a próxima safra e aguardam as águas baixarem para continuar o plantio. Nas áreas de várzea, as lavouras estão debaixo d'água. — É preciso uns 10 dias de tempo seco para conseguir entrar na lavoura novamente. Provavelmente a safra será prejudicada, embora ainda seja cedo para quantificar — indica Henrique Dornelles, presidente da Federação das Associações dos Arrozeiros do Estado (Federarroz-RS). Trigo Com 5% da área colhida no Estado, a safra de trigo foi prejudicada pela geada em setembro e excesso de chuva em outubro. Entidades estimam que as perdas fiquem ao redor de 30%, podendo ainda aumentar ao longo do mês. Os prejuízos englobam a queda na qualidade do grão, o que reduzirá o preço de venda.   Fonte: http://goo.gl/28qRTV    
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Melhores momentos do evento – Perspectivas para o Agronegócio.
09/10/15
https://youtu.be/mNncpUjh-24
https://youtu.be/mNncpUjh-24
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Entrevista com Paulo Herrmann no dia do evento.
08/10/15
  https://soundcloud.com/cereais-werlang/palestrante-paulo
  https://soundcloud.com/cereais-werlang/palestrante-paulo
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Paulo Herrmann – Perspectivas para o Agronegócio.
31/08/15
https://www.youtube.com/watch?v=Ocavq-zlleU
https://www.youtube.com/watch?v=Ocavq-zlleU
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Paulo Herrman em Ibirubá
28/08/15
  A Cereais Werlang trás a todos os produtores de…
[caption id="attachment_397" align="alignnone" width="600"]Post Principal Facebook - Impulsionar Paulo Herrmann - Perspectivas para o agronegócio.[/caption]   A Cereais Werlang trás a todos os produtores de Ibirubá e região, uma palestra sobre as Perspectivas para o Agronegócio, com Paulo Herrmann, o presidente da John Deere Brasil. Será um evento beneficente, onde todo o dinheiro arrecadado com a venda dos ingressos será destinado a APAE de Ibirubá. Ingressos à R$ 30,00 na Cereais Werlang, APAE e John Deere da região. O evento será dia 24/09/2015, as 19:00 h. Para mais informações entre em contato com a equipe técnica pelo fone: (54) 3324.8700    
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Governo inicia discussão sobre lei agrícola
27/08/15
  O…
[caption id="attachment_394" align="aligncenter" width="780"] André Nassar e Kátia Abreu participam de reunião sobre lei plurianual (Foto: Inácio Shibata/Mapa)[/caption]   O Ministério da Agricultura (Mapa) iniciou nesta semana as discussões para a criação de uma Lei Agrícola Plurianual no Brasil. Foi realizado, em São Paulo, o primeiro encontro do grupo criado para tratar do assunto, que tem seis meses para apresentar um projeto. Entre os participantes do encontro, estavam a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, o secretário de Política Agrícola, André Nassar, e o economista e ex-ministro da Agricultura, Antônio Delfim Netto. De acordo com o Mapa, a intenção é estabelecer um planejamento estratégico para o setor. Serão tratados de temas como seguro agrícola e financiamento da produção. “Todos os temas estarão interagindo nesse plano”, disse a ministra Kátia Abreu, em nota divulgada pelo Ministério. Segundo ela, os temas a serem tratados pela lei serão divididos em capítulos.
Ceagesp
Também em São Paulo, a ministra teve encontro com comerciantes e representantes da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais do Estado (Ceagesp). A intenção foi discutir um novo modelo de gestão da instituição, que deve deixar o atual local, na Vila Leopoldina, zona oeste da capital paulista. Os estudos para a mudança para um lugar mais adequado deverão começar em breve e envolvem o Ministério da Agricultura (Mapa), o próprio entreposto, a prefeitura de São Paulo e o Ministério do Planejamento. “Temos de pensar num modelo autônomo, independente. Vou consultar a proposta dos comerciantes, mas também vou ouvir profissionais experientes para chegarmos a um modelo mais adequado e moderno”, disse ela, também conforme nota.     Fonte: http://goo.gl/lgTwI4  
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SOTAQUE GAÚCHO NO CINTURÃO
24/08/15
  O mapa de fundo aqui mostra regiões agrícolas dos Estados Unidos como delineada por OE…
  [caption id="attachment_390" align="aligncenter" width="600"] O mapa de fundo aqui mostra regiões agrícolas dos Estados Unidos como delineada por OE Baker em 1927. As fronteiras do Cinturão do Milho, tal como definido pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, em 1950, são super-imposto sobre a parte superior. Imagem cedida por Chris Laingen. Foto: http://goo.gl/C6xWfK[/caption]   Nem mesmo a barreira do idioma intimidou um grupo de 10 produtores de ibirubá, Selbach e Colorado que  foram até os Estados Unidos para conhecer de perto como é a realidade da principal região produtora de grãos  do mundo, o chamado CINTURÃO DO MILHO (Corn Belt, em Inglês). " - A otimização da mão de obra aqui impressiona. Os proprietários da fazenda fazem praticamente tudo, isso  sem contar o nível de tecnologia " - disse Áurio Zanatta, 44 anos, produtor em Selbach. Com apenas uma safra por ano, em razão do inverno rigoroso, os americanos não costumam ser      surpreendidos, trabalham com previsibilidade. " - E se algo der errado, eles tem a produção garantida com o seguro rural " - compara Clóvis Werlang, de  Ibirubá que organizou o roteiro técnico com a agência AgroBravo. Além das lavouras de grãos, os produtores visitaram ainda, em um roteiro de sete dias, cooperativas, fábricas de colheitadeiras e tratores da John Deere, além da sede mundial da Dow AgroSciences.     Fonte: Zero Hora  
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Colheita do milho safrinha entra na reta final
21/08/15
No relatório de agosto, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revisou para cima a produção brasileira…
[caption id="attachment_387" align="alignnone" width="780"] No relatório de agosto, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revisou para cima a produção brasileira de milho na segunda safra. Estão estimadas 54,0 milhões de toneladas na temporada atual, frente as 51,6 milhões estimadas em julho (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)[/caption]   A colheita do milho de segunda safra está na reta final no Centro-Oeste. Em Mato Grosso, até o final da primeira quinzena de agosto, 95,7% da área plantada com a cultura havia sido colhida, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Os trabalhos avançaram bem nas duas últimas semanas no Estado, com o final das chuvas. A produtividade média em 2014/2015 está estimada em 105,6 sacas por hectare. No Paraná, 79,0% da área de milho safrinha (2014/2015) foi colhida até o dia 17 de agosto. Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), 93,0% das lavouras paranaenses estão em boas condições, 6,0% em condições medianas e 1,0% em condições ruins. Apesar das chuvas em excesso nesta temporada na região, a situação das lavouras de milho de segunda safra está boa. O rendimento médio no estado está estimado em 95,7 sacas de 60 quilos por hectare este ano, frente as 91,3 sacas colhidas anteriormente. No relatório de agosto, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revisou para cima a produção brasileira de milho na segunda safra.Estão estimadas 54,0 milhões de toneladas na temporada atual, frente as 51,6 milhões estimadas em julho. Na temporada passada foram colhidas 48,4 milhões de toneladas de milho na segunda safra.   Fonte: http://goo.gl/PORZor  
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Alta no preço da soja pode estar com os dias contados
18/08/15
Números da safra americana pressionam preços internacionais e influenciam cotações internas, mais dependentes do efeito do…
[caption id="attachment_384" align="aligncenter" width="780"] Números da safra americana pressionam preços internacionais e influenciam cotações internas, mais dependentes do efeito do câmbio. "A tendência de alta é cada vez mais difícil de se pautar nos atuais fundamentos", diz o Imea (Foto: Ernesto de Souza / Editora Globo)[/caption]     A trajetória de alta nos preços da soja pode estar com os dias contados. A avaliação é de técnicos do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Para eles, a tendência de curto prazo para as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT) é incerta, com a movimentação especulativa dos operadores, principalmente em função das informações sobre a safra norte-americana. Na semana passada, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) atualizou suas projeções para asafra 2015/2016. O Imea destaca que, embora a projeção seja de área menor, a estimativa de estoques locais foi revisada para cima, o que teve mais peso e pressionou os preços, com forte volatilidade. Em Mato Grosso, a última semana foi de queda na cotação média do estado, acompanhando a movimentação internacional. De acordo com dados do instituto, a desvalorização foi de 1,08% com a saca valendo R$ 59,23. Em Chicago, o bushel de soja (equivalente a 27,2 quilos do grão) nos principais contratos segue operando abaixo de US$ 10. Na segunda-feira (17/8), o contrato para março de 2016, que serve de referência para o produtor de Mato Grosso, fechou cotado a US$ 9,22. Além da queda nos preços do grão, o dólar não ajudou na semana passada. Segundo os técnicos do instituto, a moeda americana caiu 0,51%, a R$ 3,50. Ainda assim, mais valorizado que no ano passado, quando a cotação nesta mesma época estava em US$ 2,24.“A tendência de alta é cada vez mais difícil de se pautar nos atuais fundamentos. Por isso, daqui para frente, o peso do dólar será cada vez mais necessário para o mercado interno, e qualquer repique de alta nas cotações internasdeve ser muito bem analisadas pelos produtores mato-grossenses”, diz o Imea, em seu boletim semanal.     Fonte: http://goo.gl/DFYq5Y  
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Produtores rurais podem entregar declaração do Imposto Territorial Rural (ITR) 2015 a partir de hoje – 17/08/2015
17/08/15
  Brasília (17/08/2015) - A Receita Federal libera a partir de segunda-feira, 17 de agosto,…
[caption id="attachment_381" align="aligncenter" width="600"] (Foto: http://goo.gl/6PoA8G)[/caption]   Brasília (17/08/2015) - A Receita Federal libera a partir de segunda-feira, 17 de agosto, o programa para preenchimento da declaração do Imposto Territorial Rural (ITR) 2015. A declaração poderá ser feita pelo computador, por meio da plataforma Máquina Virtual – Java (JVM), até o dia 30 de setembro deste ano. O programa de transmissão Receitanet é compatível com os sistemas operacionais Windows, Linux e Mac OS X. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) lembra que qualquer pessoa física ou jurídica que seja proprietária, possuidora, usufrutuária ou titular de imóvel rural deve contribuir com o ITR. Segundo a Receita, o pagamento do imposto pode ser parcelado em quatro quotas, sejam elas: mensais, iguais e sucessivas, desde que cada uma não seja inferior a R$ 50,00. O ITR com valor até R$ 100 deve ser recolhido em uma parcela única, considerando que o valor mínimo a ser pago é de R$ 10, independente se o valor calculado for menor. Os documentos que compõe a declaração do ITR de cada imóvel são: o Documento de Informação e Atualização Cadastral do ITR (Diac), em que são prestadas à Receita as informações cadastrais correspondentes a cada imóvel rural e a seu titular e o Documento de Informação e Apuração do ITR (Diat), em que são prestadas à Receita as informações necessárias ao cálculo do imposto e apurado o valor do tributo correspondente a cada imóvel rural (é dispensado o preenchimento do Diat no caso de imóvel rural imune ou isento do ITR). Os contribuintes devem ficar atentos ao prazo de entrega, pois a partir de 1º de outubro está previsto juro monetário de 1% ao mês ou fração sobre o imposto devido não podendo seu valor ser inferior a R$ 50 (valor mínimo). Já no caso de imóvel imune ou isento do ITR, que houve alteração nas informações cadastrais correspondentes a propriedade rural, a multa estabelecida é de R$ 50,00. Se o contribuinte constatar erros na declaração já transmitida, poderá apresentar declaração retificadora, antes de iniciado o procedimento de lançamento de ofício. Para a elaboração e a transmissão de DITR retificadora deve ser informado o número constante no recibo de entrega da última declaração apresentada referente ao exercício de 2015.     Fonte: http://goo.gl/FVDS3E  
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Colheita do milho passa de 95% da área em Mato Grosso
14/08/15
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[caption id="attachment_377" align="aligncenter" width="800"] Produtividade do milho é estimada em 106,97 sacas por hectare em Mato Grosso (Foto: http://goo.gl/UmtlQr)[/caption]     A colheita do milho da safra 2014/2015 em Mato Grosso avançou 7,85 pontos percentuais nesta semana e chegou a 95.67% da área semeada no estado. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (13/8) pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), em boletim semanal. A proporção corresponde a 3,163 milhões dos 3,306 milhões de hectares semeados pelos agricultores mato-grossenses. Em relação à safra passada, o trabalho de campo está um pouco mais lento. Nessa mesma época em 2014, as máquinas tinham passado por 96,12% da superfície semeada. No levantamento por região, o Médio-norte é a que está mais próxima de encerrar a colheita do cereal. O Imea aponta que o milho já foi retirado de 99,3% das lavouras. Depois aparecem o Nordeste mato-grossense (98,17%) e o Oeste, com (97,71%). A produtividade média em Mato Grosso é estimada em 106,97 sacas por hectare. O melhor rendimento foi identificado no Oeste do estado, de 113,67 sacas por hectare. Depois aparecem Médio-norte (107,61), Sudeste (106,92) e Nordeste (103,9).
Mercado
Com a colheita próxima do fim, os agricultores já venderam 76,2% do volume estimado para o ciclo 2014/2015, que é de 20,95 milhões de toneladas. De acordo com os técnicos do Imea, a comercialização ainda é considerada tímida, mas apresenta bons números em comparação com safras anteriores. O valor médio obtido nas negociações no mês passado foi de R$ 15,25 a saca de 60 quilos. A comercialização antecipada do milho da safra 2015/2016 está ainda mais acelerada. Em um mês, o avanço foi de 11,59 pontos percentuais e o volume comprometido corresponde a 16,76% do total estimado pelo Imea, que é de 20,43 milhões de toneladas. E o preço médio está melhor que o atual, na média de R$ 16,12 por saca de 60 quilos, sustentado, principalmente pelo dólar. “A safra 14/15 superou as expectativas iniciais. Com os preços futuros mais remuneradores atualmente, a safra 15/16 deve vir no mesmo ritmo”, avaliam os técnicos do Imea, em boletim se acompanhamento da cultura divulgado também nesta semana.
 
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No RS o plantio do trigo está encerrado e a redução na área plantada pode passar de 25% em relação à safra passada
13/08/15
  Com o plantio praticamente concluído, o estado do Rio Grande do Sul está confirmando…
[caption id="attachment_373" align="aligncenter" width="600"] (Foto: http://goo.gl/Iap7Yr)[/caption]   Com o plantio praticamente concluído, o estado do Rio Grande do Sul está confirmando uma redução de 25% na safra de trigo neste ano, com relação à temporada passada. Os principais fatores que influenciaram negativamente no plantio foram os preços pouco atrativos e as condições climáticas adversas. Segundo o produtor rural, Dilermando Rostirolla "a chuva torrencial no mês passado prejudicou muito as lavouras e atrasou o plantio, com isso houve uma desistência de muitos produtores", explica. Além do atraso no plantio, as chuvas favoreceram o aparecimento de doenças. Apenas nos últimos 15 dias os agricultores conseguiram entrar nas lavouras para realizar o tratamento, onde terão um maior custo com esses produtos. Para garantir uma melhor remuneração os produtores que decidiram realizar o plantio neste ano investiram em tecnologias. Na região a média de preço para o trigo tipo pão está de R$ 35,00 a R$ 36,00 a saca, já o grão com maior tecnologia aplicada é negociado com um valor até 20% superior que o produto convencional, afirma o produtor. A demanda pela safra futura também acontece na região, "os negócios para exportação já estão balizando em torno de R$ 36,00/sc, acima do preço mínimo de R$ 34,00", ressalta Rostirolla considerando já ser um sinal da menor oferta consequência da redução de área.     Fonte: http://goo.gl/lZJ00P  
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Milho: Em meio às projeções para o USDA, preços sobem na sessão desta 4ª feira na CBOT
05/08/15
    Durante as negociações desta quarta-feira (5) na Bolsa de Chicago (CBOT), os…
[caption id="attachment_370" align="aligncenter" width="600"] (Foto: http://goo.gl/qt4434)[/caption]     Durante as negociações desta quarta-feira (5) na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros do milho ampliaram os ganhos. Por volta das 12h02 (horário de Brasília), as principais posições da commodity exibiam altas entre 2,75 e 3,00 pontos. O vencimento setembro/15 era cotado a US$ 3,71 por bushel, depois de iniciar o dia a US$ 3,67 por bushel. Segundo informações de agências internacionais, o mercado do cereal encontra suporte nas expectativas para o próximo boletim de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que será reportado no dia 12 de agosto e é considerado um dos mais importantes do ano, conforme os analistas. "Os futuros dos grãos encontram suporte nas estimativas de safras menores de soja e milho nos EUA do que indicavam os últimos números do USDA", disse Bryce Knorr, analista do site Farm Futures. Conforme pesquisa realizada pelo site internacional, com cerca de 1.300 produtores norte-americanos, a produção de milho deverá totalizar 339,52 milhões de toneladas na temporada 2015/16. Em relação à safra passada, o número representa uma queda de 6% e está 1,2% abaixo da última projeção do USDA, de 343,68 milhões de toneladas. Já a produtividade das lavouras do cereal deverá ficar próxima de 176 sacas por hectare, mas a área de plantio poderá ser menor, em torno de 35,65 milhões de hectares. Um dos mais importantes consultores em agronegócio, Michael Cordonnier, estimou a produtividade das lavouras do cereal da temporada 2015/16 em 174,1 sacas por hectare. O número representa um ganho de 1,6 saca por hectare, o que, na visão do consultor, é uma consequência das chuvas oportunas que contribuíram para o desenvolvimento das lavouras, especialmente no oeste e noroeste do Corn Belt. Já a produção norte-americana deverá ficar entre 327,4 milhões a 343,9 milhões de toneladas, com média de 336,6 milhões de toneladas, ainda de acordo com projeções do consultor. Em relação às previsões climáticas, os próximos dias serão de pancadas de chuvas para algumas áreas de milho e soja nos EUA, conforme dados do agrometeorologista da Somar Meteorologia, Marco Antônio dos Santos. As precipitações deverão ser de baixa intensidade e muito localizadas. Ainda de acordo com o boletim, os próximos 15 dias "não serão de uma ausência total de chuvas, mas sim, de um período de chuvas de baixíssima intensidade e extremamente localizadas, o que poderá levar a perdas regionalizadas de produtividade". Entretanto, ainda não há como dimensionar as possíveis perdas. No início dessa semana, o USDA manteve em 70% o índice de lavouras em boas ou excelentes condições. 21% das lavouras estão em situação regular e 9% em condições ruins ou muito ruins. Ainda no relatório, o departamento apontou que cerca de 90% das plantações estão em fase de espigamento. BM&F Bovespa Já na BM&F Bovespa, a sessão desta quarta-feira também é positiva aos futuros do cereal. Por volta das 11h32 (horário de Brasília), so contratos da commodity subiam mais de 2%. O movimento é decorrente da alta do dólar observado ao longo do dia. O câmbio era cotado a R$ 3,4895 na venda, com ganho de 0,73%. Ao longo do pregão, o dólar atingiu os R$ 3,5009, maior patamar desde 11 de março de 2003, quando foi a R$ 3,5230, de acordo com dados da agência Reuters. A moeda encontra suporte nas preocupações com o cenário político e econômico do Brasil e nos novos dados sobre os EUA voltarem a dar força às apostas em alta dos juros norte-americanos em setembro.     Fonte: http://goo.gl/uuVd2V  
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Volta do sol já reflete em melhorias do trigo em Ijuí e região
31/07/15
    A abertura de sol nesta semana está auxiliando bastante na melhoria do…
  [caption id="attachment_367" align="aligncenter" width="600"] (Foto: http://goo.gl/uT47ZQ)[/caption]   A abertura de sol nesta semana está auxiliando bastante na melhoria do trigo, visto que os recentes dias chuvosos e nublados trouxeram problemas, inclusive doenças. Em Ijuí, segundo a Emater, já é visível a evolução da planta, evoluindo da coloração mais amarelada que era registrada.   Existem áreas de trigo com ferrugem ou manchas folhares, principalmente o cereal plantado mais no cedo, o que exige tratamento por parte dos agricultores. A mesma situação ocorre na aveia. Nesse momento, os produtores aproveitam também para aplicar uréia no trigo, especialmente a planta que está em perfilhamento, ou seja, plantada recentemente. Parte do trigo já avança para alongamento da planta a fim de emitir cachos.

  Fonte: http://goo.gl/YIyNsj  
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Chuvas diminuem no Sul e possibilitam plantio do trigo, diz Cepea
29/07/15
Com relação aos preços, indicadores subiram na segunda-feira, mas baixa acumulada em julho não foi revertida.…
[caption id="attachment_362" align="aligncenter" width="600"] Com relação aos preços, indicadores subiram na segunda-feira, mas baixa acumulada em julho não foi revertida. Em algumas lavouras do Sul, chuvas possibilitaram a ocorrência de doenças (Foto :http://goo.gl/Uygqt2)[/caption]   Apesar da forte queda no mercado internacional, os preços do trigo se mantêm relativamente firmes no Brasil. A informação foi divulgada nesta terça-feira (28/7) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Nesta segunda-feira (27/7), os indicadores medidos pela instituição registraram alta na comparação com a última sexta-feira (24/7). No Rio Grande do Sul, a cotação fechou a R$ 565,93 por toneladas (+0,10%). No Paraná, o valor foi de R$ 645,55 (+0,19%).
“A sustentação vem da maior presença compradora. Muitos vendedores, por sua vez, estão afastados do mercado”, diz a instituição, em nota. No acumulado do mês, o cenário ainda é de desvalorização, de acordo com os pesquisadores. “Quanto ao clima, as chuvas diminuíram na região Sul, favorecendo a retomada do plantio do trigo e dos tratos culturais em algumas regiões”, acrescenta. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que as precipitações ocorridas anteriormente causaram doenças nas plantações. Em alguns casos, foi necessária a aplicação de defensivos por via aérea. Em algumas regiões, o trabalho de plantio ainda está inviabilizado. “Em algumas áreas já cultivadas, será necessário semear novamente, mas ainda não foi possível mensurar o volume de perdas. No Rio Grande do Sul, também não houve avanço significativo na área cultivada. Produtores relatam dificuldades na aplicação de herbicidas e fungicidas nas lavouras já semeadas e também de adubação nitrogenada em cobertura”, diz o Cepea.     Fonte: http://goo.gl/7RB1xC
 
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Preço do milho segue firme, mas clima é preocupação para colheita
27/07/15
Indicadores do Cepea acumulam valorizações em torno dos 3% neste mês. Colheita do milho segue firme…
[caption id="attachment_358" align="alignnone" width="780"] Indicadores do Cepea acumulam valorizações em torno dos 3% neste mês. Colheita do milho segue firme no Centro-oeste, mas, em outras regiões, como Sul e Sudeste, está mais lenta por conta do excesso de chuvas (Foto: Ernesto de Souza/ Editora Globo)[/caption]   Embora não haja registros oficiais de perdas de produtividade, pelo menos por enquanto, o excesso de chuvas em algumas regiões preocupa produtores rurais em meio à colheita da safrinha de milho. Avaliação foi divulgada nesta segunda-feira (27/7) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). De acordo com os pesquisadores, ao mesmo tempo em que avança no Centro-oeste, a colheita do cereal está em ritmo mais lento no sul e no sudeste. Em Mato Grosso, o rendimento das lavouras é considerado surpreendente, de acordo com os pesquisadores. Já os preços se mantêm firmes nas regiões pesquisadas pelo Cepea, refletindo nas referências medidas pela instituição. O indicador Esalq/BM&FBovespa, que serve de referência para o mercado futuro brasileiro, acumula valorização de 2,94% neste mês. Na última sexta-feira (24/7), a cotação chegou a R$ 26,23 a saca de 60 quilos. O indicador de mercado físico, com base na média dos negócios realizados na região de Campinas (SP), acumula valorização de 3,04% em julho. Na última sexta-feira, a cotação chegou a R$ 25,80 a saca.     Fonte: http://goo.gl/zYEZiX  
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Chuvas prejudicam hortaliças e trigo no RS
24/07/15
  O excesso de…
[caption id="attachment_355" align="aligncenter" width="780"] Excesso de chuvas prejudica a realização dos tratos culturais (Foto: Acervo/Ed. Globo)[/caption]   O excesso de chuvas registrado na última semana provocou grandes perdas nos cultivos de hortaliças em todo o Rio Grande do Sul, segundo informe da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS). Segundo os técnicos, no Litoral Norte gaúcho os danos atingiram cerca de 40% da produção, chegando a 70% em cultivos de alface e rúcula. “A situação ocasionou grande queda na oferta e, por falta de produto no mercado, alguns feirantes não compareceram às feiras em diversos municípios”, diz o boletim. Os técnicos constaram em campo que os agricultores estão enfrentando muita dificuldade para preparar o solo, pois os locais que não estão alagados encontram-se muito molhados. Na região metropolitana de Porto Alegre a chuva causou grandes prejuízos às hortaliças, em muitas lavouras as culturas semeadas nos canteiros foram perdidas. No caso das lavouras transplantadas está ocorrendo crescimento retardado, devido ao excesso de umidade no solo. Algumas estradas de acesso às lavouras estão interditadas. Na região metropolitana, os preços de algumas culturas apresentaram alta em relação à semana anterior, como o tempero verde, que aumentou 60% em alguns locais, e a couve-flor, o repolho e a rúcula, que tiveram incremento entre 20 e 25% em seus valores. “A tendência é de falta de produto no mercado e de elevação ainda maior nos preços”, dizem os técnicos.
Manejo difícil
Em relação ao trigo, o boletim relata que as condições meteorológicas foram mais uma vez foram adversas ao desenvolvimento da cultura em todo Estado. Segundo os técnicos, os produtores enfrentaram dificuldades para realizar os tratos culturais, como a aplicação de adubação nitrogenada em cobertura e de herbicidas e fungicidas. “Muitos que optaram por realizar estas atividades provocaram desestruturação do solo e comprometimento das culturas nos locais de trânsito das máquinas e equipamentos.” Os técnicos observam que devido às condições climáticas mais uma vez não houve avanço significativo na área semeada, o que dificulta a verificação do real percentual alcançado. “Em muitos casos, os triticultores estão desistindo da implantação das áreas restantes. Vários municípios constataram diminuição de área cultivada ainda maior do que a prevista anteriormente, em especial naqueles locais onde o plantio não havia sido concluído no tempo hábil.” Eles constaram que nas áreas de trigo semeadas precocemente, algumas lavouras começam a entrar em fase reprodutiva, porém em percentual muito baixo. Segundo eles, apesar das chuvas, o aspecto visual das lavouras de trigo ainda é satisfatório, apenas com coloração verde pálido e baixo perfilhamento. As maiores preocupações nesta semana dizem respeito ao aumento da incidência de doenças foliares e à dificuldade de realizar controle e os tratos culturais no momento ideal. A aplicação de adubação nitrogenada em cobertura, além de atrasada, enfrenta perdas pelo escorrimento superficial e por lixiviação, provocados pelas intensas chuvas.     Fonte: http://goo.gl/OWwEvn  
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Soja: Alta nos preços do grão ajusta margens de esmagamento no Brasil
23/07/15
(Apesar desse cenário de margens mais ajustadas, preços médios no Brasil apresentaram valorização no último mês.…
[caption id="attachment_352" align="aligncenter" width="810"] (Apesar desse cenário de margens mais ajustadas, preços médios no Brasil apresentaram valorização no último mês. Foto: http://goo.gl/aJDAck)[/caption]       A valorização da soja em grão vem ajustando as margens de esmagamento nas indústrias processadoras do Brasil nas últimas semanas. Nas mais importantes praças produtoras, as margens brutas médias acumuladas até os primeiros meses deste ano recuaram ante a mesma época de 2014, já que a alta da matéria-prima foi estimulada pelo dólar e o farelo e óleo não acompanharam esse movimento. Apesar disso, seguem positivas. No período de 22 de junho a 22 de julho de 2015, houve alta de 4,72% para os preços da soja no vencimento agosto/15 praticado na Bolsa de Chicago, passando de US$ 9,74 para US$ 10,20 por bushel. O dólar também acompanhou e subiu 3,91% no mesmo intervalo. Ainda assim, os preços do farelo, no último mês, também registraram alguma valorização tanto no Brasil quanto em seus futuros negociados em Chicago. Na CBOT, foi registrado um ganho de 9,52% no contrato agosto/15. Já no Brasil, os preços médios subiram 5,62% no Mato Grosso, 1,53% no estado do Paraná e 9,62% no Rio Grande do Sul. Segundo cálculos feitos pela consultoria FCStone a pedido do Valor Econômico, em Rondonópolis (MT), por exemplo, a margem bruta média ficou em R$ 117,53 por tonelada de soja processada desde janeiro até julho, 18% abaixo em relação ao mesmo período de 2014. Essa conta considera os preços de compra do grão e de venda de farelo em 78% e o óleo em 18% de rendimento, excluindo os custos operacionais. Já em Uberlândia (MG), o recuo da margem foi ainda maior, próximo de 19%, para R$ 127,70 por tonelada. Contrariamente, em Passo Fundo (RS) houve alta de 19,5%, diante do fortalecimento do farelo por conta da demanda para a produção de ração na região. O que tem trazido essa alta nos preços da soja no mercado brasileiro, além dos ganhos registrados na Bolsa de Chicago, é a pouca disponibilidade de produto da safra 2014/15. O pouco restante – já que mais de 90% da oferta dessa temporada já foi comercializada – tem sido ainda disputada com o mercado externo, situação que é refletida nas exportações recordes de soja em grão do Brasil nos últimos meses. O Brasil já exportou nos primeiros 13 dias úteis de julho 5.212,13 milhões de toneladas de soja em grão e, nos meses de maio e junho bateu recorde nas vendas externas que passaram de 9 milhões de toneladas, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). E o quadro persiste, apesar de a tendência do programa de exportações ser de perder um pouco de ritmo nos meses seguintes, refletido em prêmios bastante elevados nos portos brasileiros. Estimativas positivas para produção de derivados Apesar desse recente aperto nas margens, as estimativas da Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais) são positivas. Segundo dados da instituição, houve uma alta de 9% no esmagamento de soja nos primeiros cinco meses de 2015, com cerca de 16,37 milhões de toneladas da oleaginosa sendo processadas. A projeção da Abiove para o esmagamento de soja em todo este ano no país é de 39,1 milhões de toneladas, contra 37,62 milhões em 2014. A associação projeta ainda um aumento na produção de farelo, a qual deve subir de 28,75 milhões de toneladas em 2014 para 29,8 milhões em 2015. Da mesma forma, o consumo doméstico do farelo de soja vai para 15,1 milhões de toneladas, contra 14,7 milhões do ano passado. As exportações também podem crescer, passando de 13,8 milhões de toneladas, para 14,7 milhões em um ano. Já a produção de óleo sobe de 7,44 milhões para 7,55 milhões de toneladas de 2014, ainda de acordo com uma estimativa da Abiove. O consumo interno acompanha e registra alta para 6,5 milhões de toneladas, contra 6,109 milhões do ano anterior. As exportações sobem também e a estimativa para 2015 é de 1,295 milhão de toneladas, contra 1,050 milhão do ano passado. Um dos motivos para manter as estimativas da Abiove positivas é, segundo analistas, a demanda por proteína animal, que segue aquecida tanto internamente quanto para exportações. A necessidade de ração animal vem aumentando na medida em que cresce a produção e o consumo de carnes de suínos, frangos e bovinos. Segundo informou o Valor Econômico, "o mercado de carnes está aquecido, demandando mais farelo devido ao período de confinamento dos animais”. O analista de mercado José Baratella, da corretora Okamoto, de Goiânia (GO), concorda que o cenário para o farelo é melhor. "Estamos em período de seca, o que reforça a demanda dos confinamentos". Para ele, os preços do farelo poderão subir este ano também se a demanda externa se mantiver aquecida. Porém, analistas não descartam a possibilidade de uma desaceleração, mesmo que pontual, do esmagamento de soja no Brasil. Afinal, apesar das boas perspectivas para o farelo e da indústria de biodiesel – que irá necessitar de mais óleo de soja – os preços do derivado recuam e poderiam pressionar mais as margens. Ainda de acordo com o Valor, o mercado de óleo terá que se ajustar nos próximos 30 a 45 dias, antes que coloque as margens de processamento em risco.   Fonte: http://goo.gl/nEejVe  
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Preço do trigo reage, mas não reverte desvalorização no mês de julho
21/07/15
    O…
[caption id="attachment_349" align="alignnone" width="771"] Chuvas em regiões produtoras são motivo de preocupação e pressionam preços no mercado.[/caption]     O preço médio do trigo, que estava em movimento de queda desde o final de abril, tem reagido nos últimos dias no mercado interno. A informação foi divulgada nesta terça-feira (21/7) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). De acordo com a instituição, a pressão sobre o mercado é justificada pelas chuvas em regiões produtoras do Brasil. “Produtores, preocupados com o elevado volume de chuva e atentos à baixa oferta de trigo de boa qualidade da safra 2014, têm pedido preços maiores na venda do cereal. Do lado de comprador, representantes de moinhos temem que as chuvas resultem em grão que não corresponda às características desejadas para panificação”, informam os pesquisadores, ressaltando, no entanto, que ainda não é possível mensurar os efeitos das chuvas sobre a qualidade do cereal. Há relatos de aparecimento de doenças em algumas regiões. Segundo o Cepea, produtores têm relatado a presença de ferrugem e oídio. O excesso de umidade também dificulta o controle fitossanitário adequado nas lavouras. “Já tem triticultores do Paraná realizando uma aplicação adicional de fungicida em relação ao planejado. Além do custo operacional, os insumos utilizados também se valorizaram nos últimos meses”, informa a instituição. Mas a reação nas cotações registrada pelo Cepea não reverte o cenário de queda acumulada no mês de julho. O indicador com base no Paraná tem desvalorização de 0,4%. Nesta segunda-feira, fechou a R$ 634,46 a tonelada. O indicador para o Rio Grande do Sul fechou a R$ 559,61 a tonelada e acumula baixa de 4,16%.   Fonte: http://goo.gl/ch7K8y  
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Soja mantém valorização mesmo com menor ritmo de vendas no Brasil
20/07/15
Produtor está retraído à espera de preços ainda melhores, avalia o Cepea. Com base em Paranaguá,…
[caption id="attachment_346" align="aligncenter" width="780"] Produtor está retraído à espera de preços ainda melhores, avalia o Cepea. Com base em Paranaguá, indicador do Cepea ponta saca de 60 quilos a mais de R$ 72 (Foto: José Medeiros/Ed.Globo)[/caption]   A comercialização de soja está mais lenta no Brasil, tanto no mercado disponível quanto no fechamento de contratos para 2016. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (20/7) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). “Esse cenário se deve à retração de produtores, que têm expectativas de que os preços possam continuar subindo neste período de entressafra, fundamentados nas condições climáticas nos Estados Unidos e nos baixos estoques domésticos”, informam os pesquisadores. De outro lado, quem precisa comprar soja, principalmente para a exportação, diminuiu o ritmo por causa de chuvas que atingiram os portos de Santos (SP) e de Paranaguá (PR), principais canais de escoamento da safra brasileira. Mesmo em um cenário de menor liquidez, a soja se mantém valorizada durante o mês de julho, de acordo com os indicadores do Cepea. A referência com base no porto de Paranaguá teve alta de 3,85% até a última sexta-feira (17/7), quando fechou a R$ 72,86 a saca de 60 quilos. O indicador baseado no mercado físico paranaense acumulou valorização de 5,49% no período, chegando a R$ 68,02 a saca de 60 quilos.     Fonte: http://goo.gl/H06syy  
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Emater reduz estimativa de área da safra de trigo gaúcha
17/07/15
Além de limitar o avanço do plantio, chuvas provocam perdas de produtividade.Em várias regiões do Rio…
[caption id="attachment_343" align="alignnone" width="780"] Além de limitar o avanço do plantio, chuvas provocam perdas de produtividade.Em várias regiões do Rio Grande do Sul, a janela ideal de plantio de trigo já está fechada (Foto: Acervo/Ed. Globo[/caption]   Um levantamento feito pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão do Rural (Emater/RS) em 288 municípios produtores de trigo do Rio Grande do Sul mostrou que a área cultivada deve ficar 22,6% abaixo da semeada na safra passada. A estimativa atual, feita nos municípios que abrangem 92,5% do trigo cultivado, é de plantio de 913,5 mil hectares, abaixo dos 945 mil hectares estimados inicialmente. Os técnicos da Emater/RS explica as fortes chuvas impendem os produtores de executar a reposição dos adubos necessários às plantas, além de comprometer o controle de invasoras e doenças fúngicas. As pesadas chuvas que ocorreram recentemente em importantes zonas produtoras causaram a lixiviação dos fertilizantes ou mesmo a perda por erosão laminar, dizem os técnicos. Por isso, dizem eles, o plantio evoluiu muito pouco nesta semana, chegando apenas a 83% da área, contra os 80% registrados semana passada. Eles observam que o período ideal para o plantio, de acordo com o zoneamento agroclimático, se encerra nos próximos dias. Em várias regiões a janela de plantio já está fechada. Na análise semanal, os técnicos comentam que o longo período de alta umidade e baixa luminosidade tem provocado apreensão por parte dos produtores. Segundo eles, “o excesso de umidade e principalmente a falta ou mesmo a baixa luminosidade são simultâneos à fase crítica para a cultura do trigo, quando ocorrem as definições fisiológicas para a produção final”.   Fonte: http://goo.gl/DS2doU    
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Trigo: Produtor segue atento ao clima
14/07/15
  Chuvas em importantes regiões de trigo do Sul do País já têm deixado…
[caption id="attachment_340" align="aligncenter" width="600"] (Foto: http://goo.gl/OkLN2j)[/caption]   Chuvas em importantes regiões de trigo do Sul do País já têm deixado produtores em alerta. Por enquanto, as preocupações estão relacionadas ao aparecimento de pragas e doenças, que podem elevar os custos de produção. Segundo pesquisadores do Cepea, o clima em outros importantes produtores do cereal, como Argentina, Estados Unidos, União Europeia e Canadá, também tem chamado a atenção de agentes brasileiros, já que pode favorecer o vendedor nacional. Na Argentina – principal fornecedor do Brasil – é a falta de chuvas que preocupa. O plantio do cereal está atrasado no país vizinho, o que pode resultar em redução ainda maior na área e na produção. Além da falta de umidade, políticas governamentais e preço considerado baixo também são motivos que desestimulam o triticultor argentino. Nos Estados Unidos, a umidade elevada atrapalha a colheita das lavouras de inverno. Na União Europeia e no Canadá, a falta de chuva tem prejudicado o desenvolvimento final da lavoura em algumas regiões e a colheita em outras.   Fonte: http://goo.gl/Nj3Ya9  
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Plantio do trigo se aproxima do fim na região de Ijuí e clima deixa produtores em alerta
09/07/15
  Dentre os 46 municípios do escritório regional da Emater, com sede em Ijuí,…
[caption id="attachment_337" align="aligncenter" width="600"] (Foto: http://goo.gl/b82jwE)[/caption]   Dentre os 46 municípios do escritório regional da Emater, com sede em Ijuí, ainda existem áreas a serem plantadas com trigo na atual safra. O agrônomo da Emater, Gilberto Bortolini, explica que ainda resta plantar entre 7 e 8% do esperado, especialmente na região do Alto Jacui, como Cruz Alta e Ibirubá, onde a área com o cereal é maior.   Em Ijuí o cultivo está praticamente encerrado, mesma situação da região Celeiro do Estado. Com o plantio praticamente encerrado, Bortolini ressalta que se confirma a perspectiva que havia de redução de lavouras com trigo.   Números oficiais vão ser divulgados nos próximos dias, porém ele antecipa que essa diminuição de área nos 46 municípios mencionados ultrapassa 20%. Quase todo o cereal está em desenvolvimento vegetativo. Em breve as primeiras lavouras já vão ter a planta em alongamento para emissão de cachos.   No atual estágio do trigo, o agrônomo da Emater pede atenção dos agricultores, visto que no momento a chuva, excesso de umidade e pouca luminosidade podem acarretar doenças na planta. Inclusive já há ocorrências de manchas folhares em algumas áreas, o que exigiu tratamento através de fungicidas.

    Fonte: http://goo.gl/ch8kwE  
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Clima preocupa triticultores do PR e RS, diz Cepea
08/07/15
  Produtores…
[caption id="attachment_332" align="aligncenter" width="780"] Paranaenses ainda têm, no entanto, lavouras em boas condições; gaúchos enfrentam atraso no plantio[/caption]   Produtores de trigo do Paraná e do Rio Grande do Sul estão preocupados com o clima, diante de previsões que apontam para excesso de chuvas em regiões produtoras. A informação é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). "Como estes são meses em que as lavouras de trigo estarão em período de desenvolvimento, chuvas podem prejudicar a qualidade e a produtividade do cereal. Até o momento, no entanto, o clima ainda segue favorável às lavouras nos dois estados", informa a nota. No Paraná, dados do Departamento de Economia Rural mostram que 96% das áreas estão em boas condições. O Deral informa que 67% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo. Outros 23% estão em fase de floração. A área semeada chegou a 97% do previsto, que é de 1,324 milhão de hectares. Já no Rio Grande do Sul, no seu mais recente informe conjuntural, a Emater, que faz a assistência técnica e extensão rural no estado, avalia que o clima está prejudicando o plantio e, em alguns municípios, produtores chegam até a considerar redução da área. "Em boa parte das principais regiões produtoras, o período preferencial para a semeadura se encerrou, restando poucas zonas ainda com tempo hábil. Por ora, o desenvolvimento inicial da cultura é considerado satisfatório, com pequenos focos de doenças", diz o relatório. A semeadura chegou a 68% da área prevista até o final da semana passada, um ritmo maior de trabalho de campo em relação ao plantio de 2014, quando, na mesma época, estava em 65% da área.
Mercado
Com relação aos preços, os indicadores do Cepea apontam para variação negativa neste início de mês. No Rio Grande do Sul, o indicador medido pela isntituição indica baixa de 3,76%, com a média de R$ 561,92 por tonelada. No Paraná, a desvalorização é de 0,69%, com a referência em R$ 641,62 a tonelada nesta terça-feira (7/7). "Com moinhos bem abastecidos e estoques acima do que gostariam, as aquisições de novos lotes de trigo têm sido pontuais", avaliam os pesquisadores do Cepea.   Fonte: http://goo.gl/UcEpDI  
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Colheita do milho safrinha avança e sugere recorde
07/07/15
Na última previsão da Conab, no início de maio, a projeção era de acréscimo de 2%…
[caption id="attachment_329" align="aligncenter" width="665"] Na última previsão da Conab, no início de maio, a projeção era de acréscimo de 2% sobre o recorde da última temporada, de 49,3 milhões de toneladas.[/caption]   A colheita de milho safrinha ganha ritmo e sinaliza produção recorde nesta temporada. Paraná e Mato Grosso – líderes na oferta nacional – colhem produtividades acima das médias do ano passado. E o sol permite às colheitadeiras atingirem um terço das lavouras nesta semana. Na última previsão divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no início de maio, a projeção era de acréscimo de 2% sobre o recorde da última temporada, de 49,3 milhões de toneladas. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) também elevou a projeção total para o cereal (81 milhões de toneladas na soma das safras de verão e inverno), influenciado fortemente pela safrinha. As boas chuvas durante o mês de maio, sobretudo na região Centro-Oeste, motivaram a revisão para cima por parte dos norte-americanos. As duas entidades atualizarão as previsões nesta semana. Os números são o reflexo de cenários como o do Paraná que, com um quinto da área colhida, registra produtividade média de 6,5 mil quilos por hectare, conforme a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O índice de 2013/14 foi de 5,4 mil kg/ha. Em Mato Grosso o quadro se repete. A produtividade média das lavouras do estado chegou a 6,6 mil quilos por hectare no fim de junho, em um salto de quase mil quilos ante a média da temporada anterior. A colheita também avança com ligeira vantagem frente a 2014 e já chega a 20,8% dos 3,2 milhões de hectares dedicados ao cereal no estado, indica o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O produtor Vicente Mignoso, de Campo Mourão (Centro) aproveitou esse momento e celebra o rendimento acima da expectativa inicial. Nos 190 hectares cultivados com o cereal, ele projetava 7,3 mil quilos por hectare de rendimento, mas nos 30% já colhidos ele obteve picos de até 8,1 mil quilos/ha. “Agora a torcida é para que as chuvas não tirem a qualidade dos grãos”, revela. 6,18 mil kg/ha de milho devem ser colhidos em Mato Grosso neste ano, considerando as marcas atuais. Trata-se de uma das mais elevadas produtividades. Volume só é menor que o registrado em 2012, de 6,22 mil quilos por hectare.     Fonte: http://goo.gl/3QXBrQ  
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Governo libera recurso do seguro rural de 2014 e 2015
02/07/15
O cronograma confirma a liberação, em julho, de R$ 60 milhões para o milho safrinha, reinvindicação…
[caption id="attachment_325" align="aligncenter" width="665"] O cronograma confirma a liberação, em julho, de R$ 60 milhões para o milho safrinha, reinvindicação do setor.[/caption]   Os recursos necessários para o pagamento das pendências do seguro rural 2014 e para cumprir o orçamento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) para este ano foram liberados pelo Ministério da Fazenda. Com isso, serão pagas as apólices contratadas no ano passado e os produtores podem se programar para a contratação, entre julho e novembro deste ano. Em relação as pendências de 2014, o governo federal liberou R$ 390 milhões. Essa quantia permitiu equacionar os débitos com as seguradoras. Para esse ano, o cronograma de distribuição de recursos do seguro rural está acertado, o que permite que os produtores e seguradoras se organizar para a contratação, entre julho e novembro. O Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR), irá distribuir R$ 368 milhões previstos no orçamento do PSR para este ano. O cronograma confirma a liberação, em julho, de R$ 60 milhões para o milho safrinha, reivindicação do setor. Na semana passada, em evento em Curitiba com a presença da ministra Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, o presidente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), João Paulo Koslovski, cobrou uma ação, pois os produtores paranaenses temiam não receber o dinheiro, devido às restrições e cortes nas despesas do governo. Na ocasião, a ministra disse que o seguro “já estava rodando.” O calendário para a contratação do seguro agrícola prevê, para o mês de agosto, R$ 60 milhões para a soja. Para outras culturas, como arroz, feijão e café, estão destinados R$ 26,080 milhões. Para setembro, R$ 40 milhões são para a soja e R$ 20 milhões para culturas como pêssego, tomate e atividade pecuária, entre outras. Em outubro, estão previstos R$ 25 milhões para a uva e R$ 35 milhões para a maçã. E finalmente, em novembro, R$ 10 milhões são para o milho 2º safra. Trigo Em maio, o comitê liberou R$ 90 milhões para cultura do trigo e R$ 2 milhões para outros cereais de inverno, como aveia, canola, centeio, cevada e triticale, que já foi totalmente utilizado.   Fonte: http://goo.gl/hFiahL
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Paraná acelera colheita de milho e caminha para safra cheia
30/06/15
Sem ameaças pela frente, segunda safra de milho do Estado deve ultrapassar 10 milhões de toneladas.…

[caption id="attachment_321" align="aligncenter" width="780"] Sem ameaças pela frente, segunda safra de milho do Estado deve ultrapassar 10 milhões de toneladas. (Foto: Ernesto de Souza/ Editora Globo)[/caption]  

Bom desempenho das lavouras de inverno sustenta projeção de produção em mais de 38 milhões de toneladas no Estado

Os trabalhos de retirada da segunda safra de milho do campo estão adiantados no Paraná, segundo maior produtor nacional do grão. Até o momento, 20% da área ocupada pela cultura foram colhidos, conforme boletim divulgado nesta terça-feira (30/6) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), órgão ligado à Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento (Seab). Nesta época do ano passado, o índice estava em 8% e a média para os últimos cinco anos é de 7%. A avaliação dos técnicos paranaenses é que a segunda safra, cultivada durante o inverno, não corre risco de perdas por causa de geadas e a expectativa de produção recorde na estação fria do ano foi mantida. A Seab prevê que aslavouras renderão 10,78 milhões de toneladas. O desempenho excepcional do milho dá sustentação a uma projeção 38,05 milhões de toneladas para a colheita de grãos do Estado. Se confirmado, o volume ficará 6% acima do registrado no ano passado, quando foram produzidas 36 milhões de toneladas. O resultado depende ainda do rendimento das áreas de aveia, cevada, canola, trigo e triticale, ainda vulneráveis às variações do clima. Segundo o Deral, a semeadura do trigo está entrando na reta final, com 93% da área já plantada, contra 88% do ano passado e 89,8% na média histórica para esta época do ano.
Valor da produção
Com a retomada da colheita de soja, o aumento da produção de milho o parque industrial avícola trabalhando a todo vapor, o Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária paranaense deve crescer 3% em 2015 e somar R$ 73 bilhões, indica o Deral. O VBP mede o valor de tudo o que é produzido da porteira para dentro das propriedades. A soja é que dará maior impulso ao índice. A oferta paranaense da oleaginosa cresceu 16% no último ano, para 16,8 milhões de toneladas. O aumento da colheita e a alta do dólar devem elevar em 8% o VBP da soja e alcançar R$ 15 bilhões – mais de 20% do total faturado pelo setor. A produção de frango do Paraná também tende a ganhar fôlego em 2015, conforme projeção do Deral. A expectativa é que os abates cresçam 4%. Já a participação no VBP estadual deve ser de 14% do total.     Fonte: http://goo.gl/bo94sR      
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Comissão aprova prioridade ao trigo brasileiro em compras do governo
29/06/15
[caption id="attachment_318" align="aligncenter" width="780"] Na avaliação de deputado, seria estímulo importante ao setor diante da dificuldade na concessão de subsídios[/caption]   A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que prevê prioridade ao trigo nacional nas compras governamentais. O texto altera a lei que regulamenta a industrialização e comercialização do cereal no país. O autor da proposta, deputado Luiz Nishimori (PR-PR), acredita que a medida seria importante para estimular o setor. Na avaliação dele, uma das causas da dependência brasileira de trigo importado é a exposição “à concorrência desleal de produtores de outros países que, na maioria das vezes, recebem volumosos subsídios para a produção e exportação”. No entanto, diante da atual situação da economia do país, fica mais difícil a concessão de subsídios aos produtores. Daí a necessidade de priorizar o trigo nacional nas aquisições do governo. “A maior parte dessas aquisições deverá ocorrer para a formação de estoques públicos de trigo, política que tem representado instrumento importante para a segurança alimentar no país”, diz o parlamentar, na justificativa. De acordo com a Agência Câmara, o projeto será analisado de forma conclusiva pela Comissão de Constituição e Justiça. Se aprovado, não precisará ser vota em Plenário.     Fonte: http://goo.gl/vttRZC  
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Trigo: Plantio avançam no RS e baixas temperaturas beneficiam lavouras
26/06/15
  As baixas temperaturas e o clima seco do início da semana propiciaram o…
[caption id="attachment_315" align="aligncenter" width="600"] (Foto: http://goo.gl/TFcafN)[/caption]   As baixas temperaturas e o clima seco do início da semana propiciaram o avanço do plantio no Estado. As lavouras emergidas apresentam ótimo stand de plantas e desenvolvimento vegetativo normal. As baixas temperaturas que vêm ocorrendo também beneficiam o trigo nessa fase inicial, pois estimulam o perfilhamento da cultura e torna a planta menos suscetível às doenças. A umidade elevada ainda causa preocupação entre os produtores, pois pode ocasionar incidência de doenças, principalmente foliares. Continuam as aplicações de adubação nitrogenada em cobertura e de herbicidas para o controle de plantas não desejadas. O baixo preço do produto aliado ao alto custo dos insumos tem estimulado muitos agricultores a reduzirem as doses de fertilizante no momento do plantio. Entretanto, na região do Planalto, cabe destacar a boa tecnologia que está sendo conduzida na atividade, principalmente com a fertilização de base. Muitos agricultores estão negociando pacotes de insumos para pagamento na safra, em troca de trigo. Na semana em que teria início o plantio do trigo nos Campos de Cima da Serra, região que semeia por último essa gramínea no Estado, o clima foi desfavorável e com chuvas frequentes, mantendo alta umidade do solo e impedindo a operação de plantio. As lavouras já semeadas no Estado alcançam nessa semana 42% da área programada inicialmente, e 38% estão em germinação e desenvolvimento vegetativo. Novamente a semana registrou queda no valor médio da saca de trigo no RS, caindo mais 5,50%, ficando em R$ 28,00/sc de 60 kg. Canola - Restando muito pouco para a finalização da semeadura no RS, houve um aumento da área inicialmente esperada. A cultura apresenta bom desenvolvimento vegetativo, sendo que as lavouras implantadas mais cedo já estão em florescimento. Os agricultores estão realizando os tratos culturais (aplicação de herbicidas e nitrogênio em cobertura). As geadas ocorridas têm trazido preocupações aos produtores, mas não se observaram danos à cultura até o momento. Cevada - A cultura se encontra em plena semeadura, variando entre as regiões: a Colonial,Alto Jacuí e Celeiro já encerraram o plantio nessa semana; no Planalto Médio, a semeadura ultrapassa os 70% da área inicialmente estimada. As lavouras se encontram nas fases de germinação e desenvolvimento vegetativo. O padrão fitossanitário é muito bom, com tratamento de sementes à base de fungicida e inseticida proporcionando sanidade às plantas no seu estágio inicial de desenvolvimento. Aveia branca – No Alto Jacuí e Noroeste Colonial, a cultura apresenta desenvolvimento inicial rápido, com lavouras próximas à elongação. O bom desenvolvimento e a baixa incidência de pragas e doenças demonstram uma evolução dentro da normalidade. Os produtores estão realizando a aplicação de nitrogênio em cobertura. Linhaça - No município de Garruchos, na região das Missões, iniciou o cultivo com o plantio dessa oleaginosa; fomentado junto aos agricultores por uma indústria local de óleos, a expectativa é que a área plantada se aproxime de 400 ha. Em fase de plantio da cultura, o município de São Luiz Gonzaga tem expectativa inicial de cultivo de 500 ha. Painço - Em Tucunduva, principal município produtor na região da Fronteira Noroeste, a expectativa de área para safra deste ano é de mil hectares. Atualmente, uma pequena área implantada na safrinha do painço já se encontra em estágios de maturação, e já madura e pronta para ser colhida.     Fonte: http://goo.gl/2Gl0Ba  
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Bayer prepara soja LL para a safra 2016/2017
25/06/15
  A Bayer…
[caption id="attachment_312" align="aligncenter" width="780"] O uso da soja LL está aprovado pelos principais mercados consumidores (Foto: Thinkstock)[/caption]   A Bayer Cropscience espera lançar comercialmente na safra 2016/2017 no Brasil a soja com a tecnologia Liberty Link (LL), já utilizada nas culturas de milho e algodão. Foi o que afirmaram, nesta terça-feira (23/6) representantes da empresa no 7º Congresso Brasileiro de Soja, em Florianópolis (SC). Segundo eles, o uso da soja LL está aprovado pelos principais mercados consumidores, mas ainda falta, no Brasil, o registro do princípio ativo do glufosinato de amônia, princípio ativo usado em herbicidas, ao qual a tecnologia é resistente. O diretor de marketing estratégico para a soja, Cassio Greghi, explicou que a tecnologia visa ser uma “ferramenta adicional” ao manejo de plantas daninhas. Do ponto de vista mercadológico, a ideia é ganhar espaço como alternativa onde há redução de eficiência do glifosato oferecendo resistência a outro princípio ativo, com uso ainda para ser liberado. “Chamamos nossa solução de adicional porque a gente entende que a tecnologia existente no Brasil e em outros países começa a apresentar gaps. É natural que isso aconteça depois de vários anos usando o mesmo ativo e essa nova tecnologia possibilita o uso de outro herbicida, diferente do glifosato. Em algumas regiões, o glifosato não é mais tão eficiente”, afirmou. Nos últimos dois anos, a Bayer reforçou seus investimentos na área de sementes com seis aquisições de empresas. O gerente de produto da empresa, Felipe Romano, testes de produtividade apresentaram um resultado “promissor”. Ele explicou que, considerando as diferenças entre as cultivares e as regiões no Brasil, a nova soja pode proporcionar de três a cinco sacas a mais por hectare de produtividade. O plano da empresa considera o lançamento de pelo menos 11 variedades com a tecnologia para atender a diversas regiões do Brasil. “Queremos vir bem agressivos ao mercado”, disse.     Fonte: http://goo.gl/oSRZ5Y  
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Milho: Com suporte do clima no Meio-Oeste, mercado sobe pelo 3º dia consecutivo na CBOT
24/06/15
  Os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) voltaram a operar…
[caption id="attachment_309" align="aligncenter" width="600"] (Foto: http://goo.gl/q37Wie)[/caption]   Os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) voltaram a operar em campo positivo nesta quarta-feira (24). Por volta das 13h47 (horário de Brasília), as principais posições do cereal exibiam ganhos entre 2,00 e 3,25 pontos. O vencimento julho/15 era cotado a US$ 3,70 por bushel, com alta de 3,00 pontos. A previsão climática para o Meio-Oeste do EUA permanece no radar dos investidores.  Ainda hoje, as previsões indicam mais precipitações, especialmente para a faixa leste do cinturão produtor, o que poderia ocasionar stress e risco de danos por alagamentos, conforme informações do noticiário internacional. Como reflexo das precipitações observadas na semana anterior, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reduziu para 71% o número de lavouras em boas e excelentes condições. E o comportamento climático deverá continuar em foco até que haja a consolidação da produção norte-americana. Até o momento, as projeções mais alongadas mostram temperaturas mais altas para o Meio-Oeste do país, o que, se confirmado, poderá ocasionar prejuízos às plantas. Além disso, os bons ganhos registrados no trigo também contribuem para sustentar os preços do cereal. Mercado interno No Porto de Paranaguá, a saca do milho para entrega em outubro/15 mantém a estabilidade nesta quarta-feira, cotada a R$ 27,50. Em relação ao mercado brasileiro, o analista de mercado da FCStone, Glauco Monte, destaca que mais de 60% da safrinha já comercializada. "O produtor avançou na comercialização do milho. Com uma safra maior, os preços acabam ficando pressionados, mas os agricultores conseguiram realizar negócios, aproveitando as altas do câmbio que nos deram preços melhores", afirma o analista.     Fonte: http://goo.gl/CsXex2  
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Paraná encerra plantio do trigo este mês com boas condições
23/06/15
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[caption id="attachment_306" align="aligncenter" width="665"] Decisão de reajuste no preço mínimo do trigo já havia sido confirmada pelo governo federal.[/caption]     O plantio de trigo entrou na reta final no Paraná. Dos 1,32 milhão de hectares, os produtores paranaenses já semearam cerca de 90%. Os trabalhos serão finalizados ainda este mês. A área é 5% menor em relação à temporada passada (1,39 milhão de hectares). Depois de uma quebra de safra em 2014 no Rio Grande do Sul, o Brasil deverá recuperar produtividades e colher 6,76 milhões de toneladas, recorde, de acordo com estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Somente o Paraná deve colher mais de 4 milhões de toneladas. Com as lavouras em boas condições, a produção nacional deve reduzir a necessidade de importações. Segundo estimativas de algumas consultorias, as compras brasileiras de trigo devem cair cerca de 20%. Até o ano passado, o Brasil importava cerca de metade do trigo que consome, principalmente da Argentina. Há cerca de uma semana, o governo do país vizinho autorizou a exportação de uma cota adicional de 1 milhão de toneladas de produto da temporada 2014/15, já colhida, elevando o volume para cerca de 4,7 milhões de toneladas.     Fonte: http://goo.gl/GnGUDq  
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Tecnologias permitem reduzir uso de agrotóxicos
18/06/15
Para especialista, riscos de prejuízos aumentam por causa do leque reduzido de ferramentas para Manejo Integrado…
[caption id="attachment_300" align="aligncenter" width="500"]Para especialista, riscos de prejuízos aumentam por causa do leque reduzido de ferramentas para Manejo Integrado de Pragas (MIP) e manejo de resistência Para especialista, riscos de prejuízos aumentam por causa do leque reduzido de ferramentas para Manejo Integrado de Pragas (MIP) e manejo de resistência[/caption]   O manejo integrado de pragas encontra manifestação favorável em Goiás, Estado que detém uma agricultura de ponta. Alípio Magalhães de Oliveira, supervisor de Agricultura da Emater, vê como “positivo” o processo de redução do uso de agroquímicos e garantir uma produção agrícola mais sustentável. O assunto foi discutido em recente seminário da Semana de Integração Tecnológica (SIT), que buscou resposta para a questão. Foram apresentados os principais problemas fitossanitários da agricultura brasileira e também soluções desenvolvidas pela pesquisa, como a utilização de vírus, bactérias e de insetos benéficos para o controle de pragas nas lavouras. A consultora Regina Lúcia Sugayama, sobre as ameaças fitossanitárias, ressalta que as pragas surgem em resposta às práticas agronômicas. “A gente oferece condições para que determinada espécie se torne uma praga. Ambiente favorável, disponibilidade de recursos, além de características de adaptação da própria espécie, favorecem o estabelecimento de pragas nas lavouras”, comenta. Conforme a consultora explica, os riscos de prejuízos aumentam por causa do leque reduzido de ferramentas para Manejo Integrado de Pragas (MIP) e manejo de resistência. Essa utilização mais amiúde tem o claro apoio do supervisor de Agricultura da Emater em Goiás. “A lentidão para registro de novos produtos químicos e biológicos dificulta o controle de pragas. Ao mesmo tempo, há um maior trânsito de pessoas e mercadorias, abertura de novas fronteiras agrícolas e mudanças na paisagem rural, fatores que facilitam a introdução e disseminação de novas pragas”, ressalta. Nesse contexto, Sugayama sugere como estratégia a vigilância para evitar a entrada de novas pragas no país, com controle de trânsito e análise de risco em materiais vegetais. O pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, sediada em Sete Lagoas, Minas Gerais, Fernando Valicente, sobre a importância do uso de agentes de controle biológico no MIP, explica que os agentes patógenos, que podem ser vírus, fungos ou bactérias, causam doenças nos insetos-praga. -- Fonte e para mais informações: Diário da Manhã, http://goo.gl/mF61Qy
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Agroconsult deve elevar projeção para safrinha de milho
16/06/15
Elevação da projeção se deve ao clima extremamente favorável ao desenvolvimento das lavouras, com chuvas consideráveis…
[caption id="attachment_287" align="aligncenter" width="600"] Elevação da projeção se deve ao clima extremamente favorável ao desenvolvimento das lavouras, com chuvas consideráveis durante o mês de maio. (foto: http://goo.gl/CzolzW)[/caption]   A Agroconsult irá divulgar nova estimativa para a safrinha de milho em 2015 no dia 24 de junho e a perspectiva é de que a consultoria eleve sua projeção, afirmou André Souto Maior Pessôa, diretor da Agroconsult. A declaração foi feita nesta terça-feira (16/6) em conversa com jornalistas durante o Seminário Perspectivas para o Agribusiness em 2015 e 2016, realizado pela Bovespa. A estimativa mais recente da consultoria aponta para produção de 52,5 milhões de toneladas na segunda safra de milho. A perspectiva de elevação dessa projeção se deve, principalmente, ao clima extremamente favorável ao desenvolvimento das lavouras, com chuvas consideráveis durante o mês de maio. "Isso considerando que não houve grande alteração na área plantada e sem um investimento robusto em tecnologia, já tivemos safrinhas com recursos maiores", afirmou Pessôa. "No Paraná e em Goiás, encontramos produtores com rendimentos de até 150 sacas por hectare, que se compara à safra de verão", revelou. Dessa forma, somando as cerca de 30 milhões de toneladas produzidas na primeira safra, "a safra total de milho deve superar 80 milhões de toneladas produzidas no ano passado e alcançar 83 milhões de toneladas ou até mais", disse. Além da maior produção, Pessôa prevê uma maior demanda, tanto interna quanto externa, pelo cereal cultivado no Brasil. As exportações, segundo ele, "seguramente serão recordes, e os embarques podem alcançar 26 milhões de tonelada". Além disso, como houve uma redução da safra de verão deste ano, Pessôa estimou que a demanda interna pelo milho de safrinha nos Estados do Sul e Sudeste deve crescer. "Os setores de aves e suínos estão crescendo, assim como o confinamento e o setor de leite", comentou, "e assim a demanda deve crescer de 2 milhões a 2,5 milhões de toneladas" Pessôa prevê que, em algumas regiões, em especial no norte de Mato Grosso, os preços podem ficar abaixo do mínimo estipulado pelo governo. Questionado se o governo pode intervir no mercado do milho para garantir o preço mínimo aos produtores, o diretor da Agroconsult afirmou que há a possibilidade de intervenção, principalmente por meio de leilões Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) ou Prêmio para Escoamento de Produto (PEP). Ele, entretanto, não descartou a possibilidade de aquisições do governo federal. "Há espaço para isso (aquisição), porque pode haver a necessidade de transferir os estoques para o Sul, onde a safra foi menor."   Fonte: http://goo.gl/WV2DM7
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Plantio do trigo avança e chega a 26% do total previsto para o RS
12/06/15
    A semana se mostrou favorável ao avanço da semeadura das lavouras de…
[caption id="attachment_283" align="aligncenter" width="969"] (Foto: http://goo.gl/78iHBH)[/caption]     A semana se mostrou favorável ao avanço da semeadura das lavouras de trigo no Rio Grande do Sul, especialmente na Metade Norte do Estado, onde se concentra a maioria das lavouras destinadas à cultura, é o que aponta o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (11/06). Com a umidade do solo em nível ideal, informam os técnicos da Emater/RS-Ascar, os produtores puderam intensificar o plantio e evoluíram para mais de 50% da área prevista para o trigo em regiões importantes, como Ijuí e Santa Rosa. No entanto, em nível estadual, o percentual atinge 26% do total previsto, ficando atrás da média para o período, que é de 29%. As áreas implantadas anteriormente apresentam boa germinação, stand de plantas adequado e desenvolvimento inicial satisfatório. As últimas áreas destinadas à cultura estão sendo dessecadas. Na área do Escritório Regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí, que compreende as regiões Celeiro, Noroeste Colonial e Alto Jacuí, as estimativas iniciais de plantio não estão se confirmando, reduzindo ainda mais área ocupada pela cultura na região. Dados atuais estimam em 30% a redução de área. O mesmo cenário é reportado pelo Regional de Santa Rosa, onde se observa uma redução de 10 a 20% na área em relação ao ano passado. No Vale do Caí, em Feliz, a cultura do tomate encontra-se na entressafra. Novos cultivos estão sendo implantados, tanto do tomate cereja quanto do salada. As lavouras estão com baixo desenvolvimento vegetativo e há problemas de abortamento de flores e frutos devido às baixas temperaturas e à alta umidade do ar. Em Vale Real, nos cultivos a campo, a colheita da segunda safra está no final, apresentando frutos de menor calibre e qualidade inferior. Segundo o levantamento da Emater/RS-Ascar, há ocorrência de doenças foliares, controladas com os produtos recomendados para a cultura. A oferta do produto caiu, e com isso os preços aumentaram, com a caixa sendo comercializada, em média, ao preço de R$ 60,00. Em Alto Feliz, a colheita se encontra bastante avançada, com alguns produtores já concluindo esta atividade. Nesse município, houve problemas com doenças como a murchadeira e outras da parte aérea da planta. Na região Sul, o tomate está 100% colhido. A tendência para a próxima safra é de aumento da área e do número de produtores da cultura. Em Santa Maria, a maior parte do abastecimento é proveniente da Ceasa, e o produto está valorizado. No momento, a caixa de 20 kg está sendo comercializada a R$ 80,00. No Vale do Taquari, em Muçum, a cultura está com bom desenvolvimento, recebendo tratos culturais e tratamentos fitossanitários. Parte dela está em colheita, e a venda do produto alcança preço médio de R$ 5 por quilo.     Fonte: http://goo.gl/k6MntM  
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Trigo perde espaço para cevada e aveia na previsão do IBGE
11/06/15
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[caption id="attachment_280" align="aligncenter" width="780"] Trigo perdeu espaço par ao plantio de outras culturas (Foto: Marcelo Curia / Editora Globo)[/caption]   O efetivo plantio do trigo está trazendo para baixo as estimativas de produção do grão em 2015. Isso porque muitos produtores não concretizaram suas intenções, seja por conta do preço não tão favorável, seja pela decisão de substituir o trigo por outras culturas de inverno, como aveia ou cevada, explicou Carlos Barradas, gerente substituto do Levantamento Sistemático de Produção Agrícola (LSPA), realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo assim, a produção do cereal neste ano será recorde. A indicação mais recente, de maio, é de que sejam colhidas 7,328 milhões de toneladas, alta de 18,9% ante 2014. No levantamento do mês passado, a estimativa de trigo encolheu 6,1% em relação a abril, com destaque para a Região Sul, a maior produtora. Lá, a produção foi revista para baixo em 6,6%, enquanto a área plantada diminuiu 11,2%. "O trigo, uma cultura de inverno, está começando a ser plantado agora. As primeiras informações eram de intenções deplantio, ainda muito vulneráveis. À medida que vai sendo plantado, essas informações vão sendo atualizadas. Os produtores decidiram aumentar a área de aveia e cevada", explicou Barradas. As próximas estimativas podem trazer números ainda menores, segundo o gerente. O Paraná, maior produtor, plantou apenas 62% de seu trigo, índice que é de 11% no Rio Grande do Sul, o segundo maior em termos de cultivo. "Ainda tem muita avaliação a ser feita daqui para frente, para saber se as áreas serão consolidadas ou se terá qualidade", alertou. Em compensação, a produção de aveia deve apresentar grande avanço em relação ao ano passado. A estimativa de maio é de 568,289 mil toneladas, alta de 54,1% em relação a 2014. Na comparação com o levantamento de abril, a alta é de 25,7%, puxada pelo avanço do grão no Rio Grande do Sul. O plantio da cevada, por sua vez, cresceu no Paraná. Por isso, a estimativa para a produção do grão em todos os produtores avançou 11,1% em abril ante maio, totalizando 310,986 mil toneladas. O volume é 22,1% superior ao colhido em 2014. "Aveia, cevada e trigo concorrem pelas áreas disponíveis para plantio no inverno. No ano passado, houve quebra de safra muito grande no trigo. Agora, estão reduzindo área do trigo, por receio de ocorrer o mesmo e também porque ele é mal remunerado", disse o gerente do IBGE.     Fonte: http://goo.gl/8ypRm7  
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Trigo: USDA revisa para cima safra mundial 2015/16 e preços recuam na CBOT
10/06/15
  Nesta quarta-feira (10), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou novo…
[caption id="attachment_277" align="aligncenter" width="600"] (Foto: http://goo.gl/iFmeSE)[/caption]   Nesta quarta-feira (10), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou novo boletim de oferta e demanda de trigo nos Estados Unidos e mundial. Para a nova temporada, o departamento revisou para cima a projeção da safra global que deverá totalizar 721,55 milhões de toneladas do grão. No mês anterior, a estimativa era de 718,93 milhões de toneladas do cereal. Logo após o reporte do departamento, os futuros do trigo negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) operavam do lado negativo da tabela. Por volta das 13h46 (horário de Brasília), o vencimento julho/15 exibia queda de mais de 18 pontos, cotado a US$ 5,14 por bushel. Em contrapartida, as projeções para o estoques finais mundiais recuaram de 203,32 milhões, para 202,40 milhões de toneladas de trigo. Para a safra norte-americana, o órgão estimou a produção em 57,72 milhões de toneladas, contra as 56,81 milhões de toneladas indicadas no boletim anterior. Os estoques finais norte-americanos também foram elevados de 21,58 milhões de toneladas, para 22,16 milhões de toneladas do grão. Já as exportações de trigo dos EUA foram mantidas em 25,17 milhões de toneladas. A projeção para a safra do Brasil veio em linha com o relatório de maio, de 6,50 milhões de toneladas. Na contramão desse cenário, os produtores da Argentina poderão colher uma safra menor, já que a produção foi indicada em 11,50 milhões de toneladas, frente as 12 milhões de toneladas reportadas anteriormente. O órgão ainda revisou os números da safra da União Europeia para 150,68 milhões de toneladas, da Rússia para 55 milhões de toneladas e da Ucrânia para 23 milhões de toneladas. No boletim passado os números estavam em 150,29 milhões de toneladas, 53,50 milhões de toneladas e 22 milhões de toneladas, respectivamente. Safra 2014/15 O USDA ainda trouxe os números referentes à safra 2014/15. A produção norte-americana foi mantida em 55,13 milhões de toneladas. Diferentemente, os estoques finais dos EUA apresentaram ligeira elevação de 19,31 milhões, para 19,39 milhões de toneladas. Já as exportações registraram leve queda, ao passar de 23,41 milhões, para 23,27 milhões de toneladas de trigo. No caso da produção mundial do grão, a safra recuou de 726,45 milhões para 726,32 milhões de toneladas. Os estoques também acompanharam o movimento e foram indicados em 200,41 milhões de toneladas. No relatório passado, o número ficou em 200,97 milhões de toneladas. Os números das produções brasileira e argentina ficaram em linha com o último informativo do departamento, de 6 milhões de toneladas e 12,50 milhões de toneladas, respectivamente. As projeções das safras da União Europeia, Rússia e Ucrânia também foram mantidas pelo USDA.     Fonte: http://goo.gl/wKPwZI  
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Milho: Alto rendimento marca início da colheita.
09/06/15
Primeiras áreas no Paraná e em Mato Grosso rendem mais que 6 mil quilos por hectare,…
[caption id="attachment_274" align="aligncenter" width="600"] Primeiras áreas no Paraná e em Mato Grosso rendem mais que 6 mil quilos por hectare, índice superior ao estimado na época de plantio. (Foto: http://goo.gl/59K4lx)[/caption]   Apesar do preço do milho estar abaixo do praticado há um ano atrás, os produtores que apostaram na cultura neste inverno têm o consolo da boa produtividade das lavouras. O início dos trabalhos no Paraná e em Mato Grosso, principais produtores do país, aponta para rendimentos acima do esperado pelos órgãos estaduais de agricultura. Em ambos os estados, as marcas iniciais são superiores a 6 mil quilos por hectare, reflexo do clima favorável dos últimos meses, com chuva na medida certa, mesmo em área plantadas fora da janela ideal. “Se os preços não estão ajudando, o clima está bom. Mesmo assim, os produtores estão empatando o custo de produção e lucro. Agora irá começar a comercialização de maneira mais forte e existe o risco do preço cair mais”, ressalta Pedro Loyola, economista da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep). Com aproximadamente 10% da área total colhida — 1,89 milhão de hectares, exatamente a mesma da temporada passada –, o Paraná registra rendimentos que permitem projetar uma safrinha acima dos 10,3 milhões de toneladas, como prevê Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Caso a marca seja ultrapassada, será a maior produção de milho da história do Paraná na estação fria. Na propriedade de Sidney José Borzatto, em Campina da Lagoa, no Oeste do estado, metade dos 25 hectares dedicados ao milho foi colhido. A marca de quase 7 mil quilos por hectare surpreende o próprio produtor, que ainda torce por preços melhores. Até o momento, ele vendeu 30% da safra ao preço de R$ 23 a saca (60 kg) para honrar os compromissos assumidos no plantio. “O clima ajudou e a colheita está ótima. Mesmo assim, esperávamos uma política de preço melhor por parte do governo, pois o produto está sem valor. O restante da colheita será armazenado para aguardar cotação melhor”, resume Borzatto. Em Mato Grosso, com cerca de 2% da área total colhida, a média de produtividade está na casa dos 6,7 mil quilos por hectare, 15% superior ao índice registra no início da safrinha passada. De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o estado dedicou quase 3 milhões de hectares para o cereal de inverno, área 8% menor em relação à temporada anterior, e que pode render ao estado 17,8 milhões de toneladas. Com a produtividade acima do esperado, o mercado revisa para cima a estimativa nacional. A consultoria FCStone elevou o número da produção total de milho da safra 2014/15 para 80,19 milhões de toneladas, sendo 50 milhões (t) no inverno.     Fonte: http://goo.gl/LLJc7V  
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Milho: Mercado mantém tom positivo na CBOT e julho/15 volta ao patamar dos US$ 3,63/bu
08/06/15
  Ao longo dos negócios desta segunda-feira (08), os futuros do milho na Bolsa…
[caption id="attachment_271" align="aligncenter" width="600"] (Foto: http://goo.gl/cfF0Bc)[/caption]   Ao longo dos negócios desta segunda-feira (08), os futuros do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) mantém a tônica positiva. As principais posições do cereal registravam ganhos de 3,25 pontos, por volta das 12h48 (horário de Brasília). O contrato julho/15 era cotado a US$ 3,63 por bushel. De acordo com informações das agências internacionais, o mercado do cereal ainda encontra suporte no dólar mais fraco nesta 2ª feira. Na semana anterior, a variável já deu suporte aos preços futuros da commodity, que encerraram a semana com valorizações entre 2,27% e 2,64%. Além disso, os investidores permanecem observando o comportamento do clima nos Estados Unidos. Em algumas localidades, o excesso de chuvas poderia comprometer o desenvolvimento da cultura, conforme especulações que já circulam no mercado. E, por enquanto, as chuvas deverão continuar essa semana, nas principais regiões produtoras de grãos no país. Segundo dados da Somar Meteorologia, reportados nesta segunda-feira, as chuvas de fraca e moderada intensidade ainda são previstas sobre todas as regiões produtoras de grãos nos EUA ao longo da semana, o que poderá prejudicar o desenvolvimento das plantações de milho e soja.  Contudo, a perspectiva é que os danos sejam pequenos e a tendência é de condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da safra norte-americana. Contudo, o verão no país será marcado por chuvas acima da média, ainda conforme informações da Somar. Ainda hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz o novo boletim de acompanhamento de safras. Na semana anterior, a área cultivada estava em 95% e cerca de 84% das lavouras do cereal já tinham emergido. Além disso, 74% das plantações estavam em boas ou excelentes condições. Já o boletim de embarques semanais ficou em 740.543 mil toneladas de milho até a semana encerrada no dia 4 de junho, de acordo com o departamento. O número ficou abaixo do registrado na semana anterior, de 984.275 mil toneladas do grão e, ligeiramente menor do que as expectativas do mercado, entre 760 mil a 970 mil toneladas de milho. No total acumulado na temporada, os embarques totalizam 32.646,501 milhões de toneladas de milho. No mesmo período do ano anterior, o acumulado estava em 34.834,339 milhões de toneladas do cereal. Mercado interno No Porto de Paranaguá, a saca do milho para entrega em outubro é negociada a R$ 28,30 nesta segunda-feira. O patamar está pouco abaixo do observado no fechamento da última sexta-feira, de R$ 28,50 a saca. Apesar da alta no mercado internacional, a queda do dólar pesa sobre os preços do cereal. Já no mercado interno os preços do milho também estão mais baixos. Em meio ao avanço da colheita, as cotações têm perdido o suporte. Conforme boletim do Cepea, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), fechou a R$ 24,85/saca de 60 kg, queda de 0,25% no acumulado parcial de junho. Ainda segundo relatório do Cepea, os fundamentos indicam mais para valores abaixo do mínimo governamental nas regiões produtoras de segunda safra do que para inversão da atual tendência.     Fonte: http://goo.gl/Mwg8gg  
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Soja: Mercado trabalha com volatilidade na Bolsa de Chicago nesta 6ª feira
05/06/15
  Na sessão desta sexta-feira (5), os futuros da soja negociados na Bolsa de…
[caption id="attachment_268" align="aligncenter" width="600"] (Fonte: http://goo.gl/d6LndV)[/caption]   Na sessão desta sexta-feira (5), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam com intensa volatilidade. O mercado já testou os dois lados da tabela e, por volta de 12h20 (horário de Brasília), perdiam entre 4,50 e 5,75 pontos nos principais vencimentos, com o novembro/15 a US$ 9,18 por bushel. Mais cedo, as cotações registraram ligeiros ganhos e, na sessão anterior, fecharam com altas de dois dígitos. Segundo explica Bryce Knorr, analista do site internacional Farm Futures, o mercado caminha de lado observando, de um lado, a preocupação com o excesso de chuvas no Meio-Oeste americano - o que poderia comprometer o bom desenvolvimento do plantio - e, ao mesmo tempo, o andamento do dólar, além dos últimos números que chegam das safras da América do Sul. A moeda norte-americana, nesta sexta, subia mais de 1% frente ao real e registrava ganhos ainda no cenário exterior frente a outras divisas, fato que pesa sobre a formação dos preços no mercado futuro americano. Dados mais otimistas sobre a economia norte-americana, como a criação de empregos bem acima do esperado, estimularam esse avanço do dólar. Ao mesmo tempo, as notícias de que as chuvas têm se intensificado no Meio-Oeste americano e poderiam desacelerar o plantio da oleaginosa dão suporte às cotações, ainda segundo explicam os analistas, já que começam a entrar no radar dos traders. No pregão anterior, as cotações encerraram os negócios com bons ganhos. Em alguns estados como Iowa, por exemplo, um dos maiores produtores de soja dos EUA, o plantio já estava concluído, até o último domingo, em 70% da área contra 92% no mesmo período do ano passado.     Fonte: http://goo.gl/SKS5wl  
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Milho: Com queda do dólar, mercado amplia ganhos e julho/15 se aproxima dos US$ 3,60/bu na CBOT
02/06/15
    Os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) dão continuidade…
[caption id="attachment_264" align="aligncenter" width="480"] (Foto: http://goo.gl/Wy40ry)[/caption]     Os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) dão continuidade ao movimento positivo ao longo do pregão desta terça-feira (2). Por volta das 12h27 (horário de Brasília), as principais posições do cereal registravam ganhos de 5 pontos. O contrato julho/15 era cotado a US$ 3,57 por bushel, buscando os US$ 3,60 por bushel. Conforme dados das agências internacionais, o principal fator de suporte aos preços do cereal é o dólar mais fraco nesta terça-feira frente à uma cesta de moedas. Os analistas, destacam que, o câmbio mais fraco acaba refletindo na competitividade das exportações norte-americanas. Em contrapartida, os investidores já especulam a respeito das previsões de chuvas para o Meio-Oeste dos EUA e os efeitos para as lavouras do cereal. Enquanto isso, nesta segunda-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou que, até o último domingo (31), cerca de 95% da área já havia sido cultivada com o cereal. O percentual ficou levemente abaixo das expectativas dos participantes do mercado que, apostavam em número de 96%. O órgão também informou que cerca de 84% das lavouras de milho já emergiram no país, até o momento. O volume está acima do registrado no mesmo período de 2014, de 77% e da média dos últimos cinco anos, de 79%. O departamento manteve o índice de plantações em boas ou excelentes condições, em 74%. Do mesmo modo, o percentual de plantas em situação regular e condições ruins também foram mantidos em 23% e 3%, respectivamente. Já os investidores acreditavam em um número de lavouras em boas ou excelentes condições entre 75% a 76%. Em seu comentário no Farm Futures, Bryce Knorr, destacou que as previsões de precipitações, principalmente nos estados de Kansas e Missouri, estão movimentando as negociações no mercado internacional. Os analistas já tinham sinalizado que o clima e o andamento da safra norte-americana seria o foco dos negócios. Mercado interno A forte queda observada no dólar nesta terça-feira, o câmbio era cotado a R$ 3,14, com queda de 0,94%, já impactou o preço da saca do milho praticado no Porto de Paranaguá. A saca do produto, para entrega em outubro, caiu de R$ 28,00 para R$ 27,50. No mercado interno, o cenário também se repete, na região de Santa Terezinha do Itaipu (PR), a saca do cereal recuou de R$ 22,00 para R$ 19,00. O valor, segundo o produtor rural do município, Ademir Fontana, cobre os custos de produção, porém, deixa margem ajustada aos agricultores. Enquanto isso, a produção da segunda safra caminha muito bem, não só na região, mas na maioria das localidades produtoras do país. Inclusive, esse é o principal fator de pressão sobre os preços no cenário interno. Assim como, os estoques elevados contribuem para o tom negativo nas cotações.     Fonte: http://goo.gl/0XnQvF  
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Paraná consolida previsão de 22 milhões de toneladas de grãos na primeira safra.
01/06/15
      A colheita da safra de verão 2014/15 caminha para o final…
  [caption id="attachment_261" align="alignnone" width="1600"] (Foto: http://goo.gl/k2HKfe)[/caption]     A colheita da safra de verão 2014/15 caminha para o final e está se consolidando com uma produção de 22,05 milhões de toneladas de grãos, uma elevação de 7% sobre igual período do ano passado. Segundo relatório de maio do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, o carro-chefe desse volume foi a produção de soja no Paraná que rendeu quase 17 milhões de toneladas, a maior safra da história do Estado, que representou 76% da produção de grãos de verão. Além da safra de verão, quase totalmente colhida, a safra de inverno está sendo plantada e a segunda safra de grãos (milho e feijão) está em pleno desenvolvimento. Com isso, existe a expectativa de uma produção total de grãos no Paraná, para este ano de 2015, de 37,7 milhões de toneladas. Essas duas safras ainda dependem do comportamento do clima para serem concretizadas. O volume esperado representa um acréscimo de 5% em relação ao ano passado quando a safra total do Paraná atingiu uma produção de 36 milhões de toneladas de grãos. De acordo com o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara, o bom desempenho da safra de verão 14/15 deve ser atribuído ao bom nível tecnológico utilizado no plantio e ao clima, que se manteve estável durante o desenvolvimento das lavouras e o período de colheita, contribuindo para elevar os índices de produtividade. Exceto no início do plantio, em outubro do ano passado, quando houve elevação das temperaturas e falta de chuvas que frustrou um pouco as expectativas de produção de soja. Não fosse isso, certamente a produção iria superar os 17 milhões de toneladas, complementou o Ortigara. Francisco Carlos Simioni diretor do Deral, ressalta que o desempenho satisfatório da safra de verão, aliado a uma boa expectativa para a segunda safra de grãos, e um bom resultado na safra de inverno, é o esperado pelos produtores, embora a safra 2014-2015 esteja sendo comercializada por preços menores em relação ao ano passado. “Mesmo assim, o produtor ainda está vendendo bem a safra porque está sendo beneficiado pela valorização do dólar frente ao real”. Daqui para frente, a atenção dos técnicos do Deral está voltada à elevação dos custos de produção para a próxima safra (2015/16). Esse é um fator que vai influenciar na renda dos produtores rurais. A preocupação é com o aumento nos preços dos insumos e principalmente do custo do dinheiro ao produtor, considerando a provável elevação das taxas de juros, explicou Simioni. PRODUTIVIDADE E COMERCIALIZAÇÃO – A produtividade da soja na safra 2014/15 foi 12% maior que o ano anterior, passando de 2.980 quilos por hectare para 3.330 quilos por hectare. De acordo com o economista Marcelo Garrido, chefe da conjuntura agropecuária do Deral, essa é uma das maiores produtividades dos últimos anos na soja. A safra está com cerca de 60% comercializada, apesar do ritmo lento nas vendas verificado no início do ano. Segundo Garrido, a comercialização da soja ganhou velocidade após a depreciação do real frente ao dólar, que tornou o preço do grão mais atraente no mercado internacional. O dólar vem se sustentando entre R$ 3,15 e R$ 3,20, o que está garantindo as cotações em torno de R$ 55,00 a R$ 56,00 a saca, ainda um preço bom e acima dos custos de produção. Mas bem abaixo da cotação de maio do ano passado, quando a saca de soja era comercializada por R$ 61,40 em média, comparou o técnico. Garrido acredita que daqui a setembro, período em que a América do Sul é a única fornecedora de soja do mundo, a comercialização de soja seguirá tranquila aos produtores. FEIJÃO – A segunda safra de feijão já foi colhida em 76% da área plantada e o potencial estimado está se consolidando com um volume de 400 mil toneladas. Segundo o engenheiro agrônomo Carlos Alberto Salvador, a produtividade nessa safra foi a melhor dos últimos anos, passando de 1.519 quilos por hectare no ano passado para 1.875 quilos por hectare nesse ano, um avanço de 23%. Cerca de 55% da safra foi vendida e os preços do feijão de cor ainda estão compensando o produtor, apesar da redução nas cotações, disse o técnico. O feijão de cor foi vendido, em média, por R$ 106,82 a saca no mês de maio, uma queda de 25,4% em relação ao início do ano. Segundo Salvador, começa a preocupar a comercialização do feijão preto, onde a queda nas cotações está um pouco mais acentuada. O feijão preto foi vendido em média por R$ 92,42 a saca em maio, uma queda de 26,7% em relação aos preços vigentes no inicio do ano. MILHO – A colheita da segunda safra de milho já começou, com 2% da área colhida que corresponde a 31 mil hectares. Com uma expectativa de clima mais ameno nesse inverno, a estimativa do Deral é de boa produção, podendo ser colhida R$ 10,4 milhões de toneladas de grão. Se confirmada, será a maior produção da história da segunda safra, informou o administrador Edmar Gervásio. As duas safras de milho no Paraná devem render um total de 15,1 milhões de toneladas, que representam um bom volume de produção. No cenário atual, há preocupação com a comercialização do grão porque os preços estão sofrendo pressão com a expectativa de produção maior de milho tanto no Paraná como no Brasil. O milho está sendo vendido, em média, por R$ 19,50 a saca, cobrindo em parte o custo de produção. Segundo Gervásio, se essa produção esperada não se confirmar, por conta de um problema climático com risco de acontecer com a chegada do inverno, aí sim poderá haver aumento na cotação do grão. O técnico adianta ainda que há a possibilidade do Paraná exportar mais milho porque a Ásia está de olho na produção paranaense, principalmente a Indonésia e a Malásia, que são potenciais compradores do Paraná. De janeiro a abril, o Paraná exportou 611 mil toneladas de milho, volume 1,4% a mais do que em igual período do ano passado, quando foram exportados 603 mil toneladas. Cerca de 30% desse volume foram exportados para o Vietnã. SAFRA DE INVERNO – A safra de inverno está sendo plantada no Estado. O carro-chefe é o trigo e já ocupa 61% da área prevista que é de 1,32 milhões de hectares, uma redução de 5% em relação ao ano passado quando a cultura ocupou 1,35 milhão de hectares. Segundo o engenheiro agrônomo do Deral, Carlos Hugo Godinho, essa área ainda pode sofrer alterações porque toda a região Sul do Estado ainda não plantou o trigo. A safra de inverno, considerando a produção de aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale, poderá render um adicional de 4,5 milhões de toneladas ao volume total de grãos produzido no Paraná. De acordo com Godinho, este ano o produtor de trigo não está muito animado com a cultura por causa do preço, que caiu muito. Nessa época do ano, que é um período de planejamento para a cultura, o peço do trigo estava R$ 42,00 a saca no ano passado e R$ 35,00 a saca este ano, o que faz o produtor a reduzir o plantio. A redução do plantio de trigo só não aconteceu na região Norte porque os produtores não conseguiram plantar o milho safrinha no espaço recomendado pelo zoneamento agrícola. O técnico ressalta que a expectativa de produção para o trigo este ano é boa porque as projeções climáticas não apontam para um inverno rigoroso, com geadas muito severas. A preocupação é com a chuva no período de colheita quando haverá a influência da corrente climática El Niño, que poderá prejudicar a colheita do trigo.   Fonte: http://goo.gl/p1sBuR  
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Plantio do trigo atinge cerca de 10% da área prevista no município de Ijuí
29/05/15
      O plantio do trigo, ainda em estágio inicial em Ijuí, atinge…
[caption id="attachment_258" align="aligncenter" width="600"] Foto: http://goo.gl/7vAW2U[/caption]       O plantio do trigo, ainda em estágio inicial em Ijuí, atinge menos de 10% da área projetada para a atual safra no município. O período recomendado para o cultivo iniciou no último dia 20 e segue até o final de junho. O responsável pelo escritório local da Emater em Ijuí, Edwin Bernich, ressalta que é forte a tendência de se confirmar grande redução de área com trigo, passando de 18 mil hectares do ano passado para 10 mil em 2015.   Em contrapartida, o plantio de aveia registra aumento em Ijuí, porém ainda sem dados concretos desse acréscimo. O prazo ideal para cultivar aveia termina no próximo dia 31. Edwin Bernich aproveita para ressaltar que a previsão indica inverno chuvoso e com pouco frio na região de Ijuí, o que pode trazer doenças nas culturas do período, igual ao que ocorreu especialmente no trigo em 2014.     Fonte: http://goo.gl/d99y4D

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Lavouras de milho e trigo apresentam boas condições na região da cooperativa
28/05/15
      As culturas de milho e trigo apresentam, no geral, boas condições…
  [caption id="attachment_255" align="aligncenter" width="600"] Foto: http://goo.gl/dztmdf[/caption]     As culturas de milho e trigo apresentam, no geral, boas condições de desenvolvimento, sem ataque severo de pragas e doenças, na região da Cocamar. O clima vem sendo favorável e, segundo a área técnica da cooperativa, a expectativa até agora é de boas médias de produtividade. MILHO – A lavoura começou a ser semeada no mês de fevereiro, operação que se estendeu até a segunda quinzena de abril. Aproximadamente 40% dos híbridos foram comercializados com a tecnologia de resistência ao glifosato e a grande maioria possui algum tipo de tecnologia BT tolerante a lagartas. As primeiras áreas devem ser colhidas no início de junho. É o caso de Nova Andradina (MS), onde o ciclo está mais adiantado. No Paraná, as colheitas começam no final daquele mês, intensificando-se em julho e agosto, de acordo com informações do coordenador técnico de culturas anuais das regiões I e II da cooperativa, Rafael Furlanetto. A área cultivada com milho registrou um aumento de 32 mil hectares na comparação com a safra anterior. O acréscimo decorre da expansão da cooperativa para novas regiões – o sudoeste do Mato Grosso do Sul e o oeste de São Paulo. A previsão de produtividade é de 5,2 mil quilos por hectare. TRIGO – A semeadura iniciada em abril deve ser concluída até o final deste mês. Na comparação com a safra de 2014, a área cultivada foi acrescida em aproximadamente 10 mil hectares, refletindo o melhor momento de mercado para a cultura. A Cocamar trabalha com a expectativa de produtividade de 2.990 quilos por hectare, quantidade que está em linha com a colhida no último ano. Na região norte do Estado, que concentra a maior parte das lavouras, as primeiras colheitas estão programadas para o início de agosto, devendo avançar até a primeira quinzena de outubro.     Fonte: http://goo.gl/iOEm6f  
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Lavoura de trigo requer controle precoce de plantas daninhas
27/05/15
    O trigo e os demais cereais são semeados em altas densidades. A…
[caption id="attachment_252" align="aligncenter" width="600"] (Foto: http://goo.gl/sMFHVA)[/caption]     O trigo e os demais cereais são semeados em altas densidades. A forma de controle mais comum é o uso de herbicidas, porém somente o uso destes produtos não dispensa outras práticas culturais como a rotação de cultura. A cultura do trigo deve permanecer livre de plantas daninhas indesejáveis, principalmente nos primeiros 30 dias, período este considerado como uma fase crítica de competição, conforme orienta o engenheiro agrônomo Edimar Oswald. “De maneira geral, controle de plantas daninhas até o fechamento da cultura é o suficiente para evitar quedas na produtividade”, complementa. No entanto, inicia-se o controle antes mesmo do plantio, por meio da limpeza das máquinas e equipamentos, utilizando sementes fiscalizadas ou certificadas isentas de sementes de espécies infestantes, controlando a permanência e frutificação das invasoras em terraços ou mesmo dentro da lavoura. Uma boa semeadura que possibilite o desenvolvimento rápido e consequentemente um bom fechamento, resulta também em lavouras com elevado poder de competição e menos sensíveis a interferência de plantas daninhas. Além disso, o controle das plantas daninhas realizado por meio de controle químico deve levar em conta o desenvolvimento da cultura e das invasoras e as condições climáticas, para que haja uma melhor eficiência de controle. Tratamentos em que são utilizados herbicidas hormonais, em que o herbicida 2,4-D pertence, devem ser realizados na fase de perfilamento (estágio de 4 folhas até o 1º nó visível), em que o trigo apresenta melhor tolerância. O uso desses herbicidas antes dessa fase pode causar enrolamento das folhas de trigo, ou deformação nas espigas em formação quando aplicados após o perfilamento (início da elongação). Em lavouras cujas vizinhanças existem culturas de folhas largas, frutíferas e hortas, é indicado não usar esses produtos para evitar possíveis efeitos fitotóxicos. Também pode-se realizar o manejo das plantas daninhas de folhas largas e estreitas com outros princípios ativos. O volume de calda recomendada para pulverização de herbicidas de pós-emergência no trigo é de 100 a 200 l/ha. Na presença de ventos fortes (+ de 10km/h) e de geadas, não aplicar herbicidas, para evitar perdas por derivas ou não funcionamento desses compostos. Também é preciso tomar cuidado para não aplicar herbicida pós emergente quando ocorrer períodos de estresse hídrico, de umidade relativa do ar inferior a 50% e de temperatura do ar igual ou inferior a 10 ºC, pois nessas situações a eficiência dos herbicidas é prejudicada. “Deste modo, o controle de plantas daninhas não pode mais ser encarado como um problema pontual de uma só lavoura, mas sim de um sistema produtivo”, finaliza Edimar.     Fonte: http://goo.gl/U7BnH2  
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Milho: No Brasil, preços continuam pressionados e já trabalham abaixo do valor mínimo em alguns estados
26/05/15
      No mercado interno brasileiro, o momento ainda é de pressão sobre…
[caption id="attachment_249" align="aligncenter" width="600"]milho (Foto: http://goo.gl/sY9HAJ)[/caption]       No mercado interno brasileiro, o momento ainda é de pressão sobre os preços do cereal e a perspectiva é que esse quadro se agrave com o andamento da colheita da segunda safra de milho no Brasil, conforme destacam os analistas. A perspectiva é que a produção brasileira possa ficar acima de 52 milhões de toneladas na 2ª safra. A colheita da safrinha deve ganhar ritmo a partir de agora e, em muitas localidades, as cotações já estão abaixo do preço mínimo fixado pelo Governo Federal. Segundo dados do Cepea, reportados nesta segunda-feira, em algumas praças de Mato Grosso já trabalham com valores abaixo do preço mínimo de R$ 13,56 a saca. O mesmo acontece no Mato Grosso do Sul, local onde o valor mínimo é de R$ 17,67 a saca, já no Oeste da Bahia, o valor mínimo é de R$ 24,99 a saca do cereal. Além disso, em outras regiões dos estados do Paraná e Goiás, os preços já estão próximos dos valores mínimos. E com a oferta prevalecendo sobre a demanda, o mercado se torna favorável aos compradores, que estão adquirindo o produto da mão-pra-boca. Consequentemente, as negociações com o milho também estão mais lentas nesse momento no mercado interno. Paralelamente, os analistas ainda ressaltam que, a venda do produto, por parte de alguns produtores que precisam quitar as dívidas nos próximos meses, pode aumentar a pressão sobre as cotações. Nesse momento, é consenso entre os especialistas que, os produtores que puderem devem esperar e voltar a negociar o produto a partir de outubro, quando novas oportunidades devem ocorrer. "Isso para os produtores que tiveram saúde financeira. Os agricultores que não fizeram vendas perderam o time das negociações, porém, em outubro, com o aquecimento das exportações teremos novas oportunidades. Enquanto isso, a tendência é de pressão nos preços, já que temos uma grande safra a ser colhida e os estoques de passagem, que são elevados", ratifica o consultor em agronegócio, Ênio Fernandes. Porto de Paranaguá Nesta terça-feira (26), o preço da saca do milho, para entrega em outubro, no Porto de Paranaguá, é cotado a R$ 28,00. O número representa uma queda de 1,75% em relação ao valor de fechamento do dia anterior, no qual, a cotação ficou em R$ 28,50 a saca. Apesar da alta do dólar, a queda mais forte registrada nos preços futuros do cereal no mercado internacional impede uma reação nos valores. Bolsa de Chicago As principais posições do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) ampliaram as perdas ao longo da sessão desta terça-feira (26). Por volta das 12h37 (horário de Brasília), os contratos futuros do cereal exibiam quedas entre 5,00 e 5,25 pontos. O vencimento julho/15 era cotado a US$ 3,54 por bushel. Os futuros do cereal dão continuidade ao movimento negativo frente à perspectiva de avanço no plantio do milho da safra 2015/16 nos Estados Unidos. Devido ao feriado desta segunda-feira (25), em comemoração ao Memorial Day, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) irá reportar o novo boletim de acompanhamento de safras hoje. E, por enquanto, as estimativas dos participantes do mercado é que a semeadura do grão já esteja completa em 92% a 94% da área prevista para essa temporada. Por outro lado, as previsões climáticas ainda indicam chuvas no Meio-Oeste do país, o que, por enquanto, não é vista pelo mercado como uma preocupação. Ao contrário, o clima ainda tem contribuído para o bom desenvolvimento da cultura. De acordo com dados do NOAA, departamento oficial de clima do governo dos EUA, nos próximos 6 a 10 dias e de 8 a 14 dias, as previsões indicam tempo mais úmido e temperaturas mais elevadas se desenvolvendo a partir da primeira semana de junho. Esse, inclusive foi o cenário visto pelo produtor rural brasileiro, Reginaldo Pavesi, em visita às lavouras de Illinois e Missouri. "Nas propriedades que visitamos os produtores norte-americanos já tinham finalizado o plantio do milho. E tem chovido na região, o que beneficia o desenvolvimento das plantas. No caso da soja, grandes áreas ainda precisam ser cultivadas", afirma o produtor. Além disso, outra variável que tem influenciado o andamento dos negócios em Chicago é a movimentação do dólar. "Os futuros dos grãos trabalham voláteis nesta terça com a reabertura do mercado depois de um final de semana prolongado. E o que limita as altas que são apresentadas nesta tentativa de recuperação é o dólar mais forte no cenário internacional", explica Bryce Knorr, analista de mercado do site internacional Farm Futures. Já os embarques semanais, indicados pelo USDA, ficaram em 1.006,720 milhão de toneladas até a semana encerrada no dia 21 de maio. O volume ficou pouco abaixo do indicado na semana anterior, de 1.108,998 milhão de toneladas, mas acima das expectativas dos participantes do mercado, entre 790 mil a 990 mil toneladas do grão. Com isso, o volume total embarcado acumulado no comercial chegou a 30.920,512 milhões de toneladas. No mesmo período do ano passado, o número era de 32.696,890 milhões de toneladas. Para a temporada 2014/15, o departamento norte-americano estima das exportações do cereal em 46,36 milhões de toneladas.     Fonte: http://goo.gl/4SwrmL
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Mercado projeta recorde para exportação brasileira de soja em maio
25/05/15
    O Brasil vai exportar o maior volume mensal de soja de sua história em maio, após uma colheita…
soja-porto-640x407     O Brasil vai exportar o maior volume mensal de soja de sua história em maio, após uma colheita sem precedentes e com uma demanda externa aquecida, apontam diversos dados de embarques do setor. Até o momento, o mês com maiores exportações foi abril de 2014, no auge do escoamento da safra passada, com embarques de 8,25 milhões de toneladas, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). As primeiras duas semanas de maio já tiveram ritmo diário de embarques 13% superior ao de abril do ano passado e 29% acima de maio de 2014. “Se o ritmo continuar nessa constância, podemos exportar 9,1 milhões de toneladas… O mercado para exportação está muito agitado pelos atrasos no início do ano”, disse o analista de grãos da Informa Economics FNP, Aedson Pereira. O Brasil tem disputado com os Estados Unidos o posto de maior exportador global de soja nos últimos anos. A fila de navios previstos para carregar soja nos portos brasileiros nas próximas semanas é bem superior à registrada exatamente um ano atrás, segundo análise da Reuters sobre dados da agência marítima Williams. Desde a última sexta-feira (22) até o fim do mês, a previsão é de que sejam embarcadas 3,15 milhões de toneladas nos portos brasileiros, volume 32% superior ao registrado no mesmo período de maio de 2014. Desde o início deste ano comercial, em fevereiro, os embarques brasileiros têm sido mais lentos em todos os meses, apesar de o país ter colhido uma safra recorde de 95,1 milhões de toneladas em 2014/15, 10% superior à anterior. Analistas disseram que a colheita do ano passado foi excepcionalmente antecipada, permitindo que os grãos chegassem muito antes aos portos, algo que não foi repetido nesta temporada, que teve plantio atrasado por seca e uma colheita também mais tardia. Além disso, a greve de caminhoneiros no fim de fevereiro atrapalhou um pouco o transporte dos grãos das regiões produtoras até os portos e indústrias. Apesar deste início mais lento, 2015 deverá fechar com embarques recordes no país, de 48 milhões a 48,5 milhões de toneladas, ante 45,7 milhões em 2014, na projeção de Flávio França Junior, da França Junior Consultoria. “Não acho que vai ter problemas maiores de volume. A demanda está forte. O câmbio levou a um bom volume de negócios [vendas de produtores] em março e abril”, disse o analista. Na opinião dos especialistas, a atenção do mercado consumidor está toda voltada para o Brasil, com a entressafra norte-americana e com a relutância dos agricultores argentinos em vender sua soja, por questões macroeconômicas. A prova do interesse pela soja brasileira se reflete nos diferenciais pagos nos portos. Compradores estão oferecendo atualmente prêmio US$ 0,65 por bushel, contra oferta de desconto de US$ 0,35/bu um ano atrás, segundo a Informa FNP. O real desvalorizado ante o dólar é outro fator que permite aos compradores oferecer diferenciais maiores na aquisição da soja brasileira. Vendas O início do ano foi marcado por vendas de produtores relativamente baixas, provocando temores de que as empresas exportadoras poderiam ter um volume menor de soja para ofertar aos compradores internacionais. Os preços da soja na bolsa de Chicago têm flutuado perto do menor patamar desde 2010, o que fez com que os agricultores brasileiros, bastante capitalizados, segurassem o fechamento de negócios, em busca de janelas de oportunidade. Essas oportunidades ocorreram principalmente em março, quando o dólar subiu ao maior patamar em mais de uma década frente a moeda brasileira. “As vendas só começaram a aquecer quando o dólar subiu… Mas para isso se refletir nos embarques, tem um delay [atraso]“, disse a analista soja da INTL FCSstone, Natália Orlovicin. Por esse motivo, a estimativa dela é que maio termine com embarques muito próximos do recorde histórico, em torno de 8 milhões de toneladas. A FCStone projeta embarques de soja de 7,3 milhões de toneladas em junho. A Informa FNP prevê 7,5 milhões. O mesmo mês de 2014 teve exportações de 6,9 milhões de toneladas.     Fonte: http://goo.gl/Q6vXvI
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Conab contratará frete para remoção de até 86,6 mil t de milho para diversos estados.
22/05/15
  A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) irá realizar, na próxima sexta-feira (29), dois…
[caption id="attachment_243" align="aligncenter" width="600"] (Foto: http://goo.gl/VNPZYB)[/caption]   A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) irá realizar, na próxima sexta-feira (29), dois leilões para contratação de frete de milho em grãos até os postos de distribuição dos estados que vem sofrendo com o desabastecimento do produto. As operações estão detalhadas nos avisos de Nº 060 e 061 (clique aqui para acessar) e preveem a remoção de até 86,6 mil t do produto. O cereal está depositado em Mato Grosso (MT) e em Mato Grosso do Sul (MS) e deverá ser entregue nos seguintes estados e respectivos municípios: Alagoas (Maceió, Palmeira dos Índios), Bahia (Entre-Rios, Irecê, Itaberaba, Santa Maria da Vitória), Ceará (Crateús, Icó, Iguatú, Juazeiro do Norte, Maracanaú, Russas, Senador Pompeu, Sobral), Maranhão (São Luís), Minas Gerais (Montes Claros), Paraíba (Campina Grande, João Pessoa, Monteiro, Patos), Pernambuco (Recife), Piauí (Parnaíba, Picos, Teresina), Rio Grande do Norte (Açu, Caicó, Currais Novos, João Câmara, Mossoró, Natal, Umarizal), Sergipe (Itabaiana), Acre (Rio Branco), Amazonas (Manaus), Distrito Federal (Brasília), Espírito Santo (Vitória), Minas Gerais (Juiz de Fora), Pará (Ananindeua), Rondônia (Porto Velho, Cacoal), Roraima (Boa Vista), Tocantins (Araguaína). Os embarques deverão ter início em 48 horas após a convocação formal a ser realizada pela Conab. O prazo para conclusão dos serviços e fluxo semanal varia de acordo com a quantidade embarcada, sendo o mínimo de dois e o máximo de 59 dias úteis. Estas operações foram autorizadas pela Resolução Nº 2, de 29 de abril, que permite a venda de até 100 mil t de milho dos estoques públicos por meio do Programa de Vendas em Balcão na região de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). O limite de aquisição por beneficiário/mês é de seis toneladas e o preço de venda é referenciado nas cotações do produto no mercado local.     Fonte: http://goo.gl/4wQdUJ  
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Milho: Com suporte das exportações semanais, preços mantêm ganhos em Chicago
21/05/15
    As cotações do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) mantém o tom…
[caption id="attachment_240" align="aligncenter" width="660"] (Foto: http://goo.gl/P54XLQ)[/caption]     As cotações do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) mantém o tom positivo dos negócios nesta quinta-feira (21). Os contratos futuros do cereal ampliaram os ganhos ao longo da sessão e, por volta das 12h49 (horário de Brasília), exibiam ganhos entre 3,25 e 3,75 pontos. A posição julho/15 era cotada a US$ 3,63 por bushel. O mercado dá continuidade ao movimento de recuperação em meio às perdas recentes. De acordo com informações das agências internacionais, os preços do cereal encontram suporte nos números das vendas para exportação, divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta quinta-feira. Até a semana encerrada no dia 14 de maio, as vendas, referentes a safra 2014/15, foram indicadas em 812,600 mil toneladas. O número representa uma alta expressiva em relação à semana anterior, na qual, foram vendidas 370 mil toneladas do grão. Ainda segundo o órgão também representa uma valorização de 12% frente à média das últimas quatro semanas. Os participantes do mercado apostavam em um número ao redor de 620 mil toneladas. Da safra nova, o percentual também cresceu no mesmo período, de 2,6 mil toneladas para 62,5 mil toneladas de milho. Ainda hoje, o departamento norte-americano reportou a venda de 203,200 mil toneladas de milho para destinos desconhecidos. Do total, 152,400 mil toneladas deverá ser entregue na safra 2014/15 e o restante, 50.800 mil toneladas, serão entregues na temporada 2015/16. Contudo, o clima permanece favorável nos EUA, o que tem garantido, até o momento, o bom desenvolvimento das lavouras. E os investidores acabam focando o andamento da safra norte-americana. A perspectiva é que sejam colhidas cerca de 346,22 milhões de toneladas do grão nesta temporada. Mercado interno No Porto de Paranaguá, a saca do milho, para entrega em outubro/15, mantém o patamar de R$ 27,50 ao longo desta quinta-feira. Mesmo com a forte valorização do câmbio, em mais de 1%, e dos ganhos no mercado internacional, as cotações não conseguem avançar. As perspectivas de uma segunda safra de milho favorável no Brasil permanece como fator de pressão aos preços. Diante das boas condições das lavouras do cereal, a consultoria Agroconsult indicou nesta quinta-feira que, a safra deverá somar 51,4 milhões de toneladas. Em março, a projeção era de 50,4 milhões de toneladas.     Fonte: http://goo.gl/3q0iny  
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Soja tem baixas e sessão volátil na CBOT, mas estabilidade nos portos do Brasil
20/05/15
      O mercado internacional da soja segue operando em campo negativo no…
  [caption id="attachment_234" align="aligncenter" width="610"] Foto: http://goo.gl/S7vsQf[/caption]     O mercado internacional da soja segue operando em campo negativo no pregão desta quarta-feira (20) na Bolsa de Chicago. O foco dos traders segue mantido na boa evolução inicial da nova safra norte-americana, pesando, principalmente, sobre as posições mais distantes, já direcionadas pelas informações da nova temporada. Os contratos de milho, trigo e farelo de soja também recuam, enquanto os do óleo registram ligeira alta na CBOT. Entre os principais futuros da oleaginosa, as baixas variavam, por volta de 13h (horário de Brasília), entre 5,75 e 6,25 pontos, com o contrato novembro/15 - referência para a safra americana - valendo US$ 9,17 por bushel. Para o contrato julho, o primeiro vencimento entre os mais negociados, vale US$ 9,40. No Brasil, base porto, as cotações não apresentam variações muito significativas nesta quarta-feira, uma vez que, as baixas mais intensas registradas em Chicago são compensadas pelo dólar, mesmo em baixa na sessão de hoje, mantendo o patamar dos R$ 3,00 e dos prêmios, que seguem oscilando na casa de 60 a 90 cents de dólar sobre os valores praticados na CBOT nas principais posições de entrega. Assim, em Paranaguá, entrega junho/15, a saca da soja era cotada a R$ 66,50, por volta de meio dia (Brasília), enquanto na mesma referência em Rio Grande, o preço era de R$ 67,00. Já a safra nova, entrega maio/16, se mantinha em R$ 72,00 nesta quarta. "Os futuros da soja estão mais baixos hoje, levando o contrato novembro a registrar uma nova mínima. Enquanto os prêmios (no Golfo do México) continuam fortes e a demanda ainda muito expressiva, as expectativas de uma grande safra (2015/16) e de altos estoques nos EUA pesam sobre as cotações", afirma Bryce Knorr, analista de mercado do site americano Farm Futures, justificando essa diferença mais evidente entre as posições mais próximas e mais distantes. Ainda de acordo com Knorr, os números dos embarques e vendas para exportação da safra 2014/15 dos Estados Unidos são os dados que refletem essa presença ainda latente da demanda, além "do potencial de estoques mais baixos da safra velha dos Estados Unidos". Complementando as informações, o Farm Futures informa ainda que os preços da soja na Bolsa de Dalian, uma das principais da China, fecharam a sessão desta quarta-feira com mais de 20 cents de alta e preço de US$ 18,83 por bushel. E essa pressão exercida pelo significativo avanço do plantio nos EUA - que estava em 45% da área até o último domingo - no mercado futuro americano deve ser, como explica Flávio França Junior, analista de mercado da França Junior Consultoria, acompanhada constantemente, uma vez que há ainda é necessária a consolidação e confirmação dessa grande safra no país  nos próximos meses. E são os números da demanda, ainda de acordo com o analista, que, apesar de não estarem mais no foco central dos traders, poderia trazer algum fôlego às cotações da soja praticadas na Bolsa de Chicago. "Teremos ainda espaço para algum suporte nos preços da soja, principalmente nos contratos de safra velha - julho e agosto-, via demanda, principalmente pelo consumo norte-americano. E esse spread entre o julho e o novembro já começou a ficar mais evidente", explica França.     Fonte: http://goo.gl/4dgkrn  
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Trigo garante subvenção, mas milho fica na espera
19/05/15
Milho de inverno depende de clima favorável até a colheita. Frio e chuvas representam risco de…
[caption id="attachment_216" align="aligncenter" width="665"]Foto: Jonathan Campos / Gazeta do Povo Milho de inverno depende de clima favorável até a colheita. Frio e chuvas representam risco de perdas.[/caption]       Ainda à espera do repasse de R$ 300 milhões relativos a subvenção do seguro rural da safra 2013/14, o agronegócio brasileiro reivindica recursos para proteção da atual safra de milho de inverno. A Federação da Agricultura do Paraná (Faep) pleiteia R$ 58,5 milhões com este fim. Com as lavouras já implantadas, nenhum centavo teria sido liberado até agora. R$ 300 milhões para subvenção a seguro de 2013/14 dependem de complementação orçamentária. Do total de R$ 690 mi, foram aprovados R$ 62 mi para culturas de inverno, mas o milho ficou de fora. Os cálculos da Faep levam em conta a produção do milho segunda safra nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ao todo, 5 mil produtores demandariam o seguro, aponta o especialista da entidade, Pedro Loyola. Ele afirma que 70% dos recursos devem vir ao Paraná, principal estado usuário do serviço. No balanço mais recente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), válido para 2013, o milho de inverno consumiu R$ 30 milhões para a subvenção de 4 mil apólices. “Se os recursos para subvenção ficarem abaixo da demanda pelo seguro, as empresas vão acabar escolhendo os produtores beneficiados”, alerta Loyola. Ele indica que isso pode resultar em um privilégio a áreas maiores, que tem prêmio superior. Pequenos e médios tenderiam a não contratar seguro nessas condições. Havia expectativa de que a questão fosse solucionada na última reunião do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR), realizada na semana passada em Brasília. Entretanto, as novidades ficaram restritas ao trigo e outros cultivos de inverno como aveia, canola, centeio, cevada e triticale. Trigo O encontro definiu aporte de R$ 92 milhões para as seis culturas, exigindo que as seguradoras garantam, no mínimo, 60% da produtividade estimada para cada região em caso de perdas na lavoura. “Ainda há tempo de fazer a liberação dos recursos para a safrinha, mas isso acaba sendo prejudicial para o desenvolvimento do produto, pois as seguradoras operam sem previsibilidade”, aponta Loyola.     Fonte: http://goo.gl/gacZ5J    
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Clima favorece lavouras e pressiona preços do milho, diz Cepea
18/05/15
Milho recuou 1,36% no mercado brasileiro, de acordo com o indicador do Cepea (Foto: Ernesto de…
[caption id="attachment_213" align="aligncenter" width="780"] Milho recuou 1,36% no mercado brasileiro, de acordo com o indicador do Cepea (Foto: Ernesto de Souza / Ed. Globo)[/caption]     As cotações do milho seguem em queda no mercado brasileiro. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a pressão vem de expectativas de boa produtividade, em função do clima favorável ao desenvolvimento das lavouras. O indicador Esalq/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), recuou 1,36% entre 8 e 15 de maio, fechando a R$ 25,28 a saca de 60 quilos na sexta-feira (15/5). O indicador de mercado físico, também com base em Campinas registrou média de R$ 24,79 a saca, queda de 1,4%. “As condições climáticas estão favoráveis às lavouras da maior parte das regiões produtoras de milho, mantendo a expectativa de boa produtividade na segunda safra”, diz a nota divulga nesta segunda-feira (18/5). Na avaliação dos pesquisadores, os dados do Levantamento de Safra divulgados na semana passada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) surpreenderam o mercado. A Companhia reduziu sua projeção para a safrinha (de 48,68 milhões para 47,89 milhões de toneladas) e para o total (de 78,98 milhões para 78,59 milhões de toneladas).     Fonte: http://goo.gl/YExESf  
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Reajuste no preço mínimo do trigo é insuficiente, alerta Faep
15/05/15
    Os preços mínimos do trigo não serão suficientes para cobrir custos em 2015, alertou nesta quinta-feira (14) a…
Trigo_queda_area_Parana_18-05-665x407     Os preços mínimos do trigo não serão suficientes para cobrir custos em 2015, alertou nesta quinta-feira (14) a Federação da Agricultura do Paraná (Faep) em ofício encaminhado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A Faep pede revisão do valor, que entra em vigor em julho e é de R$ 33,98 por saca de 60 quilos (ipo 1 pão). O Mapa divulgou nesta semana que o novo preço mínimo segue reajuste de 4,6% e tem base em custos de produção, aferidos tecnicamente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No entanto, a Faep, com números da própria Conab, mostra que o preço mínimo não cobre os custos variáveis. Com o reajuste de 4,6%, o mínimo passa de R$ 33,45 para R$ 34,98/sc. Levantamentos da Conab realizados em janeiro para o Mapa mostra custo variável do trigo em R$ 36,73 sc em Cascavel, R$ 37,26 em Londrina e até R$ 38,22 em Ubiratã, aponta a Faep. A federação dos sindicatos rurais do Paraná sugere reajuste de 19% no preço mínimo do trigo tipo 1 da classe pão, que chegaria a R$ 39,92/sc. Essa proposta toma como base o custo operacional de março de 2014 para Cascavel, calculado pela Conab. 14% a mais é o que pede preço mínimo sugerido pela Faep para o trigo. A entidade diz que o preço mínimo anunciado pelo governo está defasado antes mesmo de entrar em vigor e não segue os custos aferidos pela Conab no Paraná.     Fonte: http://goo.gl/GPggHg
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Concurso Cultural Grenal Cereais Werlang
15/05/15
As presentes disposições visam regular o Concurso Cultural Grenal Cereais Werlang (“Concurso Cultural” ou simplesmente “Concurso”) promovido pela Cereais Werlang…
10407477_1587018094905086_7665275319235434270_n As presentes disposições visam regular o Concurso Cultural Grenal Cereais Werlang (“Concurso Cultural” ou simplesmente “Concurso”) promovido pela Cereais Werlang Ltda. Empresa cerealista situada na RS 223 Km 54 Distrito Industrial, no município de Ibirubá, estado do Rio Grande do Sul, inscrita ano CNPJ sob o nº 00.252.950/0001-03, doravante denominado individualmente CEREAIS WERLANG e/ou ORGANIZADOR;    
  1. CARACTERÍSTICAS E OBJETIVOS DO CONCURSO:
    • O presente Concurso Cultural visa estimular a produção fotográfica artística na região e formar um banco interno de imagens de alta qualidade que retratem com o cenário regional e possam representar o mesmo em materiais de comunicação da CEREAIS WERLANG.
      • As fotos que serão usadas pela CEREAIS WERLANG em seus futuros materiais de comunicação serão devidamente creditadas, constando o nome do fotógrafo em cada uso.
      • Os participantes não irão receber nenhum pagamento relativo ao uso das fotografias pela CEREAIS WERLANG.
      • Ao inscrever fotografias no concurso, o participante concorda em entregar os direitos de uso patrimonial das suas fotografias para a CEREAIS WERLANG.
 
  • A participação neste Concurso é voluntária e totalmente gratuita, não sendo necessária a aquisição de qualquer produto, bem, direito ou serviço, nem está condicionada ao pagamento de qualquer quantia e/ ou valor, pelos participantes, seja qual for sua natureza e ainda que a título de ressarcimento de tributos.
 
  • A participação neste Concurso sujeita todos os participantes às regras e condições estabelecidas neste Regulamento. Desta forma, o participante, adere a todas as disposições, declarando que LEU, COMPREENDEU, TEM TOTAL CIÊNCIA E ACEITA, irrestrita e totalmente, todos os itens deste Regulamento.
 
  • Aquele que enviar a melhor foto do amanhecer no campo (lavoura), será selecionado pela Comissão de Avaliação, de acordo com as disposições previstas neste Regulamento, será contemplado com uma camisa do Grêmio e uma do Internacional.
 
  • Não será permitida a participação de fotos de outras fontes que não sejam de autoria do participante. Da mesma forma, as que forem identificadas como pertencendo a terceiros, serão automaticamente desclassificadas.
 
  • A CEREAIS WERLANG não se responsabiliza se os participantes infringirem direitos autorais e enviarem para o concurso fotografias cujo direito autoral não pertençam a eles. Em caso de uso indevido de direitos autorais de terceiros, o participante é tido como responsável.
 
  1. QUEM PODE PARTICIPAR
    • Podem participar do Concurso Cultural todas as pessoas físicas habilitadas à prática de todos os atos da vida civil, sem limitação de idade.
 
  • Cada participante pode enviar quantas fotos desejar, porém será válida apenas a foto considerada, pela Comissão de Avaliação, a mais apta.
    • A avaliação será subjetiva pelos profissionais da equipe da Cereais Werlang.
    • O participante ao inscrever uma foto no concurso, aceita que a avaliação será essencialmente subjetiva, levando em consideração aspectos como: beleza, sensibilidade artística e conceito.
    • Algumas outras características não subjetivas também serão levadas em consideração para avaliação das fotos. São elas:
      • Qualidade técnica das imagens (resolução, nitidez, granulação);
      • Percepção clara da mensagem proposta;
      • Coerência com o tema (deve conter um pôr-do-Sol ou nascer do Sol e um campo);
 
  • Ficam impedidos de participar deste Concurso Cultural, as pessoas diretamente envolvidas neste Concurso, incluindo os componentes das Comissões de Avaliação e Julgadora, bem como seus cônjuges e parentes de (até) segundo grau, sob pena de desclassificação e de responsabilização nos termos da Lei.
 
  1. PRAZOS
    • Prazo dia: 15/05/2015.
    • As datas poderão sofrer alteração, a critério do ORGANIZADOR, desde que este divulgue a todos os participantes informando as alterações sofridas.
 
  1. COMISSÃO DE AVALIAÇÃO E COMISSÃO JULGADORA
    • A Comissão de Avaliação terá por responsabilidade a avaliação das fotos enviadas, a avaliação da qualidade e autenticidade das fotos, a seleção da foto ganhadora.
      • Se uma foto pertencente a terceiros, não envolvidos no concurso, for selecionada e for descoberto que os direitos de uso da foto não pertencem ao participante, este será desclassificado e o uso indevido poderá ser comunicado ao autor da foto que poderá tomar providências com relação ao ocorrido.
 
  • Todos os processos de avaliação e seleção da foto vencedora será de total e exclusiva responsabilidade da Comissão de Avaliação, da Comissão Julgadora e do Coordenador das referidas Comissões.
 
  • Todas as decisões da Comissão de Avaliação e da Comissão Julgadora são soberanas, não cabendo, em qualquer etapa do Concurso, seja durante a avaliação, seja na efetiva premiação, recursos ou impugnações por partes dos participantes.
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Governo autoriza liberação de R$ 90 milhões para subvenção ao trigo
14/05/15
   …
[caption id="attachment_203" align="aligncenter" width="600"] Recebimento das propostas de seguro rural deve começar no próximo dia 18 (Foto: http://goo.gl/jOMh9z)[/caption]     O governo federal vai destinar R$ 90 milhões para subvenção ao trigo, dentro do orçamento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural de 2015. Outros cereais de inverno, como aveia, canola, centeio, cevada e triticale, terão R$ 2 milhões para subvenção ao seguro. Decisão nesse sentido foi tomada durante reunião do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR), realizada nesta quarta-feira (13/5). O Ministério da Agricultura iniciará o recebimento das propostas do seguro rural para estas lavouras a partir do dia 18. O CGSR decidiu, ainda, que o nível mínimo de cobertura oferecido pelas seguradoras das apólices de seguro rural para grãos a serem contratadas na safra 2015/2016 deverá ser de 60% sobre a produtividade estimada. Em comunicado, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, André Nassar, informou que a medida atende antiga reivindicação do setor de adequar as condições das apólices às reais necessidades dos produtores. Conforme o ministério, as duas resoluções foram assinadas pelos membros do comitê composto pelos ministérios da Agricultura, Fazenda, Planejamento e Desenvolvimento Agrário e pelo representante da Superintendência de Seguros Privados, e deverão ser publicadas no Diário Oficial da União.     Fonte: http://goo.gl/gkCtCe  
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Trigo: Plantio é iniciado, mas área nacional ainda é incerta
13/05/15
    O plantio da nova safra de trigo foi iniciado nos dois principais…
[caption id="attachment_200" align="aligncenter" width="736"] Foto: http://goo.gl/kHfwrm[/caption]     O plantio da nova safra de trigo foi iniciado nos dois principais estados produtores, Paraná e Rio Grande do Sul, e também em São Paulo. Pesquisadores do Cepea relatam, contudo, que a área que será destinada ao cereal ainda é incerta. Apesar das recentes altas nos preços, os patamares são considerados baixos por produtores, especialmente diante do aumento dos custos de produção. As desvalorizações do trigo norte-americano também influenciam a decisão do produtor, já que podem deslocar a demanda de parte dos moinhos brasileiros. Quanto ao mercado, pesquisadores do Cepea indicam que está mais movimentado. Em regiões onde ainda há trigo de qualidade, observa-se maior número de negócios sendo realizados. De acordo com colaboradores do Cepea, esse cenário pode estar atrelado à necessidade de repor estoques.     Fonte: http://goo.gl/9ppE1i  
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Produção brasileira de grãos deve ser de 202 milhões de toneladas, diz Conab
12/05/15
      A estimativa de produção de grãos no Brasil da safra 2014/2015…
[caption id="attachment_197" align="aligncenter" width="600"] Foto: http://goo.gl/SfzuBj[/caption]       A estimativa de produção de grãos no Brasil da safra 2014/2015 é de 202,23 milhões de toneladas, ou seja, 4,4% ou 8,6 milhões de t superior à obtida na safra 2013/14, que foi de 193,62 milhões de toneladas. Em relação ao levantamento do mês passado, observa-se um ganho de 1,54 milhão de toneladas. Este acréscimo deve-se ao ganho nas produtividades do milho primeira safra, da soja e do trigo, uma vez que neste mês de maio a Conab apresenta a primeira previsão para a safra 2015 das culturas de inverno. A previsão de área plantada é de 57,21 milhões de hectares. Este levantamento contempla informações já definidas para as áreas cultivadas com as culturas de verão de primeira e segunda safras. Para as culturas de inverno, feijão terceira safra e da região Norte/Nordeste, com exceção das áreas de cerrado, o plantio está em andamento, portanto, as áreas ainda não estão definidas. A estimativa da área a ser cultivada com as principais culturas é 0,3% maior que a cultivada na safra 2013/14, passando de 57,06 para 57,21 milhões de hectares, representando um aumento de 150,6 mil hectares. O destaque é para a cultura de soja, com crescimento de 4,6%, ou seja, 1,4 milhão de hectares sobre a área plantada na safra 2013/14. Com relação ao levantamento anterior, realizado em março, observa-se uma variação de 0,2% decorrente de pequenos ajustes nas áreas de plantio. A pesquisa foi realizada entre os dias 12 a 18 de abril, quando foram levantadas informações de área plantada, produção e produtividade média estimadas, evolução do desenvolvimento das culturas, pacote tecnológico utilizado pelos produtores, além de evolução da colheita e outras variáveis. O trabalho tem parceria da Conab com agrônomos, técnicos do IBGE, de cooperativas, secretarias de agricultura, órgãos de assistência técnica e extensão rural (oficiais e privados), agentes financeiros e revendedores de insumos, que subsidiam os técnicos da estatal com informações referentes aos levantamentos.     Fonte: http://goo.gl/VPw6Or
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RS: Plantio de trigo diminui, mas produção pode aumentar na safra 2015
11/05/15
      A cultura do trigo tem projeções de uma redução de área…
  [caption id="attachment_194" align="aligncenter" width="630"] Foto: http://goo.gl/NR7a5A[/caption]     A cultura do trigo tem projeções de uma redução de área na safra 2015, mas terá a possibilidade de comemorar produção de 36,52% superior em relação ao ano passado. As estimativas são do informativo Conjuntural, divulgado pela Emater. Há semanas, o mercado dá sinais de pouca movimentação na procura por insumos, como sementes e adubos, indicando que a área a ser plantada deverá ser menor. Vários fatores contribuem para este cenário, informam os técnicos da Emater, como preços em baixa para o grão (-23,5% em relação ao ano passado), custos de produção (cerca de 15% mais altos do que no ciclo anterior) e incerteza climática, entre outros. Realizada durante a segunda quinzena de abril, a pesquisa sobre a intenção de plantio para 2015 junto aos 247 principais municípios produtores de trigo, que cobrem 83% da área prevista, indica que a área deverá encolher 19,88% em relação ao ano passado, quando foram cultivados 1,180 milhão de hectares, segundo o IBGE. Se confirmados os números projetados pela pesquisa da Emater, a área de cultivo será de 950 mil hectares. Importantes municípios produtores, como alguns localizados na região administrativa da Emater de Frederico Westphalen, por exemplo, registram percentuais expressivos de redução, ultrapassando os 25%. A região de Bagé, que compreende a Campanha e a Fronteira Oeste, é a única que indica crescimento de área para este ano (10,73%). O aumento pode ser explicado pelo forte avanço da soja nos últimos anos, o que induz à utilização do trigo na rotação de culturas com a oleaginosa. Se considerado o comportamento do trigo em termos de rendimentos obtidos nos últimos anos, a produtividade média deve ficar em torno de 2,4 mil kg/ha, o que leva a Emater a projetar produção total de 2,280 milhões de toneladas para o RS, caso as condições meteorológicas sejam favoráveis. Esta produção seria 36,52% maior que a do ano passado, quando foi colhido 1,670 milhão de toneladas de péssima qualidade, justamente pelo clima desfavorável durante a fase reprodutiva e de formação de grão. No entanto, esta é uma primeira aproximação, que ainda deve ser confirmada a partir da próxima quinzena, quando a Emater inicia o acompanhamento quinzenal sobre as condições das lavouras, que segue até dezembro, mês de encerramento da colheita.     Fonte: http://goo.gl/g1w7sq  
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Soja: Mercado ainda mantém pregão tranquilo nesta 6ª na CBOT e espera novidades
08/05/15
          Nesta sexta-feira (8), o mercado da soja na Bolsa…
      [caption id="attachment_191" align="aligncenter" width="600"] Foto: http://goo.gl/tfJzI3[/caption]     Nesta sexta-feira (8), o mercado da soja na Bolsa de Chicago opera com oscilações modestas. O andamento dos negócios, depois de um início de semana bastante agitado, adotou um tom mais calmo neste último pregão e assim, por volta de 12h20 (horário de Brasília), as cotações perdiam entre 1,25 e 3,50 pontos nos principais vencimentos. O contrato julho/15, o mais negociado agora, era cotado a US$ 9,75 por bushel. Segundo explicou a analista Andrea Sousa, da Labhoro Corretora, o mercado encerra a semana de olho nas informações vindas do quadro financeiro, principalmente os indicativos da economia norte-americana. E uma dessas informações refere-se ao mercado de trabalho e a criação de novas vagas, a qual sinalizou um novo fôlego para o país. De acordo com informações do Valor Econômico, a economia dos EUA criou 223 mil postos de trabalho, número que ficou próximo da expectativas do mercado - de 230 a 240 mil - e a taxa de desemprego caiu de 5,5% para 5,4% em abril, registrando o menor nível desde maio de 2008. "Todo o lado macro tem influenciado muito o mercado, eu acredito que até mesmo mais do que o mercado climático", diz Andrea. "O mercado quer interpretar os números antes de qualquer movimento, e esse é o nosso mercado, o financeiro, especulativo, e as commodities agrícolas, os grãos, estão muito próximos disso". Além disso e depois de receber boas notícias também sobre a demanda internacional, o mercado futuro americana trabalha diante das expectativas sobre a nova safra dos Estados Unidos e de que forma o impacto do comportamento do clima no país impacta sobre o desenvolvimento dos trabalhos de campo. E a perspectiva da analista da Labhoro é de que no próximo reporte de acompanhamento de safras do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) a área do plantio apresente um novo bom avanço e que o índice fique entre 20 e 22%. "Nesta manhã de sexta-feira, os mapas estão mostrando um diminuição das chuvas nos próximos 8 dias para o Meio-Oeste, Delta e alguns estados do sul. Estavam previstas chuvas de até 100mm, mas os mapas hoje já estão mostrando que as chuvas serão de 40mm a 45mm dependendo da localidade", afirma Andrea. "E essa diminuição das chuvas vai permitir a continuidade dos trabalhos de plantio", ainda segundo explica a analista, porém, esse quadro poderia ainda, caso se extenda, comprometer o bom desenvolvimento das plantas e causar algum alerta no mercado. Mas, ainda é prematuro dizer como os negócios irão se comportar frente a essas informações. Além desses fatores, há ainda as expectativas dos traders pelo novo boletim mensal de oferta e demanda que o USDA traz na próxima terça-feira, 12 de maio, o que pode gerar muitas especulações entre os negócios em Chicago. E as principais perspectivas indicam para uma redução nos estoques finais norte-americanos, bem como uma elevação nas estimativas para as exportações de soja dos EUA na safra 2014/15.     Fonte: http://goo.gl/lwFwyd  
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Dólar valoriza grãos e reduz impacto da deficiência logística.
07/05/15
Relatório da INTL FCStone mostra que moeda americana fez cair de 27% para 23% a participação…
[caption id="attachment_175" align="aligncenter" width="600"]soja1-1024x768 Relatório da INTL FCStone mostra que moeda americana fez cair de 27% para 23% a participação do frete sobre o preço da soja (Foto: http://goo.gl/583crp)[/caption]     A alta do dólar, além de baratear o produto brasileiro para os importadores, está amenizando o impacto dalogística deficiente sobre os grãos em regiões produtoras que estão distantes dos portos. Um relatório elaborado pela consultoria INTL FCStone mostra que a cotação da moeda norte-americana está reduzindo o peso do frete rodoviário na composição dos preços da soja travados entre produtores e compradores. No primeiro trimestre deste ano, período em que o câmbio flutuou entre R$ 2,57 e R$ 3,29, a participação do frete narota entre Sorriso (Norte de Mato Grosso) e o Porto de Paranaguá (Paraná), caiu de 27% para 23% sobre os preços da commodity. O cálculo considera um valor médio do frete rodoviário de R$ 16 por saca, ou R$ 266,56 por tonelada. A analista de soja da consultoria, Natália Orlovicin, explica que o cenário é resultado da influência do dólar nascotações do grão, que absorveu toda a valorização da moeda. “Se o dólar não tivesse influencia no valor dacommodity, o preço seria mais baixo e o frete seria mais caro. Como tivemos alta do dólar e da soja, o frete caiu”, avalia. O quadro acaba dando mais competitividade ao produto colhido em lavouras do Norte de Mato Grosso e que ainda depende principalmente dos portos do Sul e Sudeste para exportar a produção agrícola. A distância entre origem e destino das cargas pode superar os 2 mil quilômetros. Das mais de 2,7 milhões de toneladas de soja exportadas pelos produtores mato-grossenses entre janeiro e março, 1,3 milhão de toneladas deixaram o país por Santos (SP), 48% do total. Outras 194 mil toneladas, o equivalente a mais de 5 mil caminhões, desceram até Paranaguá (PR) para encher os porões dos navios.     Fonte: http://goo.gl/czgD1q  
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Brasil passa a consumir mais trigo “de casa”
06/05/15
Plantio se aproxima de 20% no Paraná e dá primeiros passos no Rio Grande do Sul,…
[caption id="attachment_172" align="aligncenter" width="665"]trigo-alb-665x407 Plantio se aproxima de 20% no Paraná e dá primeiros passos no Rio Grande do Sul, com potencial para romper a barreira de 7 milhões de toneladas. (Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo)[/caption]   Produção maior e mercado mais sustentável. O plantio de trigo começa a engrenar em meio a uma série de alterações que prometem, finalmente, estimular o setor a partir de um consumo crescente de trigo nacional. No campo, o cereal tem nova chance de atingir volume recorde. Na comercialização, o fluxo do Sul para o Nordeste testa seu potencial – e pode passar de 1 milhão de toneladas (leia texto ao lado). Um levantamento feito pelo Agronegócio Gazeta do Povo, com as projeções regionais, mostra que o país tem a chance de produzir recorde de mais de 7,5 milhões de toneladas em 2015. Apostas de peso estão ocorrendo no Paraná e Rio Grande do Sul, os dois principais produtores. A principal variável é o clima. Em ano de El Niño, há risco de chuva em excesso na colheita, como em 2014, quando houve tombo de mais de 1 milhão de toneladas na safra gaúcha.Por outro lado, se não forem concentradas, as chuvas prometem inclusive elevar a produção. Com umidade garantida, o Paraná espera 3 mil quilos e o Rio Grande do Sul pode atingir média de 2,9 mil quilos de trigo por hectare, mostram os números do setor privado. As cooperativas gaúchas apostam no plantio de 1 milhão de hectares no estado, enquanto as paranaenses confiam em 1,36 milhão, apontam as entidades que representam o setor: Fecoagro e Ocepar, respectivamente. O plantio se aproxima de 20% nas lavouras do Paraná e acaba de começar no Rio Grande do Sul. Com essas áreas e esses índices de produtividade, os dois estados, normalmente responsáveis por 90% da safra, devem colher 7 milhões de toneladas. Como as outras regiões devem ser menos beneficiadas pela umidade do El Niño que o Sul, a estimativa nacional do setor privado é de 7,5 milhões de toneladas. Instituições públicas como a Emater gaúcha e a Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) preparam suas primeiras projeções. Nos bastidores, os técnicos revelam que vão derrubar as previsões iniciais de que haveria redução de 20% no plantio. Mesmo com as notícias de plantio reforçado, os preços ao produtor se mantêm acima dos custos neste momento. O mercado interno dispõe de menos cereal importado, apontam os analistas. O reajuste de 4,5% no preço mínimo, anunciado para julho, promete reduzir prejuízos em caso a sobreoferta, acrescentam. A saca de 60 quilos de trigo tipo 1 deve render R$ 34,95 na Região Sul em 2015/16 com apoio oficial – caso sejam acionados programas como o Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro). Mas, no Paraná, a previsão é que o preço fique acima disso na colheita, em cerca de R$ 35 por saca.Se esse patamar for atingido, considerando custo variável de R$ 30,9 por saca, a lucratividade do trigo será de 14%, aponta o analista da consultoria Trigo & Farinhas Luiz Carlos Pacheco. “Até agosto, os preços internos vão seguir a cotação do trigo importado. Depois, deverão sofrem pressão da colheita, como normalmente ocorre. O melhor período para venda será entre dezembro de 2015 e julho de 2016, porque tudo indica que haverá estoques apertados no mundo”, detalha. O produtor gaúcho – que puxava o recuo nacional, ainda frustrado com a quebra de 2014 – recupera parte de seu ânimo às vésperas do plantio, afirma o presidente da Fecoagro-RS, Paulo Pires. O aumento de até 30% nos custos vem sendo rebatido pelas perspectivas de preços rentáveis, considera. Quem iria plantar 20% menos agora deve recuar 15%, sugere. “Esperávamos reajuste maior no preço mínimo, de 19% em dois anos [só 4,5% estão garantidos em 2015]. Mesmo assim, o Rio Grande do Sul tem possibilidade de plantar 1 milhão de hectares”, confirma.     Fonte: http://goo.gl/rnmZXE  
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Soja caminha de lado nesta manhã de 3ª feira em Chicago após rally de altas na sessão anterior
05/05/15
        Nesta manhã de terça-feira (5), os futuros da soja negociados na…
      [caption id="attachment_169" align="aligncenter" width="600"]soja_b http://goo.gl/9cHR4D[/caption]   Nesta manhã de terça-feira (5), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago caminham de lado e com movimentações limitadas. Por volta das 7h20 (horário de Brasília), em um leve movimento de realização de lucros depois das fortes altas do dia anterior,  os principais vencimentos recuavam pouco mais de 0,50 ponto, com o julho/15 - o vencimento mais negociado nesse momento - valendo US$ 9,75 por bushel. O mercado internacional vem atuando com a influência de fatores pontuais e ainda sustentado pela boa demanda mundial não só pela soja em grãos, mas também pelos seus subprodutos, principalmente o óleo neste início de semana. "Temos ouvido que a China aumentou seu apetite por óleo de soje e isso deu força ao mercado também de grãos", disse o corretor da Risk Management Associates, Bill Gentry à agência internacional Reuters. Paralelamente, o mercado observa ainda o desenvolvimento da nova safra norte-americana e o comportamento do clima no Meio-Oeste do país, principal região produtora de grãos dos EUA. De acordo com o boletim de acompanhamento de safras divulgado nesta segunda (4) pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o plantio da soja já foi concluído em 13% da área, apresentando uma boa evolução em relação à última semana, quando apenas 2% da área já havia sido semeada. O número fica ainda acima da média dos últimos cinco anos, que é de 9%. E as últimas previsões climáticas seguem indicando um cenário favorável para esse início da nova safra norte-americana, sem apresentar, por enquanto, qualquer novidade ou preocupação excessiva. Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira: Soja: Com altas do dólar e em Chicago, preços sobem no Brasil e estimulam vendas Os futuros da soja fecharam a sessão desta segunda-feira (4) com fortes altas na Bolsa de Chicago. As posições mais negociadas encerraram o dia com altas entre 9 e 14,50 pontos nos principais vencimentos. O contrato julho/15, o mais negociado nesse momento, ficou em US$ 9,77 por bushel, subindo 12,50 pontos. Os mercados do óleo e do farelo de soja acompanharam o avanço e também encerraram o pregão em campo positivo. Ao lado de boas altas registradas em Chicago nesta segunda-feira, o mercado da soja no Brasil foi favorecido ainda pelo bom avanço registrado pelo dólar frente ao real. A moeda norte-americana encerrou o dia com ganhos de mais de 2% e terminou os negócios acima dos R$ 3,00 novamente. Com isso, os preços nos portos de Santos e Rio Grande, por exemplo, voltaram para a casa dos R$ 70,00 por saca e estimularam os produtores a negociarem bons volumes de soja neste início de semana, ainda segundo explicou Vlamir Brandalizze. No terminal gaúcho, o preço da soja disponível encerrou a segunda-feira com R$ 70,20 por saca e alta de 2,63%, já o valor para entrega maio/16 subiu 2,21% para R$ 74,00. Em Paranaguá, o preço se manteve estável em R$ 69,00. Com isso, os preços no interior do país também se tornam mais atrativos e o sojicultor, de acordo com o consultor, volta à ponta vendedora do mercado. "Entre portos e interior, nesta segunda, as vendas chegarama 1 milhão de toneladas", diz.     Fonte: http://goo.gl/cl4hMu  
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Segunda safra de milho deve crescer quase 17% neste ano
04/05/15
Aumento de área deve ser determinante, já que a Safras & Mercado projeta produtividade um pouco…
[caption id="attachment_166" align="aligncenter" width="465"] Aumento de área deve ser determinante, já que a Safras & Mercado projeta produtividade um pouco menor (Fonte: http://goo.gl/xOBccb)[/caption]     A segunda safra brasileira de milho no ciclo 2014/2015 deve crescer 16,8% em relação ao mesmo período na temporada 2013/2014. A estimativa é da consultoria Safras & Mercado. O volume colhido deve chegar a 52,781 milhões de toneladas em uma área de 9,327 milhões de hectares (+17,1%). Mato Grosso deve liderar a produção nacional, com 18,175 milhões de toneladas. Em 2014, o estado colheu 16,835 milhões. O Paraná, segundo maior produtor, deverá produzir 12,359 milhões, superando os 10,854 milhões do ano anterior. A produtividade média deve registrar queda em relação ao ciclo passado. Na segunda safra 2013/2014, o rendimento foi de 5,674 toneladas por hectare. Na safra atual, deve ser de 5,659 toneladas por hectare.     Fonte: http://goo.gl/yLfUL0  
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Novo preço mínimo do trigo não vai cobrir alta dos custos
30/04/15
    O preço mínimo para o trigo anunciado informalmente pela ministra…
[caption id="attachment_163" align="aligncenter" width="650"]trigo (Fonte da foto: http://goo.gl/cp5Shd)[/caption]    
O preço mínimo para o trigo anunciado informalmente pela ministra da Agricultura, Kátia Abreu, não cobre a alta dos custos de produção que os agricultores terão para implantar as lavouras neste inverno no Rio Grande do Sul. A avaliação é do presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Paulo Pires. Em conversa com jornalistas, a ministra disse que o valor do reajuste deve ser de 4,5%.
Conforme o dirigente da entidade, em fevereiro entidades gaúchas apresentaram um estudo ao Ministério da Agricultura de que a alta dos custos de produção, incluindo energia elétrica, insumos agrícolas e combustíveis, chegaria a 19%. Entendendo o ajuste fiscal que o governo federal está promovendo, foi feita uma nova proposta de aumentar 9,5% neste ano e o restante em 2016. Entretanto, com o anúncio ainda não oficializado, o valor chegaria a R$ 583,00 a tonelada enquanto o valor ideal seria de R$ 665,00. "Existe uma decepção muito grande com a política do trigo. O produtor está desapontado, pois as reivindicações não foram atendidas e pedidos como Proagro e seguro agrícola não foram atacados fortemente para incentivar o agricultor a plantar a cultura", avalia.
Aliado a este cenário, a frustração de safra no estado em 2014 devido a problemas climáticos, com uma quebra de 42% em relação ao ano de 2013, deve refletir na área plantada no Rio Grande do Sul. Pires acredita que a redução fique entre 15% e 20% dos 1,15 milhão de hectares cultivados na safra anterior. Apesar dos problemas, o presidente da FecoAgro/RS defende os investimentos na cultura. Um dos motivos é a informação de que os preços de importação de trigo na Argentina, que balizam o mercado brasileiro, estão reagindo. "Nosso preço é menor, mas esta informação sinaliza, se nós tivermos uma safra boa e com qualidade, teremos valores melhores. Isto muda o contexto e o produtor pode ter resultados econômicos positivos mesmo com uma colheita que não se exija tanto, chegando a até 40 sacas por hectare neste novo patamar de safra", observa.
Além disso, lembra também que o plantio é importante para manter a cobertura de solo durante o período do inverno, um dos valores preconizados pelo plantio direto. Pires salienta que em uma safra normal e sem prejuízos, se gera um excedente de 1,5 milhão de toneladas que podem ser exportadas, o que ajuda na renda do produtor. Outra questão pregada pelo presidente da FecoAgro/RS é que a cadeia produtiva se una para definir a segregação da cultura. Para o dirigente, o Rio Grande do Sul tem condições de produzir as variedades indicadas pela indústria, mas é preciso ter um retorno de que, se cumprir com o pedido, poderá ser melhor remunerado pela qualidade do cereal entregue aos moinhos.
 
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Soja: Negociações estão atipicamente lentas no spot nacional
29/04/15
    As negociações envolvendo a soja em…
[caption id="attachment_155" align="aligncenter" width="525"]20150303180308soja11 Protesto dos caminhoneiros agravou esse cenário (Fonte: http://goo.gl/AAojbu)[/caption]     As negociações envolvendo a soja em grão estão atipicamente lentas no mercado físico brasileiro. Pesquisadores do Cepea relatam que, no final da última semana, o cenário foi agravado por novos protestos de caminhoneiros. Sem acordo com o governo federal quanto a um possível valor mínimo para o transporte de mercadorias, caminhoneiros voltaram a paralisar as atividades em muitos estados. Com isso, tanto compradores quanto vendedores de soja, que já estavam trabalhando em meio a problemas logísticos, agora temem ser prejudicados por atrasos mais intensos na entrega e no recebimento da soja e derivados. Na paralisação anterior, em fevereiro, houve grande atraso nas entregas de soja e derivados, principalmente para exportação. Com isso, importadores podem intensificar a compra de soja dos Estados Unidos. Vale lembrar que o enfraquecimento do dólar nas últimas semanas e problemas logísticos no Brasil já vinham direcionando o comprador externo aos Estados Unidos. Esse cenário, por sua vez, tem elevado as cotações da soja na CME Group (Bolsa de Chicago) e deixado os preços apenas nominais no Brasil.     Fonte: http://goo.gl/1Q7DXn  
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Soja: Queda do dólar restringe avanço dos preços no BR apesar de altas na CBOT e dos prêmios
28/04/15
      Os preços da soja seguem avançando na Bolsa de Chicago nesta terça-feira…
[caption id="attachment_152" align="aligncenter" width="700"]colheita-de-soja-2012-e1357935607467 http://goo.gl/s3Eghw[/caption]       Os preços da soja seguem avançando na Bolsa de Chicago nesta terça-feira (28). Os principais vencimentos, por volta de 12h20 (horário de Brasília), registravam altas de dois dígitos nas duas primeiras posições - maio e julho/15 - e eram cotadas, ambas, a US$ 9,83 por bushel. As demais também apresentavam ganhos significativos. Ao mesmo tempo, no Brasil, o dólar registrava um novo dia de baixas frente ao real e perdia mais de 0,50%, por volta de 12h30, operando na casa de R$ 2,90. E é essa variação negativa da taxa cambial, como explicam os analistas de mercado, é o principal fator que limita uma recuperação das cotações no mercado interno e acaba neutralizando as altas de Chicago. Um dos fatores que ajuda a manter algum suporte aos preços, principalmente nos portos brasileiros, são os prêmios ainda muito fortes. No terminal de Paranaguá, os valores subiram ainda mais nesta terça-feira e variam, nas principais posições de entrega, entre 68 e 75 centavos de dólar sobre os valores praticados em Chicago. Em Rio Grande, os prêmios superam os 80 cents. Assim, na tarde de hoje, os preços da soja no porto gaúcho, eram de R$ 67,20 para o produto disponível e de R$ 67,80 por saca para a oleaginosa com entrega em junho. Ontem, as cotações fecharam na casa dos R$ 66,00 em Rio Grande e caíram para R$ 64,50 no porto de Paranaguá. Bolsa de Chicago Segundo analistas internacionais, sem muitas novidades ainda sobre a nova safra norte-americana - o plantio foi concluído em apenas 2% da área até o último domingo (26) de acordo com o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) - notícias pontuais trazem esse impacto de força para o mercado, principalmente com novidades sobre a demanda pelo produto norte-americano. Hoje, o departamento reportou uma nova venda de soja dos EUA para destinos desconhecidos, nesse caso de 390 mil toneladas de soja em grão da safra 2015/16 para destinos desconhecidos. Ontem, foi anunciada uma venda de 158 mil toneladas, porém, da safra 2014/15. "O mercado internacional de grãos trabalha em campo misto nesta terça-feira, com a soja tentando manter seu tom positivo. No cenário macro, os mercados se mantém mais retraídos frente ao início da reunião de dois dias, que começou hoje, do Federal Reserve (o banco central norte-americano) sobre a política monetária do país, e das expectativas de que o aumento da taxa de juros no país está um pouco mais longe do que mostravam as expectativas", diz Bryce Knorr, editor e analista do site Farm Futures. Além disso, Knorr explica ainda que o mercado se mantém firme também por conta da boa demanda pela soja dos EUA, principalmente da safra 2014/15, e pela cobertura de posições de mais curto prazo por parte dos fundos de investimentos. "O relatório dos embarques semanais divulgado nesta segunda-feira mostraram que o volume bateu no topo das estimativas do mercado ao somarem 311,622 mil toneladas. Em relação ao mesmo período do ano anterior, os embarques já estão 11% maiores, enquanto o USDA estimava que seriam apenas 9% maiores em todo o ano comercial 2014/15 se comparados aos embarques da temporada anterior", diz o analista da Farm Futures.     Fonte: http://goo.gl/s3rKXw
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Soja: Mercado volta a subir em Chicago nesta 2ª feira; boas notícias vêm da demanda
27/04/15
        Os preços da soja praticados na Bolsa de Chicago, nesta segunda-feira…
      [caption id="attachment_149" align="aligncenter" width="600"]http://goo.gl/lc999J http://goo.gl/lc999J[/caption]   Os preços da soja praticados na Bolsa de Chicago, nesta segunda-feira (27), passaram a trabalhar no campo positivo e, por volta das 13h (horário de Brasília), subiam pouco mais de 5 pontos entre os principais vencimentos. Mais cedo, porém, as posições mais negociadas operavam com ganhos superiores a 8 pontos. O mercado tenta se recuperar das baixas registradas na última sessão e mostram a força do mercado ainda trabalhando, segundo explicam analistas, para seguir operando entre US$ 9,50 e US$ 9,80 por bushel nos principais vencimentos. Além disso, o mercado busca um bom posicionamento à espera das primeiras informações sobre a safra 2015/16 dos Estados Unidos e o comportamento do clima no país nos próximos dias. Hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) deverá reportar seu primeiro boletim semanal de acompanhamento de safras com a evolução do plantio da soja nos EUA e a expectativa do mercado é de que os trabalhos de campo já estejam concluídos em 2% da área. Além dessas informações, o mercado recebeu ainda hoje o reporte do USDA de uma nova venda de soja em grão da safra 2014/15 e foram 158 mil toneladas para destinos desconhecidos, informação que também atua de forma positiva sobre as cotações. O departamento norte-americano informou ainda que os embarques semanais de soja dos EUA somaram, na semana que terminou em 23 de abril, 311,622 mil toneladas, contra as expectativas que variavam de 110 mil a 270 mil toneladas. No acumulado do ano comercial, os embarques já totalizam 45.802,514 milhões de toneladas, contra 41.353,670 milhões do mesmo período da temporada anterior. No Brasil No Brasil, as altas registradas em Chicago têm sido neutralizadas por mais um dia de baixas do dólar frente ao real. Por volta das 13h30 (Brasília), a moeda norte-americana perdia mais de 1,5% e era negociado a R$ 2,905. Assim, os preços nos portos variavam de R$ 65,00 a R$ 66,10 por saca. No interior do país, baixas significativas já vêm sendo registradas também. Como relatou o analista de mercado da MGS Rural, Márcio Genciano, em abril, a soja no interior do Paraná já passa de 7%, enquanto em Chicago, a baixa é de pouco mais de 2%. "E isso mostra que o dólar - que já caiu 24% até a última sexta-feira (24) - foi o principal formador de preços, assim como foi o responsável pela queda no mercado físico", disse.     Fonte: http://goo.gl/Y5eo4L
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Gaúchos colheram mais de 80% da soja e do milho
24/04/15
Apesar dos focos de ferrugem asiática na soja neste final de ciclo, cultura conseguiu manter as…
[caption id="attachment_145" align="aligncenter" width="780"] Apesar dos focos de ferrugem asiática na soja neste final de ciclo, cultura conseguiu manter as produtividades em níveis satisfatório, de acordo com a Emater[/caption] A colheita da safra de verão entrou na reta final no Rio Grande do Sul. Com o avanço dos trabalhos nesta semana, os produtores já colheram 82% da área de soja e 88% do milho. No caso do arroz resta pouco mais de 5% da área para ser colhida. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (23/4) no boletim semanal de conjuntura da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS). Segundo os técnicos, apesar da ocorrência de focos mais intensos de ferrugem asiática em lavouras de soja neste final de ciclo, a cultura conseguiu manter as produtividades em níveis satisfatórios. Eles acreditam que devido ao aumento da média geral no Estado, a atual estimativa de rendimento de 2.896 kg/hectare deve ser revista para cima. O preço médio da soja praticado no mercado gaúcho nesta semana ficou em 59,91/saca, em queda de 0,51% em relação à semana passada. O preço atual é 6,35% inferior ao praticado no mesmo período do mês passado e 9,01% abaixo da mesma época em 2014, mas se mantém 8,85% da média para abril nos últimos cinco anos.

Milho silagem

A expectativa para a próxima semana é de avanço significativo na colheita do milho, pois ainda restam 10% de lavouras em ponto de colheita e outros 2% em fase final de formação de grãos. Os técnicos explicam que os 2% se referem às lavouras semeadas após a colheita do fumo e que devem ser colhidas até o mês de maio. Os agrônomos da Emater/RS relatam que as produtividades do milho “se mantiveram em níveis elevados durante todo o processo de colheita, com raras exceções”. Eles comentam que, a exemplo da soja, a média geral do rendimento do milho deve ser revista para cima. A projeção atual é de colheita de 6,2 mil kg/hectare. No milho caso do destinado à silagem, a colheita ultrapassa os 95%, “restando poucas áreas a serem ceifadas”, dizem os técnicos. Eles observam que também na silagem a produtividade do milho está bastante elevada, situando-se próxima a 36,5 mil quilos de massa verde por hectare. Em relação à comercialização, os preços do milho apresentaram leve recuo de 0,85% na semana para R$ 23,45/saca. O preço atual ficou 0,90% acima do praticado no mesmo período do mês passado e 11,78% abaixo da mesma época em 2014. Na comparação com a média para abril nos últimos cinco anos a queda é de 8,48%.     Fonte: http://goo.gl/DbjOu5  
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Com menos chuva, Uruguai tem produtividade “apertada”
23/04/15
  Depois de percorrer os pampas…
[caption id="attachment_142" align="aligncenter" width="665"] País testa tecnologias, mas ainda faz investimento limitado em fertilizantes.[/caption]   Depois de percorrer os pampas argentinos, a Expedição Safra Gazeta do Povo verifica in loco o desempenho da safra de soja e milho do Uruguai. Apesar de ficar entre duas regiões que registraram clima favorável à produção de grãos em 2014/15 — a Argentina e o Rio Grande do Sul –, os campos uruguaios tiveram chuvas irregulares. O monitoramento das marcas de produtividade vai mostrar se o ano será lucrativo ou de prorrogação de contas a pagar. Detalhe: o Uruguai é o país da América do Sul que vem apresentando as maiores taxas de crescimento na área da soja. O resultado desta temporada vai definir se o agronegócio vai continuar expandindo ou não a produção de grãos. Técnicos e jornalistas da Expedição constatam que, na principal região de produção do Uruguai, o Oeste, a produtividade média varia de 2,2 mil a 3 mil quilos de uma fazenda para outra. O que tem feito a diferença, além das chuvas, é o investimento em tecnologia de sementes e adubação. “Com uma chuva a mais chegaríamos a 3,3 mil quilos por hectare”, disse o produtor Dario Torres, que tende a registrar 3 mil quilos/ha numa área de 2 mil hectares na região de Mercedes, ao Sul do Rio Negro (no Oeste). Manter média acima de 2,5 mil quilos depende de investimento de longo prazo, disse Alberto Gramont, um dos maiores produtores de grãos do país, que cultiva 8 mil hectares na região de Young (Oeste). Em 6,6 mil hectares de soja, ele espera média de 2,9 mil quilos por hectare.     Fonte: http://goo.gl/teG2sb
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CBOT: Soja tenta recuperar ligeiras baixas da sessão anterior, mas ainda se mostra estável nesta 5ª Feira
23/04/15
    Nesta manhã de quinta-feira (23), os futuros da soja operam com ligeiras altas na Bolsa de Chicago. O…
soja1     Nesta manhã de quinta-feira (23), os futuros da soja operam com ligeiras altas na Bolsa de Chicago. O mercado tenta recuperar os pequenos recuos registrados no final da sessão anterior e subia, por volta das 7h40 (horário de Brasília), entre 3,50 a 4 pontos, ainda acima dos US$ 9,70 nas posições mais negociadas. Os investidores - que não vêm novidades entre os fundamentos - seguem à espera das primeiras informações da nova safra norte-americana e observam uma melhora nas condições climáticas para o início do plantio da soja nos próximos dias. Dessa forma, como explicam os analistas, seguem a especulação climática e as sessões de volatilidade no mercado futuro americano. Ainda hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualiza seus números sobre as vendas semanais para exportação. Veja como fechou o mercado nesta quarta-feira: Soja: Com estabilidade na CBOT, preços e vendas têm pouca movimentação no Brasil Sem novidades fortes, principalmente entre os fundamentos, o mercado da soja na Bolsa de Chicago fechou o dia com pequenas baixas nas principais posições na sessão desta quarta-feira (22). Os vencimentos mais negociados no momento terminaram o dia baixas que ficaram entre 4,75 e 5,50 pontos e preços entre US$ 9,57 e US$ 9,71 por bushel. Como explicou o consultor da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, a margem de movimentação dos preços - justamente em função desse momento de calmaria no mercado - é bastante ajustada e, por isso, limita a oscilação das cotações. "Ao cair e se aproximar de algo entre US$ 9,50 e US$ 9,60, torna-se comprador, mas, ao bater perto de US$ 9,80, estimula alguma vendas", diz. No Brasil, o mercado também se mostra bastante travado, ainda de acordo com o analista, já que os produtores seguem reticentes em voltar à comercialização. Nos atuais patamares de preços - entre R$ 67,00 e R$ 68,00 nos portos - os vendedores continuam sem estímulo para entregar seu produto e, como explica Brandalizze, têm como meta de preço os R$ 70,00 por saca. Nesta quarta-feira, com o dólar fechando com uma ligeira queda frente ao real e se aproximando dos R$ 3,00 - o valor de fechamento da oleaginosa no porto de Paranaguá, entrega maio/15, foi de R$ 67,00. Em Rio Grande, a soja disponível terminou o dia com R$ 67,50 e o produto com entrega no próximo mês encerrou os negócios valendo R$ 68,60. No início da semana, a soja para maio/16 registrou preços de R$ 73,00 por saca no terminal gaúcho. Entre os prêmios, valores ainda positivos. No porto de Paranaguá, as principais posições de entrega da soja têm valores entre 48 e 53 centavos de dólar sobre os preços praticados em Chicago. Bolsa de Chicago Em Chicago, os negócios ainda refletem o tom conservador do mercado diante das expectativas para o início da nova safra norte-americana. O plantio da soja terá início nos próximos dias e, apesar do atual quadro climático ligeiramente adverso, as previsões já apontam para melhoras mais adiante e condições que devem favorecer os trabalhos de campo, de acordo com o analista internacional Mike McGinnis, do site Agriculture.com. "As condições estão melhorando com a chegada de um tempo mais seco nesta quarta. Ainda teremos algumas chuvas no final de semana, porém, na próxima semana, uma boa janela de plantio deverá se abrir para muitos produtores no Meio-Oeste. Esta safra (de grãos) estará 50% plantada até o dia 8 de maio sem maiores problemas. Essa é a maior marca que o mercado espera", acredita McGinnis. Paralelamente, há ainda fatores pontuais pesando sobre o mercado, porém, com seu impacto ainda limitado, como é o caso do grave surto de gripe aviária nos Estados Unidos. A doença já se espalhou por doze estados americanos e o quadro é o mais grave em 30 anos. Porém, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) parece estar fazendo todo o esforço possível para controlar o quadro. Para Vlamir Brandalizze, o impacto dessa epidemia de gripe aviária nos Estados Unidos ainda é bastante limitado sobre a demanda tanto por farelo de soja, quanto para o milho, que são os principais componentes da ração de aves. "Ainda não há mudanças em seu quadro do consumo interno. Os impactos são localizados", disse. O analista explica também que a gripe aviária é uma doença típica do inverno e que o impacto poderia ser mais grave, principalmente no médio e longo prazo, caso os EUA estivesse entrando nesse estação do ano, mas o momento é contrário. "A situação pode ser amenizada nos próximos dias com as temperaturas voltando a subir. Apesar de grave, a situação está sendo controlada, já que as questões sanitárias no país são tratadas com muita seriedade", relata. Apesar disso, o mercado internacional tanto da soja em grão, como do farelo e também do milho sentem a pressão, embora bem leve ainda, dessas notícias do agravamento da gripe aviária nos EUA e acabam compromentendo o avanço das cotações na Bolsa de Chicago. Desde 30 de março, quando as notícias sobre a gripe começaram a se agravar, os dois primeiros vencimentos do farelo já caíram pouco mais de 2% na Bolsa de Chicago. Mike McGinnis explica ainda que essa situação já reduz o consumo de carne de frango nos Estados Unidos, mas, em contrapartida, aumenta o de carne bovina e suína, o que acaba sendo como uma compensação para a demanda por ração animal e um fator de suporte para as cotações. "Teríamos que ver mais casos de gripe aviária acontecendo para que o mercado extendesse suas atenções em cima dessas notícias", afirma o analista internacional.     Fonte: http://goo.gl/elTX6m
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Custo de produção da soja deve ter aumento de 30%
22/04/15
O aumento do dólar vai impactar o custo de produção da soja com uma previsão de aumento de cerca de…

O aumento do dólar vai impactar o custo de produção da soja com uma previsão de aumento de cerca de 30%. O alerta foi dado pelo analista da Embrapa Agropecuária Oeste, Alceu Richetti, durante a realização do "Encontro de avaliação da safra da soja 2014/2015 e perspectivas para 2015/2016, em Mato Grosso do Sul, realizado na quarta-feira, 15 de abril, no auditório da Embrapa Agropecuária Oeste, em Dourados, MS.

Alceu explica que o custo total médio, por saca produzida, na safra 2014/2015 foi de R$43,00 por hectare. Na próxima safra, os cálculos realizados, com taxa de variação cambial estimada de R$-3,044, o valor deverá saltar para R$55,75, um expressivo aumento, que ainda deverá ser confirmado na prática quando as atividades de plantio da soja tiverem início, a partir de setembro.

Segundo Alceu, além do dólar, o aumento no valor dos combustíveis e dos insumos também contribui para essa significativa elevação do custo. Na safra 2014/2015, o custo por hectare com o combustível que era de R$ -162,24, passará para R$ 173,46 por hectare na próxima safra. Alceu explica que a próxima safra vai exigir muito planejamento dos produtores, "o produtor deverá anotar detalhadamente tudo o que for investido, pois somente assim poderá calcular corretamente o seu custo de produção. Deve ainda manter os dados organizados", acrescenta.

Segundo Alceu, o produtor também precisa realizar um levantamento de preços prévio dos insumos que serão utilizados, fazer pesquisa de preços com atenção. "O orçamento pode ser feito com base no princípio ativo dos produtos utilizados e não somente com olhar voltado para marca. Existem produtos similares de qualidade e que muitas vezes são mais baratos, apesar de não serem muito conhecidos e isso pode impactar positivamente o custo de produção da lavoura", explica ele.

Outra dica importante, é o acompanhamento dos preços da soja no mercado de futuro. "Essas informações possibilitam ao agricultor fazer um planejamento completo da safra", destacou Alceu.

Para o presidente do Sindicato Rural de Dourados, Lúcio Damália, a instabilidade do mercado é algo que preocupa o produtor. "Algumas interferências externas, como o aumento dos combustíveis, por exemplo, atrapalham a atividade", explicou Damália.

Safra recorde - A conquista do resultado recorde de produção de soja no Mato Grosso do Sul, na safra 2014/2015, que viabilizou a colheita de 6,8 milhões de toneladas do grão, proporcionando safra recorde no Estado e a posição de quinto maior produtor de soja do País, também esteve em debate no Encontro.

Os dados da safra da soja foram disponibilizados, por meio da ferramenta de monitoramento da Associação dos Produtores de Soja e Milho de MS (Aprosoja/MS), denominado Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (Siga/MS). A instituição acompanhou lavouras de soja em 27 municípios, levantando dados quantitativos e qualitativos da safra.

O Diretor Executivo da Aprosoja/MS, Lucas Galvan, explica que o Siga MS, começou a ser utilizado na safra 2009/2010, e que também disponibiliza e organiza estatísticas agropecuárias de outras culturas em Mato Grosso do Sul.

"Informações sobre levantamento de produtividade, identificação e localização de armazéns, acompanhamento do plantio e desenvolvimento também compõem o banco de dados do Siga", disse ele. Ele disse ainda que para fazer o levantamento de informações para o Siga/MS, trabalham quatro equipes, divididas em regiões (norte, centro, sudeste e sul).

"Na safra da soja, esses profissionais percorreram 92 mil quilômetros no Estado, registrando 17.754 pontos. O sistema pode ser acessado nos seguintes endereços www.aprosojams.org.br/sigaweb ou link direto www.sigaweb.org/sistema. Os interessados podem ainda se cadastrar para receber boletins semanais sobre a produção agrícola do Estado.

Esse positivo resultado até então inédito no MS, foi conquistado mesmo diante de situações climáticas adversas. O pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Carlos Ricardo Fietz, explica que houve grande variação no total das chuvas ocorridas no Sul do Estado, ocorreram veranicos e estiagens com intensidades variáveis.

"De maneira geral, nessa safra, devido a antecipação da semeadura, em setembro, e o atraso no plantio, na segunda quinzena de novembro, reduziu os efeitos nocivos causados pela deficiência hídrica", explicou ele.

Encontro - O Encontro realizado em Dourados, reuniu cerca de 150 pessoas, entre consultores, técnicos da assistência técnica rural, produtores, estudantes, representantes de cooperativas e de órgãos do governo, além de outras pessoas interessadas no assunto.

O evento também contou com palestras sobre: ocorrência de doenças, proferida pelo pesquisador da Fundação MS, José Fernando Jurca Grigolli; ocorrência de pragas, com o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Crébio José Ávila; além de comercialização e logística, com o proprietário da Sophus Consultoria, João Pedro Cuthi Dias.

O produtor rural de Ponta Porã, Luiz Carlos Seibt, ficou muito satisfeito com os resultados do evento. "O encontro reuniu informações qualificadas e relevantes sobre o que aconteceu na safra passada e o que pode acontecer na próxima. Estou muito satisfeito", acrescentou.

O encerramento foi realizado com um debate, que teve como mediador o Chefe Geral da Embrapa Agropecuária Oeste, Guilherme Lafourcade Asmus. O evento foi uma realização da Embrapa Agropecuária Oeste, Grupo Plantio na Palha, Associação das Empresas de Assistência Técnica Rural de Mato Grosso do Sul (Aastec/MS), Associação dos Engenheiros Agrônomos da Grande Dourados (Aeagran) e Sindicato Rural de Dourados. Esse encontro tem ainda o apoio da Famasul, Fundação MS e Granos Corretora. Conta ainda com a parceria da Secretaria de Estado de Produção e Agricultura Familiar (Sepaf/MS) e das cooperativas Lar, Coamo, CVale, Camda, Copasul e Copacentro.

Fonte: http://goo.gl/93BsJj

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Soja inicia semana com nova sessão de alta em Chicago e mais longo rally em quatro meses
20/04/15
Nesta segunda, serão reportados ainda os dados dos embarques semanais de grãos dos EUA pelo USDA…
[caption id="attachment_132" align="aligncenter" width="620"] Nesta segunda, serão reportados ainda os dados dos embarques semanais de grãos dos EUA pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que também são esperados pelos traders.[/caption] Nesta segunda-feira (20), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago iniciaram a semana em alta. Na sessão de hoje, por volta da das 7h (horário de Brasília), os vencimentos mais negociados subiam pouco mais de 4 pontos e o contrato maio/15 valia US$ 9,73 por bushel. Dessa forma, a oleaginosa sobe pela quinta sessão consecutiva e faz com que os preços registrem o mais longo rally em mais de quatro meses, de acordo com analistas ouvidos pela agência internacional de notícias Reuters. Para começar a semana, ainda não há nenhuma novidade que possa, segundo os analistas, impulsionar as cotações de maneira mais forte, salvo as expectativas para o início efetivo da nova safra norte-americana - com foco, principalmente, no clima - e as já conhecidas informações de uma demanda aquecida. Além disso, a Reuters informa ainda que as expectativas de um estímulo do governo chinês à sua economia também é um fator positivo para as cotações. Veja como fechou o mercado na última semana: Soja: Preços estáveis no Brasil e em Chicago travam vendas da semana no mercado interno O mercado da soja registrou um cenário de estabilidade nesta última semana, tanto na Bolsa de Chicago quanto no Brasil. A movimentação dos preços em ambos os quadros foi bastante limitada, refletindo, entre outros fatores, a postura do produtor brasileiro nesse momento: de cautela. Segundo levantamento do consultor de mercado Flávio França Jr., da França Junior Consultoria, até o final de março, a comercialização da safra brasileira estava em 53% da safra e, nessas últimas duas semanas, pouco evoluiu. Na média dos últimos cinco anos, as vendas já estavam em 56%. "O principal motivo foi, sem dúvida, o preço. Os valores perderam de R$ 4,00 a  R$ 5,00 (nos portos e no interior do país) e isso mexe com a estrutura. Temos um recuo expressivo das vendas em relação ao observado no final de março", relatou França. No porto de Rio Grande, a semana fechou com o preço da soja disponível subindo ligeiros 0,74% para R$ 68,50 por saca, contra os R$ 68,00 na última segunda-feira (13). Já para o valor em Paranaguá e também no terminal gaúcho, em ambos os casos com referência para o produto com entrega em maio/15, houve uma manutenção em R$ 67,00 e R$ 69,00, respectivamente. Em Santos, alta de 0,73% no acumulado semanal, para fechamento em R$ 9,00 por saca. No interior do país, os preços também se mostraram mais pressionados, porém, ainda remuneradores em diversas praças de comercialização, segundo explicou Carlos Cogo, consultor de mercado Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica.  "As ofertas de preços que no Sul do país chegaram a R$ 67 / R$ 68 já estão longe disso, do Paraná ao Rio Grande do Sul", diz. O momento, entretanto, é de estabilidade para as cotações nesse momento, de acordo com ambos os consultores. Cogo afirma que a junção de fatores como a pouca oscilação do mercado na Bolsa de Chicago e o dólar em baixa resultam em valores mais pressionados no país e, dessa forma, em menos negócios sendo efetivados. "Os produtores não querem vender, estão retraídos e a palavra é insegurança", afirma o consultor. Além da já conhecida instabilidade das cenas política e econômica do Brasil, o agricultor está ainda na expectativa da divulgação para o novo Plano Safra - principalmente sobre as novas taxas de juros - e da atual falta de recursos para o custeio. Hoje, já se relata uma baixa de 15% nas vendas de defensivos e 8% nas de fertilizantes diante dessa falta de crédito, cenário que há muito não se via no país, ainda segundo Carlos Cogo. Ao mesmo, a demanda internacional ainda se mostra muito forte. Há procura pela soja brasileira, pela argentina e norte-americana, mas as vendas não são efetivadas. Reflexo disso são os prêmios em alta nos portos brasileiros, o que surpreende em um ano de safra recorde e em época de conclusão da colheita. Nessa semana, os valores em Paranaguá, por exemplo, registraram alta de 17,78% para a posição abril, que passou de 45 para 53 cents de dólar, enquanto o ganho para maio foi de 18,18%, de 44 para 52 centavos sobre os valores praticados em Chicago. Com esse quadro, ainda de acordo com Carlos Cogo, essa postura do produtor brasileiro acaba sendo bastante coerente no momento, já que, ao menos por hora, as mudanças devem continuar sendo limitadas para os preços no Brasil. E isso pode ser justificado também pela perspectiva de pouca movimentação também no mercado do dólar. Na semana, a moeda norte-americana fechou com queda de mais de 2,5% - caindo de R$ 3,12 para R$ 3,04 - e isso é mais um fator de pressão das cotações ou, ao menos, limitação do avanço. "As pequenas altas que foram registradas nessa semana não compensaram a movimentação do câmbio. O dólar perdeu R$ 3,10 / R$ 3,05 e pode cair mais, perder a barreira dos R$ 3,00. Os fundamentos de alta para o dólar, nesse momento, já se esgotaram", explica Cogo. Na Bolsa de Chicago A semana também foi bem pouco movimentada para as cotações da soja praticadas na Bolsa de Chicago. O contrato maio/15 acumulou uma alta de 2,11% passando de US$ 9,48 para US$ 9,68; enquanto o agosto/15 subiu 1,68% de US$ 9,52 para também US$ 9,68 por bushel. O foco do mercado internacional nesse momento é o clima nos Estados Unidos e o desenvolvimento da nova safra de grãos do país. O plantio da soja deve começar em poucos dias e, nesse momento, as perspectivas do cenário climático se mostraram bastante favoráveis. No entanto, ainda há bastante indefinição sobre os resultados da nova safra, já que ainda é muito cedo. Fato é que, por enquanto, o mercado ainda não tem nenhum fato novo para motivar as cotações, explica Carlos Cogo. "O mercado não está caindo, apesar disso, e essa é uma notícia positiva. Os preços seguem variando entre US$ 9,50 e US$ 9,70. Mas ainda não dá para contar com um evento climático que possa mudar o quadro". E o comportamento do clima poderia também, segundo explicam analistas internacionais, impactar no futuro da área de plantio dessa nova safra. "Se a área de plantio não aumentar nesta primavera em relação às primeiras projeções divulgadas pelo USDA, os estoques de soja poderiam alcançar um volume entre 9,25 milhões e 11,97 milhões de toneladas (340 milhões e 440 milhões de bushels). Essa é a diferença entre um mercado de US$ 10 e um mercado de US$ 9 por bushel que está sendo debatido pelos traders agora", acredita Bryce Knorr, analista de mercado do site internacional Farm Futures.     Fonte: http://goo.gl/OVMQXC  
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Soja: Preços mantêm tom de estabilidade nesta manhã de 6ª feira em Chicago
17/04/15
Nesta manhã de sexta-feira…
[caption id="attachment_129" align="aligncenter" width="650"] Preços mantêm tom de estabilidade nesta manhã de 6ª feira em Chicago[/caption] Nesta manhã de sexta-feira (17), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago dão continuidade ao movimento de estabilidade registrado ontem e operam com ligeira baixa. Nesta sessão, por volta das 7h40 (horário de Brasília), as cotações perdiam pouco mais de 1 ponto ainda sustentando o patamar dos US$ 9,60 entre as posições mais negociadas. O mercado, segundo explicam analistas, segue mantendo seu tom mais defensivo à espera, principalmente, do início da safra de milho nos Estados Unidos, que deve ser registrado nas próximas semanas. Paralelamente, dá atenção ainda ao comportamento climático no país, já que esse será, ainda segundo analistas, o principal direcionador para os preços no quadro internacional nos próximos meses. Veja como fechou o mercado nesta quinta-feira: Soja: Mercado tem dia de pouca movimentação em Chicago e fecha com leves altas nesta 5ª feira O mercado internacional da soja fechou a sessão desta quinta-feira (16) com estabilidade na Bolsa de Chicago. Depois de testar os dois lados da tabela durante todo o dia, os futuros da oleaginosa encerraram os negócios com ganhos de pouco mais de 1 ponto entre os principais vencimentos, e o maio/15 cotado a US$ 9,66 por bushel. Os preços na CBOT passaram, como explicou o o consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, por um ligeiro movimento de realização de lucros depois de duas sessões de altas consecutivas. "O dia hoje foi de busca por lucros", disse. Paralelamente, o clima nos Estados Unidos para a safra 2015/16 segue no foco dos investidores. Até o momento, as condições climáticas são favoráveis tanto para o início do plantio da soja, quanto para a continuidade dos trabalhos com o milho, que já tinha 2% da área cultivada até o último domingo (12). "A melhora dos níveis de umidade no solo do Meio-Oeste americano devem dar às safras um bom início, principalmente de desenvolvimento, depois que o plantio estiver concluído", disse o analista de mercado do site internacional Farm Futures, Bob Burgdorfer. Na outra ponta, há ainda as informações sobre a demanda, que segue forte, principalmente por parte da China, com previsão de que importem em junho e julho 8 milhões de toneladas em cada um desses meses, segundo o analista de mercado Vinícius Ito, da Jefferies Corretora, de Nova York. Para Brandalizze, as compras da China neste ano poderiam passar de 77 milhões de toneladas, número acima dos 74 milhões estimados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). "Os chineses já compraram 36 milhões de toneladas de soja nos Estados Unidos e agora estão se voltando de forma agressiva para a América do Sul. Mas, os compradores enfrentam dificuldades na Argentina, onde os produtores estão ainda mais reticentes em vender diantes das incertezas políticas do país. Eles vão segurar o máximo possível", explicou o consultor. Nesta quinta-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu novo boletim semanal de vendas para exportação e os números para a soja ficaram acima dos registrados no reporte anterior. Na semana que terminou em 9 de abril, as vendas de soja dos Estados Unidos ficaram em 538,8 mil toneladas, sendo 312,6 mil da safra 2014/15 e mais 226,2 mil da 2015/16. O total ficou acima das expectativas do mercado, que eram de 400 mil toneladas. Os números são maiores do que os da semana anterior, que ficaram negativos em 176,7 mil e foram de 559,9 mil toneladas, respectivamente. No acumulado do ano comercial, as vendas de soja já somam 48.536,6 milhões de toneladas, frente ao estimado pelo USDA para a temporada de 48,72 milhões de toneladas. Mercado Interno No Brasil, o dia também foi de pouca movimentação entre as cotações, principalmente nos portos. Em Paranaguá, o preço da soja para maio/15 caiu 0,75% para R$ 66,50 por saca, enquanto em Rio Grande, a baixa foi de 0,72% para R$ 68,50. Já a soja disponível no terminal gaúcho teve uma queda de 0,74% para R$ 67,50. Em Santos, manutenção nos R$ 69,00. O dólar, nesta quinta-feira, registrou mais uma sessão de volatilidade, fechou em queda e novamente pesou sobre a formação dos preços no Brasil. A moeda norte-americana fechou bem próxima dos R$ 3,00. No entanto, Vlamir Brandalizze acredita que a divisa já esteja próxima de uma base, que não tem espaço para cair muito mais e que, dessa forma, a posição do produtor brasileiro de esperar novas e melhores oportunidades de comercialização é agora uma posição acertada. "Para o produtor existe mais a frente, certamente, novos momentos favoráveis, com fechamentos melhores do que o que temos hoje", explica.   17/04/2015 Fonte: http://goo.gl/9xhi7Q    
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Após duas sessões consecutivas de altas, soja tem leve realização de lucros na manhã desta 5ª Feira
16/04/15
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[caption id="attachment_126" align="aligncenter" width="399"] Soja devolve parte dos ganhos, mas ainda fecha em alta na CBOT nesta 4ª feira[/caption]   Após duas sessões consecutivas de bons ganhos, o mercado internacional da soja opera com leves baixas na Bolsa de Chicago nesta manhã de quinta-feira (16), em um tímido movimento de realização de lucros. Por volta das 7h40 (horário de Brasília), as perdas variavam entre 1 e 2,50 pontos entre os principais vencimentos. O mercado parece dar uma pausa para tomar fôlego depois de dois rallies na CBOT, quando as cotações chegaram a subir mais de 15 pontos e atingir valores de mais de US$ 9,70 por bushel. Sem contar a sessão de hoje, as altas no acumulado da semana para os vencimentos maio e agosto são de quase 2%. O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta quinta-feira seu novo boletim semanal de vendas para exportação e o mercado aguarda esses números. Paralelamente, os traders seguem focados com mais atenção no comportamento climático no Meio-Oeste americano e no desenvolvimento da safra 2015/16.
Veja como fechou o mercado nesta quarta-feira: Soja devolve parte dos ganhos, mas ainda fecha em alta na CBOT nesta 4ª feira Nesta quarta-feira (15), o mercado da soja operou durante todo o tempo em campo positivo, chegou a a registrar altas de dois dígitos que superaram os 15 pontos no primeiro vencimento, porém, perdeu força no final da sessão e fechou o dia com pequenos ganhos de 3,25 a 4,75 pontos entre os principais vencimentos. Com os rallies registrados neste pregão e no anterior, as altas no acumulado da semana para os vencimentos maio e agosto são de quase 2%. Nas máximas desta quarta, ambas as posições bateram em US$ 9,76, para terminarem com US$ 9,65 e US$ 9,66, respectivamente. O dia foi bastante agitado para o mercado diante de novas informações que foram chegando ao longo do dia. Entretanto, como já havia sinalizado o consultor Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, os preços poderiam passar por uma realização de lucros ao se aproximarem de US$ 9,80. "O mercado, pelo menos nesse momento, não vê os preços trabalhando abaixo dos US$ 9,50, mas se aproximando dos US$ 10,00. Porém, ainda devemos ter uma resistência ali perto de US$ 9,80", explica o consultor. Apesar disso, o mercado da soja tem observado, ainda de acordo com Brandalizze, um forte movimento de compra no quadro mundial e, de outro lado, as vendas retraídas nas principais origens, como Brasil, Argentina e Estados Unidos. Os produtores ainda se mostram bastante reticentes em entregarem a soja nos valores que vem sendo praticados e isso já reflete, por exemplo, em prêmios positivos e subindo nos principais canais de escoamento dos países fornecedores. Os prêmios para o produto americano no Golfo do México, principal canal de escoamento da safra americana, se mostram agora entre 65 e 75 centavos de dólar acima dos valores praticados em Chicago, porém, segundo o consultor, a meta de prêmio do produtor americano é de 90 cents para voltar a vender. "Na Argentina, os produtores estão evitando vender e isso já traz um reflexo positivo para os prêmios aqui no Brasil", relata Vlamir Brandalizze. Porém, o comportamento do câmbio também permanece no radar dos investidores. Como explica o consultor, o dólar abaixo de R$ 3,10 no Brasil também estimula a demanda por produtos americanos em detrimento da oferta brasileira, por exemplo, já que os preços praticados aqui no Brasil se tornam menos atrativos. Nesta quarta, a moeda norte-americana perdeu o patamar dos R$ 3,05 e fechou em terreno negativo. Na Argentina, a situação é semelhante, no entanto, o que limita a comercialização da soja, entre outros fatores, é a insegurança dos produtores sobre a economia local e, principalmente, o futuro da política, já que 2015 é ano de eleições presidencias. Esmagamento de Soja nos EUA - O mercado recebeu ainda, nesta quarta-feira,  o números do esmagamento de soja nos EUA em março e os dados ficaram acima das expectativas dos traders. Enquanto os traders apostavam em algo próximo de 4,23 milhões de toneladas, o total foi de 4,431 milhões de toneladas de soja processadas no mês passado. O número é maior do que o de fevereiro - de 4 milhões de toneladas - e supera também o registrado no mesmo mês de 2014, de 4,187 milhões. No acumulado da temporada 2014/15, o total de soja já processado pelos EUA é de 28,763 milhões de toneladas, contra 28,398 milhões no mesmo intervalo da temporada anterior. Apesar de os números indicarem um maior consumo da soja em grão no país, os preços do farelo de soja nos EUA estão pressionados, tanto em Chicago quanto no mercado frente a um excesso de oferta, como explica o analista de mercado Eduardo Vanin. "Os números do NOPA deveriam ter sido uma notícia positiva para a soja, porém, o escoamento do farelo está comprometido  e, nesse momento, os preços na Argentina e no Brasil ainda estão mais baratos", diz o analista. "E isso ajudou o mercado a perder força nesta quarta. As cotações da soja fecharam em alta, porém, longe das máximas", completa. Vanin afirma ainda que no quadro da demanda pelo subproduto também não há mudanças fortes o bastante para provocar uma alteração no cenário. "Para exportação, a demanda agora é menor, seguindo a sazonalidade. E internamente, o consumo nos EUA segue o padrão histórico". Além disso, há ainda a situação do agravamento da gripe aviária se espalhando por alguns estados produtores, provocando a necessidade de abates sanitários e isso poderia reduzir ainda mais o consumo nos EUA. Paralelamente, o mercado internacional de grãos ainda observa o início da nova safra norte-americana e o comportamento climático no país para definir uma nova e atualizada configuração para os preços. Por hora, ainda de acordo com os analistas, as previsões não indicam condições climáticas que pudessem trazer alguma preocupação excessiva para o plantio nesse momento. Entretanto, muitos falam sobre a maior e crescente probabilidade da ocorrência de um El Niño no hemisfério Norte, o que poderia trazer mais chuvas para os EUA caso se confirme. Porém, como explicou o agrometeorologista da Somar, Marco Antônio dos Santos, trata-se, por enquanto, de um "falso El Niño" que, ao mesmo tem em que pode trazer condições favoráveis à produção, não garante ainda o potencial produtivo das lavouras e recorde de safra por lá. Para Vanin, os preços em Chicago podem registrar melhores patamares entre meados de maio e início de junho, com o mercado atento à essa especulação climática nos Estados Unidos, criando, possivelmente, novas boas oportunidades de comercialização para o produtor brasileiro. No Brasil No Brasil, as cotações registraram um dia de estabilidade, com alguma tentativa de avanço ao longo do dia, mesmo diante da volatilidade do dólar e do fechamento negativo da moeda. Os prêmios nos portos brasileiros seguem positivos e subindo e as altas em Chicago favoreceram as cotações, segundo explicaram analistas. Assim, em Rio Grande, por exemplo, a soja para maio/15 fechou com R$ 69,00 por saca e o produto disponível em R$ 68,00, estáveis. Em Paranaguá, queda de 0,30%. Em Santos, o valor da oleaginosa subiu 0,44% para R$ 69,00 por saca.
 
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Safra recorde de grãos impulsiona VBP do Brasil
15/04/15
  O Valor Bruto da Produção…
[caption id="attachment_123" align="aligncenter" width="665"] Colheita de soja em Balsas: veranicos limitam volume da soja.[/caption]   O Valor Bruto da Produção (VBP) deve fechar 2015 gerando riqueza recorde. Embora os preços dos principais produtos agropecuários estejam mais baixos, a safra de grãos acima de 200 milhões de toneladas vai ajudar o indicador a atingir o melhor patamar desde 1990, chegando a R$ 481,6 bilhões. Os dados foram divulgados pela Assessoria de Gestão Estratégica (AGE) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A maior expansão vai ocorrer na pecuária, com um VBP de R$ 186,2 bilhões (crescimento de 4,4%, se comparado ao ano passado). Nas lavouras o valor esperado é de R$ 295,3 bilhões (queda de 2,3%). Mesmo com a retração, a agricultura vai deter 61,3% de participação na renda total, enquanto a pecuária responderá por 38,7%. Os produtos que devem registrar maior aumento na renda agrícola são a mamona (crescimento de 106,9%), a pimenta-do-reino (+31%), a cebola (+23,6%), o trigo (+6,7%) e o feijão (+3,1%). Nos pastos os destaques são a carne bovina (+11,2%), seguida pela carne suína (+3,3%), ovos (+2,4%) e frango (+1,4%). R$ 138,5 bilhões será o VBP total da região Sul do Brasil, que tem a liderança nacional. Na sequência aparece o Sudeste, com R$ 128,3 bilhões e Centro-Oeste, com R$123,6 bilhões. Por último estão o Nordeste (R$ 49,3 bilhões) e Norte (R$ 26,9 bilhões).     Fonte: http://goo.gl/cLCgGB
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Agricultura terá R$ 9 bi para pré-custeio da safra 2015/16
15/04/15
Os recursos para o pré-custeio…
[caption id="attachment_119" align="aligncenter" width="665"] Campo terá R$ 9 bilhões para antecipar financiamento da próxima safra.[/caption] Os recursos para o pré-custeio da safra 2015/16 somarão R$ 9 bilhões, anunciou nesta terça-feira (14) a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, ao sair de reunião no Ministério da Fazenda. As linhas de crédito de pré-custeio financiam a compra de insumos como fertilizantes e defensivos agrícolas antes do início de cada ciclo. De acordo com a ministra, as condições dos empréstimos, como juros, carência e prazo, serão anunciadas nesta quarta-feira (15). Do montante total, R$ 7 bilhões sairão do Banco do Brasil, e os R$ 2 bilhões restantes, da Caixa Econômica Federal. “Estão faltando apenas detalhes [para anunciar as linhas de crédito para o pré-custeio]. Os recursos já estão disponíveis. Vão sair R$ 7 bilhões do Banco do Brasil e R$ 2 bilhões da Caixa. Os R$ 7 bilhões no Banco do Brasil são para a agricultura geral [pequenos, médios e grandes produtores] e os R$ 2 bilhões da Caixa, com juro menor, para o Pronamp [programa para médios agricultores]”, disse a ministra. Mais cedo, os dois bancos tinham anunciado o orçamento das linhas de crédito, sem detalhar as condições dos empréstimos. “O financiamento oferece ao produtor rural a possibilidade de obter recursos para o custeio de suas lavouras até 270 dias antes do início do plantio, podendo comprar os insumos que precisa bem antes da hora”, disse a Caixa, em nota. O Banco deve encerrar a safra atual com R$ 6 bilhões em financiamento de custeio, investimento e comercialização. Para a safra 2014/2015, as linhas do pré-custeio têm taxa média de 6,5% ao ano. Por causa do ajuste fiscal, o governo aumentou juros dos financiamentos subsidiados, como as linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No entanto, a ministra não informou como ficarão as taxas para esta safra. Produtores rurais e entidades como a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) vinham reclamando da demora na liberação dos recursos das linhas de pré-custeio. Tradicionalmente, o governo libera os empréstimos entre o fim de fevereiro até meados de março.   15/04/15 Fonte: http://goo.gl/4LkZbg  
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Safra de soja deve ter queda de 50% no Sul do RS devida à falta de chuva
14/04/15
Produtividade foi afetada por causa da falta de chuva que atingiu municípios. Região Sul representa 5%…
[caption id="attachment_110" align="aligncenter" width="642"] Produtividade foi afetada por causa da falta de chuva que atingiu municípios. Região Sul representa 5% da produção total de soja no Rio Grande do Sul.[/caption]   A produtividade da safra de soja no Sul do Rio Grande do Sul está prejudicada. Em grande parte das lavouras, onde agora está sendo feita a colheita, os pés não se desenvolveram por causa da estiagem que atingiu a região nos dois últimos meses. A falta de chuva na época do plantio também dificultou a produção. “Historicamente, a região sofre sempre com déficits hídricos. Nós tivemos prejuízos mais intensos  na soja que foi plantada na época chamada de mais tardia, que é todo o mês de dezembro”, explica o engenheiro agrônomo da Emater, Evair Ehler. A região Sul representa 5% da produção total de soja no estado. Em março, os municípios de Herval, Canguçu e Jaguarão decretaram situação de emergência por causa da falta de chuva. Nas lavouras, os grãos não se desenvolveram, o que afetou diretamente na produtividade. Neste ano, a estimativa é de que haja uma queda de 50% no total. Desde a safra de 1998, Gilberto Schwantz não tinha tantos prejuízos por causa do clima. “Na Zona Sul, atingiu todas as áreas. A produção é fraquíssima”, lamenta. Falta de chuva A escassez de chuva atingiu municípios de outras regiões neste ano. Em Encruzilhada do Sul, no Vale do Rio Pardo, costuma chover 127 milímetros no mês de março. Esse ano, choveu apenas 28 milímetros, o que equivale a 22% da média. Janeiro, por sua vez, teve chuva acima da média, enquanto fevereiro ficou abaixo. Na campanha, em Bagé, choveu 34 milímetros em março. A média esperada para esse período é de 105 milímetros - choveu apenas 32% da média. Janeiro teve chuva acima da média no município, mas, em fevereiro, choveu menos do que era esperado para o mês.   13/04/2015   Fonte:http://goo.gl/kzGVNg    
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Previsão da safra de grãos é maior que 2014
13/04/15
Rio Grande do Sul é o terceiro Estado maior produtor agrícola, atrás do Mato Grosso e do Paraná A Conab…
Previsão da safra de grãos é de 7% maior que 2014Rio Grande do Sul é o terceiro Estado maior produtor agrícola, atrás do Mato Grosso e do Paraná A Conab atualizou a previsão da safra brasileira de grãos chegando a quase 201 milhões de toneladas, 7% a mais que a anterior. A soja é o destaque das pesquisas, com a colheita em pleno andamento.   No mapa de grãos, a soja ocupa 47%, o milho fica com 39%, seguido do arroz com 6%, trigo com 3% e feijão com 2%. Neste ano, mais da metade da safra de soja será exportada.   A safra gaúcha chegará aos 31 milhões de toneladas, 8% a mais que em 2014. O Rio Grande do Sul é o terceiro Estado maior produtor agrícola, atrás do Mato Grosso e do Paraná.     A grande mudança no mapa de produção brasileiro foi o avanço da fronteira agrícola para o cerrado, graças à pesquisa agropecuária. Graças a isso, o Rio Grande do Sul foi perdendo gradativamente o título de celeiro do país.   10/04/2015 Fonte: http://goo.gl/sIjYQ7
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Na falta de armazéns, soja é estocada em silos bolsas no Estado
10/04/15
Sacos gigantes confeccionados em plástico podem estocar os grãos por até um ano.   A colheita de uma safra recorde…

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Sacos gigantes confeccionados em plástico podem estocar os grãos por até um ano.

  A colheita de uma safra recorde de soja, estimada em mais de 14 milhões de toneladas, fez crescer o uso de silo bolsa no Rio Grande do Sul. Os sacos gigantes, confeccionados em plástico, são usados por produtores e cerealistas para estocar a safra de grãos na falta de armazéns. A Cereais Werlang, de Ibirubá, investiu em bolsas com capacidade de 1,5 mil a 3 mil sacas (foto acima). – O volume de soja que iremos receber é bem superior a nossa capacidade estática de 500 mil sacas – conta Bruno Werlang, gerente comercial da empresa. Hoje, a capacidade estática de armazenagem no Estado é de 28,8 milhões de toneladas, para uma safra estimada em quase 30 milhões de toneladas. Por ser uma estrutura temporária, o silo bolsa não entra no cadastro da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Conforme estudo da Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica, a partir das vendas de fabricantes, o país irá armazenar cerca de 20 milhões de toneladas em bolsas neste ano – 10% da produção. – Esse mercado cresce a uma taxa média de 20% ao ano – destaca Leticia Rechden, diretora-geral da empresa Marcher Brasil, fabricante de equipamentos para a estrututura. O investimento inicial é de R$ 100 mil para compra de embolsadora e extratora de grãos, mais R$ 1,7 mil para cada bolsa – que pode armazenar os grãos por até um ano.   09/04/2015 Fonte://goo.gl/bGlrlY
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12º Edição do Troféu Senar – O Sul – Suinocultura – Clóvis Antonio Werlang
01/09/14
2º Edição do Troféu Senar - O Sul 01/09/2014 - 10:11:00 Todo o ano, o Troféu Senar - O Sul…
2º Edição do Troféu Senar - O Sul 01/09/2014 - 10:11:00 Todo o ano, o Troféu Senar - O Sul reconhece destaques do agronegócio gaúcho. A solenidade aconteceu no domingo, 31 de agosto e integra a programação da Expointer 2014. Foram agraciadas 24 personalidades e entidades que se destacaram no setor agropecuário e em atividades relacionadas ao meio rural do Rio Grande do Sul em 2014. O troféu é uma homenagem e um reconhecimento às pessoas que se dedicam a tornar o agronegócio do estado um segmento vitorioso e sustentável em todos os aspectos. Conforme o superintendente do Senar-RS, Gilmar Tietböhl, a intenção é "estimular os agraciados a manterem o padrão de excelência, para que continuem sendo um exemplo e uma referência no setor". Os premiados receberão um troféu esculpido pela artista plástica Glória Corbeta. A obra, confeccionada em resina, representa a evolução do homem do campo. Glória quis passar mensagem de crescimento, de incremento na renda e qualidade de vida, que são a missão do Senar-RS. Os cantores Pablo Valentin e Patrícia Magallanes juntamente com a típica Porto Tango, fizeram o show de encerramento do evento. A premiação é uma promoção do Senar-RS, Fecomércio, Rede Pampa/O Sul, Icatu e Sicredi Seguros. Confira os agraciados desta edição: Suinocultura - Clóvis Antonio Werlang Ovinocultura - Carlos Santos Silveira de Ávila Bovinos de Leite - Bruno Bickell Bovinos de Corte - ABHB Equinos - Eduardo Móglia Suñé Agroindústria Familiar Rural - Agroindústria Gasparetto Ltda. Fruticultura - Rinaldo Dal Pizzol Milho e Feijão - Paulo Cezar Vieira Pires Orizicultura - Henrique Osório Dornelles Soja - Udo Davi Strobel Associativismo - Fundação CEEE Ação Comunitária - Pequena Casa da Criança Instrutor Padrão do Senar - Ângela Balen Aluno Modelo do Senar - Maria Odete Ercolani da Silva Guterres e Sandra Almerinda Pedroso da Silva Insumos Agrícolas e Pecuários - Afubra Máquinas e Equipamentos Agrícolas - Falker Automação Agrícola Ltda. Jovem Produtor Rural - Bibiana Peixoto de Barros Parceiro do Senar - CRC - RS Tecnologia e Pesquisa - UFSM Produtora Rural - Lenira Lopes de Almeida Uriartt Destaque Especial Gaúcho - Camilo Alberto da Silveira Cottens Liderança Gaúcha - José Aquino Flores de Camargo Liderança Empresarial - Jorge Gerdau Johannpeter Destaque Especial Nacional - José Ramos Torres de Melo Filho Fonte: Senar-RS Fotos
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Compradores de volta ao mercado e soja tem mais um dia de alta na CBOT
24/07/14
Na manhã desta quinta-feira (24), os futuros da soja estendem seus ganhos e registram mais uma sessão de boas altas…
Na manhã desta quinta-feira (24), os futuros da soja estendem seus ganhos e registram mais uma sessão de boas altas na Bolsa de Chicago. Segundo analistas, a volta dos compradores ao mercado - inclusive os fundos de investimentos - depois das recentes e fortes quedas estimulam essa recuperação dos preços, que chegaram a atingir, nas últimas semanas, as mínimas em 4 anos. Por volta das 7h40 (horário de Brasília), os contratos mais negociados operavam com ganhos de dois dígitos. O vencimento agosto/14 valia US$ 12,15 por bushel, subindo 14,50 pontos, enquanto o novembro valia US$ 10,87 e tinha alta de 11 pontos. Já o março/15 operava a US$ 11 por bushel, subindo 10 pontos. Só este ano, os preços da soja já caíram cerca de 17% em Chicago diante das expectativas de uma grande safra nos Estados Unidos, de mais de 100 milhões de toneladas. Porém, agora, os futuros da oleagiona voltam a subir depois de um "período implacável de vendas" - por parte dos fundos que liquidaram boa parte de suas posições no mercado futuro americano - "e isso faz com que os preços desenvolvam um novo nível de suporte na casa dos US$ 10,70 bushel, depois de atingir a mínima de US$ 10,55", disse o analista internacional Paul Deane à agência de notícias Bloomberg. Além disso, notícias da mídia internacional trouxeram ontem também as primeiras preocupações com o comportamento do clima nos Estados Unidos. Na região sudoeste do Meio-Oeste americano as chuvas deverão ser limitadas nas próximas duas semanas, aumentando a possibilidade de que os pés de soja possam passar por algum stress. De acordo com os últimos números do USDA, até domingo (20), 60% das lavouras de soja já estavam florescendo, registrando o melhor índice dos últimos cinco anos. "A fase mais importante do cultivo está na nossa frente com o período de polinização. Enquanto o clima ainda está favorável, o mercado observa essas informações com cautela", disse a analista internacional Louise Gartner, de uma corretora de Ohio, à Bloomberg. Soja: mesmo com altas no Brasil e em Chicago, vendas seguem lentas Com a forte alta dos preços em Chicago nesta quarta-feira (23) - de mais de 15 pontos para os principais vencimentos -, mais a alta do dólar ante o real e uma valorização dos prêmios pagos nos portos brasileiros, o dia foi positivo também para as cotações no mercado físico brasileiro. Os preços subiram, em média, entre R$ 1,00 e R$ 1,50 nas principais praças de comercialização. No porto de Rio Grande, por exemplo, a alta foi de R$ 2,00 e o preço passou de R$ 65,00 para R$ 67,00 por saca, superando o valor pago em Paranaguá, que ficou estável em R$ 66,00. No porto paranaense, os prêmios, no entanto, subiram. Entre os principais vencimentos, os ganhos variaram de 4,40 a 14,8%. Sobre o vencimento setembro/14, o valor é de US$ 2,20 e para março/15 e US$ 0,70. Mesmo diante desse cenário, o fluxo de negócios no Brasil não apresentou qualquer alteração significativa. O dia foi de poucos negócios e os produtores continuam segurando a soja que ainda possuem da safra velha, apostando na oleaginosa como um ativo financeiro, como explicou o consultor Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting. Nem mesmo os preços chegando aos R$ 67,00 em bons momentos do dia em Paranaguá estimularam novas vendas, já que a meta inicial do sojicultor é algo próximo dos R$ 70,00. No sudoeste de Goiás, por exemplo, ainda há cerca de 20% da safra velha de soja para ser comercializada e os produtores, como em outras regiões produtoras do Brasil, esperam melhores momentos para voltar a vender. Segundo o presidente da Comigo, Antônio Chavaglia, a comercialização segue lenta na região e as perdas expressivas que foram registradas nas últimas semanas ainda levam um tempo para serem completamente recuperadas. "O produtor tem um financiamento daqui até o final do ano e ele achou que os preços fossem ficar sustentados ou até melhorar, mas não foi isso que aconteceu, e ele deixou de ganhar de R$ 5,00 a R$ 6,00 por saca", o que justifica sua retração nas vendas nesse momento em que a recuperação dos preços ainda é recente. No mercado de balcão na região de Rio Verde/GO a soja vale R$ 53,00/saca. Força da Demanda Além da falta de vendedores no mercado, a demnda mundial por soja, que ainda se mostra muito aquecida e dando sinais de crescimento, favorece essa direção dos preços. Nas últimas semanas, além da soja em grão, o mercado internacional pôde observar também um aumento das compras de farelo e óleo, inclusive de compradores que não são vistos com frequência nos negócios, mas que carregam um potencial significativo de importantes importadores. A China deverá aumentar suas importações de soja na próxima temporada frente ao crescente e aquecido setor de rações no país, como mostra uma pesquisa feita pela agência internacional de notícias Bloomberg. O estudo mostrou que a recente e acentuada baixa dos preços favoreceu as margens de processamento no país, estimulando esse incremento nas compras. Na última semana, a China adquiriu 2 milhões de toneladas e mais 120 mil da safra 2013/14 dos EUA nesta segunda-feira (21) após os preços recuarem aos menores patamares em quatro anos na Bolsa de Chicago. Sobre o ano comercial que se inicia em 1º de outubro, a perspectiva da agência é de que as importações da nação asiática possam subir 7% e chegar a 73 milhões de toneladas. Altas em Chicago Na sessão regular desta quarta-feira (23), os futuros da soja fecharam o dia subindo entre 16,75 e 18,75 nos principais vencimentos. Assim, o agosto voltou para a casa dos US$ 12,00 e o setembro para os US$ 11 por bushel. As cotações se recuperaram, portanto, dos menores patamares registrados em 45 meses na Bolsa de Chicago. De acordo com informações da agência internacional Bloomberg, o principal fator de estímulo para o mercado internacional foram as primeiras preocupações que começam a aparecer sobre o clima nos Estados Unidos. Algumas áreas poderiam sofrer com condições adversas nos próximos dias, segundo mostraram as últimas previsões climáticas. Na região sudoeste do Meio-Oeste americano as chuvas deverão ser limitadas nas próximas duas semanas, aumentando a possibilidade de que os pés de soja possam passar por algum stress. De acordo com os últimos números do USDA, até domingo (20), 60% das lavouras de soja já estavam florescendo, registrando o melhor índice dos últimos cinco anos. "A fase mais importante do cultivo está na nossa frente com o período de polinização. Enquanto o clima ainda está favorável, o mercado observa essas informações com cautela", disse a analista internacional Louise Gartner, de uma corretora de Ohio, à Bloomberg. Paralelamente, no leste de Iowa, principal estado produtor de soja dos EUA, sem temperaturas um pouco mais quentes e chuvas em agosto, o potencial produtivo pode ficar limitado por conta do clima muito úmido que provocou, no início da safra, um atraso do plantio e uma redução no tamanho das plantas. Além disso, nos estados de Iowa e Nebrask as temperaturas já estavam próximas de 40ºC e, em muitos lugares que vinham sofrendo com o excesso de chuvas,as plantas morreram e já podem ser vistas manchas nos campos onde a produção foi comprometida por condições desfavoráveis de clima. Números de um relatório trazido também pelo USDA mostram que os índices de umidade adequada no solo diminuíram nos últimos dias. No estado de Indiana, por exemplo, o número caiu de 72 para 70 pontos em uma semana, no Missouri de 77 para 74, no Nebraska de 73 para 66 e na Dakota do Sul de 85 para 80.
Fonte: Notícias Agrícolas // 
URL:http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/142839-compradores-de-volta-ao-mercado-e-soja-tem-mais-um-dia-de-alta-na-cbot.html#.U9DxMeNdWZk

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Mais oito estados brasileiros são reconhecidos como áreas livres da febre aftosa
19/08/13
Brasília – O ministro da Agricultura, Antônio Andrade, assinou no domingo (18) em Paragominas (PA) instrução normativa reconhecendo o norte…
Brasília – O ministro da Agricultura, Antônio Andrade, assinou no domingo (18) em Paragominas (PA) instrução normativa reconhecendo o norte do Pará como zona livre de aftosa, integrando totalmente o estado à área de segurança sanitária contra a doença, porque o centro-sul já estava certificado. Andrade também anunciou que mais sete estados brasileiros receberão o mesmo reconhecimento por meio de instruções normativas que serão assinadas nos próximos dias. São eles Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte.Com a inclusão das áreas, 99% do rebanho de bovinos e búfalos e 78% do território nacional passam a ser livres da doença. Anteriormente, 89% do rebanho eram imunes e 60% do território eram livres da febre. Após o reconhecimento pelo Ministério da Agricultura, o próximo passo é enviar pleito à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) solicitando o aval internacional para as novas áreas. A solicitação será feita em outubro e a expectativa é que o certificado da OIE seja obtido em maio de 2014. O objetivo do Brasil é obter da entidade o status de país livre da doença até 2015. Para isso, é preciso esforço para imunizar os rebanhos do Amapá, de Roraima e de parte do Amazonas. As três áreas ainda são consideradas de alto risco. Antônio Andrade disse neste domingo que o governo intensificará o trabalho para que os três locais alcancem reconhecimento. “Quando esses estados forem certificados pela OIE, 78% do território nacional serão reconhecidos internacionalmente como livres de febre aftosa, diminuindo as restrições de trânsito interno e possibilitando a abertura de vários mercados ainda inacessíveis para os produtos dessa zona”, explicou. De acordo com Guilherme Marques, diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, os municípios do Amazonas que ainda não foram certificados devem evoluir para área de médio risco nos próximos dias. O norte do Pará e os outros estados prestes a serem declarados livres de febre aftosa também eram considerados de médio risco para a doença até este domingo. Já são certificados como áreas livres da doença com vacinação os seguintes estados: Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins. As áreas certificadas incluem ainda o Distrito Federal e os municípios de Guajará e Boca do Acre, no Amazonas, todos reconhecidos como livres de aftosa com vacinação. O estado de Santa Catarina é a única área no Brasil considerada livre da doença sem necessidade de vacinação, desde 2007. Para combater o problema da aftosa, o governo criou em 1992 o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção Contra a Febre Aftosa. A doença causa febre e aparecimento de aftas na boca e nos pés de bovinos, búfalos, caprinos, ovinos e suínos. Ela é causada por um vírus e é contagiosa. O último foco de aftosa no Brasil foi detectado em 2006 em Mato Grosso do Sul e no Paraná. Edição: Davi Oliveira
 

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